Ritmo de contágio da Covid-19 permanece há um mês abaixo de um 1 na capital

De acordo com a Plataforma Farol Covid, na capital maranhense, desde o dia 31 de maio o ritmo de contágio segue abaixo de 1

O ritmo de contágio da Covid-19 continua em retração na capital e no Estado do Maranhão. Atualmente, ambos se encontram abaixo de 1, ou seja, cada pessoa contaminada está transmitindo a doença para menos de uma pessoa, comprovando o resultado das medidas assertivas executadas pelo Governo para conter o avanço do novo coronavírus no estado. 

O secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, destaca que os meses de março, abril e maio foram meses muito complicados, onde o ritmo de contágio chegou a 3. “Hoje é importante entendermos que o nosso ritmo de contágio está abaixo de um, nós estamos vindo há pelo menos três ou quatro semanas, seja em São Luís ou no Maranhão, diminuindo bastante a curva de transmissão da doença. Vamos continuar fazendo testagem, estabelecendo medidas de vigilância e ampliando nossa capacidade hospitalar, para garantir atendimento e não permitir o colapso no nosso sistema de saúde”, ressalta. 

De acordo com a Plataforma Farol Covid, na capital maranhense, desde o dia 31 de maio o ritmo de contágio segue abaixo de 1 e nesta quinta-feira (02) encontra-se entre 0.7 e 0.8. Já o Maranhão também está há 24 dias com o ritmo de contágio está abaixo de 1 e hoje registra a taxa entre 0.8 a 0.9. Ambos os índices são considerados bons e com tendência de estabilização segundo a Plataforma. 

“Isso não quer dizer que estejamos aliviados, pelo contrário, continuamos em alerta. É possível que aconteça o aumento dos casos, se a população não continuar tomando os devidos cuidados, como o uso de máscaras, o distanciamento social e a higienização das mãos com água e sabão ou álcool em gel. Medidas que precisam ser mantidas mesmo com o retorno das atividades econômicas do Estado”, alerta o secretário da Saúde, Carlos Lula. 

Outro dado disponibilizado pela Plataforma é a taxa de subnotificação. Nesse quesito, de acordo com os dados divulgados nesta quinta-feira (2), o Maranhão se destaca entre os estados que mais testam e diagnosticam pessoas com a Covid-19. A cada 10 pessoas doentes, 7 são diagnosticadas. Um índice considerado bom e que deixa o estado como 11º colocado no ranking nacional, com 83.256 casos confirmados e 169.126 testes realizados.  

De janeiro a junho de 2020, Maranhão arrecadou R$ 2,2 bilhões a menos que em 2019

A crise causada pela pandemia do novo coronavírus é apontada como a principal causa.

G1

Do primeiro dia do ano até o último dia de junho, dia 30, o Maranhão já arrecadou mais de R$ 10 bilhões em impostos. De acordo com o “Impostômetro” da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), os maranhenses pagaram cerca de R$ 2,2 bilhões a menos do que durante o mesmo período de 2019. A crise causada pela pandemia do novo coronavírus é apontada como a principal causa.

Somente em junho de 2020, o estado arrecadou R$ 1,5 bilhão, enquanto no ano passado a arrecadação foi de R$ 1,9 bilhão. Em maio desse ano, a arrecadação do estado foi de R$ 1,5 bilhão, enquanto ano passado foi de R$ 1,8 bilhão.

Em março de 2020, quando os primeiros casos de Covid-19 começaram a ser divulgados no Maranhão, o estado arrecadou R$ 1,5 bilhão em impostos. Em março de 2019 esse número era um pouco maior, R$ 1,7 bilhão. Em abril de 2020, o Maranhão fechou com R$ 1,7 bilhão. No ano passado, o mês fechou com R$ 2,1 bilhões.

Maranhão é o estado do Nordeste que menos perdeu empregos na crise do coronavírus

Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do governo federal. 

O Maranhão é o estado nordestino que teve a menor perda de empregos com carteira assinada durante a pandemia do coronavírus. Isso vale tanto para o acumulado do ano quanto no mês de maio. 

O Brasil inteiro perdeu 331 mil vagas formais apenas em maio. Entre março e maio, período inteiramente afetado pela pandemia, o país fechou 1,5 milhão de postos com carteira assinada. 

Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do governo federal. 

Todas as regiões brasileiras apresentaram redução de postos de trabalho formal em maio de 2020 ou no acumulado do ano.

O Maranhão teve perda de 1.238 empregos formais em maio e 5.383 no acumulado do ano. 

Foi a menor queda em todo o Nordeste, que perdeu 50.272 vagas em maio e 248.635 no acumulado do ano.

Ou seja, em maio, a cada 40 vagas fechadas no Nordeste, uma foi no Maranhão. No acumulado do ano, a cada 46 empregos perdidos no Nordeste, um foi no Maranhão. 

Todos os estados do Nordeste apresentaram resultado negativo na oferta acumulada de empregos, de janeiro a maio. Os estados que mais desmobilizaram mão de obra formal foram Pernambuco (-63,6 mil), Bahia (-56,2 mil) e Ceará (-37,4 mil).

Quatro das 10 cidades com menor crescimento de coronavírus ficam no Maranhão, mostra G1

Paço do Lumiar, São Luís, São José de Ribamar e Codó foram destaque na matéria do Fantástico

Reportagem do Fantástico publicado no portal G1, da TV Globo, mostra que o Maranhão tem quatro cidades na lista das que apresentam o menor crescimento de casos novos de coronavírus em todo o Brasil. São elas: Paço do Lumiar, São Luís, São José de Ribamar e Codó.

As três que ficam na Ilha de São Luís são as que lideram a lista dos menores crescimentos. Codó está em sexto lugar na lista dos dez municípios com menor aumento de casos nos últimos 14 dias.

O ranking foi feito com municípios com mais de 100 mil habitantes. O período de 14 dias foi escolhido porque é o tempo considerado necessário para verificar tendências. 

“O Fantástico levantou quais as cidades com o melhor desempenho nesse período, ou seja, que tiveram menor aumento em 14 dias nos casos acumulados de Covid-19. Nesse aspecto, a liderança fica por conta de Paço do Lumiar, no Maranhão”, diz a reportagem.

“Outro dado que chama atenção é justamente que Maranhão e Pernambuco concentram a maioria dos municípios (oito), inclusive suas capitais”, acrescenta o texto.

Famem esclarece sobre constitucionalidade da Lei que suspende pagamentos de empréstimos consignados

À cobrança não pode incidir juros de mora, multa ou correção monetária sobre as parcelas vencidas entre 20 de março e o fim do estado de emergência

Por meio de recomendação editada nesta terça-feira, 23, a Federação dos Municípios do Estado do Maranhão está orientando os gestores como devem agir em relação à suspensão dos empréstimos consignados contraídos por servidores estaduais, municipais e privados de acordo com a Lei Estadual 11.247/2020, de 4 de junho. No âmbito do estado do Maranhão o prazo de suspensão é de 90 dias, em decorrência da pandemia do novo coronavírus. A suspensão, por sua vez, é facultada do servidor perante o órgão pagador, no caso a administração municipal.

O objetivo das orientações da Federação tem como propósito prestar esclarecimentos sobre aspectos da lei diante da resistência das gerências dos bancos públicos no interior do Maranhão em dar efetivo cumprimento a norma estadual disciplinadora da suspensão dos empréstimos consignados. A Famem, por meio de posicionamento externado pelo presidente Eric Costa, defende com veemência a competência do Estado do Maranhão legislar sobre direito do consumidor, amparado em entendimento precedente do Supremo Tribunal Federal.

Os empréstimos consignados têm desconto em folha. De acordo com lei, o órgão pagador não realizará o desconto salarial do valor correspondente às parcelas de empréstimos e financiamentos consignados em folha de pagamento de servidores e empregados públicos ativos e inativos. O prazo de suspensão pode perdurar por um período mais estendido, mediante a vigência do estado de emergência decretado pelo Governo Federal em 6 de fevereiro de 2020.

A recomendação da Famem consigna que com o fim do estado de emergências novas negociações deverão acontecer entre o credor e a instituição financeira, com parcelamento de no mínimo doze vezes. À cobrança não pode incidir juros de mora, multa ou correção monetária sobre as parcelas vencidas entre 20 de março e o fim do estado de emergência. Nos casos de parcelamentos menores, o limite de comprometimento do rendimento do servidor não pode exceder 6% do total. Durante todo período da suspensão da cobrança a instituição fica proibida de inscrever o credor em banco de dados de crédito.

Othelino promulga lei que determina multa a propagadores de fake news sobre a pandemia no Maranhão

Conforme a lei, o propagador de desinformação ou boatos via jornal impresso, televisão, rádio ou mídias sociais estará sujeito à multa, que pode variar entre R$ 1.200 e R$ 10 mil

O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), promulgou, nesta terça-feira (16), a Lei 11.277/20, de sua autoria, com emenda do deputado Dr. Yglésio (PROS), que determina a aplicação de multa a quem divulgar fake news sobre pandemia, endemias e epidemias no Maranhão.

Após a promulgação, o chefe do Legislativo destacou a importância da norma e de que forma ela será aplicada. “Nosso objetivo é combater essa prática desumana, que faz com que pessoas possam até perder suas vidas e recursos públicos sejam desperdiçados. A partir desta lei, quem produzir e divulgar fake news sobre a pandemia, comprovadamente, será multado, independente das legislações específicas na área criminal. Isto não deve ser confundido com censura à opinião. Inclusive, no próprio texto da lei está expresso que se estiver sendo emitida opinião, não se caracterizará como fake news”, explicou o parlamentar.

Penalidade

Conforme a lei, o propagador de desinformação ou boatos via jornal impresso, televisão, rádio ou mídias sociais estará sujeito à multa, que pode variar entre R$ 1.200 e R$ 10 mil, dependendo do grau de prejuízo causado à sociedade. Em caso de reincidência, a punição poderá dobrar. Havendo arrependimento voluntário e eficaz reparação da informação inverídica, publicizada pelo próprio autor, a multa poderá ser reduzida à metade.

A lei prevê também que todo o recurso oriundo das multas será destinado ao combate às pandemias, endemias e epidemias no Estado do Maranhão.

Ainda de acordo com a lei, sempre que o cidadão ou cidadã divulgar uma informação, deixando claro que se trata de uma opinião pessoal, o ato não será considerado como fake news.

Shoppings reabrem e fiscalizações da Vigilância reforçam o cumprimento das medidas sanitárias

Equipes da Vigilância Sanitária Estadual monitoraram o reinício dos trabalhos, orientando e sensibilizando para fazer cumprir as medidas de sanitárias

A força-tarefa organizada pelo Governo do Estado acompanhou o retorno das atividades de shoppings, lojas de rua e outros serviços não-essenciais que reabriram nesta segunda-feira (15), na capital. Equipes da Vigilância Sanitária Estadual monitoraram o reinício dos trabalhos, orientando e sensibilizando para fazer cumprir as medidas de sanitárias e reduzir os riscos de contágio pelo novo coronavírus. 

Os shoppings da capital no Maranhão Novo, Cohab e Jaracati foram os pontos de fiscalização deste dia. Proprietários de lojas devem seguir protocolos sanitários gerais e específicos e os consumidores se adequarem às novas orientações para compras. “O trabalho é voltado, principalmente, para a verificação dos protocolos do setor lojista, conforme decreto de Governo. ” Vamos verificar o que deve ser cumprido para proteger a saúde das pessoas”, pontuou o superintendente da Vigilância Sanitária Estadual, Edmilson Diniz.

Entre as medidas determinada está higienização de superfícies e alguns produtos, uso de máscara, disponibilidade de álcool em gel, limitação de clientes, manter distanciamento, isolamento de parte dos estacionamentos. “Nesta etapa, vamos promover a orientação a estes serviços. A intenção não é punir, mas fazer com que a retomada seja segura para trabalhadores e consumidores, sobretudo, para garantir a permanência dos serviços e não haver retrocesso com novo fechamento de atividades”, explica Diniz. 

O cronograma de fiscalizações desta segunda-feira alcançou ainda estabelecimentos nos bairros Monte Castelo, Kennedy, João Paulo, São Francisco, Renascença, Ponta d’Areia, São Bernardo e João de Deus. O trabalho prossegue ao longo da semana, nos turnos da manhã e tarde. A Polícia Militar acompanha a ação, em apoio à Vigilância.

São Luís é a quinta cidade do país com menor ritmo de contágio da Covid-19

O levantamento foi realizado pela plataforma Farol Covid, que analisou a situação das 124 cidades mais afetadas pela pandemia

O “ritmo de contágio” do novo coronavírus continua desacelerando na capital. A taxa atual de 1.12 elevou a posição de São Luís no ranking das cidades com a menor aceleração do ritmo de contágio da Covid-19, a capital agora ocupa a 5ª colocação. O levantamento foi realizado pela plataforma Farol Covid, que analisou a situação das 124 cidades mais afetadas pela pandemia no país entre o fim de maio e o começo de junho.

Segundo o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, a taxa atual de São Luís significa que uma pessoa está transmitindo a doença para pouco mais de uma pessoa e o ritmo de contágio talvez seja o dado mais importante que se possa verificar para entender a mudança da doença.

“O ritmo de contágio significa saber se estamos num caminho de aumento ou diminuição do número de pessoas infectadas. Verificar que São Luís está entre as cidades do Brasil com o menor indicador de contágio, com o fator de transmissão diminuindo, nos dá esperança. Nossa meta é chegar próximo de zero e quanto mais próximo desse índice quer dizer que conseguimos ter o controle da doença”, explica.

Ocupando os primeiros lugares no ranking aparecem as cidades de Porto Alegre/RS (0.99), Fortaleza/CE (1.03), Duque de Caxias/RJ (1.06) e Manaus/AM (1.07). Nas últimas colocações estão São Vicente/SP (1.84), Benevides/PA (1.89), Abaetetuba/PA (1.97), Tucuruí/PA (2.05) e Curuçá/PA (2.07).

Mais de 33 mil pessoas já estão recuperadas no Maranhão, confirmados chegam a 58.859

Desses, 33.561 pessoas já estão recuperadas e foram registrados ainda 1.436 óbitos.

O novo boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), neste sábado (13), mostra que o Maranhão chegou à marca de 58.859 infectados pelo coronavírus.

Nas últimas 24 horas, foram 1.254 novos casos confirmados. Na Grande São Luís foram 134 casos, as demais regiões registaram 1.120.

Desses, 33.561 pessoas já estão recuperadas e foram registrados ainda 1.436 óbitos.

Até o momento, o Maranhão já realizou 108.989 testes e 800 casos seguem suspeitos.