Zé Inácio é confirmado novo membro do Diretório Nacional do PT

Zé Inácio passa a compor Diretório Nacional do PT

O deputado estadual Zé Inácio, representando o Estado do Maranhão, tomará posse no Diretório Nacional do PT, em reunião ordinária que será realizada no próximo dia 17, em São Paulo. O evento contará com a presença do ex-presidente Lula e da presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann.

A composição do Diretório é fruto do último processo de eleição direta do PT, que culminou no 7° Congresso Nacional do partido, com a eleição de Gleisi Hoffmann para presidente e a indicação do novo Diretório Nacional.

O partido agora cumpre a agenda de contraponto ao Governo Federal e busca se destacar nas articulações nacionais de oposição, mirando em especial as eleições municipais de 2020.

Zé Inácio, que agora estará na cúpula do PT, se destaca como referência nacional no Maranhão e se qualifica para propor os debates eleitorais no Diretório Estadual.

Lula admite possibilidade de apoiar Flávio Dino para presidente da República em 2022

O ex-presidente admitiu a possibilidade de apoiar o governador Flávio Dino para presidente da República em 2022

Em entrevista para a Rede TV,  o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva admitiu possibilidade de apoiar a pré-candidatura do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), na disputa pela Presidência da República de 2022.

Em resposta à Juca Kfouri, Lula disse “Admito, como não? O PCdoB já me apoiou quatro vezes. A dificuldade que você tem de responder uma pergunta dessas, e eu não tenho mais, é que se você tiver um jornalista ou um jornal qualquer que vai assistir ao nosso programa, ele vai dizer assim ‘Lula vai apoiar o Flávio Dino’. Eu gosto do Flávio Dino. Acho ele uma figura competente, um companheiro da maior lealdade comigo em todos os meus processos. Eu tenho por ele um apreço extraordinário”.

Para Lula, porém, o governador terá dificuldades em se eleger pelo PCdoB. “É difícil. O Dino sabe disso. Eu vou dizer para você, é muito difícil você imaginar eleger alguém de esquerda sem o PT”, disse.

Vice-presidente do PT afirma que Flávio Dino deverá estar com a legenda em 2022

Na quarta-feira (1°), o jornalista Ricardo Noblat publicou, em sua coluna na Veja, que Flávio Dino estaria se reunindo com o apresentador Luciano Huck para debater sobre 2022

O deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) garantiu, em seu Twitter, que o governador do Maranhão, Flávio Dino (PT-MA), deverá disputar, caso seja confirmado em convenção, as eleições presidenciais em 2022 ao lado do PT.

Segundo Teixeira, que é vice-presidente da legenda, Dino poderá compor a chapa do PT pela presidência ao lado do ex-presidente Lula ou do ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.

“Ou com Lula ou com Haddad, Flávio Dino deverá estar na nossa chapa nas próximas eleições presidenciais, caso seja confirmado em convenção”, escreveu Paulo Teixeira.

Na quarta-feira (1°), o jornalista Ricardo Noblat publicou, em sua coluna na Veja, que Flávio Dino estaria se reunindo com o apresentador de TV, Luciano Huck, para debaterem sobre uma possível chapa para 2022. Ele disse ainda que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso estaria acompanhando o desenrolar das reuniões.

Maioria dos partidos se identifica como de centro

O levantamento foi feito com os 33 partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

Estadão

Em meio a um cenário polarizado, mais da metade dos partidos políticos brasileiros se diz de centro, enquanto apenas um – o PSL, até pouco tempo atrás a legenda do presidente Jair Bolsonaro – se considera de direita e sete se colocam como de esquerda. É o que aponta levantamento feito pelo ‘Estado’ com os 33 partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A reportagem questionou as siglas como elas se autodefinem em relação à orientação ideológica. “O PSL é um partido liberal, de direita”, informou a legenda. Partido hegemônico na esquerda do País há pelo menos 30 anos, o PT saiu de sua última convenção nacional, realizada em novembro, como uma agremiação “de esquerda democrática e libertária”.

O levantamento mostra que, diante da narrativa de polarização que coloca, de um lado, parte da direita aglutinada em torno do bolsonarismo e, do outro lado, a esquerda tendo como núcleo o petismo representado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os partidos buscam se afastar dos extremos se colocando, de alguma forma, no centro do espectro político.

Dez partidos se declaram puramente como de centro: PMB, MDB, PL, PSD, PTC, DC, PROS, Avante, Patriota e Podemos. De centro-direita são PTB, Progressistas, PSC, PRTB e Republicanos. Já PDT, PSB, Cidadania, PV e PMN se encontram na centro-esquerda, segundo eles mesmos.

O centrismo traz variações de acordo com as classificações dadas pelos partidos que o representam. “Acreditamos que o centro seja o melhor ponto para que a gente possa aproveitar o que há de bom na esquerda, da extrema esquerda, da direita e da extrema direita”, afirmou o Patriota. Já o Podemos afirma ter três pilares ideológicos: “mais transparência, mais participação e mais democracia direta”.

Embora não caracterize necessariamente uma orientação ideológica o termo liberal aparece com frequência nas definições dadas pelas siglas: nove partidos citam a palavra na hora de descrever seu posicionamento. O PSL se considera “liberal de direita”; o PRTB é “liberal-conservador”; “liberal de centro” é como se considera o PL. O PSDB afirma ser adepto do “liberalismo social” e o DEM, uma agremiação “democrata liberal”. Três partidos se dizem “liberal na economia”: PTB, PSC e Republicanos. A única legenda que se diz puramente liberal, sem maiores ponderações, é o Novo. 

Ao todo, sete partidos se consideram de esquerda: PCdoB, PCB, PSOL, PCO, PSTU, PT e a recém criada Unidade Popular (UP). Última sigla a conseguir o registro junto ao TSE, a UP se classifica como um partido que “deve ter no centro de suas ações as lutas populares e não a conciliação”. “Somos um partido de esquerda. Que surgiu a partir do esgotamento de quase todos os partidos de esquerda e da direita também, que ficou bem nítido a partir das manifestações de junho de 2013”, afirmou o presidente nacional da UP, Leonardo Péricles Roque.

Há diferenças entre as legendas que se dizem de esquerda: o PCdoB “orienta-se pelo teoria marxista-leninista, a qual buscamos desenvolver e aplicar, de maneira original, na realidade brasileira”; o PCB se considera comunista; o PSOL, socialista. Outras siglas ligadas ao campo da esquerda preferem se colocar como “centro-esquerda”, embora também marquem diferenças entre si. O PDT se apega à própria história e afirma ter “raízes no trabalhismo histórico de Vargas”. 

Ao menos duas classificações enviadas à reportagem fugiram das concepções mais usuais quando se discute orientação ideológica. O Solidariedade, cujo presidente nacional é o líder da Força Sindical e deputado federal, Paulinho da Força, afirmou ser adepto do “humanismo sistêmico”. “O humanismo sistêmico nada mais é que a compreensão do Humanismo na contemporaneidade”, informou o partido, citando três pilares que dizem sustentar conceitualmente sua agenda: a cooperação e a solidariedade como princípios básicos e estruturantes de todas as relações sociais; a valorização do trabalho humano; e o desenvolvimento econômico, humano e social sustentável.

A Rede usou uma concepção pós-moderna para conceituar seu “sustentabilismo progressista”. “A visão binária de esquerda/direita, hermeneuticamente potente e importante para as sociedades ocidentais do século 18, não responde mais a todas as descobertas, transformações e metáforas políticas que presentemente fazem parte da nossa cultura social”, disse o partido.

PT e PSL devem obter R$ 730 milhões de fundo para as eleições de 2020

O fundo eleitoral é alimentado com dinheiro do Tesouro e se destina a financiar gastos das campanhas

O aumento no valor do fundo eleitoral para R$ 3,8 bilhões, aprovado nesta quarta-feira, 4, na Comissão Mista de Orçamento do Congresso, vai turbinar o caixa dos partidos na disputa do próximo ano, em especial do PT e do PSL. As siglas, que polarizaram a discussão política na última eleição, terão quase 20% deste montante, o equivalente a R$ 730 milhões para distribuir aos seus candidatos a prefeito e vereador, o que lhes assegura ampla vantagem com relação às outras legendas.

Essa será a primeira eleição municipal abastecida majoritariamente com recursos públicos. As contribuições de pessoas físicas são permitidas, mas limitadas a 10% da renda do doador no ano anterior, tornando assim improvável que outros partidos tenham tanto dinheiro quanto o PT e o PSL para impulsionar seus candidatos. 

O fundo eleitoral é alimentado com dinheiro do Tesouro e se destina a financiar gastos das campanhas, como viagens, cabos eleitorais e material de divulgação. Protagonistas de recentes escândalos, o PT e o PSL ficam com a maior parte do dinheiro porque elegeram mais deputados e senadores em 2018. Os petistas terão R$ 376,9 milhões, enquanto que o ex-partido de Jair Bolsonaro vai embolsar R$ 350,4 milhões, quantia 37 vezes maior do que teve na disputa presidencial de 2018.

O valor proposto para o fundo pelo relator do Orçamento, deputado Domingos Neto (PSD-CE) – e que tem aval da maioria dos partidos – representa um aumento de 120% em relação ao que foi desembolsado nas eleições do ano passado, quando os partidos receberam R$ 1,7 bilhão. O reajuste ainda precisa ser confirmado no plenário do Congresso no próximo dia 17. Treze partidos apoiam a medida, o que garante votos suficientes para ser aprovada. Apenas Cidadania, Novo, Rede, Podemos e PSOL são contra o aumento.

IFMA recebe homenagem de Zé Inácio pelos seus 110 anos

Em seu discurso Zé Inácio fez um resgate do início da educação tecnológica no Brasil e no Maranhão e os avanços que teve durante os governos do PT

Aconteceu segunda-feira (25), a Sessão Solene em homenagem aos 110 anos do Ensino Tecnológico no Maranhão. A solicitação da sessão foi de autoria do deputado Zé Inácio. Durante a sessão foram homenageados o reitor, ex-reitores e diretores, alunos, professores e todos que compõem a rede de ensino tecnológico.

Em seu discurso Zé Inácio fez um resgate do início da educação tecnológica no Brasil e no Maranhão e os avanços que teve durante os governos do PT. E ressaltou a importância da luta em defesa do ensino tecnológico, contra os retrocessos do atual governo federal.

“Enquanto no governo FHC foi sancionada uma lei que proibia a criação de novas escolas técnicas – apenas 140 escolas foram construídas de 1909 a 2002, no governo do PT o avanço foi significativo. Entre 2003 e 2016, o ministério da educação concretizou a construção de mais de 500 novas unidades referentes ao plano de expansão da educação profissional, totalizando 644 campi em funcionamento. Quero parabenizar o IFMA pelos 110 anos de luta pela educação transformadora dos maranhenses, ressaltando, que as senhoras e os senhores têm um aliado nessa casa legislativa para junto com vocês seguir na luta contra os cortes na educação maldosamente encetados pelo governo Bolsonaro e defender o Instituto Federal de  Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão.

Foram homenageados com placas durante a sessão: o reitor do IFMA, Roberto Brandão, o ex-reitor e professor do IFMA, Zé Costa, a ex-reitora, Valéria Martins, o ex-diretor do antigo CEFET, Zé Lima e os alunos Ribamar Carneiro, do curso de meio ambiente e Izabelly Vitória, do curso de Química e multi paratleta.

Também estiveram presentes no evento o Diretor Executivo do IFMA, Agenor Almeida, o reitor do IEMA, Jhonatan Almada e os diretores-gerais dos vários campus do IFMA no Estado.

Deputado Zé Inácio participa de Congresso Nacional do PT

A chapa Lula Livre Para Mudar o Brasil, à qual o deputado faz parte, obteve 46% dos votos para composição do Diretório Nacional

Durante o evento foi realizada eleição para presidente nacional do partido e do diretório nacional. A eleição para o comando do partido foi disputada por três candidatos: Gleisi Hoffmann, deputada federal e atual presidente, a deputada federal Margarida Salomão e Walter Pomar, historiador filiado ao PT.

Gleisi Hoffmann foi reeleita para a presidência do partido, recebendo 558 votos dentre os 792 delegados do PT de todo o país que participaram da eleição.

A chapa Lula Livre Para Mudar o Brasil, à qual o deputado faz parte, obteve 46% dos votos para composição do Diretório Nacional. A tese vencedora no Congresso, da corrente Construindo um Novo Brasil, reafirma a oposição do PT ao governo federal.

Segundo Zé Inácio “A tese principal é a defesa da liberdade plena de Lula, e o PT concentrará esforços pela anulação da condenação do ex-presidente e na luta contra os retrocessos do Governo Bolsonaro, que ameaçam a democracia e a soberania do país”.

Deu na Veja: Flávio Dino no PT

Flávio Dino tem trajetória de grandes vitórias eleitorais e chama atenção pela a competência administrativa com que toca sua gestão

Veja

No Congresso do PT ficou claro que, se for possível, Lula é o candidato preferido para a presidência. Do mesmo Congresso, embora não com a mesma clareza, podemos concluir que, se Lula não puder ser o candidato, a escolha do PT para 2022 será feita a partir do zero, ou seja, não há ninguém com lugar marcado para ser o plano B. O PT vai investir forte em candidatos a prefeito em 2020, para reforçar as bases municipais do Partido. E vai investir também para que os julgamentos de Lula sejam anulados, o que não é impossível, depois das revelações da Vaza Jato, que demonstraram as manobras pouco jurídicas da Lava Jato e de Sergio Moro, que comandava na prática a Operação.

Se a candidatura de Lula não for viável, há várias possibilidades de candidaturas que poderiam ser escolhidas pelo PT em 2022. Claro que Fernando Haddad será considerado, já que foi o candidato em 2018 e não se saiu mal. Mas é certo que nomes de políticos nordestinos, como o senador Jaques Wagner e o governador da Bahia, Rui Costa, também serão apontados, talvez com muito mais força do que Haddad. Em primeiro lugar porque é no Nordeste que o PT tem hoje suas principais bases. São Paulo, maior colégio eleitoral do País, precisa ser recuperado, porque o PT teve na capital, em 2016 e no Estado, em 2018, votações muito abaixo das suas votações históricas. Com o detalhe, nada desprezível de que, nos dois casos, o candidato petista foi Fernando Haddad. Em 2016, concorrendo como prefeito, no cargo, perdeu nas regiões que tradicionalmente votam no PT. E em 2018, teve desempenho muito fraco no Estado de São Paulo como um todo.

Claro que se pode argumentar muito sobre isso e certamente a culpa por esses resultados não foi exclusivamente de Fernando Haddad. Mas também se poderia considerar que os votos que ele obteve no NE, em 2018, não foram votos para Haddad, que era um ilustre desconhecido até aquela eleição. É claro que os votos são do PT e sobretudo, de Lula. De Lula e da gratidão que o eleitor pobre do Nordeste tem para com o PT. Para este eleitor, há dois nordestes, aquele antes e depois dos governos do PT.

Assim, Jaques Wagner e Rui Costa teriam grandes chances de ser um deles o escolhido. Mais ainda, também teria chance o governador do Maranhão, caso a discussão evolua para se fazer uma aliança entre o PT e o PCdoB ou mesmo se Flávio Dino resolver partir para a disputa e se dispuser a mudar de partido para ter maiores chances. Esse três políticos têm trajetória de grandes vitórias eleitorais em seus estados e chamam a atenção para a competência administrativa com que tocam suas gestões. E têm grande vantagem no terreno político, porque sabem se conduzir e conversar com políticos de todos os partidos e tendências, qualidade indispensável em disputas eleitorais, especialmente uma eleição presidencial.

Zé Inácio destaca liberdade do ex-presidente Lula e Encontro Estadual do PT

O parlamentar reafirmou a decisão da maioria dos filiados, durante o congresso, de que o PT deve ter representação nas próximas eleições

O deputado Zé Inácio usou a tribuna da Assembleia Legislativa, segunda-feira (11), para dar destaque à liberdade do ex-presidente Lula, ocorrida na última sexta-feira (8). O parlamentar relembrou o pedido feito pelo ex-presidente, em seu discurso após ser solto, de que o povo deve seguir lutando contra o que ele classificou de retrocessos do atual governo federal.

“Mas embora a soltura de Lula represente um avanço em busca da justiça plena ao ex-presidente, precisamos ressaltar que essa justiça plena só será verdadeiramente feita quando Lula tiver sua condenação anulada pelo STF, que julgará nos próximos dias a suspeição do ex-juiz Moro no processo do triplex”, disse Zé Inácio.

Zé Inácio informou quer Lula aproveitou o momento para convocar o povo brasileiro a resistir os ataques aos direitos dos trabalhadores, no governo Jair Bolsonaro. “E ele não poderia fazer diferente, pela quadra histórica que nós estamos vivenciando, de retirada de direitos, sobretudo dos mais humildes e da classe trabalhadora. Para Lula, é preciso uma mobilização constante e firme para barrar os retrocessos do atual governo, que tem feito o povo sofrer com a fome, o desemprego e a falta de oportunidade”, disse. 

No fim de seu discurso, Zé Inácio destacou o Encontro Estadual do PT que aconteceu no último sábado (9).

“Não poderia deixar de falar do Encontro Estadual do PT, que aconteceu sábado, exatamente no dia seguinte à liberdade do ex-presidente Lula. O que seria um encontro político de delegados, de lideranças políticas do PT de várias regiões do Estado, de convidados, se tornou também uma grande festa em homenagem ao ex-presidente Lula, à liberdade de Lula. E nesse encontro elegemos, o Partido dos Trabalhadores no Maranhão reconduziu ao cargo de presidente Augusto Lobato, que terá mais 4 anos à frente do Diretório Estadual do PT”, informou.

Inácio destacou a presença de lideranças políticas de outros partidos no encontro, como os deputados federais Bira do Pindaré e Márcio Jerry, além da presença de Silvana, membro da Executiva Nacional do PT, e de representantes dos movimentos sociais MST, CUT, UNE, UBES e Federação dos Comerciários.

O parlamentar reafirmou a decisão da maioria dos filiados, durante o congresso, de que o PT deve ter representação nas próximas eleições, não só na capital, mas em várias cidades do estado.