PT e PSL devem obter R$ 730 milhões de fundo para as eleições de 2020

O fundo eleitoral é alimentado com dinheiro do Tesouro e se destina a financiar gastos das campanhas

O aumento no valor do fundo eleitoral para R$ 3,8 bilhões, aprovado nesta quarta-feira, 4, na Comissão Mista de Orçamento do Congresso, vai turbinar o caixa dos partidos na disputa do próximo ano, em especial do PT e do PSL. As siglas, que polarizaram a discussão política na última eleição, terão quase 20% deste montante, o equivalente a R$ 730 milhões para distribuir aos seus candidatos a prefeito e vereador, o que lhes assegura ampla vantagem com relação às outras legendas.

Essa será a primeira eleição municipal abastecida majoritariamente com recursos públicos. As contribuições de pessoas físicas são permitidas, mas limitadas a 10% da renda do doador no ano anterior, tornando assim improvável que outros partidos tenham tanto dinheiro quanto o PT e o PSL para impulsionar seus candidatos. 

O fundo eleitoral é alimentado com dinheiro do Tesouro e se destina a financiar gastos das campanhas, como viagens, cabos eleitorais e material de divulgação. Protagonistas de recentes escândalos, o PT e o PSL ficam com a maior parte do dinheiro porque elegeram mais deputados e senadores em 2018. Os petistas terão R$ 376,9 milhões, enquanto que o ex-partido de Jair Bolsonaro vai embolsar R$ 350,4 milhões, quantia 37 vezes maior do que teve na disputa presidencial de 2018.

O valor proposto para o fundo pelo relator do Orçamento, deputado Domingos Neto (PSD-CE) – e que tem aval da maioria dos partidos – representa um aumento de 120% em relação ao que foi desembolsado nas eleições do ano passado, quando os partidos receberam R$ 1,7 bilhão. O reajuste ainda precisa ser confirmado no plenário do Congresso no próximo dia 17. Treze partidos apoiam a medida, o que garante votos suficientes para ser aprovada. Apenas Cidadania, Novo, Rede, Podemos e PSOL são contra o aumento.

IFMA recebe homenagem de Zé Inácio pelos seus 110 anos

Em seu discurso Zé Inácio fez um resgate do início da educação tecnológica no Brasil e no Maranhão e os avanços que teve durante os governos do PT

Aconteceu segunda-feira (25), a Sessão Solene em homenagem aos 110 anos do Ensino Tecnológico no Maranhão. A solicitação da sessão foi de autoria do deputado Zé Inácio. Durante a sessão foram homenageados o reitor, ex-reitores e diretores, alunos, professores e todos que compõem a rede de ensino tecnológico.

Em seu discurso Zé Inácio fez um resgate do início da educação tecnológica no Brasil e no Maranhão e os avanços que teve durante os governos do PT. E ressaltou a importância da luta em defesa do ensino tecnológico, contra os retrocessos do atual governo federal.

“Enquanto no governo FHC foi sancionada uma lei que proibia a criação de novas escolas técnicas – apenas 140 escolas foram construídas de 1909 a 2002, no governo do PT o avanço foi significativo. Entre 2003 e 2016, o ministério da educação concretizou a construção de mais de 500 novas unidades referentes ao plano de expansão da educação profissional, totalizando 644 campi em funcionamento. Quero parabenizar o IFMA pelos 110 anos de luta pela educação transformadora dos maranhenses, ressaltando, que as senhoras e os senhores têm um aliado nessa casa legislativa para junto com vocês seguir na luta contra os cortes na educação maldosamente encetados pelo governo Bolsonaro e defender o Instituto Federal de  Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão.

Foram homenageados com placas durante a sessão: o reitor do IFMA, Roberto Brandão, o ex-reitor e professor do IFMA, Zé Costa, a ex-reitora, Valéria Martins, o ex-diretor do antigo CEFET, Zé Lima e os alunos Ribamar Carneiro, do curso de meio ambiente e Izabelly Vitória, do curso de Química e multi paratleta.

Também estiveram presentes no evento o Diretor Executivo do IFMA, Agenor Almeida, o reitor do IEMA, Jhonatan Almada e os diretores-gerais dos vários campus do IFMA no Estado.

Deputado Zé Inácio participa de Congresso Nacional do PT

A chapa Lula Livre Para Mudar o Brasil, à qual o deputado faz parte, obteve 46% dos votos para composição do Diretório Nacional

Durante o evento foi realizada eleição para presidente nacional do partido e do diretório nacional. A eleição para o comando do partido foi disputada por três candidatos: Gleisi Hoffmann, deputada federal e atual presidente, a deputada federal Margarida Salomão e Walter Pomar, historiador filiado ao PT.

Gleisi Hoffmann foi reeleita para a presidência do partido, recebendo 558 votos dentre os 792 delegados do PT de todo o país que participaram da eleição.

A chapa Lula Livre Para Mudar o Brasil, à qual o deputado faz parte, obteve 46% dos votos para composição do Diretório Nacional. A tese vencedora no Congresso, da corrente Construindo um Novo Brasil, reafirma a oposição do PT ao governo federal.

Segundo Zé Inácio “A tese principal é a defesa da liberdade plena de Lula, e o PT concentrará esforços pela anulação da condenação do ex-presidente e na luta contra os retrocessos do Governo Bolsonaro, que ameaçam a democracia e a soberania do país”.

Deu na Veja: Flávio Dino no PT

Flávio Dino tem trajetória de grandes vitórias eleitorais e chama atenção pela a competência administrativa com que toca sua gestão

Veja

No Congresso do PT ficou claro que, se for possível, Lula é o candidato preferido para a presidência. Do mesmo Congresso, embora não com a mesma clareza, podemos concluir que, se Lula não puder ser o candidato, a escolha do PT para 2022 será feita a partir do zero, ou seja, não há ninguém com lugar marcado para ser o plano B. O PT vai investir forte em candidatos a prefeito em 2020, para reforçar as bases municipais do Partido. E vai investir também para que os julgamentos de Lula sejam anulados, o que não é impossível, depois das revelações da Vaza Jato, que demonstraram as manobras pouco jurídicas da Lava Jato e de Sergio Moro, que comandava na prática a Operação.

Se a candidatura de Lula não for viável, há várias possibilidades de candidaturas que poderiam ser escolhidas pelo PT em 2022. Claro que Fernando Haddad será considerado, já que foi o candidato em 2018 e não se saiu mal. Mas é certo que nomes de políticos nordestinos, como o senador Jaques Wagner e o governador da Bahia, Rui Costa, também serão apontados, talvez com muito mais força do que Haddad. Em primeiro lugar porque é no Nordeste que o PT tem hoje suas principais bases. São Paulo, maior colégio eleitoral do País, precisa ser recuperado, porque o PT teve na capital, em 2016 e no Estado, em 2018, votações muito abaixo das suas votações históricas. Com o detalhe, nada desprezível de que, nos dois casos, o candidato petista foi Fernando Haddad. Em 2016, concorrendo como prefeito, no cargo, perdeu nas regiões que tradicionalmente votam no PT. E em 2018, teve desempenho muito fraco no Estado de São Paulo como um todo.

Claro que se pode argumentar muito sobre isso e certamente a culpa por esses resultados não foi exclusivamente de Fernando Haddad. Mas também se poderia considerar que os votos que ele obteve no NE, em 2018, não foram votos para Haddad, que era um ilustre desconhecido até aquela eleição. É claro que os votos são do PT e sobretudo, de Lula. De Lula e da gratidão que o eleitor pobre do Nordeste tem para com o PT. Para este eleitor, há dois nordestes, aquele antes e depois dos governos do PT.

Assim, Jaques Wagner e Rui Costa teriam grandes chances de ser um deles o escolhido. Mais ainda, também teria chance o governador do Maranhão, caso a discussão evolua para se fazer uma aliança entre o PT e o PCdoB ou mesmo se Flávio Dino resolver partir para a disputa e se dispuser a mudar de partido para ter maiores chances. Esse três políticos têm trajetória de grandes vitórias eleitorais em seus estados e chamam a atenção para a competência administrativa com que tocam suas gestões. E têm grande vantagem no terreno político, porque sabem se conduzir e conversar com políticos de todos os partidos e tendências, qualidade indispensável em disputas eleitorais, especialmente uma eleição presidencial.

Zé Inácio destaca liberdade do ex-presidente Lula e Encontro Estadual do PT

O parlamentar reafirmou a decisão da maioria dos filiados, durante o congresso, de que o PT deve ter representação nas próximas eleições

O deputado Zé Inácio usou a tribuna da Assembleia Legislativa, segunda-feira (11), para dar destaque à liberdade do ex-presidente Lula, ocorrida na última sexta-feira (8). O parlamentar relembrou o pedido feito pelo ex-presidente, em seu discurso após ser solto, de que o povo deve seguir lutando contra o que ele classificou de retrocessos do atual governo federal.

“Mas embora a soltura de Lula represente um avanço em busca da justiça plena ao ex-presidente, precisamos ressaltar que essa justiça plena só será verdadeiramente feita quando Lula tiver sua condenação anulada pelo STF, que julgará nos próximos dias a suspeição do ex-juiz Moro no processo do triplex”, disse Zé Inácio.

Zé Inácio informou quer Lula aproveitou o momento para convocar o povo brasileiro a resistir os ataques aos direitos dos trabalhadores, no governo Jair Bolsonaro. “E ele não poderia fazer diferente, pela quadra histórica que nós estamos vivenciando, de retirada de direitos, sobretudo dos mais humildes e da classe trabalhadora. Para Lula, é preciso uma mobilização constante e firme para barrar os retrocessos do atual governo, que tem feito o povo sofrer com a fome, o desemprego e a falta de oportunidade”, disse. 

No fim de seu discurso, Zé Inácio destacou o Encontro Estadual do PT que aconteceu no último sábado (9).

“Não poderia deixar de falar do Encontro Estadual do PT, que aconteceu sábado, exatamente no dia seguinte à liberdade do ex-presidente Lula. O que seria um encontro político de delegados, de lideranças políticas do PT de várias regiões do Estado, de convidados, se tornou também uma grande festa em homenagem ao ex-presidente Lula, à liberdade de Lula. E nesse encontro elegemos, o Partido dos Trabalhadores no Maranhão reconduziu ao cargo de presidente Augusto Lobato, que terá mais 4 anos à frente do Diretório Estadual do PT”, informou.

Inácio destacou a presença de lideranças políticas de outros partidos no encontro, como os deputados federais Bira do Pindaré e Márcio Jerry, além da presença de Silvana, membro da Executiva Nacional do PT, e de representantes dos movimentos sociais MST, CUT, UNE, UBES e Federação dos Comerciários.

O parlamentar reafirmou a decisão da maioria dos filiados, durante o congresso, de que o PT deve ter representação nas próximas eleições, não só na capital, mas em várias cidades do estado.

Com candidatura própria do PT, Bira do Pindaré perderia seu grande apoiador

O apoio do PT já era dado como certo em uma candidatura de Bira do Pindaré à prefeitura de São Luís

O apoio do PT ao pré-candidato Bira do Pindaré (PSB) já era dado como certo por alguns dirigentes petistas em uma possível candidatura do socialista ao mandato de prefeito de São Luís, em 2020.

Mas na última semana, toda a movimentação dos petistas e de seus militantes, em destaque à fala do deputado estadual Zé Inácio, foi para que o partido tenha uma candidatura própria na capital.

Com isso, em caso de confirmação, Bira do Pindaré perderia um apoio importante em relação ao tempo de TV e Rádio. Além de perder o apoio do partido do ex-presidente Lula que segue com aprovação dos ludovicenses, o que renderia alguns votos.

De concreto mesmo, o pré-candidato socialista conta apenas com o apoio do seu partido, o PSB, que já deu demonstrações de apoio nos diretórios nacional, estadual e municipal.

PT articula candidatura própria em São Luís e lança enquete para a escolha do candidato

PT lançou uma enquete com 13 possíveis nomes, para que seja escolhido um para a disputa

Como divulgou o blog, a fala do deputado estadual Zé Inácio sobre uma possível candidatura própria do PT nas eleições de 2020, em São Luís, repercutiu bastante. Os debates foram iniciados e agora o partido movimenta-se para viabilizar um nome competitivo na disputa.

O PT continua sendo uma das maiores legendas do país e, como mostrou a pesquisa do Instituto Escutec, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva continua com um prestígio considerável em São Luís.

Noticiado pelo blog Marrapa, do jornalista Leandro Miranda, o PT lançou uma enquete com 13 possíveis nomes, para que seja escolhido um para a disputa.

São eles: o deputado federal Zé Carlos, deputado estadual Zé Inácio, os secretários estaduais Chico Gonçalves (Direitos Humanos ) e Lawrence Melo (Mobilidade Urbana), vereador Honorato Fernandes, os secretários municipais Professor Chocolate (Representação Parlamentar) e Marlon Botão (Cultura), os advogados Mário Macieira e Dimas Salustiano, o professor Zé Costa, além dos nomes de Márcio Jardim, Augusto Lobato e José Antonio Heluy.

Com tempo de TV e Rádio, o PT se movimenta para correr atrás de seu antigo eleitorado e barrar o crescimento de partidos da direita, além de preparar para uma volta ao poder em 2022.

Deputado federal maranhense lidera gastos com viagens

Até o momento, a Câmara pagou R$ 31.451 em viagens oficiais para Zé Carlos. Ao todo, foram 19 diárias

Metrópoles

Desde o início da atual legislatura, em 1º de fevereiro de 2019, a Câmara dos Deputados já gastou R$ 1,42 milhão em viagens classificadas como “missões oficiais”. O valor é 48,02% maior se comparado ao observado nos oito primeiros meses da legislatura de 2015, quando a Casa gastou R$ 964,7 mil em diárias. No período, a inflação acumulada foi de 32,33%, de acordo com o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M). Ou seja, a alta foi maior do que a inflação em 15,69 pontos percentuais. A Câmara usa recursos públicos para bancar as viagens de seus deputados.

Uma viagem em “missão oficial” dá aos congressistas o direito de serem custeados por sua respectiva Casa, seja ela Câmara ou Senado. As diárias devem ser utilizadas para cobrir os custos com hospedagem, transporte local e alimentação.

Levantamento do (M)Dados, núcleo de análise de grande quantidade de informações do Metrópoles, usou informações das viagens parlamentares feitas desde o início da legislatura atual até o dia 5 de outubro. Os dados podem ser acessados no site da Câmara.

O campeão em gastos da atual legislatura é o deputado Zé Carlos (PT-MA). Até o momento, a Câmara pagou R$ 31.451 em viagens oficiais para o parlamentar. Ao todo, foram 19 diárias.

Zé Carlos é seguido pelos deputados Nelson Pellegrino (PT-BA), com R$ 31.434 e 18 diárias, e Rubens Bueno (Cidadania-PR), com R$ 28.890 e 16 diárias.

No mesmo período de 2015, Rubens Bueno liderou a lista, recebendo da Câmara o valor de R$ 24.244.

Zé Inácio analisa pesquisa Escutec e prega candidatura própria do PT em São Luís

O parlamentar pregou que o PT tenha candidatura própria em São Luís

O deputado estadual Zé Inácio (PT) usou suas redes sociais, na tarde deste domingo (20), para fazer uma análise sobre o cenário político de São Luís e sobre as eleições na capital para o próximo ano.

“Analisando a pesquisa Escutec/O Estado, chego à seguinte conclusão: sucessão em São Luís completamente indefinida e aberta; na espontânea, um candidato isolado acima de 20% e nenhum outro acima de 3%; nenhum dos 14 nomes da estimulada ultrapassa 10%, nomes já na disputa há vários meses”, escreveu Zé Inácio.

Com toda a indefinição, o parlamentar pregou que o PT tenha candidatura própria em São Luís, dada sua relevância no cenário político ludovicense e o legado dos governos petistas.

“É o momento do PT apresentar candidatura própria. Várias pesquisas têm apontado que mais de 50% da população de São Luís reconhecem o legado do PT e a força de Lula”, afirmou.