Roberto Rocha mostra cada vez mais subserviência ao Governo Federal

As atitudes de Roberto Rocha podem significar a última cartada após olhar seus planos fracassarem desde que rompeu com o grupo político que o elegeu

É cada vez maior o estado de subserviência do senador, Roberto Rocha (PSDB), ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) e ao Governo Federal. As atitudes de Roberto Rocha podem significar a última cartada após olhar seus planos fracassarem desde que rompeu com o grupo político que o elegeu.

O senador tem votado de acordo com o que o Governo Federal manda. Foi o que aconteceu na noite de ontem (18), quando Roberto votou pela continuação do decreto que libera o porte de armas para cidadãos comuns.

Os últimos passos do senador foi de aproximação com o PSL, partido de Jair Bolsonaro. Com a indicação feita pelo senador de Maura Jorge para a Funasa, os planos de Roberto estão mirados para as eleições de 2020 e 2022.

Tudo demonstra que, mesmo impopular, as decisões de Roberto Rocha no Senado, só tendem a satisfazer os desejos do Governo Federal e claro, nas benesses que isso dará.

PSDB fecha questão a favor da reforma da Previdência

A Executiva Nacional do partido e as bancadas tucanas na Câmara e no Senado ainda estão reunidas para decidir sobre outras questões da proposta – Foto George Gianni/ObritoNews

O presidente do PSDB, deputado Bruno Araújo (PE), anunciou nesta terça-feira, 11, que o partido fechou questão a favor da aprovação da reforma da Previdência. A Executiva Nacional do partido e as bancadas tucanas na Câmara e no Senado ainda estão reunidas para decidir sobre outras questões da proposta.

“O PSDB vai se posicionar em todos os temas relevantes ao País”, escreveu o parlamentar em sua conta no Twitter. Com a decisão, os parlamentares do PSDB terão que votar favoravelmente à proposta sob risco de serem penalizados internamente

O governador de São Paulo, João Dória, afirmou nesta manhã que é a primeira vez em 30 anos que o partido, como um todo, decide pelo fechamento de questão em torno de uma proposta.

O PSDB é o terceiro partido a tomar tal decisão. Em março, o PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, também fechou questão em torno da reforma. A sigla informou na época que o parlamentar que não votar a favor das mudanças na Previdência pode até ser expulso da legenda. O Novo também fechou questão sobre a reforma da Previdência.

No Maranhão, o único parlamentar do PSDB é o senador Roberto Rocha.

PSL, Novo e PRB crescem, grandes partidos como PT, PSDB e MDB ficam estagnados

Proporcionalmente, o partido com maior crescimento foi o Novo, que registrou um avanço de 29%

Dados do TSE publicados pela Folha mostram que o PSL, Novo e PRB foram os partidos que mais cresceream em número de filiados desde o começo do ano.

Proporcionalmente, o partido com maior crescimento foi o Novo, que registrou um avanço de 29%.

Já o PSL do presidente Jair Bolsonaro apresentou um aumento de 13% de filiados. O PRB, ligado à Igreja Universal do Reino de Deus, cresceu 4%.

Grandes partidos como MDB, PT e PSDB estão estagnados. Dados mostram que desde janeiro, tanto o PSDB quanto o PT cresceram apenas 0,6% em número de filiados. Já o MDB apenas avançou 0,1%.

Andrea Murad aceita convite de Roberto Rocha e filia-se ao PSDB

Ricardo Murad, pai de Andrea e ex-secretário de Estado da Saúde já tinha anunciado sua filiação ao PSDB na semana passada.

A ex-deputada estadual Andrea Murad aceitou convite feito pelo presidente do PSDB no Maranhão, o senador Roberto Rocha, e filiou-se ao partido tucano. Ela chega para comandar o PSDB Mulher no Estado, além de integrar o PSDB Mulher Nacional.

Ricardo Murad, pai de Andrea e ex-secretário de Estado da Saúde já tinha anunciado sua filiação ao PSDB na semana passada.

Ambos os políticos faziam parte do PRP e disputaram as eleições de 2018, mas acabaram não se elegendo, no caso de Andrea, não conseguiu a reeleição para a Assembleia Legislativa.

Ricardo Murad e Roberto Rocha juntos no PSDB

Ricardo Murad, um dos maiores nomes do grupo Sarney, foi anunciado como o novo filiado ao PSDB maranhense, presidido pelo senador Roberto Rocha.

O ex-secretário de Estado da Saúde e ex-deputado estadual Ricardo Murad, um dos maiores nomes do grupo Sarney, foi anunciado como o novo filiado ao PSDB maranhense, presidido pelo senador Roberto Rocha.

Murad já foi uma das maiores lideranças estaduais e viveu seus tempos áureos nas administrações de sua cunhada Roseana Sarney (MDB), quando comandou as poderosas pastas da Saúde e a Caema ao mesmo tempo, além de comandar a prefeita de Coroatá e ter uma dezena de aliados por toda a região dos Cocais.

Ex-MDB e até o início do ano filiado ao PRP, Murad agora vai para o PSDB, partido que nos últimos anos vem passando por sérios problemas e viu toda sua grande militância ser reduzida a poucas figuras.

Ricardo Murad chega ao PSDB de Roberto Rocha mas sem criar muita expectativa no cenário político quanto a uma volta por cima do partido.

Dono da Gol cita políticos do DEM, PP, PT, PSDB e MDB

Eduardo Cunha, Henrique Eduardo Alves, além de outros políticos, foram citados em nova delação premiada

Em delação premiada firmada com a Justiça Federal do Distrito Federal, um dos donos da Gol Linhas Aéreas, Henrique Constantino, implica políticos do MDB, como Michel Temer, Eduardo Cunha, Romero Jucá e Henrique Eduardo Alves; do PT, como Fernando Pimentel e Vicente Cândido; do PSDB, como Bruno Araújo (PE); PP, como Ciro Nogueira, e do DEM, como Rodrigo Maia.

Segundo os anexos da colaboração obtidos pelo Estadão, Constantino afirmou ter ouvido pedido de propina de Michel Temer, então vice-presidente, de Cunha e Alves (MDB-RN), em reunião em Brasília em junho de 2012, no valor de R$ 10 milhões em troca da atuação do grupo para atender a interesses de companhias ligadas ao empresário em questões envolvendo a Caixa Econômica Federal.

Waldir Maranhão some das redes sociais

Ex-reitor da Uema, ex-presidente do Partido Progressista, hoje apenas Progressistas, apareceu em suas redes pela última vez no dia 31 de dezembro de 2018

Após a derrota amarga de 2018, o ex-deputado federal Waldir Maranhão (PSDB) deu um tempo das redes sociais. Ex-reitor da Uema, ex-presidente do Partido Progressista, hoje apenas Progressistas, apareceu em suas redes pela última vez no dia 31 de dezembro de 2018.

Waldir Maranhão saiu das urnas em 2018 com apenas 21.254 votos, bem diferente dos 66.274 votos de 2014. A derrota se deu após erros nas escolhas do ex-deputado. A principal foi a de ter rompido com o grupo do governador Flávio Dino (PCdoB) meses antes das eleições.

Outro erro de Waldir foi ter se filiado ao PSDB, partido que, nos últimos anos, tem colecionado várias derrotas. Talvez sem uma perspectiva de futuro político, o ex-deputado só poderi sumiu das redes sociais, ou pode ser que esteja planejando sua volta em 2022.

Rodrigo Maia comenta possível fusão entre PSDB e DEM

Ele avalia que o sistema partidário brasileiro vai passar por uma reformulação, mas não acha que seja viável uma fusão em que o PSDB aglutine seu partido

Estadão

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, disse nesta quinta-feira que vê muita dificuldade de uma fusão e entre PSDB e DEM pela dimensão dos dois partidos. Ele avalia que o sistema partidário brasileiro vai passar por uma reformulação, mas não acha que seja viável uma fusão em que o PSDB aglutine seu partido. “O DEM terá mais condições de liderar. Temos mais clareza e espaço maior na política brasileira”, disse ao programa Três em Um, da rádio Jovem Pan.

Ele reconheceu que é próximo, hoje, do governador João Doria, afirmou que é cedo para falar em sucessão presidencial mas, ainda assim, reconheceu que ele pode ser o candidato apoiado pelo DEM, ou até filiado ao seu partido. Para ele, o DEM tem mais clareza que o PSDB na afirmação de uma agenda política liberal e terá mais espaço na centro-direita.

Maiores partidos políticos já se rendem a nome novo

Para o sociólogo Rodrigo Prando, professor do Mackenzie, a ideia de tirar o termo “partido” é uma tentativa de se mostrar mais conectado com a sociedade

Estadão

O desgaste de alguns partidos já estimula mudanças nas mais tradicionais e mais estruturadas siglas do País. De imediato, das 10 maiores bancadas do Congresso, ao menos cinco siglas já alteraram ou estudam alterar o nome, decisão que costuma ser anunciada como um processo de busca de conexões com as redes sociais e de renovação de estatutos e programas. 

Algo que o DEM, que hoje preside tanto a Câmara quanto o Senado, fez em 2007, quando deixou de ser PFL e adotou a marca Democratas. O PSDB é MDB, as duas maiores bancadas no Senado, devem ir na mesma linha. O fenômeno, segundo especialistas, é uma tendência mundial e revela uma mudança na relação do eleitor com a política que dispensa mediadores e tem campo aberto no meio digital.

Depois de abolir “P” da sigla, o MDB estuda passar a se chamar apenas “Movimento”. O PSDB encomendou pesquisa para se reposicionar a partir de junho, quando ocorrerá a convenção nacional. Principal liderança da legenda, o governador de São Paulo, João Doria, fala em transformar o partido em “digital”. Ligado à Igreja Universal, o PRB vai se transformar em Republicanos, como antecipou o Estado. A intenção da legenda é focar sua atuação no campo ideológico da centro-direita.

Originário do antigo PCB, o Partido Popular Socialista (PPS) foi rebatizado recentemente como Cidadania, e tirou o “Socialista” do nome para receber os grupos de renovação política, como Agora, Livres e Acredite. Entre os 74 partidos em formação inscritos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 20 optaram por nomes com cara de movimento: Iguais, Raiz, Tribuna Popular, Animais, Força Brasil, Liga, Arena, UDN, Unidade Popular, entre outros.

Para o sociólogo Rodrigo Prando, professor do Mackenzie, a ideia de tirar o termo “partido” é uma tentativa de se mostrar mais conectado com a sociedade, numa tentativa de dar ares de modernidade a uma estrutura antiquada e pouco democrática. “Os partidos estão assentados em uma burocracia do século 20 e a sociedade hoje é outra, a democracia representativa está em crise no mundo todo. As eleições de Trump nos EUA e de Bolsonaro no Brasil deram uma chacoalhada no sistema.”