Com Roberto Rocha, PSDB desaparece em São Luís

Os vereadores da capital Dr. Gutemberg e Josué Pinheiro anunciaram suas saídas e foram para o PSC e DEM, respectivamente.

O PSDB, presidido no Maranhão desde dezembro de 2017 pelo senador Roberto Rocha, continua seu processo de desidratação e a cada dia fica menor.

Após a saída do vice-governador Carlos Brandão, de deputados estaduais e prefeitos, agora foi a vez dos únicos representantes da legenda na Câmara Municipal de São Luís anunciarem suas saídas.

Os vereadores da capital Dr. Gutemberg e Josué Pinheiro anunciaram suas saídas e foram para o PSC e DEM, respectivamente.

Com a gestão de Roberto Rocha, o partido que elegeu 30 prefeitos em 2016, não deve eleger nem um dúzia, tamanha é a desaprovação do atual senador

Maura Jorge anuncia filiação ao PSDB

Maura Jorge vai para o PSDB, presidido no Maranhão pelo senador Roberto Rocha

A ex-candidata ao Governo o Estado em 2018 e atual presidente da Funasa no Maranhão, Maura Jorge, anunciou sua filiação ao PSDB.

Pré-candidata à prefeitura Lago da Pedra, Maura já tinha anunciado a desfiliação do PSL logo assim que o presidente Jair Bolsonaro saiu da legenda.

Maura vai para o PSDB, presidido no Maranhão pelo senador Roberto Rocha e desponta como favorita na disputa no município.

A pré-candidata tem até o dia 4 de abril para se desincompatibilizar do cargo na Funasa para seguir na disputa em Lago da Pedra.

Roberto Rocha garante pré-candidatura de Wellington do Curso

Wellington foi candidato a prefeito em São Luís em 2016 e ficou em terceiro lugar na disputa. Em 2018, trocou o Progressistas pelo PSDB

O senador e presidente estadual do PSDB, Roberto Rocha, confirmou, na noite de quinta-feira (05), a pré-candidatura do deputado estadual Wellington do Curso a prefeito em São Luís.

“Almocei e jantei em minha casa em Brasília com meu companheiro e amigo, deputado Wellington, nosso pré-candidato a prefeito de São Luís. Por mais que os comunistas queiram nos dividir, só conseguem nos fortalecer”, escreveu Roberto em suas redes sociais.

Wellington foi candidato a prefeito em São Luís em 2016 e ficou em terceiro lugar na disputa. Em 2018, trocou o Progressistas pelo PSDB.

Há muito tempo comentava-se sobre o caminho que o PSDB ia seguir na eleição da capital. Até então, o senador Roberto Rocha deixava claro sua intenção de indicar o nome da vaga de vice-prefeito da chapa do pré-candidato Eduardo Braide (Podemos).

Fernando Henrique, um ‘patrono da frente ampla’ de Flávio Dino

O cacique tucano tem aproximado o comunista de lideranças da velha direita

Blog do Esmael

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, presidente de honra do PSDB, segue empolgado com o governador comunista do Maranhão Flávio Dino. Segundo a colunista Mônica Bergamo, da Folha, FHC tem sido um interlocutor constante de Dino.

O cacique tucano tem aproximado o comunista de lideranças da velha direita. Na segunda-feira (21), foi a vez de FHC apadrinhar o encontro entre Dino e o governador gaúcho Eduardo Leite (PSDB), que tem comandado uma agressiva política de ajuste fiscal no Rio Grande do Sul, penalizando o funcionalismo estadual.

Roberto Rocha revela intenção de apoiar Braide e retira certeza de candidatura de Wellington do Curso

A mensagem de Roberto Rocha reforça a intenção de apoiar Braide e fortalecer o nome mais competitivo da oposição.

O senador Roberto Rocha, presidente estadual do PSDB no Maranhão, falou sobre uma estratégia para garantir uma possível vitória do pré-candidato Eduardo Braide ainda no primeiro turno das eleições em São Luís. A ideia pode ser apoiar o nome de Braide já no primeiro turno e não permitir o que o deputado estadual Wellington do Curso continue com sua pré-candidatura.

“Já temos um pré-candidato, que e é Wellington do Curso. Contudo, é importante saber que pertencemos a um grupo político de oposição ao governo do estado. Neste aspecto, é perceptível a estratégia de Flávio Dino em lançar vários candidatos e forçar um segundo turno na tentativa de impedir uma vitória de Eduardo Braide no primeiro turno”, afirma o senador.

A mensagem de Roberto Rocha reforça a intenção de apoiar Braide e fortalecer o nome mais competitivo da oposição.

Com mais essa declaração, a pré-candidatura do deputado Wellington do Curso fica ainda mais incerta, o que pode exigir do parlamentar a troca de partido.

Maioria dos partidos se identifica como de centro

O levantamento foi feito com os 33 partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

Estadão

Em meio a um cenário polarizado, mais da metade dos partidos políticos brasileiros se diz de centro, enquanto apenas um – o PSL, até pouco tempo atrás a legenda do presidente Jair Bolsonaro – se considera de direita e sete se colocam como de esquerda. É o que aponta levantamento feito pelo ‘Estado’ com os 33 partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A reportagem questionou as siglas como elas se autodefinem em relação à orientação ideológica. “O PSL é um partido liberal, de direita”, informou a legenda. Partido hegemônico na esquerda do País há pelo menos 30 anos, o PT saiu de sua última convenção nacional, realizada em novembro, como uma agremiação “de esquerda democrática e libertária”.

O levantamento mostra que, diante da narrativa de polarização que coloca, de um lado, parte da direita aglutinada em torno do bolsonarismo e, do outro lado, a esquerda tendo como núcleo o petismo representado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os partidos buscam se afastar dos extremos se colocando, de alguma forma, no centro do espectro político.

Dez partidos se declaram puramente como de centro: PMB, MDB, PL, PSD, PTC, DC, PROS, Avante, Patriota e Podemos. De centro-direita são PTB, Progressistas, PSC, PRTB e Republicanos. Já PDT, PSB, Cidadania, PV e PMN se encontram na centro-esquerda, segundo eles mesmos.

O centrismo traz variações de acordo com as classificações dadas pelos partidos que o representam. “Acreditamos que o centro seja o melhor ponto para que a gente possa aproveitar o que há de bom na esquerda, da extrema esquerda, da direita e da extrema direita”, afirmou o Patriota. Já o Podemos afirma ter três pilares ideológicos: “mais transparência, mais participação e mais democracia direta”.

Embora não caracterize necessariamente uma orientação ideológica o termo liberal aparece com frequência nas definições dadas pelas siglas: nove partidos citam a palavra na hora de descrever seu posicionamento. O PSL se considera “liberal de direita”; o PRTB é “liberal-conservador”; “liberal de centro” é como se considera o PL. O PSDB afirma ser adepto do “liberalismo social” e o DEM, uma agremiação “democrata liberal”. Três partidos se dizem “liberal na economia”: PTB, PSC e Republicanos. A única legenda que se diz puramente liberal, sem maiores ponderações, é o Novo. 

Ao todo, sete partidos se consideram de esquerda: PCdoB, PCB, PSOL, PCO, PSTU, PT e a recém criada Unidade Popular (UP). Última sigla a conseguir o registro junto ao TSE, a UP se classifica como um partido que “deve ter no centro de suas ações as lutas populares e não a conciliação”. “Somos um partido de esquerda. Que surgiu a partir do esgotamento de quase todos os partidos de esquerda e da direita também, que ficou bem nítido a partir das manifestações de junho de 2013”, afirmou o presidente nacional da UP, Leonardo Péricles Roque.

Há diferenças entre as legendas que se dizem de esquerda: o PCdoB “orienta-se pelo teoria marxista-leninista, a qual buscamos desenvolver e aplicar, de maneira original, na realidade brasileira”; o PCB se considera comunista; o PSOL, socialista. Outras siglas ligadas ao campo da esquerda preferem se colocar como “centro-esquerda”, embora também marquem diferenças entre si. O PDT se apega à própria história e afirma ter “raízes no trabalhismo histórico de Vargas”. 

Ao menos duas classificações enviadas à reportagem fugiram das concepções mais usuais quando se discute orientação ideológica. O Solidariedade, cujo presidente nacional é o líder da Força Sindical e deputado federal, Paulinho da Força, afirmou ser adepto do “humanismo sistêmico”. “O humanismo sistêmico nada mais é que a compreensão do Humanismo na contemporaneidade”, informou o partido, citando três pilares que dizem sustentar conceitualmente sua agenda: a cooperação e a solidariedade como princípios básicos e estruturantes de todas as relações sociais; a valorização do trabalho humano; e o desenvolvimento econômico, humano e social sustentável.

A Rede usou uma concepção pós-moderna para conceituar seu “sustentabilismo progressista”. “A visão binária de esquerda/direita, hermeneuticamente potente e importante para as sociedades ocidentais do século 18, não responde mais a todas as descobertas, transformações e metáforas políticas que presentemente fazem parte da nossa cultura social”, disse o partido.

Ricardo Murad reaparece no Congresso Estadual do PSDB

De acordo com as informações passadas no evento, o ex-deputado pretende disputar a eleição para a prefeitura de Coroatá, em 2020

O ex-deputado estadual e ex-secretário de Estado da Saúde, Ricardo Murad, reapareceu na cena política. Desta vez, no Congresso Estadual do PSDB, partido onde se filiou recentemente.

Ex-aliado do grupo Sarney, Ricardo Murad, que também é cunhado de Roseana Sarney, decidiu se afastar um pouco do grupo. Após as eleições de 2018, decidiu embarcar no ninho tucano, dirigido pelo senador Roberto Rocha.

De acordo com as informações passadas no evento, o ex-deputado pretende disputar a eleição para a prefeitura de Coroatá, em 2020. Cidade onde já foi prefeito e que sua mulher também administrou até 2016.

Eventos do Podemos e do PSDB contaram com Roberto Rocha e Eduardo Braide

Muito se comenta sobre uma possível indicação do filho do senador para compor a vice de Braide

Após vários contratempos em seu projeto político, o senador Roberto Rocha (PSDB) resolveu colar no pré-candidato a prefeito de São Luís e líder nas pesquisas, o deputado federal Eduardo Braide (Podemos). Essa união deve ser vista na corrida para a sucessão municipal em 2020.

O final de semana foi cheio de demonstrações de que ambos os políticos poderão repetir a parceria de 2018.

Na sexta-feira (29), Roberto Rocha foi uma das presenças no evento de filiação de Eduardo Braide, no Podemos. Já no sábado (30), foi a vez de Braide prestigiar o evento do PSDB, onde chegou a compor a mesa do evento.

Muito se comenta sobre uma possível indicação do filho do senador para compor a vice de Braide, mas isso só vai ser possível constatar em 2020. O fato, é que, os ex-aliados do grupo Sarney agora se unem para tentar formar uma terceira via no Estado e uma candidatura competitiva para a prefeitura de São Luís.

PSDB realiza filiação do ex-ministro de Bolsonaro, Gustavo Bebianno

Bebianno assumirá o diretório municipal da capital com a tarefa de selecionar e alavancar candidaturas de vereadores no ano que vem.

O ex-ministro da Secretaria Geral da Presidência Gustavo Bebianno foi recebido pela porta da frente como novo filiado do PSDB no Rio de Janeiro, em evento realizado para homenageá-lo em um hotel carioca neste domingo. A recepção ficou por conta do governador João Doria (SP), que em outubro convidou Bebianno para a sigla com o objetivo de fortalecê-la diante dos eleitores fluminenses, visando as próximas eleições.

No contexto de sucessivas derrotas tucanas entre os eleitores do estado, Bebianno assumirá o diretório municipal da capital com a tarefa de selecionar e alavancar candidaturas de vereadores no ano que vem. Para a disputa pela prefeitura do Rio, que em julho o ex-ministro confessou ter vontade de enfrentar, o PSDB considera Mariana Ribas, ex-secretária de Cultura do município. A pré-candidatura dela foi lançada em setembro e, durante a filiação de Bebianno, voltou a ser tratada como a grande aposta de Doria e de Paulo Marinho, presidente estadual do partido. Junto com Mariana, o grupo de possíveis postulantes inclui o atual prefeito Marcelo Crivella (Republicanos), o ex-prefeito Eduardo Paes (DEM), o deputado federal Marcelo Freixo (PSOL) e os deputados estaduais Rodrigo Amorim (PSL) e Martha Rocha (PDT).

Além do governador, da cúpula do PSDB fluminense e da pré-candidata, estiveram presentes prefeitos e vereadores da sigla, muitos com aspirações eleitorais para 2020. Também participou do encontro o general Maynard Marques de Santa Rosa, que se demitiu Secretaria de Assuntos Estratégicos do governo federal em novembro. Ele havia sido nomeado por Bebianno antes da exoneração do então ministro ser oficializada em fevereiro pelo presidente Jair Bolsonaro após um processo de “fritura” pública que durou uma semana.

Em entrevista após o evento, o ex-ministro subiu o tom crítico ao presidente e a dois de seus filhos, o deputado federal Eduardo Bolsonaro e o vereador Carlos Bolsonaro. Bebianno os chamou de “debilóides” e disse que ambos são irresponsáveis ao inflamar os ânimos do governo. Ao poupar o Flávio Bolsonaro, justificou que vê “sangue político” no senador, embora considere um “suicídio político” sua tentativa de suspender na Justiça as investigações sobre seu gabinete.