Marcelo Tavares nega interesse por vaga de vice-governador

Marcelo Tavares afirma que PSB se sente representado por Carlos Brandão e que não tem nenhuma dúvida sobre legalidade de sua indicação ao cargo. Foto: Divulgação

O ex-chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares (PSB), pronunciou-se sobre uma matéria veiculada pela oposição ao governo Flávio Dino (PCdoB) de que ele estaria de olho na vaga de vice-governador na chapa governista.

Em conversa com o Informante JP, Tavares afirmou que a oposição coloca o que quer em seus sites com o interesse de prejudicar o grupo de alianças em torno da reeleição do governador Flávio Dino.

Tavares informou que havia um entendimento e que a Executiva Estadual do PSB reuniu-se em março e indicou seu nome, mas que sempre respeitaram e afirmaram que não iam disputar espaço com o atual vice-governador, Carlos Brandão (PRB), que é, merecidamente, o melhor nome para a vaga.

Marcelo Tavares finalizou dizendo que o PSB se sente representado por Brandão e que não tem nenhuma dúvida sobre a legalidade de sua indicação ao cargo.

Mais mudanças: Rodrigo Lago assumirá Casa Civil

Rodrigo Lago assumirá a Casa Civil.

Na noite deste domingo (18), o governador Flavio Dino (PCdoB) utilizou as redes sociais para anunciar mais mudanças no secretariado estadual.

Marcelo Tavares, secretário da Casa Civil, deixa o cargo para concorrer a deputado estadual e no seu lugar assume o atual secretário de Transparência, Rodrigo Lago.

Com a desincompatibilização do secretário de Estado da Comunicação e Articulação Política, Márcio Jerry, prevista para abril, a pasta deverá ser ocupada por Ednaldo Neves, ex-secretário adjunto da Sinfra (Secretaria de Infraestrutura). O anúncio deverá ser feito nos próximos dias.

Marcelo Tavares desmente Adriano Sarney e Eduardo Braide sobre responsabilidade fiscal do governo Roseana

O chefe da Casa Civil do Governo Flávio Dino ainda denunciou outras irresponsabilidades praticadas por Roseana Sarney enquanto governadora

Ao defender os ajustes nas alíquotas do ICMS, propostos pelo governo do Maranhão à Assembleia Legislativa, o secretário-chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares, desconstruiu o recente discurso adotado pelos deputados estaduais Adriano Sarney (PV) e Eduardo Braide (PMN). Segundo os parlamentares, o Estado foi entregue com as contas em dia pela gestão Sarney ao governador Flávio Dino (PCdoB). “É uma mentira dizer que recebemos o Estado equilibrado. É uma mentira afirmar isso, uma vez que a nossa gestão recebeu o governo com R$ 24 milhões em caixa e, apenas em energia elétrica, a dívida era de R$ 32 milhões”, afirmou Tavares.

O chefe da Casa Civil do Governo Flávio Dino ainda denunciou outras irresponsabilidades praticadas por Roseana Sarney enquanto governadora, como a assinatura de R$ 700 milhões em convênios com municípios maranhenses sem nenhum repasse efetivado. “Como afirmar que a ex-governadora entregou o Estado equilibrado quando mais de R$ 100 milhões foram recolhidos dos servidores públicos em empréstimos consignados, valor esse que não foi repassado aos agentes financeiros? ”, indagou Marcelo.

Questionado sobre empréstimos junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), realizados também na gestão passada, Marcelo Tavares fez questão de explicar que o montante não fica disponível no caixa do governo. “Os valores são liberados de forma parcelada, conforme solicitação. No primeiro ano da gestão do governador Flávio Dino, o Estado recebeu algo em torno de R$ 400 milhões, mas pagou R$ 300 milhões. Recebemos, mas pagamos, diferente da gestão anterior”, frisou.

Ainda sobre os pleitos para aquisição de empréstimos, o secretário-chefe da Casa Civil destacou a responsabilidade do Estado na aplicação dos recursos. “Está tramitando na Assembleia Legislativa uma proposta para a implantação do projeto ‘Caminhos da Produção’, onde o governador Flávio quer equipar os municípios para cuidar de suas estradas vicinais e garantir o escoamento da produção, principalmente da agricultura familiar”.

Para Tavares, o governo do Estado está preocupado em quitar a dívida social com o povo do Maranhão. “Nossos propósitos são diferentes. Queremos minimizar o problema de abastecimento de água, uma questão severa. Buscamos recursos para garantir a execução do ‘Escola Digna’, que acabará com as escolas de taipa, além de implantar mais escolas de tempo integral. Esta gestão trabalha e investe para modificar o Maranhão nos anos futuros”, concluiu.

Ajustes no ICMS

Marcelo Tavares classificou os ajustes às alíquotas do Imposto sobre as Operações de Circulação de Mercadorias e Serviços de Transportes e Comunicação (ICMS) como medida de garantir o funcionamento da máquina pública e novos investimentos no Maranhão. “Esta medida, reunida a outros esforços do governador Flávio Dino, garantirão, por exemplo, que 1.000 novos policiais estejam nas ruas em janeiro  e que tenhamos também a certeza que a folha de pagamento do Estado não será comprometida em todo o ano de 2017”, anunciou o secretário da Casa Civil.

O projeto de lei que altera as alíquotas do ICMS foi enviado para a Assembleia Legislativa na última terça-feira (13) e propõe um alinhamento menor que a maioria dos Estados. “A iniciativa do governo é um gesto responsável e visa garantir que o Maranhão não siga o exemplo de estados maiores, como Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais, que são maiores e passam por grande dificuldade econômica”, frisou Marcelo Tavares.

Marcelo Tavares corta gordura em contratos do governo

Marrapá

Chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares, está passando o pano em tudo

Chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares, está passando o pano em tudo

Termina esta semana a ‘geral’ que o chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares, está fazendo nos contratos do governo.

Marcelo Tavares chamou secretários, um a um, para analisar obrigações e saber de onde era possível cortar gorduras.

Muitos ainda continuaram usando arranjos do governo Roseana Sarney, que precisaram ser revistos.

Marcelo, Cynthia Mota (Planejamento) e Rodrigo Lago (Transparência e Controle) passaram a lupa em todas as contratações do executivo estadual, atuais e passadas.

Pior para quem, durante o ano de 2015, fez corpo mole para as economias solicitadas pelo governador Flávio Dino (PCdoB).

Agora é dá ou desce!

“Documentos enviados foram precários e insuficientes”, diz Marcelo Tavares sobre transição

Coordenador da equipe de transição designada por Flávio Dino diz que não teve acesso aos documentos solicitados e seguem sem informações concretas

Futuro chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares, disse que documentos fornecidos pelo governo são precários

Futuro chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares, disse que documentos fornecidos pelo governo são precários

Ao fazer um balanço sobre o período de transição, Marcelo Tavares, coordenador da Equipe de Transição do governador eleito Flávio Dino, avaliou que o processo praticamente inexistiu, já que a equipe do próximo governo teve acesso apenas a informações incompletas, truncadas e insuficientes. Para ele, a aparente disponibilidade do governo que se finda não representou nada de concreto. “O processo de transição foi precário e insuficiente. Fomos recebidos para fotos, mas não recebemos informações concretas”, explicou.

O coordenador da equipe de transição designada por Flávio Dino voltou a explicar que o ritmo de recebimento de informações requeridas junto ao atual governo foi inadequado: das 32 solicitações com pedidos de detalhamento da estrutura e do orçamento de cada órgão, apenas 09 foram respondidas – muito menos da metade. “O que eles disponibilizaram foram apernas as informações mais óbvias. As que já são realmente públicas e constam nos diários oficiais e na internet. Já os contratos de pagamentos, por exemplo, nós nunca recebemos”, afirmou.

A folha de pagamento do Estado, a execução orçamentária atual, informações sobre contratos, convênios, precatórios, demonstrativo de obras e as ações prioritárias de cada pasta não foram repassados à equipe do próximo governo. Além disso, segundo Tavares, muitos dos contratos que são de conhecimento público são onerosos e inviabilizam o funcionamento da máquina pública.

“Essa administração tem algumas situações que precisam ser vencidas imediatamente. Existem muitos contratos que vampirizam a máquina pública e nós não tivemos acesso detalhado a eles. Para se ter uma ideia, alguns contratos chegam a representar metade do orçamento de uma pasta”,  disse fazendo menção aos contratos da área da saúde e administração penitenciária.

Falando da necessidade de expor à população os excessos administrativos do governo que se finda, Marcelo Tavares garantiu que haverá uma coletiva ainda em janeiro de 2015 para mostrar detalhadamente como foi aplicado o dinheiro público até dezembro de 2014. Um dos casos citados por ele diz respeito à compra do Hotel São Francisco. “A Seduc comprou um hotel completamente sucateado por R$ 25 milhões. Vamos mostrar à população de forma detalhada. Faremos um esclarecimento para que a população avalie o que foi feito com o dinheiro público no Estado”.

Dívidas, contratos e empréstimos

“Tem muita coisa estranha nesse governo”, disse Tavares ao explicar que a gestão que se finda pode não deixar dinheiro em caixa e que existem muitas dívidas a serem quitadas. Ele lembrou que há três anos o governo Roseana Sarney não paga os precatórios (dívida que só este ano soma quase R$ 300 milhões) e que a primeira parcela do empréstimo do BNDES de quase R$ 7 bilhões chegará em fevereiro de 2015.

“Precisamos olhar para atrás até para não comprometer os atos de gestão, mas isso não pode comprometer o compromisso que temos com o presente e com o futuro”, afirmou Tavares, ao explicar que se houver contratos suspeitos ou irregularidades, eles serão encaminhados para investigação.

“Não há obstáculos para se votar o orçamento”, diz Marcelo Tavares

Deputado diz que a Casa deve votar a peça orçamentária de 2015 nesta quarta-feira. 

Futuro chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares,disse que o orçamento de 2015 deve ser votado nesta quarta-feira

Futuro chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares,disse que o orçamento de 2015 deve ser votado nesta quarta-feira

O futuro chefe da Casa Civil do governo, deputado Marcelo Tavares (PSB), disse, na manhã desta terça-feira (16), em entrevista à Imprensa, que não há nenhum obstáculo para a aprovação da peça orçamentária de 2015. A Casa deverá votar o projeto nesta quarta-feira (17). Os deputados entram em recesso a partir da próxima terça-feira (23), quando não haverá mais sessões até o o início de fevereiro.

“Esse não é um projeto nosso, mas é um orçamento possível ao próximo governo. O governador Flávio Dino poderá fazer depois as adequações necessárias. Não vejo porque não votar essa matéria. Não vejo obstáculos”, disse Marcelo Tavares aos jornalistas que cobrem as sessões no Parlamento.

De acordo com a proposta orçamentária, encaminhada pela ex-governadora Roseana Sarney, o Orçamento de 2015 conta com receita total estimada no valor de R$ 15.885.374.282,00 (quinze bilhões, oitocentos e oitenta e cinco milhões, trezentos e setenta e quatro mil, duzentos e oitenta e dois reais).

A proposta orçamentária de 2015 está estimada em R$ 15.885.374.282,00 (quinze bilhões, oitocentos e oitenta e cinco milhões, trezentos e setenta e quatro mil e duzentos e oitenta e dois reais), destinada ao Orçamento Fiscal o montante de R$ 11.521.849.777,00 (onze bilhões, quinhentos e vinte e um milhões, oitocentos e quarenta e nove mil e setecentos e setenta e sete reais), ao Orçamento da Seguridade Social, R$4.235.266.378,00 (quatro bilhões, duzentos e trinta e cinco milhões, duzentos e sessenta e seis mil e trezentos e setenta e oito reais), e ao Orçamento das Empresas Estatais controladas pelo Estado, R$128.258.127,00 (cento e vinte e oito milhões, duzentos e cinquenta e oito mil e cento e vinte e sete reais).

“Documentos esclarecem pouco sobre o Estado”, diz Marcelo Tavares sobre informações repassadas por Roseana

Marcelo avaliou que documentos

Marcelo avaliou que documentos não correspondem às expectativas

As informações enviadas à equipe de Transição de Flávio Dino não corresponderam às expectativas. Esta foi a avaliação do deputado Marcelo Tavares – coordenador da Equipe de Transição de Flávio Dino e próximo chefe da Casa Civil do Maranhão.
Após mais de 15 dias de espera desde o primeiro encontro entre a equipe de Flávio Dino e a representante do governo Roseana Sarney, Anna Graziella, os membros do atual governo enviaram a Marcelo Tavares os documentos solicitados em ofício entregue pelo deputado no dia 14 de outubro.
Para planejar os primeiros dias do próximo governo e evitar imprevistos administrativos, a Equipe de Transição designada por Flávio Dino requereu a Anna Graziella uma série de documentos que têm por objetivo fazer uma transição republicana e ordenada entre o atual e o próximo governo.
No entanto, somente nove de um total de 32 solicitações foram entregues na manhã desta quinta a Marcelo Tavares pela equipe de Roseana Sarney. O deputado afirmou em entrevista que o material era insuficiente e a maior parte dele está disponível publicamente.
“Esses documentos são de acesso público e nós já o tínhamos nos nossos trabalhos. Continuamos aguardando que o atual governo colabore com um trabalho que beneficiará a todo o povo do Maranhão”, disse. Para ele, é hora de dispensar as opções políticas e fazer com que as equipes trabalhem de forma colaborativa.
Dados importantes como a folha de pagamento do Estado, a execução orçamentária atual, informações sobre contratos, convênios, precatórios, demonstrativo de obras e as ações prioritárias de cada pasta não foram repassados à equipe do próximo governo.

Deputado pede na Justiça anulação de licitação abusiva do governo Roseana

Futuro chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares,fez denúncia na tribuna

Futuro chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares,fez denúncia na tribuna

O deputado estadual Marcelo Tavares (PSB) já recorreu ao Poder Judiciário para pedir a suspensão do processo licitatório do contrato de R$ 1,3 bilhão para gestão do sistema penitenciário. O caso foi denunciado, na manhã desta quarta-feira (22), no plenário da Assembleia Legislativa.

O contrato licitado por Roseana Sarney às vésperas de deixar o cargo representa o equivalente a 10% do orçamento total do Estado. Para cada preso, o gasto mensal seria de R$ 8.891,00, valor que representa o dobro da média nacional de gastos no setor, que é de aproximadamente R$ 4 mil.

No documento entregue à Justiça, o coordenador da Equipe de Transição de Flávio Dino, Marcelo Tavares, destaca a necessidade da contratação de empresas para prestação de serviços de suporte e apoio à administração penitenciária. “Todavia, é indispensável certificar-se de que a contratação desses serviços seja feita de forma lícita e responsável, afim de que atenda o verdadeiro objeto da contratação com valores equitativos que não lesem o erário”, consta na ação.

A preocupação da equipe de transição designada por Flávio Dino para conhecer os contratos vigentes do Estado a partir de primeiro de janeiro é garantir que a próxima administração seja feita com contratos que cumpram todas as disposições legais da Administração Pública. Isto é, assegurar a legalidade, moralidade e economia nos gastos públicos.

Conforme demonstrado pelo deputado na tribuna e na petição, a licitação aberta pelo governo Roseana Sarney no fim do mandato tem cifras muito acima da média nacional e podem comprometer os cofres públicos estaduais. O deputado afirmou que todo trabalho da transição será feito para impedir abusos do grupo Sarney nos últimos meses de mandato e garantir que o próximo governo tenha condições de implantar as políticas públicas aprovadas amplamente pela população maranhense nas últimas eleições.

Deputado desafia PM a mostrar imagens da operação contra irmão de Flávio Dino

Segundo Marcelo Tavares, a operação foi filmada pelos integrantes da Polícia Militar

Segundo Marcelo Tavares, a operação foi filmada pelos integrantes da Polícia Militar

Coordenador da campanha de Flávio Dino, o deputado Marcelo Tavares desafia os integrantes da Polícia Militar que participaram da operação de espionagem contra familiares de Flávio Dino a divulgar o vídeo gravado pela corporação durante a emboscada montada para intimidar o empresário Saulo Dino, irmão do candidato oposicionista.

Segundo Marcelo Tavares, a operação foi filmada pelos integrantes da Polícia Militar e nelas é possível constatar que nenhum outro carro foi parado pela blitz montada na Estiva. “O caso foi direcionado para atacar a família de Flávio Dino, Se agora eles querem mudar a versão, que provem com as filmagens feitas pelos próprios policiais”, disse.

Intimidação

O deputado afirmou ainda que as gravações, se cedidas pela PM, vão demonstrar que o único carro abordado foi o de Saulo Dino, o que caracteriza que a ação foi montada apenas para intimidá-lo.

A operação que durou cerca de uma hora e que tinha como objetivo atingir toda a coligação que lidera as pesquisas e criar uma trama contra o candidato do PCdoB foi filmada pelos integrantes da operação que teria sido dirigida pela polícia secreta, segundo informações obtidas pela coligação.

O deputado afirmou ainda que tem confiança no trabalho da Polícia Militar e que está convicto de que grande parte da corporação desaprova a conduta de poucos policiais que usam seu trabalho em nome de grupos políticos.