CPI DA AGIOTAGEM – Cutrim ainda aguarda a décima quarta assinatura

Cutrim disse que não aceita ser acusado sem provas
O deputado estadual Raimundo Curtrim (PSD) ainda não desistiu da CPI da Agiotagem. Ele garante possuir 13 assinaturas e disse que tem esperança de conseguir a décima quarta nos próximos dias.

Cutrim negou notícia divulgada na semana passada, dando conta que o deputado Antonio Pereira teria retirado a assinatura. Segundo ele, nenhuma comunicação oficial lhe foi feita, o que o faz contar com 13 assinaturas.

Questionado pelo blog sobre a investigação solicitada à Comissão de Ética, cujo presidente é o deputado Magno Bacelar (PV), Cutrim disse que fez a sua parte e que não entende porque nada foi iniciado até agora. “Se o problema era a denúncia, o sistema Mirante se encarregou de fazê-la. Disse que eu era agiota e que teria envolvimento com o assassinato do jornalista Décio Sá”, afirmou o parlamentar.

“Agora quando se pede a investigação, não se consegue o apoio necessário. Poucos assinam a CPI e a Comissão de Ética não abre o processo. Aí eu continuo sendo acusado de grileiro, agiota e assassino sem nenhuma prova? Não é isso que eu quero. Eu quero é passar tudo a limpo“, disparou Raimundo Cutrim em conversa com jornalistas esta semana.

ENTENDA O CASO – Cutrim passou a colher assinaturas para a CPI da Agiotagem e protocolou pedido de investigação na Comissão de Ética depois de se sentir ofendido por matérias veiculadas no Sistema Mirante, sugerindo

que ele teria envolvimento com o crime contra o jornalista Décio Sá, morto em abril do ano passado, e com a agiotagem no Maranhão.


A imprensa  passou a citar Cutrim nas matérias veiculadas, logo depois que o pistoleiro Johnatan de Sousa mencionou o nome do parlamentar em seu depoimento. Os supostos mandantes Glácio Alencar e “Bolinha” também teriam citado o deputado.

Desde então, Cutrim, que não esconde de ninguém conhecer Bolinha e Gláucio, vem tentando mostrar que nada tem a ver com o crime ou com a agiotagem no Maranhão, chegando ao ponto de pedir investigação contra si próprio. 

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