Após suspeitas de candidatura “laranja”, Cléber Verde e Marisa Rosas silenciam

Após a matéria veiculada no Jornal Nacional e todas a repercussão, tanto Cléber Verde, quanto Marisa Rosas sumiram das redes sociais

O Jornal Nacional mostrou que no Maranhão uma possível candidatura “laranja” ainda pode render mais debates sobre o tema em nível nacional. Após notícias envolvendo o ministro Gustavo Bebianno e o PSL, o programa mostrou que a candidata maranhense Marisa Rosas (PRB) pode também ter servido como laranja para o partido. No Maranhão, o PRB é presidido pelo deputado federal Cléber Verde.

Com apenas 162 votos computados nas urnas, a candidata a deputada estadual gastou na sua campanha R$ 584.899,80. Segundo informações da Justiça Eleitoral, o presidente do partido, Cléber Verde gastou R$ 10,34 por cada voto e teve 101.806 votos com um gasto de R$ 1.053.500. A gráfica contratada por Marisa é de um filiado do PRB.

O deputado federal diz que não houve irregularidade e que o fato faz parte da imprevisibilidade de uma campanha ser ou não vitoriosa. Na próxima eleição, na condição de presidente partidário, pode ensinar como gastar menos e se eleger, a exemplo de sua campanha.

Após a matéria veiculada no Jornal Nacional e todas a repercussão, tanto Cléber Verde, quanto Marisa Rosas sumiram das redes sociais. Ela é uma figura conhecida das festas da região metropolitana, vende bombons e rosas, mas após as notícias envolvendo seu nome, a vendedora não foi vista mais trabalhando.

Bombeiros que atuaram em Brumadinho recebem a mais alta condecoração do Maranhão

A Ordem dos Timbiras é a mais alta comenda ofertada pelo poder executivo estadual

Em cerimônia no Palácio Henrique de La Rocque, na tarde desta segunda-feira (18), o governador Flávio Dino condecorou com a Ordem dos Timbiras os 22 bombeiros militares maranhenses que atuaram por mais de vinte dias no trabalho de resgate de vítimas em Brumadinho (MG).

A Ordem dos Timbiras é a mais alta comenda ofertada pelo poder executivo estadual. Os bombeiros foram enviados pelo Governo do Maranhão em missão humanitária e social, para dar apoio às buscas avançadas na cidade mineira após o rompimento da barragem na mina Córrego do Feijão, no dia 25 de janeiro, que vitimou centenas de pessoas.

Durante a cerimônia, o governador Flávio Dino exaltou a coragem, bravura e o espírito de solidariedade dos Bombeiros que se dedicaram à missão, numa tragédia que comoveu todo o país.

“Nós assistimos essa equipe do Corpo de Bombeiros mostrando dedicação, solidariedade e capacidade técnica. Esta condecoração é a mais alta do nosso estado e eu sempre reservo para momentos muito especiais, como este caso, por exemplo. Aqui estamos homenageando, em primeiro lugar, toda a instituição, que mais uma vez mostrou a qualidade dos seus integrantes e, claro, sublinhando a importância destes atos de solidariedade”, disse.

“É uma situação dramática, limite, que oferece uma série de riscos, inclusive a saúde e a integridade física desses servidores, que cumpriram com êxito a missão e merecem esse reconhecimento”, complementou Flávio Dino, no ato de condecoração, renovando, também, a solidariedade às famílias que foram vítimas da tragédia.

Os bombeiros maranhenses, que participam do grupamento de salvamentos especiais, trabalharam nos serviços de escavação e triagem da lama, na busca por vestígios de locais com maior probabilidade de concentração das vítimas.

Desde 2015, a corporação maranhense tem participado de missões especiais de resgate e salvamento, como o terremoto do Equador e incêndio no Parque Nacional Serra da Capivara, no Piauí, em ato de solidariedade às vítimas e seus familiares, bem como aos militares de outros estados e países, que trabalham nos resgates.

Gustavo Bebianno é demitido do cargo de ministro

Bebianno teria envolvimento em suposto esquema de candidaturas laranjas no PSL

Cinco dias após o desmentido público que inaugurou a primeira crise política do governo, o presidente Jair Bolsonaro formalizou, na tarde desta segunda-feira (18), a demissão do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno. A exoneração divulgada às 18h26min pelo porta-voz da Presidência da República, Otávio do Rêgo Barros, após um dia inteiro de expectativa nos principais gabinetes de Brasília. O cargo será ocupado pelo general Floriano Peixoto, até então secretário-adjunto do ministério.

A queda de Bebianno era esperada desde sexta-feira, quando Bolsonaro decidiu demitir o auxiliar. Durante o final de semana, especulou-se que o ato seria formalizado na edição ordinária do Diário Oficial desta segunda-feira, o que não ocorreu.

Para Onyx Lorenzoni, a presença de Bebianno no Planalto era uma questão de sobrevivência política. Desgastado com os generais, ele teme ficar isolado caso se torne o único ministro civil do palácio. Bebianno também auxiliava na interlocução com o Congresso, onde a base governista ainda carece de liderança e solidez.

Ainda na sexta-feira, Onyx havia convencido Bolsonaro a mantê-lo no governo. Tudo mudou quando surgiram na imprensa áudios de conversas atribuídas ao presidente, supostamente vazadas por Bebianno. Alegando quebra de confiança e disposto a não passar a impressão que era refém do auxiliar, Bolsonaro ouviu outros ministros e chegou a conclusão que não havia como despachar no mesmo prédio que o agora desafeto.

Como paliativo para contornar a situação, o presidente teria oferecido uma transferência para a embaixada de Roma, na Itália. Bebianno declinou. Antes, já havia recusado uma diretoria na usina hidrelétrica de Itaipu.

No início da tarde desta segunda, diante da inquietude geral com a demora na tomada de decisão oficial, emissão, o vice-presidente Hamilton Mourão avisou que “de hoje não passa”.

Embora inicialmente tenham trabalhado pela manutenção de Bebianno, os militares consideram a demissão do secretário-geral uma oportunidade de ampliar o raio de ação dentro do governo. A ideia é se assenhorar de áreas consideradas estratégicas – a pasta, por exemplo, planeja ações na região amazônica.

Os generais também não escondem a contrariedade com o prolongamento da crise, justo às vésperas do envio da reforma da Previdência ao Congresso, previsto para quarta-feira (20).

Saída de Bolsonaro do PSL agrada Maura Jorge

A ida de Bolsonaro para a UDN é a chance de Maura Jorge torna-se a verdadeira representante do presidente no Maranhão

A possível saída do presidente Jair Bolsonaro do PSL, após denúncias envolvendo o diretório nacional da legenda, pode provocar uma corrida de lideranças para a nova legenda.

O novo partido pode ser a União Democrática Nacional (UDN), e em diretórios com brigas internas como o do Maranhão, por exemplo, agrada uns e desagrada outros filiados do PSL.

Uma liderança que comemora a possível saída de Jair Bolsonaro do PSL, é a ex-candidata Maura Jorge, que trava uma briga antiga com o presidente da legenda no estado, o vereador Chico Carvalho.

Chico Carvalho é aliado de primeira hora do presidente do PSL, Luciano Bivar e do ministro centro das polêmicas, Gustavo Bebianno.

A ida de Bolsonaro para a UDN é a chance de Maura Jorge torna-se a verdadeira representante do presidente no Maranhão.

Depois da crise, estratégia do Planalto é diminuir estrago político do caso Bebianno

O governo foi atropelado pela agenda negativa do caso Bebianno justamente no momento em que tentava emplacar duas pautas prioritárias

G1

O esforço no Palácio do Planalto a partir desta segunda-feira (18) é de mudar a agenda da crise política provocada pelo caso envolvendo o ministro Gustavo Bebianno, da Secretaria-Geral da Presidência, e colocar uma pauta de governo em cena para ocupar o noticiário.

O governo foi atropelado pela agenda negativa do caso Bebianno justamente no momento em que tentava emplacar duas pautas prioritárias: a reforma da Previdência e o pacote de combate à corrupção e à criminalidade, do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro.

Bebianno é centro da primeira crise política do governo do presidente Jair Bolsonaro, gerada pela suspeita de que o PSL, partido de Bolsonaro, fez uso de candidatura “laranja” nas eleições de 2018 para desviar verbas públicas.

Existe uma preocupação imediata em tranquilizar aliados e dirigentes partidários que ficaram perplexos com a fritura explícita de Bebianno por parte da família Bolsonaro. O governo tenta construir uma base aliada sólida para aprovar a reforma da Previdência.

Há o reconhecimento interno, principalmente na ala militar do governo, de que essa crise foi provocada pelo próprio núcleo familiar do presidente Jair Bolsonaro, quando o filho Carlos Bolsonaro desmentiu a informação de que Bebianno tinha conversado com o pai.

A avaliação é que o episódio acabou ofuscando até mesmo a reunião da semana passada em que foi definido o formato da reforma da Previdência. O martelo foi batido pelo próprio Bolsonaro na quinta-feira passada em plena crise.

Prefeitura interdita trânsito para obras na Avenida Silva Maia no Centro Histórico

A Avenida Silva Maia, no Centro, teve o trânsito interditado no sábado (16) para construção de faixas de pedestre elevadas. A obra é executada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em parceia com a Prefeitura de São Luís completando o projeto de requalificação urbana das praças Panteon e Deodoro. No local, agentes de trânsito vão orientar os motoristas.

“O objetivo desta intervenção é completar as melhorias físicas na área do Complexo Deodoro e promover mobilidade na Avenida Silva Maia, especialmente do passeio onde é feito o embarque e desembarque do transporte urbano”, explica o secretário municipal de Trânsito e Transporte, Canindé Barros.

Serão construídas duas faixas de pedestres elevadas com acessibilidade na Avenida Silva Maia, que vai do passeio – onde há o embarque e desembarque do transporte urbano – até a Praça Deodoro. As faixas terão o mesmo nível do piso da praça para facilitar o tráfego de passageiros e serão implantadas nas duas extremidades do logradouro, sendo uma no início e outra no final – no trecho da Rua Rio Branco com Rua do Sol. Dessa forma, o trânsito que circula pela Silva Maia, descendo à Rua Rio Branco com acesso à Praça Maria Aragão, será todo desviado.

Para facilitar embarque e desembarque de passageiros, os ônibus que antes circulavam pela Rua Rio Branco terão o trajeto a partir da antiga parada do Ginásio Costa Rodrigues, fazendo contorno pela Avenida Gomes de Castro (antiga Embratel) com destino à Avenida Alexandre Moura (Parque Bom Menino).

Do Parque do Bom Menino, os coletivos seguem para a Avenida Kennedy e no cruzamento com o Távola Center dobra à direita até o Tribunal Regional do Trabalho, onde contorna para o Anel Viário. A partir daí, segue em direção à Camboa, Praça Maria Aragão e Terminal de Integração da Praia Grande. Quem faz o embarque e desembarque na Rua Rio Branco e Avenida Silva Maia, provisoriamente utilizará a Deodoro.

“É mais uma ação parceira da Prefeitura e do Iphan com a finalidade de melhorar as condições de acessibilidade e segurança dos pedestres que usam o serviço público de transporte na Avenida Silva Maia. E mostra a preocupação do poder público com a segurança dos pedestres no sistema viário da área”, enfatiza o superintendente do Iphan, Maurício Itapary.

Para veículos particulares, a interdição compreende a esquina da Rio Branco com a Rua do Sol. Permanece o tráfego de carros pequenos na Rua Rio Branco. Quem vem pela Rua dos Afogados terá acesso à via; quem vem pela Jansen Miller, o acesso será pela Praça Gonçalves Dias; e na Rua das Hortas, chegam à Rio Branco pelas vias transversais.

Com crise no PSL, clã Bolsonaro negocia mudança para novo partido

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) se reuniu na semana passada em Brasília com dirigentes da UDN para tratar do assunto

Estadão

Com o PSL em crise e sob suspeita de desviar verba pública por meio de candidaturas “laranjas” nas eleições de 2018, os filhos do presidente Jair Bolsonaro (PSL) negociam migrar para um novo partido, que está em fase final de criação. Trata-se da reedição da antiga UDN (União Democrática Nacional).

Segundo três fontes ouvidas pela reportagem em caráter reservado, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) se reuniu na semana passada em Brasília com dirigentes da sigla para tratar do assunto. Ele tem urgência em levar adiante o projeto. Eleito com 1,8 milhão de votos, Eduardo teria o apoio de seu irmão, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ). Com esse movimento, a família Bolsonaro buscaria preservar seu capital eleitoral diante do desgaste do partido.

Enquanto ainda estava internado no hospital Albert Einstein, em São Paulo, Jair Bolsonaro acionou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, para que determinasse investigações sobre o caso.

As suspeitas atingiram o presidente da legenda, deputado federal Luciano Bivar (PSL-PE), e foram pano de fundo da crise envolvendo o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gustavo Bebianno, que foi chamado de mentiroso por Carlos Bolsonaro depois de afirmar que tratara com o pai sobre o tema. Após cinco dias de crise, Bebianno deve ser exonerado do cargo nesta segunda-feira, 18, por Bolsonaro.

Além de afastar a família dos problemas do PSL, a nova sigla realizaria o projeto político de aglutinar lideranças da direita nacional identificadas com o liberalismo econômico e com a pauta nacionalista e conservadora, defendida pelo clã Bolsonaro.

O projeto do novo partido é tratado com discrição no entorno do presidente. Em 2018, a UDN foi um dos partidos – embora ainda em formação e sem registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – sondados por interlocutores do presidente para que ele disputasse a eleição, mas a articulação não avançou. Depois de anunciar a adesão ao Patriota, Jair Bolsonaro acabou escolhendo o PSL.

A nova UDN é um dos 75 partidos em fase de criação, conforme o TSE. Segundo seu dirigente, o capixaba Marcus Alves de Souza, apoiadores já reuniram 380 mil assinaturas – são necessárias 497 mil para a homologação da legenda. O partido já tem CNPJ e diretórios em nove Estados, como exige a legislação eleitoral para a homologação. Ela tem em Brasília um de seus principais articuladores, o advogado Marco Vicenzo, que lidera o Movimento Direita Unida e coordena contatos com parlamentares interessados em aderir ao novo partido. A articulação envolveria ainda o senador Major Olímpio (PSL-SP), que nega.

Souza prefere não comentar as tratativas do partido que estão em curso. Ele, porém, admitiu que a intenção é criar o maior partido de direita do País. Como se trata de uma sigla nova, a legislação permite a migração de políticos sem que eles corram o risco de perder seus mandatos. “O único partido que tem o DNA da direita é a UDN. A gente não pode ter medo de crescer, mas com responsabilidade”, afirmou.

Souza deixou o Espírito Santo, onde atuou na Secretaria da Casa Civil do ex-governador Paulo Hartung, e mudou-se para São Paulo para concluir a criação da nova UDN, que adotou o mesmo mote de sua versão antiga: “O preço da liberdade é a eterna vigilância”. “Nosso sonho é que a UDN renasça grande e se torne o maior partido do Congresso”, afirmou seu presidente. Ele disse ainda que a legenda pretende apoiar o governo Bolsonaro e está aberta “para receber pessoas sérias do PSL e de qualquer partido”.

Procurada pelo Estado, a assessoria do Palácio do Planalto informou que não ia se manifestar sobre o assunto. A reportagem procurou ainda as assessorias do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), do deputado Eduardo Bolsonaro e do vereador Carlos Bolsonaro, mas nenhuma delas se manifestou.

Bivar, presidente da legenda, também foi procurado, mas não respondeu ao Estado.

Defesa Civil faz ações preventivas e dá dicas de segurança para período chuvoso

Além do acompanhamento climatológico, a Defesa Civil do Maranhão realizou de forma preventiva vistorias técnicas em edificações e áreas com risco de incêndios e desabamentos

Com a chegada do período de chuvas no Maranhão, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil do Maranhão (CEPDECMA) mantém monitoramento climatológico diário nos municípios de maior ocorrência histórica de desastres hidrológicos, como inundações, alagamentos e enxurradas.

De acordo com o CEPDECMA, o monitoramento é realizado com informações disponibilizadas pela Agência Nacional de Águas (ANA) e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Quem também colabora com o acompanhamento são as Defesas Civis Municipais, que realizam, presencialmente, o controle de possível situação anormal, repassando de forma imediata qualquer alteração.

Além do acompanhamento climatológico, a Defesa Civil do Maranhão realizou de forma preventiva vistorias técnicas em edificações e áreas com risco de incêndios e desabamentos. Durante as visitas, foram emitidos laudos de engenharia e repassadas orientações de segurança à população em situação de risco.

Para este período de chuvas, o georreferenciamento e o levantamento do quantitativo dos casarões do Centro Histórico de São Luís são outras ferramentas utilizadas para prevenir acidentes. Casarões e Casas de Cultura são classificados com pequeno, médio ou alto risco de desabamento e/ou incêndio.

As chuvas intensas podem representar um grande risco à população. O cenário urbano, com áreas cada vez mais pavimentadas, dificulta a absorção da água. A concentração de lixos e a obstrução de bueiros também contribuem para o alagamento de vias públicas, sobretudo nas regiões mais baixas.

Termina o horário de verão

O horário de verão de 2018 começou no dia de 4 novembro para moradores de 10 estados e do Distrito Federal

Motivo de alegria para uns e de tristeza para outros, o horário de verão terminou à zero hora deste domingo (17). Com isso, os relógios precisaram ser atrasados em uma hora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

O horário de verão de 2018 começou no dia de 4 novembro para moradores de 10 estados e do Distrito Federal. Até 2017, o horário de verão tinha início no terceiro domingo de outubro, mas atendendo um pedido do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o então presidente Michel Temer alterou o início do horário para que não coincidisse com o primeiro e o segundo turno da eleição.

Com o fim do horário de verão, é comum a confusão nos primeiros dias, por isso, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) emitiu um comunicado alertando passageiros para que fiquem atentos aos horários nos bilhetes aéreos. Vale o que está escrito no bilhete, pois eles são emitidos conforme a hora local vigente na data da viagem.

Segundo a entidade, a informação da partida se refere ao horário na cidade de origem e a da chegada ao horário da cidade de destino. Dessa forma, os bilhetes emitidos sempre consideram, além das diferenças de fuso, as diferenças resultantes do início ou fim do horário de verão. Em caso de dúvida, os passageiros devem buscar informações no site da companhia aérea ou por meio dos canais de atendimento telefônico.

As operadoras de telefonia alteram automaticamente os relógios dos aparelhos celulares. Mas o usuário deve ficar atento se a alteração foi de fato realizada.

Este ano, a adoção do horário de verão ainda é uma incógnita, e cabe ao presidente Jair Bolsonaro decidir.

No ano passado, estudos da Secretaria de Energia Elétrica (SEE), do Ministério de Minas e Energia (MME) em parceria com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), apontaram que em termos de economia de energia, a medida não tem sido eficiente, já que os resultados alcançados foram próximos à “neutralidade”. O horário de verão foi criado no país com o intuito de economizar energia, a partir do aproveitamento de luz solar no período mais quente do ano.