Edivaldo toma posse, faz discurso duro e acena para parcerias com o governo

Prefeito diz que tratará a corrupção como crime hediondo e que administração será republicana

Edivaldo: “Folha de dezembro será contornada”
(19:15h) O  novo prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior, tomou posse, no final da tarde desta terça-feira (01), no auditório da Federação das Indústrias do Maranhão (Fiema) – Cohama, em solenidade  muito concorrida. Ele fez um discurso muito duro e crítico e acenou para mais parcerias com o governo do Estado, a exemplo da “mão amiga” aos socorrões, autorizada recentemente pela governadora Roseana Sarney.


“Ações desta forma serão bem-vindas. O povo é maior que nossas diferenças; não haverá barreiras para essas parcerias em São Luís”, garantiu Edivaldo Holanda que criticou, duramente, as condições da saúde pública municipal, chamando atenção para a falta de estrutura do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), dos hospitais municipais, situação de médicos contratados, etc.


Em um discurso muito duro, o prefeito disse que tratará “a corrupção como crime hediondo”. Não explicou de que forma isso será concretizado, mas causou impacto ao se pronunciar e enfatizar que sua administração terá caráter republicano.


Durante a posse, Edivaldo disse que encontra uma Prefeitura com R$ 500 milhões de restos a pagar e com uma folha de pagamento, a do mês de dezembro, pendente. Em relação ao pagamento, ele não disse também quando ele será feito, mas garantiu que a situação irá ser contornada.


“Temos agora a missão de reconstruir a cidade de São Luís. A  responsabilidade da administração está entregue agora em nossas mãos. A tarefa não é fácil e os desafios são muitos”, disse o prefeito.


Edivaldo Holanda Júnior enfrentou dificuldade para chegar até o local da cerimônia por conta da grande quantidade de pessoas que compareceram. Fizeram parte da mesa da posse o presidente da Empresa Brasileira de Turismo (Embratur), Flavio Dino, o deputado federal Simplício Araujo (PPS), o vice-prefeito Roberto Rocha (PSB), o deputado federal Lourival Mendes (PTdoB) e o reitor da Universidade Federal do Maranhão (Ufma), Natalino Salgado.

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