Avião cai no Maranhão com o ex-governador do Piauí

Wilson Martins retornava de uma viagem no interior do Piauí e quando estava próximo a cidade de Teresina o acidente aconteceu.

Um avião monomotor que transportava o ex-governador do Piauí Wilson Martins (PSB) e o deputado federal Rodrigo Martins (PSB) fez um pouso forçado na cidade de Timon, na manhã dessa sexta-feira (20). Além de Wilson e Rodrigo Martins, estava o piloto e José Augusto, chefe de gabinete da Codevasf, em Brasília.

O ex-governador usou suas redes sociais para informar o ocorrido. Ainda não se sabe o motivo fez o avião realizar o pouso de emergência na cidade maranhense.

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Wilson Martins retornava de uma viagem no interior do Piauí e quando estava próximo a cidade de Teresina o acidente aconteceu.

“Retornando do sul do Estado, chegando a Teresina, na comunidade Florada, estrada Timon-Poções, tivemos que fazer um pouso forçado. Fomos socorridos por um conterrâneo e parente de Oeiras, Michel Nunes e por toda comunidade da região, que foi muito solidária. Todos estamos muito bem e sem nenhum arranhão. Muita gratidão a Deus por esse livramento, às pessoas que nos socorreram e ao André, piloto da aeronave, que com sua habilidade e perícia pousou o avião evitando o pior”, escreveu Wilson.

 

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PSTU fará convenção no dia 26 para oficializar Ramon Zapata ao Governo

Ramon Zapata ao lado da presidenciável Vera Lúcia, de Hertz Dias e de Saulo Arcangel. Foto: Jornal Pequeno

O PSTU realiza, na próxima quinta-feira, dia 26 de julho, sua convenção estadual para oficializar a chapa que concorre às eleições de 2018. O evento deve confirmar os nomes de Ramon Zapata como candidato ao Governo do Estado e Nicinha Durans como vice.

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O partido também vai oficializar os nomes do professor, servidor público federal e dirigente sindical Saulo Arcangeli e da rapper Preta Lú para as duas vagas ao Senado Federal, além dos candidatos a deputado estadual e federal.

A Convenção acontece no auditório do Curso de História da UEMA, na Rua da Estrela, 329, no Centro Histórico de São Luís, dia 26/07 (quinta-feira) às 19h.

Maura Jorge marca convenção para o dia 28

Após viabilizar sua pré-candidatura pelo Podemos, Maura mudou para o PSL, em abril deste ano, e fará uma dobradinha com o presidenciável Jair Bolsonaro

A pré-candidata ao Governo do Maranhão, Maura Jorge (PSL), anunciou que a convenção para oficializar seu nome será no próximo dia 28, a partir das 15h, no Espaço Renascença.

Após viabilizar sua pré-candidatura pelo Podemos, Maura mudou para o PSL, em abril deste ano, e fará uma dobradinha com o presidenciável Jair Bolsonaro.

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Na convenção também será oficializado o nome de Samuel de Itapecuru para o Senado Federal. O vice na chapa de Maura Jorge ainda não foi anunciado, mas pode acabar indo para algum candidato da região Tocantina.

Sobre o Podemos, o partido ainda não está confirmado na convenção de Maura Jorge e pode acabar indo para a chapa de Roseana Sarney (MDB).

 

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Partidos dão início às convenções para escolha de candidatos nas Eleições 2018

Tem início nesta sexta-feira (20) e estende-se dia 5 de agosto o prazo para que os partidos realizem convenções para deliberar a respeito da formação de coligações e da escolha dos seus candidatos para as eleições de 2018. Neste ano, os partidos precisam definir seus candidatos a Presidente e Vice-Presidente da República, governadores e vice-governadores dos estados, senadores e respectivos suplentes, deputados federais e deputados estaduais ou distritais.

Veja os dados importantes do Calendário das Eleições 2018:

Data a partir da qual, até 5 de agosto de 2018, é permitida a realização de convenções destinadas a deliberar sobre coligações e a escolher candidatos a presidente e vice-presidente da República, governador e vice-governador, senador e suplente, deputado federal, deputado estadual ou distrital (Lei nº 9.504/1997, art. 8º, caput).

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Data a partir da qual os feitos eleitorais, até 2 de novembro de 2018, terão prioridade para a participação do Ministério Público e dos juízes de todas as justiças e instâncias, ressalvados os processos de habeas corpus e mandado de segurança (Lei nº 9.504/1997, art. 94, caput).

Data a partir da qual é assegurado o exercício do direito de resposta ao candidato, ao partido político ou à coligação atingidos, ainda que de forma indireta, por conceito, imagem ou afirmação caluniosa, difamatória, injuriosa ou sabidamente inverídica, difundidos por qualquer veículo de comunicação social (Lei nº 9.504/1997, art. 58, caput).

Data a ser considerada, para fins de divisão do tempo destinado à propaganda no rádio e na televisão por meio do horário eleitoral gratuito, para a representatividade na Câmara dos Deputados resultante de eventuais novas totalizações do resultado das eleições de 2014.

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Data a partir da qual, considerada a data efetiva da realização da convenção partidária, é permitida a formalização de contratos que gerem despesas e gastos com a instalação física e virtual de comitês de candidatos e de partidos políticos, desde que só haja o efetivo desembolso financeiro após a obtenção do número de registro de CNPJ do candidato e a abertura de conta bancária específica para a movimentação financeira de campanha e emissão de recibos eleitorais.

Último dia para a Justiça Eleitoral dar publicidade aos limites de gastos para cada cargo eletivo em disputa (Lei nº 9.504/1997, art. 18).

Data a partir da qual, observada a homologação da convenção partidária, até a diplomação e nos feitos decorrentes do processo eleitoral, não poderão servir como juízes, nos tribunais eleitorais, o cônjuge ou o parente consanguíneo ou afim, até o segundo grau, de candidato a cargo eletivo registrado na circunscrição (Código Eleitoral, art. 14, § 3º).

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Data a partir da qual não será permitida a realização de enquetes relacionadas ao processo eleitoral (Lei nº 9.504/1997, art. 33, § 5º).

Data a partir da qual os nomes de todos aqueles que constem de edital de registros de candidatura deverão ser incluídos nas pesquisas realizadas com a apresentação da relação de candidatos ao entrevistado.

Centrão se afasta de Ciro e fecha apoio a Alckmin nas eleições

No mercado eleitoral, o apoio do Centrão é visto como muito importante na disputa pela Presidência. Juntos, os partidos têm no mínimo 4 minutos e 12 segundos

Na véspera da convenção que vai oficializar a candidatura de Ciro Gomes (PDT) à Presidência da República, o Centrão mudou de lado nas eleições 2018 e decidiu fechar aliança com o ex-governador Geraldo Alckmin, pré-candidato do PSDB. A reviravolta de última hora ocorreu depois que o PR, chefiado pelo ex-deputado Valdemar Costa Neto, se juntou ao bloco, formado por DEM, PP, Solidariedade e PRB.

Em reunião realizada nesta quinta-feira, 19, em São Paulo, dirigentes do Centrão disseram a Alckmin que, se não houver nenhum obstáculo no meio do caminho, o acordo pode ser anunciado oficialmente no próximo dia 26. Nos bastidores, três presidentes de partidos disseram que a aliança do bloco com o PSDB já está acertada. O candidato a vice na chapa do tucano será o empresário Josué Gomes da Silva (PR), filho do ex-vice-presidente José Alencar, morto em 2011.

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No mercado eleitoral, o apoio do Centrão é visto como muito importante na disputa pela Presidência. Juntos, os partidos têm no mínimo 4 minutos e 12 segundos por dia no horário eleitoral de rádio e TV, que começa em 31 de agosto. O PR dispõe de mais preciosos 45 segundos. Na Câmara, esses partidos somam uma bancada de 164 dos 513 deputados.

A mudança do bloco, que até os últimos dias estava inclinado a avalizar a candidatura de Ciro, foi resultado de uma soma de fatores políticos. O peso maior, porém, é atribuído a Valdemar, que atuou como uma espécie de fiel da balança no bloco e exigiu composição com Josué de vice.

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Alckmin desmarcou compromissos em Montes Claros (MG), ao lado do senador Antonio Anastasia – pré-candidato do PSDB ao governo de Minas – para conversar ontem com representantes do Centrão.

Antes, o PR negociava apoio a Jair Bolsonaro, presidenciável do PSL, que está em primeiro lugar nas pesquisas em cenário sem a participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso da Lava Jato, na disputa eleitoral. Como a aliança com Bolsonaro não vingou, Valdemar se juntou ao Centrão.

Um jantar com integrantes do bloco, na casa do senador Ciro Nogueira (PP-PI), na quarta-feira, praticamente selou o destino do grupo. Ali, Valdemar manifestou sua preferência por Alckmin, em vez de Ciro, mas disse que seguiria a posição do bloco, qualquer que fosse. Sua única exigência era fazer Josué vice de alguma das chapas.

 

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