Líder do PCdoB afirma que partido lançará Flávio Dino a presidente em 2022

Flávio Dino hoje é um dos principais nomes da esquerda brasileira e além do PCdoB, é sondado pelo PSB para ser candidato a presidente em 2022

O deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP) confirmou, na segunda-feira (16), durante participação no programa Pânico, da Rádio Jovem Pan, que o PCdoB vai lançar o nome do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), para a disputa ao Palácio do Planalto, em 2022.

“Flávio Dino é um extraordinário candidato a presidente. Nós vamos lançar ele candidato a presidente da República para fazer diferente. Lá no Maranhão ele tem feito uma revolução focando na educação. E é isso que nós queremos experimentar no Brasil”, afirmou Silva.

Flávio Dino hoje é um dos principais nomes da esquerda brasileira e além do PCdoB, é sondado pelo PSB para ser candidato a presidente em 2022.

Flávio Dino articula frente anti-Bolsonaro nas eleições de 2020 em São Paulo

A articulação está sendo feita em São Paulo e pode se estender a Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Porto Alegre

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) está articulando a formação de uma frente de centro-esquerda de oposição a Jair Bolsonaro nas eleições municipais de 2020, informa a jornalista Mônica Bergamo, em sua coluna na Folha de S.Paulo.

A articulação está sendo feita em São Paulo e pode se estender a Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Porto Alegre.

Dino já conversou sobre o assunto com o ex-governador de São Paulo, Márcio França (PSB-SP), que pretende se candidatar a prefeito da capital paulista.

Setores do PT paulistano são simpáticos à ideia. Caso a frente se concretize, será a primeira vez, desde 1985, que a legenda não teria candidato próprio na capital.

Dino afirma que a gravidade do momento exigiria uma frente plebiscitária contra Bolsonaro que incluiria PDT, PSB, PCdoB, PSOL e PT.

Bira do Pindaré avança na pré-candidatura à Prefeitura de São Luís

O nome de Bira é o único posto até o momento na legenda e deve ser homologado na convenção do partido

A pré-candidatura do deputado federal Bira do Pindaré à prefeitura de São Luís está, cada vez mais, consolidada. O nome dele já é unanimidade no diretório nacional, estadual e no de São Luís.

Nesta semana, o diretório municipal do PSB esteve reuniu para traçar as estratégias para as eleições de 2020 e já deliberou sobre uma candidatura própria em São Luís.

O nome de Bira é o único posto até o momento na legenda e deve ser homologado na convenção do partido.

Bira já tinha tentado uma candidatura em 2016, mas foi impedido pelo senador Roberto Rocha, que comandava o diretório do PSB antes de migrar para o PSDB.

Flávio Dino pode trocar PCdoB pelo PSB

O ex-juiz maranhense já teve duas conversas com o presidente do PSB, Carlos Siqueira. A mais recente foi em julho, em Brasília

Carta Capital

O presidente Jair Bolsonaro disse no início de agosto que em 2022 ou 2026 entregará o Brasil melhor do que recebeu. Sinal de planos reeleitorais. Se concorrer mesmo, há chance de enfrentar aquele que considera “o pior governador de paraíba”. E de que Flávio Dino, o governador do Maranhão, não seja mais comunista de carteirinha na próxima eleição.

Dino namora o PSB. Sabe que uma candidatura presidencial requer um partido maior, com mais estrutura e dinheiro. E quer que seja do campo progressista. Seu PCdoB não superou em 2018 a chamada cláusula de barreira. Só não ficará sem verba do fundo eleitoral estatal e sem propaganda na TV pois se juntou ao PPL, fusão aprovada em maio pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O ex-juiz maranhense já teve duas conversas com o presidente do PSB, Carlos Siqueira. A mais recente foi em julho, em Brasília, enquanto tirava uns dias de férias. Sua relação com os pessebistas é boa. A legenda faz parte do governo do Maranhão desde o primeiro mandato de Dino, iniciado em 2015. O chefe da estratégica Casa Civil, Marcelo Tavares, é do PSB.

O senador pelo Maranhão Roberto Rocha era pessebista ao eleger-se em 2015, dois anos depois tentou empurrar o partido para que fizesse oposição ao governador, mas o presidente do PSB no estado, Luciano Leitoa, prefeito de Timon, impediu. Rocha mudou de casa. Virou tucano. E Leitoa vê animadamente o flerte do governador com os pessebistas.

Um aliado conta que, se resolver trocar de partido, não será agora, mas só depois da eleição municipal de 2020. E que Dino gostaria de deixar amarrado o apoio do PCdoB a uma eventual candidatura. No PSB, há céticos. Os comunistas aliaram-se ao PT em todas as eleições presidenciais depois da ditadura militar. Em 2018, eram vice na chapa de Fernando Haddad.

“O governador não fala de forma conclusiva nem que é candidato a presidente nem que quer entrar no PSB”, afirma Siqueira. “É bom a gente ir conversando, pra conhecer as ideias dele, mas a eleição de 2022 está longe e temos vários problemas para enfrentar hoje, como o desemprego, o desmonte social, a economia que não cresce, a venda de empresas estratégicas.”

Dino não quer se arriscar a trocar o PCdoB pelo PSB sem a garantia de ser lançado à Presidência. Os pessebistas têm outra carta na manga. O ex-juiz Joaquim Barbosa filiou-se em 2018 para concorrer, mas logo desistiu. Sentiu não ter apoio de dirigentes importantes. Agora tem participado da vida partidária interna, de forma discreta.

Sem a garantia de que seria candidato pelo PSB, Dino tenta deixar uma outra porta partidária aberta, a do PDT. Aqui, porém, há enrosco também. Ciro Gomes disputou o Palácio do Planalto em 2018 e dá sinais de que quer ser presidenciável pedetista mais uma vez.

Vice-presidente do PSB convida Flávio Dino para disputar presidência pelo partido

O governador foi convidado por Carlos Amastha para filiar-se ao PSB e entrar na disputa pela presidência da República em 2022

O governador Flávio Dino (PCdoB) esteve em Palmas para participar do 18º Fórum de Governadores da Amazônia Legal e encontrou o ex-prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PSB), vice-presidente do PSB nacional.

O governador foi convidado por Carlos Amastha para filiar-se ao PSB e entrar na disputa pela presidência da República em 2022. Amastha fez questão de fazer um vídeo com o governador Flávio Dino. “Quero ratificar o convite para ingressar no PSB e ser nosso candidato a presidente da República. Vai ser com muita honra e com muito orgulho”, afirmou.

Em tom descontraído, Flávio Dino elogiou foi cauteloso: “Amigo de muitos anos, prefeito Amastha que fez uma gestão reconhecida nacionalmente e hoje é vice-presidente nacional do PSB e honra especialmente a mim. Como diz a Bíblia, livro de Eclesiastes, capítulo 3, ‘há tempo para tudo debaixo do céu’”, afirmou.

Deputados de PROS, PSB e Podemos são os que menos seguem orientações do partido em votações

O PROS tem a maior taxa de infidelidade no período

G1

Os deputados do PROS, do Podemos e do PSB foram os que menos seguiram as orientações das lideranças ou dos blocos partidários em votações nominais da Câmara. É o que aponta um levantamento do G1 com os dados de todas as votações nominais na Câmara dos Deputados de 1º de fevereiro a 12 de julho de 2019.

O PROS tem a maior taxa de infidelidade no período: 23,3% dos votos dos deputados da sigla foram diferentes da orientação do líder ou do bloco partidário. Em seguida, Podemos e PSB registram taxas de 19,6% e 19,1%, respectivamente.

Por outro lado, os partidos Novo, PCdoB e PSOL têm as menores taxas de infidelidade – ou seja, os deputados registram maior disciplina às orientações. No Novo, por exemplo, apenas um voto contrariou a indicação do líder. Os votos corresponderam à orientação em 99,9% (Novo), 97,7% (PCdoB) e 95,9% (PSOL) das situações.

O levantamento do G1 analisou também o posicionamento dos deputados de acordo com as orientações do governo. PSOL, PT e PCdoB foram os partidos que tiveram posicionamentos mais divergentes em relação às orientações do Palácio do Planalto.

A bancada do PSOL se manifestou de forma igual ao Planalto em 144 dos 905 votos dos deputados no plenário da Câmara. É a menor taxa de governismo nos seis meses de atividade (15,9%). Em seguida, o PT e o PCdoB registraram, respectivamente, taxas de 18,4% e 22,5%.

As bancadas de PSL, Novo e PSDB têm as maiores taxas de governismo. O PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, aderiu às orientações do governo em 94,2% dos votos. Os deputados do Novo votaram com o governo em 90,9% dos votos; o PSDB, em 88,3%.

Flávio Dino dialoga com lideranças do PSB

A construção de uma Frente Ampla em defesa do país esteve no centro do diálogo.

O governador Flávio Dino esteve reunido com o ex-governador de São Paulo, Márcio França (PSB) e com o presidente nacional do Partido Socialista Brasileiro, Carlos Siqueira. A construção da Frente Ampla em defesa do país esteve no centro do diálogo.

“Conversamos sobre a frente ampla em defesa do Brasil e sobre projetos no Maranhão.”, afirmou o governador Flávio Dino, em sua conta nas redes sociais.

Nos últimos meses, Flávio Dino reuniu-se com várias lideranças políticas de diferentes espectros ideológicos para tratar sobre a conjuntura política, social e econômica do país. Citado entre os presidenciáveis para 2022, Dino conversou com os ex-presidentes Lula, Fernando Henrique Cardoso e José Sarney. O líder comunista também manteve diálogos com os presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, do Senado, Davi Alcolumbre, além do ex-ministro da Justiça Nelson Jobim.

Para Flávio Dino, a ameaça à democracia do país requer atitude dos setores liberais e sociais-democratas.

“Infelizmente, a democracia brasileira está em perigo. Quando você está diante de uma situação emergencial, é preciso dialogar e unir todas as forças políticas. Defender a Constituição e a democracia não é um dever apenas da esquerda. É preciso que setores liberais e social-democratas, que se convencionou chamar de centro, também estejam em atitude vigilante.”, disse, em recente entrevista ao jornal O Globo.

PSB pede desfiliação de senador

Kajuru deu declarações de apoio ao decreto que flexibiliza o porte e a posse de armas de fogo no país, proposta pelo governo de Jair Bolsonaro

O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, sugeriu ao senador Jorge Kajuru (GO) que se desfilie do partido em função do apoio declarado ao decreto que flexibiliza o porte e a posse de armas de fogo no país, proposto pelo chefe do Executivo federal, Jair Bolsonaro (PSL).

Contrário à proposta do governo, PSB ingressou no Supremo Tribunal Federal (STF) em abril com Ação Direta de Inconstitucionalidade para suspender os efeitos do documento presidencial.

Kajuru disse nas últimas semanas que Siqueira teria lhe dado “independência”, fato desmentido pelo cacique socialista. “Jamais mantivemos conversa dessa natureza, razão pela qual fiquei extremamente surpreso com a afirmação em questão”, justificou em carta.

Siqueira subiu o tom contra o senador. “A prática da fidelidade a seus princípios programáticos é uma tradição, faz parte de nossa cultura, razão pela qual tem havido zelo extremo com a observância de nosso ideário ao longo de nossa história”, disparou.

O presidente da sigla descartou qualquer tipo de apoio ao projeto de Bolsonaro. “O PSB carrega entre seus símbolos a pomba da paz, de Pablo Picasso, porque é uma instituição pacifista desde seu nascedouro, e que, consequentemente, descrê por completo que armar a população civil possa produzir qualquer tipo de solução, mesmo para os fins de segurança”, garantiu.

Lava Jato bloqueia quase R$ 3 bilhões de políticos, partidos e empreiteiras

Todos os atingidos pela decisão são acusados em ação de improbidade administrativa

O Antagonista

O TRF-4 determinou o bloqueio de quase 3 bilhões de reais, do MDB e do PSB, no âmbito da Lava Jato.

A decisão também bloqueia valores e bens do ex-senador Valdir Raupp (MDB); do senador Fernando Bezerra (MDB), atual líder do governo no Senado e do deputado Eduardo da Fonte (PP).

O bloqueio também alcança os espólios de Sérgio Guerra (PSDB) e Eduardo Campos (PSB), além das empresas Queiroz Galvão e Vital Engenharia Ambiental.

Todos os atingidos pela decisão são acusados em ação de improbidade administrativa.