Vice-presidente do PSB convida Flávio Dino para disputar presidência pelo partido

O governador foi convidado por Carlos Amastha para filiar-se ao PSB e entrar na disputa pela presidência da República em 2022

O governador Flávio Dino (PCdoB) esteve em Palmas para participar do 18º Fórum de Governadores da Amazônia Legal e encontrou o ex-prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PSB), vice-presidente do PSB nacional.

O governador foi convidado por Carlos Amastha para filiar-se ao PSB e entrar na disputa pela presidência da República em 2022. Amastha fez questão de fazer um vídeo com o governador Flávio Dino. “Quero ratificar o convite para ingressar no PSB e ser nosso candidato a presidente da República. Vai ser com muita honra e com muito orgulho”, afirmou.

Em tom descontraído, Flávio Dino elogiou foi cauteloso: “Amigo de muitos anos, prefeito Amastha que fez uma gestão reconhecida nacionalmente e hoje é vice-presidente nacional do PSB e honra especialmente a mim. Como diz a Bíblia, livro de Eclesiastes, capítulo 3, ‘há tempo para tudo debaixo do céu’”, afirmou.

Deputados de PROS, PSB e Podemos são os que menos seguem orientações do partido em votações

O PROS tem a maior taxa de infidelidade no período

G1

Os deputados do PROS, do Podemos e do PSB foram os que menos seguiram as orientações das lideranças ou dos blocos partidários em votações nominais da Câmara. É o que aponta um levantamento do G1 com os dados de todas as votações nominais na Câmara dos Deputados de 1º de fevereiro a 12 de julho de 2019.

O PROS tem a maior taxa de infidelidade no período: 23,3% dos votos dos deputados da sigla foram diferentes da orientação do líder ou do bloco partidário. Em seguida, Podemos e PSB registram taxas de 19,6% e 19,1%, respectivamente.

Por outro lado, os partidos Novo, PCdoB e PSOL têm as menores taxas de infidelidade – ou seja, os deputados registram maior disciplina às orientações. No Novo, por exemplo, apenas um voto contrariou a indicação do líder. Os votos corresponderam à orientação em 99,9% (Novo), 97,7% (PCdoB) e 95,9% (PSOL) das situações.

O levantamento do G1 analisou também o posicionamento dos deputados de acordo com as orientações do governo. PSOL, PT e PCdoB foram os partidos que tiveram posicionamentos mais divergentes em relação às orientações do Palácio do Planalto.

A bancada do PSOL se manifestou de forma igual ao Planalto em 144 dos 905 votos dos deputados no plenário da Câmara. É a menor taxa de governismo nos seis meses de atividade (15,9%). Em seguida, o PT e o PCdoB registraram, respectivamente, taxas de 18,4% e 22,5%.

As bancadas de PSL, Novo e PSDB têm as maiores taxas de governismo. O PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, aderiu às orientações do governo em 94,2% dos votos. Os deputados do Novo votaram com o governo em 90,9% dos votos; o PSDB, em 88,3%.

Flávio Dino dialoga com lideranças do PSB

A construção de uma Frente Ampla em defesa do país esteve no centro do diálogo.

O governador Flávio Dino esteve reunido com o ex-governador de São Paulo, Márcio França (PSB) e com o presidente nacional do Partido Socialista Brasileiro, Carlos Siqueira. A construção da Frente Ampla em defesa do país esteve no centro do diálogo.

“Conversamos sobre a frente ampla em defesa do Brasil e sobre projetos no Maranhão.”, afirmou o governador Flávio Dino, em sua conta nas redes sociais.

Nos últimos meses, Flávio Dino reuniu-se com várias lideranças políticas de diferentes espectros ideológicos para tratar sobre a conjuntura política, social e econômica do país. Citado entre os presidenciáveis para 2022, Dino conversou com os ex-presidentes Lula, Fernando Henrique Cardoso e José Sarney. O líder comunista também manteve diálogos com os presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, do Senado, Davi Alcolumbre, além do ex-ministro da Justiça Nelson Jobim.

Para Flávio Dino, a ameaça à democracia do país requer atitude dos setores liberais e sociais-democratas.

“Infelizmente, a democracia brasileira está em perigo. Quando você está diante de uma situação emergencial, é preciso dialogar e unir todas as forças políticas. Defender a Constituição e a democracia não é um dever apenas da esquerda. É preciso que setores liberais e social-democratas, que se convencionou chamar de centro, também estejam em atitude vigilante.”, disse, em recente entrevista ao jornal O Globo.

PSB pede desfiliação de senador

Kajuru deu declarações de apoio ao decreto que flexibiliza o porte e a posse de armas de fogo no país, proposta pelo governo de Jair Bolsonaro

O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, sugeriu ao senador Jorge Kajuru (GO) que se desfilie do partido em função do apoio declarado ao decreto que flexibiliza o porte e a posse de armas de fogo no país, proposto pelo chefe do Executivo federal, Jair Bolsonaro (PSL).

Contrário à proposta do governo, PSB ingressou no Supremo Tribunal Federal (STF) em abril com Ação Direta de Inconstitucionalidade para suspender os efeitos do documento presidencial.

Kajuru disse nas últimas semanas que Siqueira teria lhe dado “independência”, fato desmentido pelo cacique socialista. “Jamais mantivemos conversa dessa natureza, razão pela qual fiquei extremamente surpreso com a afirmação em questão”, justificou em carta.

Siqueira subiu o tom contra o senador. “A prática da fidelidade a seus princípios programáticos é uma tradição, faz parte de nossa cultura, razão pela qual tem havido zelo extremo com a observância de nosso ideário ao longo de nossa história”, disparou.

O presidente da sigla descartou qualquer tipo de apoio ao projeto de Bolsonaro. “O PSB carrega entre seus símbolos a pomba da paz, de Pablo Picasso, porque é uma instituição pacifista desde seu nascedouro, e que, consequentemente, descrê por completo que armar a população civil possa produzir qualquer tipo de solução, mesmo para os fins de segurança”, garantiu.

Lava Jato bloqueia quase R$ 3 bilhões de políticos, partidos e empreiteiras

Todos os atingidos pela decisão são acusados em ação de improbidade administrativa

O Antagonista

O TRF-4 determinou o bloqueio de quase 3 bilhões de reais, do MDB e do PSB, no âmbito da Lava Jato.

A decisão também bloqueia valores e bens do ex-senador Valdir Raupp (MDB); do senador Fernando Bezerra (MDB), atual líder do governo no Senado e do deputado Eduardo da Fonte (PP).

O bloqueio também alcança os espólios de Sérgio Guerra (PSDB) e Eduardo Campos (PSB), além das empresas Queiroz Galvão e Vital Engenharia Ambiental.

Todos os atingidos pela decisão são acusados em ação de improbidade administrativa.

Oposição avalia que não é hora para pedir impeachment de Bolsonaro

Os dirigentes que fazem parte do Fórum dos Partidos de Oposição decidiram também que vão acompanhar os desdobramentos da crise no governo e as manifestações de rua

Dirigentes dos cinco principais partidos da oposição – PT, PSB, PCdoB, PDT e PSOL – avaliaram que não é o momento de pedir o impeachment do presidente Jair Bolsonaro. Segundo eles, que se encontraram na quarta-feira (22), não existe motivo formal para o afastamento, apesar do desgaste sofrido pelo governo em apensas cinco meses de gestão. “Não é hora de tomarmos nenhuma iniciativa neste sentido. O terreno é o da luta política com mobilizações e ações conjuntas no Congresso”, disse o presidente do PSOL, Juliano Medeiros.

No PT, sobretudo, a ordem é para não repetir com o atual governo o “golpe” contra a presidente afastada Dilma Rousseff. Em reunião de avaliação dos cenários políticos, na semana passada, dirigentes do PT chegaram a questionar se a possibilidade de o vice-presidente Hamilton Mourão assumir é melhor do que a permanência de Bolsonaro. De Curitiba, onde está preso, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ordenou que o partido intercale os ataques a Bolsonaro com propostas para a geração de empregos e recuperação da economia.

Os dirigentes que fazem parte do Fórum dos Partidos de Oposição decidiram também que vão acompanhar os desdobramentos da crise no governo e as manifestações de rua marcadas para os dias 26 (em favor de Bolsonaro) e 30 (contra os cortes do governo na educação) antes de decidirem os próximos passos. “A depender dos desdobramentos, a gente volta a se reunir”, disse Juliano.

Além dele, participaram do encontro os presidentes do PT, Gleisi Hoffmann; PSB, Carlos Siqueira; PDT, Carlos Lupi e o vice-presidente do PCdoB, Walter Sorrentino. Nenhum deles chegou a colocar em pauta o pedido de impeachment de Bolsonaro, mas o assunto foi tratado em função da pressão feita pelas bases das legendas de centro-esquerda. Por meio das redes sociais, militantes têm cobrado uma postura mais incisiva dos partidos. Nas manifestações do dia 15 em defesa da educação, o grito “fora Bolsonaro” foi ouvido em diversas cidades.

O Antagonista: Flávio Dino 2022

Parte da esquerda vê Dino como alguém “moderado e capaz de falar para fora do gueto” e com potencial para unir as forças progressistas no Nordeste e fora dele

Flávio Dino, governador do Maranhão em segundo mandato, é pré-candidato à Presidência da República. O Antagonista apurou que ele deixará seu atual partido, o PCdoB, para tentar o voo para o Planalto em 2022.

Há duas possibilidades: Se Ciro Gomes não quiser ser candidato, o PDT oferecerá a vaga a Dino. Se Ciro for tentar mais uma vez, Dino poderia ser acolhido pelo PSB.

Parte da esquerda vê Dino como alguém “moderado e capaz de falar para fora do gueto” e com potencial para unir as forças progressistas no Nordeste e fora dele.

Partidos apoiam Bira do Pindaré, Helena Duailibe e Neto Evangelista na disputa pela prefeitura de São Luís

A disputa já conta com vários pré-candidatos, mas três postulantes já contam com o apoio de suas legendas

Mesmo com 17 meses para a eleição de 2020, a disputa pela prefeitura de São Luís já começa a ganhar contornos de como será a sucessão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT). A disputa já conta com vários pré-candidatos, mas três postulantes já contam com o apoio de suas legendas.

O deputado federal Bira do Pindaré já trabalha seu projeto para 2020 e conta com o apoio do presidente nacional de sua legenda, Carlos Siqueira, que já afirmou que ele é prioridade do PSB. Helena Dualidade também conta com o apoio do Solidariedade. O presidente estadual, Simplício Araújo, reafirmou o nome da médica na disputa. Dá mesma forma, o deputado estadual Neto Evangelista que, recentemente, assumiu o diretório do DEM em São Luís e tem declarações de apoio do presidente estadual da legenda, Juscelino Filho.

PSB lança pré-candidatura de Bira do Pindaré à Prefeitura de São Luís

Bira do Pindaré é advogado, sindicalista, já foi deputado estadual por dois mandatos e atualmente exerce seu primeiro mandato como deputado federal

O Partido Socialista Brasileiro (PSB) iniciou o debate sobre as eleições de 2020 em São Luís e foi o primeiro a lançar um nome para a disputa. O presidente da legenda, Carlos Siqueira, confirmou o lançamento da pré-candidatura do deputado federal Bira do Pindaré. O anúncio foi feito após uma reunião ocorrida em Brasília.

“O presidente do PSB-MA e integrante da Executiva Nacional, o prefeito de Timon, Luciano Leitoa, esteve na sede do partido, em Brasília, nesta manhã. Tratamos da conjuntura política e da futura candidatura do deputado federal, Bira do Pindaré, à Prefeitura de São Luís”, escreveu Siqueira em sua conta no Twitter.

Encontro do presidente do PSB-Maranhão, Luciano Leitoa e do presidente nacional da legenda, Carlos Siqueira

Bira do Pindaré é advogado, sindicalista, já foi deputado estadual por dois mandatos e atualmente exerce seu primeiro mandato como deputado federal. Já foi candidato a senador em 2010 e obteve a expressiva votação de mais de 500 mil votos.

O deputado é um dos possíveis nomes do grupo do governador Flávio Dino (PCdoB) que conta ainda com outros nomes. Bira já articula o apoio do PT e pode largar na frente para ser o escolhido do governador.