Irritado com denúncias, Castelo manda repórter procurar atual gestão

Com respostas muito ríspidas, ex-prefeito disse que falará com a Imprensa somente em coletiva


O ex-prefeito de São Luís, João Castelo, irritou-se extremamente ao ser abordado por uma equipe da TV Difusora, na manhã desta segunda-feira (28), no Aeroporto Cunha Machado, quando desembarcava de um voo da TAM, procedente do Rio de Janeiro. Provocado sobre  denúncias feitas contra a sua gestão, ele se pronunciou em tom bastante ríspido e trocou “farpas” com o repórter.


Diante de várias denúncias sobre a sua gestão, o repórter Eduardo Ericeira lhe perguntou sobre a Saúde. Fazendo ouvido mercador, o tucano então respondeu interrogando e afirmando ao mesmo tempo. “A saúde? A minha saúde está ótima, está ótima”, disse.


Eduardo Ericeira então corrigiu: “Não, não é a sua saúde, a pergunta é sobre a Saúde de São Luís e por conta de várias denúncias na sua gestão”. Intrigante mesmo foi a resposta de Castelo: “Pergunta para quem está cuidando da Prefeitura, que eles te explicam”.


Visivelmente incomodado com as perguntas do repórter, Castelo disse que não estava a fim de falar de política naquele momento em que chegava a São Luís, após quase um mês de afastamento, segundo ele, para cuidar da própria saúde.


Castelo disse que irá convocar toda a Imprensa para uma coletiva em dia e local ainda a serem divulgados. O vídeo, postado no Youtub, invadiu as redes sociais e foi um dos assuntos mais comentados pelos internautas

Decisão liminar suspende depoimentos do ‘Caso Décio Sá’


Foto/Reprodução G1 Maranhão: audiência foi suspensa
Uma liminar concedida pelo desembargador Raimundo Nonato de Sousa suspendeu os depoimentos das testemunhas de acusação do ‘Caso Décio Sá’. As chamadas ‘oitivas’ foram iniciadas nesta segunda-feira (28), no Fórum Desembargador Sarney Costa, no bairro Calhau, em São Luís. 

De acordo com informações da Corregedoria Geral de Justiça (CGJ-MA), os depoimentos serão retomados somente após ser apreciado o mérito da liminar.

Até o momento em que houve a decisão do desembargador, foram tomados os depoimentos de três testemunhas: a esposa do jornalista, assassinado a tiros, em um bar da Avenida Litorânea, orla de São Luís, no dia 23 de abril de 2012; e de mais duas mulheres que teriam visto o acusado de cometer o crime, Jhonatan de Sousa Silva, fugir após o ato.
A liminar foi solicitada pelo advogado Aldenor Rebouças, que atua na defesa do também advogado Ronaldo Henrique dos Santos Ribeiro. No habeas corpus, Rebouças alega ter sofrido constrangimento ilegal por parte do juiz Márcio Brandão, que presidiu as oitivas em virtude das férias da magistrada Ariane Mendes Pinheiro, titular da 1ª Vara do Tribunal do Júri.

O advogado alegou não ter conseguido acesso ao “conteúdo das interceptações telefônicas para a confecção da denúncia” formulada pelo Ministério Público. Em outro trecho do pedido de liminar, o advogado utiliza justamente as férias da titular da 1ª Vara para suspender as audiências, muito embora Márcio Brandão, juiz auxiliar da capital, esteja atuando há alguns meses como auxiliar na 1ª Vara do Tribunal do Júri.

De todos os acusados, somente dois não compareceram à audiência nesta segunda-feira. São eles: Shirliano Graciano de Oliveira que está foragido e José Raimundo Sales Chaves Júnior, conhecido como Júnior Bolinha, que justificou a ausência devido a problemas de saúde.

Companhias aéreas desprezam passageiros; GOL agora vende comida a bordo


Empresas brasileiras estão deixando, cada vez mais, de “agradar” clientes.  Lanches, que já haviam perdido a qualidade há algum temo, agora começam a desaparecer



Lanches superfaturados são vendidos em voos da GOL
Ao invés dos saudosos sanduíches quentes gratuitos, sempre acompanhados de suco ou refrigerante, os comissários da companhia aérea GOL agora abordam os passageiros com uma tabela de preços e produtos superfaturados para quem quiser consumir durante os voos. Isso tudo com passagens cada vez mais caras e mascaradas de “promoção”.


A extinção do lanche gratuito nos voos já vinha sendo pré-anunciada há algum tempo. E começou com a perda da qualidade dos produtos oferecidos a bordo. Conhecida por seus deliciosos sanduíches, a TAM vem substituindo esse item por industrializados enjoativos que obrigam, muitas das vezes, passageiros a recusarem a oferta.


Precisei fazer uma viagem rápida a Brasília, na semana passada, pela Gol e pude comprovar a “nova política” da companhia, que considero um grande retrocesso para a relação empresa/consumidor.  O desrespeito começa pelos preços dos produtos vendidos a bordo. Quase tudo superfaturado. Isso já vem acontecendo desde março do ano passado, e quem quiser que compre.


Preços superfaturados – Um comissário me apresentou uma tabela de preços, onde um saco pequeno de batata  e um refrigerante custavam, cada um, R$ 5,00; um sanduíche, que mais tinha cara de misto quente mequetrefe, por R$ 15,00, somando tudo R$ 25,00. Pensei com os meus botões: “desse jeito é melhor trazer a marmita de casa”. Se fôssemos ao supermercado para montar o kit, não gastaríamos nem a metade deste valor.


Quem viaja de avião está acostumado com os agrados que eram habituais, nem que fosse uma bala de caramelo. Acredito que o “mimo” faz o diferencial, mas parece que os empresários da área estão esbanjando faturamento a ponto de desprezar mesmo os clientes.


Enquanto isso, o preço das passagens está, cada vez, mais alto. Seria bom que os clientes reagissem a esse processo de extinção do lanche gratuito, trazendo já algo para comer no avião, mas comprado fora,  numa espécie de repúdio a essa nova política de desprezo adotada por algumas companhias aéreas. A sugestão é cada um chegando com a sua marmita mesmo. Assim, eles não teriam pra quem vender.


Com essa, eu só pego agora voo da Gol se for de graça, porque “de graça, até injeção na testa”, ou em último caso, se for o jeito mesmo…

Mau tempo fecha aeroporto de Imperatriz

Devido a um mau tempo no aeroporto de Imperatriz/MA, o voo JJ 3573 da TAM (São Luiz/MA – Imperatriz/MA) alternou para Teresina/PI nesta segunda-feira (28).

O aeroporto permaneceu fechado durante o mau tempo, nas primeiras horas desta segunda. A medida de segurança terminou gerando transtornos a alguns passageiros e companhias aéreas.

Segundo a companhia TAM, os passageiros do voo São Luís/Imperatriz receberam a devida assistência.

Entre os vôos da TAM, que operam fora do horário previsto, a média de espera é de 12 minutos na malha doméstica, com 01% com espera acima de 31 minutos. 

Já na malha internacional, a média é de 06 minutos com 0% dos voos operando com espera acima de 31 minutos.

Fonte: Portal da TAM