Datafolha: Bolsonaro vai a 32% e abre 11 pontos de vantagem para Haddad

A pesquisa Datafolha ouviu 3.240 pessoas durante o dia nesta terça-feira (2)

Nova pesquisa Datafolha mostra que Jair Bolsonaro (PSL) cresceu 4 pontos porcentuais em relação à última sexta-feira 28 e lidera a corrida presidencial com 32% das intenções de voto, onze pontos a mais que o segundo colocado, Fernando Haddad (PT), que oscilou negativamente em um ponto e agora aparece com 21%.

Em terceiro, Ciro Gomes (PDT) se manteve com 11%, seguido por Geraldo Alckmin (PSDB), que caiu um ponto, dentro da margem de erro, e agora tem 9%. O resultado da pesquisa foi divulgado pelo jornal Folha de S.Paulo, que contratou o levantamento em parceria com a TV Globo.

Marina Silva, da Rede, tem 4% e João Amoêdo (Novo), 3%. Henrique Meirelles (MDB), Alvaro Dias (Podemos) e Cabo Daciolo (Patriota) aparecem com 2% cada. Guilherme Boulos (PSOL), João Goulart Filho (PPL), José Maria Eymael (DC) e Vera Lúcia (PSTU) não pontuaram. Brancos, nulos e indecisos somam 13%.

Segundo turno

De acordo com o Datafolha, Bolsonaro estaria em empate técnico com todos os adversários mais cotados para enfrentá-lo no segundo turno. Com Haddad, o presidenciável do PSL conseguiu reverter a desvantagem – ele perdia de 45% a 39% – e agora está numericamente à frente, com 44% contra 42% do ex-prefeito de São Paulo. Brancos, nulos e indecisos seriam 14%.

Na simulação contra Ciro Gomes, que era quem possuía a maior vantagem contra o líder do primeiro turno, a diferença caiu de dez (48% a 38%) para quatro pontos (46% a 42%), agora no limite da margem de erro de dois pontos percentuais, também configurando um empate. Brancos, nulos e indecisos seriam 12%.

Se enfrentasse Geraldo Alckmin, a vantagem de intenção de voto seria do tucano, com 43%, contra 41% do capitão da reserva. Brancos, nulos e indecisos somariam 16%.

O instituto também mediu eventuais disputas entre Ciro e Alckmin (41% a 37%, com 21% indecisos) e entre Alckmin e Haddad (43% a 36%, com 21% indecisos).

Rejeição

Segundo o instituto, a rejeição a Haddad saltou 9 pontos porcentuais, passando de 32% para 41%. Bolsonaro segue endo o candidato mais rejeitado, desaprovado por 45% do eleitorado, 1 ponto a menos que no último levantamento.

Marina tem rejeição de 30%, Alckmin, de 24%, Ciro, 22%, Meirelles e Boulos, 15%, Cabo Daciolo, 14%, Alvaro Dias e Vera Lúcia, 13%, Eymael e Amoêdo, 12% e João Goulart Filho, 11%.

A pesquisa Datafolha ouviu 3.240 pessoas durante o dia nesta terça-feira, 2. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no TSE sob a identificação BR-03147/2018

Denúncias podem complicar Roseana Sarney e Maura Jorge no debate da TV Mirante

Resta saber se as duas vão se livras das ‘saias justas’ ou se vão titubear ao vivo e a cores para todo o Maranhão

No debate que será realizado hoje (2) à noite pela TV Mirante, a candidata Roseana Sarney (MDB) provavelmente será convocada a explicar como a gráfica que imprime o jornal da sua família foi contratada para confeccionar material calunioso contra os candidatos ao Senado Eliziane Gama (PPS) e Weverton Rocha (PDT).

As publicações foram impressas na gráfica do jornal O Estado do Maranhão e a mando de um aliado do irmão de Roseana, Sarney Filho (PV), que aparece em queda nas pesquisas de intenção de voto ao Senado.

A candidata Maura Jorge (PSL) também deverá enfrentar forte pressão no debate. Maura terá que se defender da denúncia de que teria contratado funcionária fantasma quando era deputada estadual. A empregada doméstica Gercina Vieira contou ao Jornal Pequeno que foi vítima de um golpe de Maura Jorge e ficou impossibilitada de se aposentar ao descobrir que seu nome foi usado, sem o seu consentimento, para lotar u uma funcionária fantasma no gabinete de Maura. No esquema, quase R$ 200 mil foram desviados.

Resta saber se as duas vão se livras das ‘saias justas’ ou se vão titubear ao vivo e a cores para todo o Maranhão.

Mulheres do #EleNão favoreceram Bolsonaro, diz diretor da Paraná Pesquisas

De acordo com o instituto, o ex-capitão do Exército subiu seis pontos entre as mulheres após o movimento de sábado (29)

O diretor-presidente da Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo, disse que o movimento de mulheres #EleNão favoreceu a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL).

A declaração de Hidalgo à coluna Radar, da Veja, se deu no contexto da pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (1). De acordo com o instituto, o ex-capitão do Exército subiu seis pontos entre as mulheres após o movimento de sábado (29).

“O tiro saiu pela culatra. Houve uma reação conservadora ao que as pessoas viram na TV e em suas timelines”, opinou Hidalgo.

UOL: Roseana perde força e pode ter derrota inédita no 1º turno

Roseana Sarney (MDB) pode perder a disputa eleitoral no Maranhão

UOL

A menos de uma semana das eleições, Roseana Sarney, que foi governadora do Maranhão por quatro vezes e chegou a ser cotada para ser presidente no início do século, pode ser derrotada pela primeira vez em um primeiro turno. Segundo a última pesquisa Ibope, divulgada no dia 19 de setembro, a candidata do MDB ao governo do Maranhão está em segundo lugar, com 32% das intenções de voto totais. Ela está atrás do atual governador e adversário do clã Sarney, Flávio Dino (PCdoB), que possui 49%.

O levantamento indica que Dino tem chances de se reeleger já no primeiro turno, pois ele tem 55% dos votos válidos, quando são retirados da contagem os votos brancos e nulos, que somaram 12% na última pesquisa. Nos votos válidos, o percentual de Roseana vai a 36% das intenções de voto.

Ainda assim, o instituto pesquisou o cenário para um eventual segundo turno entre os dois rivais. O candidato do PCdoB fica com 54% e a representante do clã Sarney, 37%. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

Se confirmadas as pesquisas, Roseana pode sofrer a sua segunda derrota nas urnas, mas a primeira em um primeiro turno. Em 1994, ela venceu Epitácio Cafeteira por 18.060 votos no segundo turno, obtendo 50,61% dos votos válidos, sendo a primeira mulher a governar o estado. Quatro anos depois, a então governadora pelo PFL foi reeleita no primeiro turno, com 66,01% dos votos válidos.

Com a popularidade em alta, Roseana chegou a ser lançada como pré-candidata à Presidência em 2002, mas teve de retirar a candidatura em março daquele ano, após uma operação da Polícia Federal ter apreendido R$ 1,3 milhão na sede da construtora Lunus, em São Luís. A empresa, de propriedade de Roseana e do marido dela, Jorge Murad, tornou-se o epicentro de uma crise política que modificou os rumos da campanha. Mesmo assim, ela se candidatou ao Senado e foi eleita.

Em 2006, a primeira derrota da carreira política. Ela foi superada por Jackson Lago (PDT) por 97.874 votos de diferença no segundo turno. Porém, Lago teve o mandato cassado em 2009 por abuso de poder político e econômico nas eleiçôes e Roseana assumiu o governo. Em 2010, ela foi reeleita, vencendo inclusive Flávio Dino, seu adversário que é apontado pelas pesquisas como possível vitorioso no primeiro turno deste ano.

Oito anos atrás, a briga entre o PCdoB e o clã Sarney era bem diferente. Em 2010, Roseana venceu o pleito no estado, com 50,08% dos votos válidos ainda no primeiro turno. Dino ficou em segundo lugar, com 29,48%, de acordo com o TSE. Naquele ano, a candidata do MDB conseguiu a maioria dos votos na capital e na grande São Luiz, além do interior do estado – Dino venceu apenas em duas cidades do interior.

Primogênita do ex-presidente José Sarney, que abandonou a vida pública após ficar quase 60 anos no poder, Roseana recebeu R$ 8 milhões do MDB para a campanha – o pai, que convocou a filha para disputar as eleições, doou R$ 95 mil para a campanha. Até agora, segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), mais de R$ 5,6 milhões já foram gastos, e a candidatura não decolou.

Segundo a professora Ilse Gomes, do departamento de Ciência Política da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), há duas explicações para o desempenho da ex-governadora. “Roseana se desgastou muito nas últimas gestões, e a família Sarney não conseguiu apresentar uma liderança alternativa”, explicou.

Hoje a taxa de rejeição da candidata (40%) é a maior entre os postulantes ao governo, segundo o Ibope. O atual governador é o segundo na lista, com 22%.

Para Ilse, esse índice é fruto de dois aspectos: a escolha da família em apoiar o governo Temer e o trabalho de Dino em diminuir a força do clã nos redutos eleitorais da família com programas de assistência social: os municípios mais pobres do Maranhão.

Mas o eleitor típico de Roseana ainda parece vir de lá, segundo o Ibope. Ele mora fora da capital, tem entre 45 e 54 anos, ganha até um salário mínimo, tem até a quarta série do ensino fundamental, declara ser negro ou pardo e e possui a religião católica.

Outro ponto, salienta Ilse Gomes, é que os candidatos do Nordeste que apoiaram o ex-presidente Lula (PT)tiveram uma disparada nas pesquisas de intenção de voto.

Ibope: Bolsonaro cresce entre mulheres, pobres e ricos; Haddad sobe no Nordeste

A última pesquisa Ibope entrevistou 3.010 eleitores em 208 municípios de 29 a 30 de setembro

A última pesquisa Ibope para a Presidência, divulgada nesta segunda-feira (1º) , mostrou que o candidato Jair Bolsonaro ( PSL) passou de 27% das intenções de votos, registrados na semana anterior, para 31%. Os dados completos da amostra apontam para um aumento significativo dele entre as mulheres e entre os eleitores mais pobres (que ganham até um salário mínimo) e mais ricos (acima de cinco salários mínimo). Fernando Haddad ( PT) , por sua vez, que ficou estagnado com 21% no levantamento, cresceu apenas no Nordeste.

Entre as mulheres, Bolsonaro cresceu de 18% para 24%, já Haddad oscilou negativamente de 21% para 20%. A pesquisa foi feita entres os dias 29 e 30 de setembro, fim de semana marcado por protestos de milhares de mulheres em mais de cem cidades contra Bolsonaro. Houve também manifestações a favor dele.

A pesquisa é também a primeira do Ibope realizada após a reportagem da revista “Veja” mostrar que Ana Cristina, ex-mulher de Bolsonaro, relatou que o presidenciável agia com “desmedida agressividade” durante processo judicial em que o político disputava a guarda do filho. Dias antes, reportagem do jornal “Folha de S.Paulo” mostrou que a ex afirmou a um funcionário da embaixada do Brasil na Noruega ter sido ameaçada de morte por ele.

Bolsonaro cresce entre ricos e pobres

O capitão reformado do Exército subiu nas pesquisas também entre os mais pobres e os mais ricos. O crescimento entre os que ganham até um salário mínimo foi de 13% para 19%. Já entre os mais ricos, que ganham mais de cinco salários, a alta foi de 40% para 46%.

Bolsonaro também teve alta entre os mais jovens e mais velhos. Ele cresceu de 24% para 31% entre os eleitores de 16 a 24 anos. Entre as pessoas com 55 anos ou mais, Bolsonaro passou de 21% para 28%.

Ele teve ainda o seu maior crescimento entre os eleitores com ensino superior, com alta de 31% para 40% das intenções de votos. No mesmo segmento, Haddad passou de 18% para 14%.

Haddad sobe para 35% no Nordeste

De todos os segmentos, Haddad supera Bolsonaro apenas entre os menos escolarizados, entre os mais pobres e entre os nordestinos.

O único cenário em que o petista cresceu foi no Nordeste, onde os dois aumentaram as intenções de votos. Haddad passou de 30% para 35% e Bolsonaro, de 15% para 21%.

Haddad tem 26% das intenções de votos das pessoas com até a 4ª série completa contra 19% de Bolsonaro. Quem ganha até um salário mínimo também prefere o petista. Haddad tem 26% contra 19% de Bolsonaro.

Foram entrevistados 3.010 eleitores em 208 municípios de 29 a 30 de setembro. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança da pesquisa é de 95%. O registro no TSE é o BR- 08650/2018.

Bolsonaro dispara entre os mais pobres

Bolsonaro subiu de 13% para 19% entre os mais pobres, segundo o Ibope

O Antagonista

Jair Bolsonaro disparou entre os mais pobres – aqueles com renda de até um salário mínimo.

Ele subiu de 13% para 19%, segundo o Ibope.

Ao mesmo tempo, Fernando Haddad perdeu dois pontos junto a esse eleitorado, considerado cativo pelo PT.

Há quase um empate técnico entre os dois.

Vitória de Flávio Dino no primeiro turno com 62% é confirmada pela Econométrica

A pesquisa foi feita entre os dias 27 e 30 de setembro, com 1.411 entrevistados em todas as regiões do Maranhão

A nova pesquisa Econométrica, divulgada nesta segunda-feira (1), mostra que o governador Flávio Dino está consolidado em primeiro lugar na corrida eleitoral, com ampla vantagem sobre a segunda colocada. Flávio aparece com 61,9% dos votos válidos.

É mais que o dobro de Roseana Sarney, que tem 29,9% das intenções de voto. Em seguida, vêm Maura Jorge (5,3%), Roberto Rocha (2,5%), Ramon Zapata (0,4%) e Odívio Neto (0,1%).

Senado

Para o Senado, os dois candidatos de Flávio Dino lideram com boa vantagem sobre os demais concorrentes. Neste ano, o eleitor vota em dois senadores.

Weverton Rocha tem 33,1% das intenções totais de voto, e Eliziane Gama aparece com 30%.

Atrás deles estão Sarney Filho, com 23,5%, e Edison Lobão, com 23,1%. A lista ainda tem Zé Reinaldo (9,8%), Alexandre Almeida (5,7%), Samuel Campelo (1,7%), Iêgo Brunno (1,3%), Preta Lú (1,1%), Saulo Arcangeli (0,8%) e Saulo Pinto (0,5%).

Brancos e nulos são 17,9%. E 51,5% não souberam responder. A soma total dá 200% porque o eleitor vota em dois senadores.

Registro

A pesquisa foi feita entre os dias 27 e 30 de setembro, com 1.411 entrevistados em todas as regiões do Maranhão. A margem de erro é de 2,6 pontos para mais ou para menos. O levantamento está registrado sob o número MA-01075/2018.

Ibope: Bolsonaro cresce quatro pontos após o #EleNão e o #EleSim

O instituto ouviu 3.010 eleitores entre sábado (29) e domingo (30), dias em que aconteceram as manifestações

O Ibope/Globo divulgou, nesta segunda-feira (1º), o resultado da mais recente pesquisa de intenções de voto na eleição presidencial, que evidenciou o crescimento de quatro pontos percentuais do presidenciável Jair Bolsonaro, após os movimentos #EleSim e #EleNão. O instituto ouviu 3.010 eleitores entre sábado (29) e domingo (30), dias em que aconteceram as manifestações.

Segundo o Ibope, Bolsonaro agora vence a candidata Marina Silva e empata com o petista Fernando Haddad nas simulações de segundo turno. Na pesquisa anterior, ele perdia para ambos no segundo turno.

A pesquisa também mostra que a rejeição de Fernando Hadad, candidato do PT, aumentou, após o #EleNão.

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Os resultados foram os seguintes:

Jair Bolsonaro (PSL): 31%
Fernando Haddad (PT): 21%
Ciro Gomes (PDT): 11%
Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
Marina Silva (Rede): 4%
João Amoêdo (Novo): 3%
Alvaro Dias (Podemos): 2%
Henrique Meirelles (MDB): 2%
Cabo Daciolo (Patriota): 1%
Guilherme Boulos (PSOL): 0%
Vera Lúcia (PSTU): 0%
Eymael (DC): 0%
João Goulart Filho (PPL): –
Branco/nulos: 12%
Não sabe/não respondeu: 5%

Em relação ao levantamento anterior do instituto, divulgado na quarta-feira (26):

Bolsonaro passou de 27% para 31%;
Haddad se manteve com 21%;
Ciro oscilou de 12% para 11%;
Alckmin se manteve com 8%;
Marina foi de 6% para 4%;

Os indecisos foram de 7% para 5% e os brancos ou nulos, de 11% para 12%.

Rejeição

O Instituto também perguntou: “Dentre estes candidatos a Presidente da República, em qual o (a) sr. (a) não votaria de jeito nenhum? Mais algum? Algum outro?”.

Neste levantamento, portanto, os entrevistados podem citar mais de um candidato. Por isso, os resultados somam mais de 100%.

Os resultados foram:
Bolsonaro: 44%
Haddad: 38%
Marina: 25%
Alckmin: 19%
Ciro: 18%
Meirelles: 10%
Cabo Daciolo: 10%
Eymael: 10%
Boulos: 10%
Vera: 9%
Álvaro Dias: 9%
Amoêdo: 8%
João Goulart Filho: 7%
Poderia votar em todos: 2%
Não sabe/não respondeu: 6%

Simulações de segundo turno

Ciro 45X% x 39% Bolsonaro(branco/nulo: 13%; não sabe: 3%)

Alckmin 42% x 39% Bolsonaro(branco/nulo: 17%; não sabe: 3%)

Haddad 42% x 42% Bolsonaro(branco/nulo: 14%; não sabe: 3%)

Bolsonaro 43% x 38% Marina(branco/nulo: 17%; não sabe: 2%)

Sobre a pesquisa

A pesquisa Ibope ouviu 3.010 eleitores em 208 municípios, entre os dias 29 e 30 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR- 08650/2018 e foi contratada pela TV Globo e O Estado de S.Paulo