Pesquisa Datafolha para presidente: Bolsonaro, 35%; Haddad, 22%; Ciro, 11%; Alckmin, 8%; Marina, 4%

O DataFolha entreviatou 10.930 eleitores em 389 municípios entre os dias 3 e 4 de outubro

O Datafolha divulgou nesta quinta-feira (4) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial. A pesquisa ouviu 10.930 eleitores nesta quarta-feira (3) e na quinta (4). Segundo o Datafolha, Jair Bolsonaro, do PSL, manteve o crescimento e atingiu 35%. Fernando Haddad, do PT, ficou estável.

Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:

Jair Bolsonaro (PSL) tem 35%; Fernando Haddad (PT) tem 22%; Ciro Gomes (PDT) tem 11%;Geraldo Alckmin (PSDB) tem 8%; Marina Silva (Rede) tem 4%; João Amoêdo (Novo) tem 3%; Alvaro Dias (Podemos) tem 2%; Henrique Meirelles (MDB) tem 2%; Cabo Daciolo (Patriota) tem 1%; Guilherme Boulos (PSOL) tem 0%; Vera Lúcia (PSTU) tem 0%; João Goulart Filho (PPL) tem 0%; Eymael (DC) tem 0%.

Branco/nulos somaram 6%. Não sabe/não respondeu somaram 5%.

Acima, nos votos totais, são considerados os votos brancos e nulos e o percentual dos eleitores que se declaram indecisos. Em relação ao levantamento anterior do instituto, divulgado na terça-feira (2):

Bolsonaro passou de 32% para 35%; Haddad foi de 21% para 22%; Ciro se manteve com 11%; Alckmin foi de 9% para 8%; Marina se manteve com 4%.

Os indecisos se mantiveram em 5% e os brancos ou nulos foram de 8% para 6%.

Votos válidos

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Os números são:

Jair Bolsonaro (PSL) tem 39%; Fernando Haddad (PT) tem 25%; Ciro Gomes (PDT) tem 13%; Geraldo Alckmin (PSDB) tem 9%; Marina Silva (Rede) tem 4%; João Amoêdo (Novo) tem 3%; Henrique Meirelles (MDB) tem 2%; Alvaro Dias (Podemos) tem 2%; Cabo Daciolo (Patriota) tem 1%; Guilherme Boulos (PSOL) tem 1%; Vera Lúcia (PSTU) tem 0%; João Goulart Filho (PPL) tem 0%; Eymael (DC) tem 0%.

Rejeição

O Instituto também perguntou: “Em quais desses candidatos você NÃO VOTARÁ de jeito nenhum NO DOMINGO QUE VEM? E qual mais?” Neste levantamento, portanto, os entrevistados podem citar mais de um candidato. Por isso, os resultados somam mais de 100%.

Os resultados foram:

Bolsonaro tem 45%; Haddad tem 40%; Marina tem 28%; Alckmin tem 24%; Ciro tem 21%; Meirelles tem 15%; Boulos tem 14%; Cabo Daciolo tem 14%; Vera Lúcia tem 13%; Alvaro Dias tem 13%; Eymael tem 12%; Amoêdo tem 11%; João Goulart Filho tem 11%.

Rejeita todos/Não votaria em nenhum: 2%. Votaria em qualquer um/Não rejeita nenhum: 2%. Não sabe: 4%

Simulações de segundo turno

Bolsonaro 44% x 43% Haddad (branco/nulo: 10%; não sabe: 2%)

Ciro 48% x 42% Bolsonaro (branco/nulo: 9%; não sabe: 2%)

Alckmin 43% x 42% Bolsonaro (branco/nulo: 13%; não sabe: 2%)

Alckmin 42% x 38% Haddad (branco/nulo: 17%; não sabe: 3%)

O DataFolha entreviatou 10.930 eleitores em 389 municípios entre os dias 3 e 4 de outubro. Margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-02581/2018

Ibope e TV Mirante reconhecem vitória de Flávio Dino no primeiro turno

A pesquisa foi encomendada pela TV Mirante. Margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. O instituto ouviu 1.008 eleitores, entre os dias 2 a 4 de outubro

A TV Mirante divulgou, nesta quinta-feira (4), a última pesquisa do Instituto Ibope em que reconhecem a vitória do governador Flávio Dino (PCdoB) no primeiro turno. A pesquisa tambem aponta vantagem dos candidatos ao Senado Federal, Weverton Rocha (PDT) e Eliziane Gama (PPS).

Na pesquisa estimulada para o governo, considerando todas as intenções de votos, inclusive as respostas dos eleitores que se declaram indecisos ou que votariam em branco ou nulo, Flávio Dino (PCdoB) aparece com 56%. Em segundo lugar aparece Roseana Sarney (MDB), com 30%; Maura Jorge (PSL), com 4%; Roberto Rocha (PSDB), com 2%; Ramon Zapata (PSTU), com 1%; Odívio Neto (PSOL), com 1%

Brancos/nulos somaram 4%, não sabem ou não opinaram 2%.

Em relação ao levantamento anterior, divulgado no dia 19 de setembro. Flávio Dino subiu de 49% para 56%. Roseana Sarney (MDB) caiu de 32% para 30%. Maura Jorge (PSL) passou de 5% para 4%. Roberto Rocha (PSDB) se manteve com 2%. Ramon Zapata (PSTU) passou de 0% para 1%. Odívio Neto (PSOL) passou de 0% para 1%. Brancos/nulos foi de 7% para 4%. Não sabe foi de 5% para 2%

Votos válidos

Considerando apenas os votos válidos, Flávio Dino vence ainda no primeiro turno com 59%. Para calcular esses votos são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto. Veja os índices:

Flávio Dino tem 59%. Em segundo lugar aparece Roseana Sarney com 32%; Maura Jorge tem 5%; Roberto Rocha tem 2%; Ramon Zapata tem 1% e Odívio Neto tem 1%.

A TV Mirante também divulgou os números do Ibope para o Senado Federal. Os números apontam que se a eleição fosse hoje, Weverton e Eliziane seriam eleitos.

Weverton Rocha (PDT) tem 35%; Eliziane Gama (PPS) tem 34%; Sarney Filho (PV) tem 25%; Edison Lobão (MDB) tem 23%; Zé Reinaldo (PSDB) tem 10%; Alexandre Almeida (PSDB) tem 5%; Saulo Pinto (PSOL) tem 4%; Samuel de Itapecuru (PSL) tem 3%; Preta Lú (PSTU) tem 2%; Saulo Arcangeli (PSTU) tem 2%; Iêgo Bruno (PCB) tem 1%

Branco/Nulo – Vaga 1: 12%. Branco/Nulo – Vaga 2: 20%. Não sabem: 24%

A pesquisa foi encomendada pela TV Mirante. Margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos. O instituto ouviu 1.008 eleitores, entre os dias 2 a 4 de outubro. A pesquisa foi registrada no TRE sob o número MA-07570/2018

Milhares de pessoas acompanham Othelino Neto durante caminhada em São Bento

O prefeito Luizinho Barros explicou que o presidente da Assembleia Legislativa sempre colaborou para que as melhorias chegassem ao município

Cerca de 8 mil pessoas participaram de uma caminhada pelas ruas de São Bento , nesta quarta-feira (3). O evento mostrou a força do candidato à reeleição, apoiado pelo prefeito Luizinho Barros .

“Estou muito feliz por fazer parte dessa linda festa na minha querida São Bento, município que já recebeu emendas da minha autoria, que garantiram melhorias em vários setores, como saúde, segurança e infraestrutura. Conto com o apoio de todos para continuar o trabalho por São Bento”, disse Othelino.

Mais apoio a Othelino Neto

O prefeito Luizinho Barros explicou que o presidente da Assembleia Legislativa sempre colaborou para que as melhorias chegassem ao município

O candidato à reeleição, deputado federal Rubens Pereira Jr, também participou do evento e falou sobre a parceria com o deputado. “Eu e Othelino fomos colegas na Assembleia Legislativa e ele sempre foi um político responsável, íntegro, além de ser um homem que cumpre suas obrigações. Juntos garantimos várias emendas para São Bento e ele é peça fundamental para que o Maranhão continue crescendo”, afirmou.

O prefeito Luizinho Barros explicou que o presidente da Assembleia Legislativa sempre colaborou para que as melhorias chegassem ao município. ” O deputado Othelino está conosco desde antes de ser presidente da Assembleia Legislativa e agora ele ajuda o governador Flávio Dino a destinar emendas para vários municípios, sempre lembrando da nossa São Bento. Ele pode contar com o nosso apoio para que esse belo trabalho continue”, acentuou Luizinho Barros.

Sob pressão, PT busca evitar ‘onda Bolsonaro’ com contra-ataque via WhatsApp

Haddad em entrevista coletiva nesta quarta em São Paulo: “É grave o que está acontecendo no WhatsApp”. N. Almeida

El País

O crescimento de Jair Bolsonaro (PSL), de 28% para 32%, e a estagnação de Fernando Haddad (PT)em 21% nas intenções de voto apontados pelo Datafolha desta terça-feira, reforçaram o que o Ibope já havia mostrado um dia antes, mas foram recebidos com surpresa pelo Partido dos Trabalhadores. Até mesmo no Nordeste, onde o PT tem tradicionalmente um eleitorado fiel, e é única região onde Haddad lidera, o capitão reformado cresceu quatro pontos (20%), chegando mais perto dos 36% do ex-prefeito paulistano. No núcleo duro do PT, ninguém esperava por esses números, que interromperam um sentimento de otimismo dentro do partido e fizeram a direção da campanha mudar de rumo a poucos dias do primeiro turno.

Segundo um aliado próximo a Haddad, até os resultados dos levantamentos feitos pelo Ibope e pelo Datafolha serem conhecidos, havia a expectativa de que o presidenciável do PT poderia chegar no segundo turno tecnicamente empatado com Bolsonaro. Nesta semana, essa perspectiva foi abandonada e hoje é dado como certo que o petista avançará em segundo colocado. Dentro do partido, a expectativa é que teto de votos de Haddad na primeira rodada seja de cerca de 25% do eleitorado.

Para tentar estancar o crescimento de Bolsonaro e impulsionar Haddad, o tom propositivo e conciliador que o PT vinha adotando até o momento serão deixados em segundo plano e substituídos por um tom mais agressivo. Até agora, a estratégia petista era em torno de colar a imagem de Haddad, desconhecido para grande parte do eleitorado, à do ex-presidente Lula, preso desde abril acusado de corrupção. Com a mudança de estratégia, o PT passa a usar todo seu arsenal de ataques, até então guardado para o segundo turno. Nesta quarta-feira, o presidenciável passou o dia em São Paulo gravando uma nova leva de programas com o foco na desconstrução de seu principal rival.

Os novos programas vão centrar fogo em Bolsonaro a partir de três eixos. O primeiro, será apresentar Haddad como o candidato que defende os direitos humanos, contra um adversário que faz apologia à tortura e a torturadores. A estratégia também focará em dizer que Bolsonaro ameaça os direitos sociais dos trabalhadores, tanto pelo seu apoio à reforma trabalhista quanto pelas declarações de seu vice, o general da reserva Hamilton Mourão, que criticou o 13° salário.

Há um debate ainda dentro da campanha do PT sobre deixar de lado alguns assuntos que são tidos como prejudiciaispara a candidatura de Haddad. Um deles, é a defesa da convocação de uma Constituinte, algo que tem sido utilizado por adversários para colar no petista a etiqueta de radical de esquerda –a proposta faz parte do programa de Governo. Ele também deve evitar ao máximo o espinhoso tema de um possível indulto ao ex-presidente Lula.

Sem nenhum tempo a perder, parte dessa nova estratégia já foi colocada em prática. Nesta quarta-feira, ao menos três vídeos do PT começaram a ser compartilhados nas redes sociais atacando seu rival. Um deles, diz para o eleitor não votar “em quem sempre votou contra você”, mencionando o Fundo de Combate à Pobreza, votação na qual o deputado Bolsonaro foi o único contra, e a reforma trabalhista, na qual ele votou a favor. Em outro, usa depoimentos de Amélia Teles, ex-presa política, que narra com detalhes as torturas vividas na prisão, comandadas pelo coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, durante a ditadura. Ustra, morto em 2015, foi homenageado por Bolsonaro no dia em que o deputado proferiu seu voto a favor do impeachment de Dilma Rousseff, em 2016. E é, até hoje, idolatrado pela campanha do presidenciável do PSL. “Torturador não pode ser herói”, diz a campanha do PT.

Zap do Lula

Além do ataque, a tática eleitoral do PT investe na defesa. Na avaliação do comitê de Haddad, parte do crescimento de Bolsonaro pode ser explicado pela intensa campanha que aliados do candidato do PSL vem promovendo via WhatsApp, principalmente com posts de cunho conservador nos costumes. Isso pode ter servido, dizem, como uma espécie de reação às manifestações do #EleNão no sábado, a partir de mensagens que associam Haddad ao movimento feminista e LGBT e têm forte ressonância negativa no eleitorado mais pobre e conservador.

Para Paulo Calmon, cientista político da Universidade de Brasília (UNB), o movimento do fim de semana pode ter ajudado o eleitor de Bolsonaro a “assumir” seu voto. “Vários eleitores estavam se guardando para se manifestar no segundo turno”, diz. “Mas, assustados com os movimentos de rua, apoiaram publicamente Bolsonaro. Além disso, tem uma forcinha das igrejas evangélicas que explicam o crescimento dele no Nordeste e nas áreas mais pobres”, diz. No sábado, véspera do debate entre presidenciáveis na Record, o bispo Edir Macedo publicou um post em seu Facebook em apoio a Bolsonaro.

Na tentativa de uma contraofensiva, o PT criou um canal de WhatsApp para receber denúncias de notícias falsas que circulam pelo aplicativo, relacionadas à sua campanha. Segundo o partido, em 12 horas, o Zap do Lula recebeu 5.000 denúncias de fake news, boatos e calúnias. Dentre os exemplos anunciados pelo PT, estão as notícias falsas de que Haddad teria dito que crianças com mais de cinco anos seriam propriedade do Estado, e que o ex-ministro decidiria compulsoriamente sobre seu gênero.

Com essa estratégia, o PT entra tarde em um campo praticamente dominado por seu rival. Na semana passada, reportagem do EL PAÍS mostrou que o WhatsApp é a principal plataforma para a campanha de Bolsonaro para manter a base mobilizada. Acompanhamento de três destes grupos mostrou que neles se difundem mentiras camufladas como notícias, tentativas de contrapor publicações negativas da imprensa e até falsos apoios de celebridades à candidatura do PSL. O universo do aplicativo é amplamente explorado pelos eleitores do capitão reformado. Segundo o Datafolha, 61% eleitores de Bolsonaro se informam pelo WhatsApp. Entre os eleitores de Haddad, esse percentual ficou em 38%. Ainda de acordo com o instituto, 40% dos eleitores de Bolsonaro se dizem dispostos a distribuir material de campanha via WhatsApp, contra 22% dos eleitores do pestista.

“Houve um aumento grande de grupos relacionados a Bolsonaro nas últimas semanas”, diz Fabrício Benevenuto, professor do departamento de Ciência da Computação da UFMG e criador do projeto Eleições sem Fake, que monitora o uso desse aplicativo. “Antes, era mais distribuído entre outros candidatos, mas agora é muito mais pró-Bolsonaro”. Seis em cada dez brasileiros admitem que já acreditaram em boatos, o maior índice nos 27 países incluídos em uma pesquisa da Ipsos feita entre 22 de junho e 6 de julho.

Primeiro turno

O grande temor do PT, de que a eleição se resolva já no primeiro turno, tem chances pequenas, porém factíveis de ocorrer. Segundo o Datafolha desta terça-feira, Bolsonaro precisaria de mais 12 pontos percentuais de votos para vencer sem uma nova disputa no dia 28 de outubro. O mesmo levantamento mostra que 13% dos eleitores votam em branco, nulo ou estão indecisos.

O que preocupa a campanha petista é que não somente Haddad estagnou, como também sua rejeição saltou, de 32% para 41%, ficando próxima a de Bolsonaro, com 45%. Por outro lado, o pico de rejeição que Haddad experimentou foi justificado em parte pelo desgaste do PT e também pelos ataques promovidos por Geraldo Alckmin (PSDB). Por isso, entre os coordenadores da campanha do PT, uma eventual vitória de Bolsonaro no primeiro turno é considerada como “extremamente difícil” de acontecer, mas já não é tida como hipótese descartada.

Para Paulo Calmon, a possibilidade de que essa eleição se resolva já no primeiro turno é improvável. “É uma disputa muito eletrizante, muito polarizada. E historicamente, em eleições polarizadas, as pessoas sentem que seu voto faz diferença”, diz. “A tendência então é que os eleitores compareçam, fazendo com que a quantidade de votos em branco ou nulo não seja tão grande”.

A três dias da eleição, Instituto Data M confirma vitória de Flávio Dino no primeiro turno

A pesquisa Data M foi realizada entre domingo (30) e quarta-feira (3), com 1.500 pessoas em todas as regiões do Maranhão

O Jornal Pequeno publicou, nesta quinta-feira (04), os resultados da nova pesquisa do Instituto Data M. Os números mostram que o governador Flávio Dino (PCdoB) e os candidatos Weverton Rocha (PDT) e Eliziane Gama (PPS), que subiram nas intenções de votos, serão eleitos no próximo domingo, dia 7.

A pesquisa foi encomendado pelo Sindicato das Indústrias de Construção Civil do Maranhão (Sinduscon). Os números mostram que Flávio Dino subiu de 59,5% para 62% dos votos válidos.

O resultado é mais que o dobro do conseguido por Roseana Sarney (MDB), que tem 30,5%. Maura Jorge (PSL) aparece com 5,6%, seguida por Roberto Rocha (PSDB), com 1,5%; Ramon Zapata (PSTU), com 0,3% e Odívio Neto (PSOL), com 0,1%.

Senado

A Data M também mostra que os dois candidatos ao Senado da chapa do governador Flávio Dino lideram a disputa. Neste ano, os eleitores votam em dois senadores.

O candidato Weverton Rocha (PDT) subiu 6,3 pontos e chegou a 36,2% das intenções de votos totais. Eliziane Gama (PPS) cresceu 5,2 pontos e agora tem 34,6%.

Logo em seguida aparecem Edison Lobão (22,8%), Sarney Filho (20,9%), Zé Reinaldo (7,2%), Alexandre Almeida (6,6%), Preta Lú (1,7%), Samuel Campelo (1,5%), Saulo Pinto (0,9%), Saulo Arcangeli (0,6%) e Iêgo Bruno (0,1%).

Brancos e nulos são 28,7%. Indecisos ou não sabem são 38%. A soma total dá 200% porque neste ano os eleitores votam em dois senadores.

Registro

A pesquisa Data M foi realizada entre domingo (30) e quarta-feira (3), com 1.500 pessoas em todas as regiões do Maranhão. A margem de erro é de 3 pontos para mais ou para menos. O registro da pesquisa é MA-08386/2018.

Pesquisa Interpreta: Flávio Dino cresce e chega a 63% dos votos

Foram entrevistadas 1.500 pessoas na zona urbana e zona rural de municípios das regiões Norte, Sul, Leste, Oeste e Centro do estado

A mais recente pesquisa Interpreta mostra que o governador Flávio Dino cresceu e chegou a 63,03% das intenções de votos válidos, o que significaria que hoje ele seria eleito no primeiro turno. A eleição é neste domingo (7).

A pesquisa, encomendada pelo Jornal Correio, foi feita em todas as regiões do Maranhão entre os dias 27 e 29 de setembro. Na pesquisa anterior, Flávio tinha 61,82%.

De acordo com a nova pesquisa, Roseana Sarney aparece com 27,65%, menos da metade dos votos de Flávio. Em seguida vêm Maura Jorge (5,98%), Roberto Rocha (2,31%), Odívio Neto (0,55%) e Ramon Zapata (0,48%).

Registro

Foram entrevistadas 1.500 pessoas na zona urbana e zona rural de municípios das regiões Norte, Sul, Leste, Oeste e Centro do estado. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e o intervalo de confiança é estimado em 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob a identificação MA-09260/2018.

Parlamentares do ‘Centrão’ abandonam Alckmin e passam a apoiar Jair Bolsonaro

Assim como representantes da bancada ruralista fizeram na terça-feira, líderes das bancadas evangélica e da bala assumiram ontem apoio a Bolsonaro

A quatro dias da eleição, aliados do candidato do PSDB à Presidência Geraldo Alckmin, passaram a apoiar de forma explícita a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL). Parlamentares do Centrão – bloco que fechou apoio ao tucano formado por DEM, PR, PP, PTB, PRB e SD – já pedem voto e declaram intenção de votar no capitão reformado do Exército em eventos de campanha.

Assim como representantes da bancada ruralista fizeram na terça-feira, líderes das bancadas evangélica e da bala assumiram ontem apoio a Bolsonaro. No entanto, eles não pretendem formalizar o apoio ainda no primeiro turno. Alckmin afirmou que a declaração da bancada ruralista foi desrespeitosa e fora de hora.

O deputado Hidekazu Takayama (PSC-PR), que coordena a frente dos evangélicos na Câmara, afirmou que o apoio do seu grupo é “tendência natural”, porque o candidato apoia os “valores cristãos e da família”. Por outro lado, Takayama afirmou que não há orquestração da frente para oficializar o apoio ao candidato, porque a maioria dos deputados está atualmente em campanha, sem tempo para reuniões. “Com certeza, acredito que a maioria aceitaria”, afirmou. Ele afirmou ainda que em eventual eleição de Bolsonaro, a frente provavelmente não faria oposição ao seu governo.

O criador da Frente Parlamentar da Segurança e candidato ao governo do Distrito Federal, Alberto Fraga (DEM-DF), declarou apoio pessoal ao militar ao vivo, durante o debate realizado pela TV Globo, na terça-feira. Fraga disse que o sentimento da maioria dos integrantes da chamada bancada da bala é apoiar Bolsonaro. “O apoio está implícito”, disse.

De acordo com ele, dos 306 integrantes do grupo, cerca de 170 querem o capitão reformado no Palácio do Planalto. A bancada da bala não existe formalmente no Congresso, mas a Câmara reconhece as frentes parlamentares suprapartidárias, organizadas por interesses comuns. A frente da segurança agrega neste momento 299 deputados. Fraga afirmou, contudo, que o grupo não se posicionará oficialmente porque nem todos os seus integrantes foram consultados sobre a questão. “Eu gostaria (de declarar posição), mas como não consegui reunir todo mundo, não tenho como emitir essa nota. Claro que deve ter gente que não concorda com essa decisão”, disse.

Membro das bancada da bala e evangélica, o deputado Lincon Portela (PR), afirma que grande parte dos parlamentares do PR jamais concordaram com a aliança com Geraldo Alckmin na disputa pela Presidência. “Nunca participei desse blocão que apoiava Alckmin. O que o PR fez é problema dele. Eu sempre disse que esse blocão nasceu esfarelado e deixei claro desde o início que apoiaria Bolsonaro”, afirmou Portela. O parlamentar afirmou que um manifesto pró-Bolsonaro feito no início da campanha que tinha 110 assinaturas já conta com 220 apoio de deputados federais e de outros 300 candidatos a deputado. Segundo Portela, o grupo mantém conversas semanais com Bolsonaro sobre o andamento da campanha.

Sem punição

Alckmin criticou o apoio da Frente Parlamentar Agropecuária a Bolsonaro. Disse que deputados e senadores da frente não foram consultados e que a manifestação foi ato “individual e extemporâneo”. “A manifestação da frente foi até desrespeitosa. Eu também sou agricultor e não fui consultado. Deputados e senadores não foram consultados”, afirmou o ex-governador paulista, que aparece estagnado em quarto lugar nas pesquisas de intenção de voto.

Com 210 deputados e 26 senadores, muitos deles oriundos de partidos do Centrão – como sua presidente, deputada Tereza Cristina (DEM-MS) -, a FPA é um grupo forte no Congresso. Em carta publicada na página da entidade na internet, a parlamentar afirmou que a decisão “atende ao clamor do setor produtivo nacional, de empreendedores individuais aos pequenos agricultores e representantes dos grandes negócios”.

Questionado sobre o anúncio feito pela deputada, o presidente do DEM, ACM Neto, afirmou que Tereza não fala em nome do partido. “A deputada Tereza Cristina fala em nome da frente, mas não do DEM”, afirmou ACM Neto, que também é prefeito de Salvador. Segundo ele, “o DEM continua firme com Alckmin”. “A posição mencionada é a de um segmento, mas não é o retrato do partido”, disse. Perguntado se Tereza Cristina seria punida, ACM Neto disse que esse assunto não está na pauta. “O objetivo maior é nos unirmos em torno da campanha de Alckmin.”