Presidenciáveis cancelam agendas de campanha no feriado de 7 de Setembro após atentado contra Bolsonaro

O candidato do PSL, Jair Bolsonaro, após levar facada em um ato político em Juiz de Fora (MG) (Foto: Raysa Leite)

Candidatos à Presidência da República, Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB), Guilherme Boulos (PSOL), João Amoêdo (Novo) e Marina Silva (Rede) cancelaram as agendas de campanha nesta sexta-feira (7), feriado da Independência, em solidariedade ao presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro, que sofreu um atentado a faca nesta quinta (6) em Juiz de Fora, na zona da mata de Minas Gerais.

Ciro Gomes cancelou compromissos agendados para esta sexta-feira em São Luís, mas tem previsão de agenda no Ceará no final do dia.

O candidato a vice na chapa presidencial do PT, Fernando Haddad, também anunciou a suspensão das atividades de campanha neste feriado de 7 de Setembro por conta do ataque a Bolsonaro.

O ataque ao capitão do Exército durante um ato de campanha no interior de Minas Gerais foi repudiado pelos próprios adversários de Bolsonaro.

O atentado contra Bolsonaro ocoorreu na tarde desta quinta-feira durante uma caminhada com apoiadores em uma das ruas do centro de Juiz de Fora enquanto ele era carregado nos ombros por um apoiador.

O suspeito de ser o responsável pela facada, Adélio Bispo de Oliveira, 40 anos, foi preso pela Polícia Militar de Minas Gerais após a ataque. A Polícia Federal abriu inquérito para investigar o caso.

Pesquisa Ibope: Bolsonaro perde para Ciro, Marina e Alckmin no 2º turno

O Ibope ouviu 2.002 eleitores, em 142 municípios, entre os dias 1º e 3 de setembro

A pesquisa Ibope/TV Globo/Estadão divulgada nesta quarta-feira (5), mostrou o candidato Jair Bolsonaro (PSL), numa situação nada boa. Nas simulações de segundo turno nas eleições 2018, Jair Bolsonaro (PSL) perde para Ciro Gomes (PDT) – 44% a 33% –, Marina Silva (Rede) – 43% a 33% – e Geraldo Alckmin (PSDB) – 41% a 32%– , e empata tecnicamente com Fernando Haddad (PT) – 36% para o ex-prefeito e 37% para o deputado.

Nas simulações de disputas de segundo turno, o Nordeste aparece como a região mais problemática para Bolsonaro. Lá, ele perderia por larga margem para os candidatos do PDT (55% a 21%), da Rede (51% a 24%), do PSDB (46% a 22%) e do PT (43% a 27%). Curiosamente, Alckmin venceria o candidato do PSL mais facilmente no Nordeste do que em sua região, o Sudeste (onde o placar seria 39% a 35% para o tucano).

O capitão da reserva lidera no quesito rejeição: 44% não votariam nele de jeito nenhum. A seguir vêm Marina (26%), Haddad (23%), Alckmin (22%) e Ciro (20%).

O Ibope ouviu 2.002 eleitores, em 142 municípios, entre os dias 1º e 3 de setembro. A margem de erro do levantamento é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos, e o intervalo de confiança é de 95%. Isso significa que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro. O registro na Justiça Eleitoral foi feito sob o protocolo BR-05003/2018.

Vinda de Ciro Gomes ao Maranhão reforça campanha de Weverton Rocha

Bem articulado em todo o Estado, Weverton tem crescido nas pesquisas eleitorais e mostrado força em todas as cidades em que visita

A vinda do candidato a presidente pelo PDT, o ex-governador Ciro Gomes, ao Maranhão, nesta sexta-feira (7), é mais um reforço na campanha de Weverton Rocha (PDT), candidato ao Senado Federal.

Ciro Gomes, que pontuou na última pesquisa Ibope em segundo lugar, empatado tecnicamente com a candidata Marina Silva (Rede), tem chances reais de ir ao segundo turno.

O bom momento de Ciro pode ter reflexo na campanha de Weverton no Maranhão. O presidenciável sempre bate na tecla que é necessário ter bons nomes no Congresso para auxiliá-lo e Weverton é o melhor nome para representar o Maranhão.

Bem articulado em todo o Estado, Weverton tem crescido nas pesquisas eleitorais e mostrado força em todas as cidades em que visita.

Pesquisa Ibope: Bolsonaro, 22%; Marina, 12%; Ciro, 12%; Alckmin, 9%; Haddad, 6%

O instituto pesquisou apenas o cenário em que o nome de Fernando Haddad, candidato a vice-presidente pelo PT, aparecia juntamente com os candidatos que pediram registro

O Ibope divulgou nesta quarta-feira (5) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial.

Sobre esse levantamento, o Ibope divulgou a seguinte nota:

“Como informado ontem, na pesquisa de intenção de votos realizada entre os dias 1 e 3 de setembro, para seguir as decisões decorrentes do indeferimento da candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva, que proibiram, entre outras coisas, que o ex-presidente participasse, como candidato, de atos de campanha, o Ibope deixou de aplicar o questionário em que o nome de Lula aparecia como postulante ao cargo de presidente da República, como constava do registo da pesquisa feito no TSE.

O instituto pesquisou apenas o cenário em que o nome de Fernando Haddad, candidato a vice-presidente pelo PT, aparecia juntamente com os candidatos que pediram registro.

O Ibope indagou ao TSE se este procedimento estava correto.

Em sua decisão de hoje, o ministro Luiz Felipe Salomão explicou que, segundo a lei, o TSE está impedido de responder a consultas como essa durante o período eleitoral.

Diante disso, e convicto de que agiu de boa fé e dentro da lei, e, ainda, no intuito de não privar o eleitor de informações relevantes sobre a situação atual das intenções de voto na eleição presidencial, o Ibope decidiu liberar os resultados da pesquisa para divulgação, decisão que contou com o apoio dos contratantes TV Globo e o ‘Estado de S.Paulo’.”

Vamos aos números:

Jair Bolsonaro (PSL): 22%

Marina Silva (Rede): 12%

Ciro Gomes (PDT): 12%

Geraldo Alckmin (PSDB): 9%

Fernando Haddad (PT): 6%

Alvaro Dias (Podemos): 3%

João Amoêdo (Novo): 3%

Henrique Meirelles (MDB): 2%

Guilherme Boulos (PSOL): 1%

Vera (PSTU): 1%

João Goulart Filho (PPL): 1%

Cabo Daciolo (Patriota): 0%

Eymael (DC): 0%

Branco/nulos: 21%

Não sabe/não respondeu: 7%

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “O Estado de S.Paulo”. É o segundo levantamento do Ibope realizado depois da oficialização das candidaturas na Justiça Eleitoral e o primeiro depois que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) barrou a candidatura de Lula.

Simulações de 2º turno

Ciro 44% x 33% Bolsonaro (branco/nulo: 19%; não sabe/não respondeu: 4%)

Alckmin 41% x 32% Bolsonaro (branco/nulo: 23%; não sabe/não respondeu: 4%)

Bolsonaro 33% x 43% Marina (branco/nulo: 20%; não sabe/não respondeu: 3%)

Haddad 36% x 37% Bolsonaro (branco/nulo: 22%; não sabe/não respondeu: 5%)

Rejeição

O Ibope também mediu a taxa de rejeição (o eleitor deve dizer em qual dos candidatos não votaria de jeito nenhum). Nesse item, os entrevistados puderam escolher mais de um nome. Veja os índices:

Bolsonaro: 44%

Marina: 26%

Haddad: 23%

Alckmin: 22%

Ciro: 20%

Meirelles: 14%

Cabo Daciolo: 14%

Eymael: 14%

Alvaro Dias: 13%

Boulos: 13%

Vera: 13%

Amoêdo: 12%

João Goulart Filho: 11%

Poderia votar em todos: 1%

Não sabe/não respondeu: 10%

Observações: os entrevistados podem citar mais de um candidato, portanto os resultados somam mais de 100%; não é possível comparar os resultados desta pergunta com os da rodada anterior, já que Lula não constou como opção de resposta porque sua candidatura foi indeferida.

Ciro Gomes estará em São Luís na próxima sexta-feira

Está previstola uma caminhada ao lado do governador Flávio Dino (PCdoB) e do candidato ao Senado Federal, Weverton Rocha (PDT)

O candidato à Presidência da República pelo PDT, o ex-governador Ciro Gomes, chega, nesta sexta-feira (7), a São Luís para cumprir agenda de sua campanha.

Está previstola uma caminhada ao lado do governador Flávio Dino (PCdoB) e do candidato ao Senado Federal, Weverton Rocha (PDT).

Assim como em 2014, Flávio Dino dará palanque regional a mais de um candidato a presidente, mostrando o amplo arco de alianças e a força política a nível nacional do governador.

Candidato de Lula, Haddad lidera no Maranhão com 47%

Caso a candidatura do ex-presidente seja impugnada, Fernando Haddad assume em seu lugar e a deputada estadual gaúcha Manuela D’Ávila (PCdoB), será a candidata a vice.

Pesquisa Exata contratada pelo Jornal Pequeno revela que o ex-prefeito de São Paulo e ex-ministro da Educação, Fernando Haddad (PT), é o favorito entre os maranhenses na disputa presidencial, com 47% das intenções de votos.

Haddad é candidato a vice-presidente na chapa encabeçada por Luís Inácio Lula da Silva (PT) até o trâmite final da homologação da candidatura de Lula na Justiça Eleitoral. Caso a candidatura do ex-presidente seja impugnada, Haddad assume em seu lugar e a deputada estadual gaúcha Manuela D’Ávila (PCdoB), será a candidata a vice.

Segundo o Exata/JP, para o eleitorado maranhense o candidato apoiado por Lula, Fernando Haddad, venceria as eleições no primeiro turno com uma diferença de 30 pontos percentuais em relação ao segundo colocado, Jair Bolsonaro (PSL), preferido para 17% dos entrevistados.

Em seguida, aparecem os candidatos Marina Silva (Rede), com 8%; Ciro Gomes (PDT), com 6% e Geraldo Alckmin (PSDB), com 2%. Álvaro Dias (Podemos), Vera Lúcia (PSTU) e Henrique Meirelles (MDB) figuram no estudo com 1% cada um. Cabo Daciolo (Patriota), Guilherme Boulos (PSOL), João Amoêdo (Novo), João Goulart Filho (PPL) e José Maria Eymael (DC) não pontuaram. Brancos e nulos somaram 13% e 4% disseram não saber ou não responderam.

Lula candidato

O Instituto Exata projetou ainda cenário onde Lula é candidato. Se as eleições fossem hoje e a candidatura de Lula seja deferida, o petista venceria a disputa também no primeiro turno com 67% das intenções de votos, mais de 50 pontos à frente de Jair Bolsonaro, que nesse panorama somou 15%.

Logo atrás aparece Marina Silva, com 4% e Ciro Gomes, com 3%. Álvaro Dias, Geraldo Alckmin e Cabo Daciolo figuram com 1% cada. João Amoêdo, Henrique Meirelles, Vera Lúcia, Eymael, Guilherme Boulos e João Goulart Filho não pontuaram nesse contexto.

Registrada no TSE sob o número MA-07422/2018, a pesquisa Exata/JP ouviu a opinião de eleitores de todo o Maranhão entre os dias 19 e 23 de agosto. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos e o intervalo de confiança é de 95%.

Pesquisa Ibope aponta Lula com 37% e Bolsonaro com 18%

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “O Estado de S.Paulo”. É o primeiro levantamento do Ibope realizado depois da oficialização das candidaturas na Justiça Eleitoral

Pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (20) apurou os percentuais de intenção de voto para presidente da República em dois cenários com candidatos diferentes do PT – o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no primeiro cenário e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad no segundo.

Cenário com Lula
No cenário que inclui como candidato do PT o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a pesquisa apresentou o seguinte resultado:

Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 37%
Jair Bolsonaro (PSL): 18%
Marina Silva (Rede): 6%
Ciro Gomes (PDT): 5%
Geraldo Alckmin (PSDB): 5%
Alvaro Dias (Podemos): 3%
Eymael (DC): 1%
Guilherme Boulos (PSOL): 1%
Henrique Meirelles (MDB): 1%
João Amoêdo (Novo): 1%
Cabo Daciolo (Patriota): 0
Vera (PSTU): 0
João Goulart Filho (PPL): 0
Branco/nulos: 16%
Não sabe/não respondeu: 6%

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal “O Estado de S.Paulo”. É o primeiro levantamento do Ibope realizado depois da oficialização das candidaturas na Justiça Eleitoral.

Cenário com Haddad

Lula está preso em Curitiba, condenado em segunda instância no caso do triplex no Guarujá. Pela Lei da Ficha Limpa, ele está inelegível. Por essa razão, a Procuradoria Geral da República impugnou (questionou) a candidatura.

O caso está sendo analisado pelo ministro Luís Roberto Barroso e será decidido pelo TSE depois de ouvir a defesa de Lula, a favor do registro da candidatura. Em razão desse quadro jurídico, o Ibope pesquisou outro cenário, com o atual candidato a vice na chapa de Lula, Fernando Haddad. Nesse cenário, o resultado seria:

Jair Bolsonaro (PSL): 20%
Marina Silva (Rede): 12%
Ciro Gomes (PDT): 9%
Geraldo Alckmin (PSDB): 7%
Fernando Haddad (PT): 4%
Alvaro Dias (Podemos): 3%
Eymael (DC): 1%
Guilherme Boulos (PSOL): 1%
Henrique Meirelles (MDB): 1%
João Amoêdo (Novo): 1%
Cabo Daciolo (Patriota): 1%
Vera (PSTU): 1%
João Goulart Filho (PPL): 1%
Branco/nulos: 29%
Não sabe/não respondeu: 9%

Notas rápidas desta quarta-feira (15)

Segundo uma sondagem divulgada pela Paraná Pesquisas nesta quarta-feira, 15, Lula tem 30,8% das intenções de voto, seguido pelo presidenciável Jair Bolsonaro, do PSL, com 22%

Mesmo preso, Lula supera Bolsonaro em pesquisa
Mesmo preso em Curitiba e com a provável rejeição de sua candidatura pelo TSE com base na Lei da Ficha Limpa, Lula continua a aparecer em primeiro lugar nas pesquisas eleitorais para a Presidência quando seu nome é incluído nos levantamentos. Segundo uma sondagem divulgada pela Paraná Pesquisas nesta quarta-feira, 15, Lula tem 30,8% das intenções de voto, seguido pelo presidenciável Jair Bolsonaro, do PSL, com 22%. A Paraná Pesquisas ouviu 2.002 eleitores em 168 municípios de 26 Estados e no Distrito Federal, entre os dias 9 e 13 de agosto. A sondagem já capta o impacto do debate na Band, realizado no dia 9. A margem de erro é de dois pontos percentuais. A pesquisa foi registrada no TSE sob o nº BR-02891/2018.

Em nova pesquisa, Bolsonaro segue na frente
O deputado Jair Bolsonaro, candidato à Presidência pelo PSL, segue na liderança na corrida presidencial. Segundo uma sondagem nacional divulgada pela Paraná Pesquisas nesta quarta-feira, 15, JB tem 23,9% das intenções de voto, no cenário sem a participação de Lula, que deve prevalecer com a provável decisão do TSE sobre a inelegibilidade do ex-presidente. Atrás de Bolsonaro, vêm Marina Silva, do Rede, com 13,2%; Ciro Gomes, do PDT, com 10,2%; Geraldo Alckmin, do PSDB, com 8,5%; Alvaro Dias, do Podemos, com 4,9%; e Fernando Haddad, do PT, com 3,8%.

Luz amarela para Alckmin na campanha
Os resultados da nova sondagem presidencial divulgada pela Paraná Pesquisas, acendem a luz amarela para Geraldo Alckmin, candidato à Presidência pelo PSDB, e mostram que ele terá de suar muito a camisa para conseguir decolar. Em quarto lugar no levantamento no cenário sem a participação de Lula, com 8,5% das intenções de voto, o ex-governador paulista está 15,4 pontos percentuais atrás de Jair Bolsonaro, do PSL, que aparece na liderança.

Marina empatada com Ciro em 2º
A presidenciável Marina Silva, do Rede, aparece em segundo lugar na disputa presidencial, bem atrás de Jair Bolsonaro, que mantém a liderança, e à frente de Ciro Gomes, do PDT, o terceiro colocado. De acordo com uma sondagem divulgada pela Paraná Pesquisas, Marina tem 13,2% das intenções de voto no cenário sem a participação de Lula, e Ciro, 10,2%. Mas, como a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, Marina e Ciro estão em situação de empate técnico.

O bolso cheio de Jair Bolsonaro
Ao registrar sua candidatura, Jair Bolsonaro declarou possuir um patrimônio de R$ 2,287 milhões para o TSE. Deste total, R$ 1,383 milhão é referente ao valor de cinco casas. O mandato político parece ter feito bem ao bolso de Bolsonaro. Em 2002 ele disse possuir R$ 419,291 mil à Justiça Eleitoral. Quatro anos depois o bolo cresceu pouco, para R$ 433.934,48. Na eleição de 2010 o deputado apresentou um total de R$ 826.670,46. Já em 2014 o patrimônio era de R$ 2.074.692,43. Ou seja, em 16 anos seu patrimônio cresceu R$ 1.867.709.

O ‘elixir da juventude’ de Kátia Abreu
A foto oficial de campanha do presidenciável Ciro Gomes e de sua vice Kátia Abreu, do PDT, foi alvo de memes nas redes sociais, em razão do uso excessivo do programa Photoshop, que fez a candidata parecer bem mais jovem do que é, quase outra pessoa. “Se Ciro prometer dar a cada eleitora o telefone do médico que fez esse milagre com a Katia Abreu, tá eleito no primeiro turno”, disse uma internauta. A própria Kátia acabou aceitando a brincadeira e publicou em sua página no Twitter alguns dos memes que viralizaram na internet. “Amei as reações sobre minha foto”, escreveu Kátia em seu perfil no Twitter.

A chapa milionária do Novo
O presidenciável do partido Novo, João Amoêdo e seu vice, o professor e cientista político Christian Lohbauer, estão com a conta bancária bem mais recheada que seus adversários pelo Palácio do Planalto. Amoêdo declarou ao TSE possuir um patrimônio de R$ 425 milhões em bens. Os outros cinco candidatos que já se registraram possuem juntos R$ 3,1 milhões. Já Lohbauer tem patrimônio de R$ 4,1 milhões. Os outros cinco vices, juntos, somam pouco menos que o dobro: R$ 8,1 milhões.

R$ 17 mil para Wal
Walderice Santos da Conceição, a ‘funcionária fantasma’ Wal, do gabinete do deputado Jair Bolsonaro (PSL), recebeu R$ 17.240 de janeiro a julho deste ano, revela a Folha. O jornal apontou ainda em janeiro que a funcionária trabalhava, na verdade, vendendo açaí em uma praia em Angra dos Reis (RJ) e nesta segunda, 13, ela foi demitida após a reportagem encontrá-la novamente na banca de açaí, longe de suas supostas funções ligadas ao gabinete.

Notas rápidas deste domingo (12)

O próximo debate será organizado pela RedeTV e terá como mediadores Boris Casoy, Amanda Klein e Mariana Godoy

ACM Neto no comando
Geraldo Alckmin escolheu o presidente do DEM, ACM Neto, como o responsável pela sua chapa junto ao TSE. O gesto é um reconhecimento ao DEM diante dos demais partidos da coligação, e aponta para que, caso o tucano seja eleito, o partido tenha protagonismo no futuro governo. Também é uma forma de discretamente tirar da linha de frente o ex-governador de Goiás Marconi Perillo, cuja presença desagradava os aliados.

Tem outro debate chegando
Na próxima sexta-feira, candidatos ao Planalto estarão novamente participando de debate. Dessa vez, o encontro será organizado pela RedeTV e terá como mediadores Boris Casoy, Amanda Klein e Mariana Godoy.

O ‘Brasil Soberano’ de Ciro
O PDT lançou nesta sexta-feira as diretrizes do programa de governo de Ciro Gomes, que será batizado de “Brasil Soberano”. No documento que apresenta as linhas gerais da proposta, o candidato propõe uma política de indução de desenvolvimento que voltará a usar o BNDES, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal. Propugna ainda que o Banco Central fixe meta não só de inflação, mas também de desemprego.

Flávio Rocha no bonde de Bolsonaro
O empresário Flávio Rocha, controlador das lojas Riachuelo e ex-presidenciável pelo PRB, partido que acabou se aliando ao tucano Geraldo Alckmin, anunciou o apoio a Jair Bolsonaro, candidato à Presidência pelo PSL. Segundo o jornal Gazeta do Povo, o anúncio aconteceu depois de uma reunião entre Rocha e Bolsonaro, realizada na manhã desta sexta-feira, 10, em São Paulo. Em certo momento da campanha, Rocha afirmou que Bolsonaro estava à esquerda na economia, pelas suas posições historicamente estatistas, e era como um iceberg no caminho do Brasil. Agora, aparentemente, mudou de ideia.

Daciolo foi ‘pesadelo’ do PSOL
Cabo Daciolo (Patriota) começou sua carreira política no PSOL, que se sensibilizou por sua liderança em movimento que pedia auxílio-transporte para os bombeiros militares. Acabou eleito a deputado federal com 49.831 votos, em 2014. O romance do cabo com a legenda durou menos de um ano. Daciolo apresentou uma PEC para que o texto constitucional afirmasse que “todo poder emana de Deus e não “do povo”. Ele também considerou ilegal a prisão preventiva dos PMs acusados de assassinato do pedreiro Amarildo de Souza, em 2013.

A identidade digital no programa de Marina
Uma das propostas mais valorizadas pelo economista André Lara Resende, colaborador da campanha de Marina Silva (Rede), é a da carteira de identidade digital. Resende cita as experiências da Índia e da Estônia ao propor a criação de um documento online para diminuir a burocracia na obtenção de outros documentos, contratos e em transações econômicas, como a abertura de empresas. Ele afirma que a plataforma torna os cartórios obsoletos.

Os palanques de Ciro nos Estados
Apesar de isolado na campanha, em decorrência do acordo do PT com o PSB, Ciro Gomes têm garantido palanques em pelo menos oito Estados, nos quais o partido lançou candidato próprio a governador (SP, RJ, RS, RN, MS, RO, AM e AP). Além disso, o terá cinco candidatos a vice-governador (CE, PE, ES, MT, PB) e sete ao Senado (SP, PR, MA, CE, RR, PA, AM), em coligações firmadas na reta final de composição eleitoral.