Eduardo Braide deve anunciar novo partido nos próximos dias

Das 21 legendas que passaram pela Cláusula de Barreira, pelo menos nove podem hospedar Eduardo Braide, entre eles está o PSL, PR, PP, PSD, DEM, PSDB, PSC, Podemos e Avante

O deputado federal eleito, Eduardo Braide, vai deixar o PMN, que, juntamente com outras legendas, caíram na Cláusula de Barreira aprovada na última reforma política. Nove partidos ainda estão sem um futuro definido e ficarão sem verba do Fundo Partidário e sem o tempo na TV e no Rádio, entre eles está o PMN.

Eduardo Braide ainda não quis adiantar para qual partido pretende transferir sua filiação. Em entrevista à Rádio Mirante AM, o deputado disse apenas que deseja mudar para um partido com o qual tenha certa afinidade.

“Partido que eu tenha liberdade de votar de acordo com a minha consciência. Não me elegi de forma livre para que chegue em Brasília e o partido seja dono da minha consciência”, afirmou.

Questionado sobre sua eventual candidatura à prefeitura de São Luís em 2020, Braide não confirmou se entrará na empreitada. Entretanto, ao afirmar que um dos motivos de sua saída seria a falta de tempo de televisão, tudo indica que o parlamentar esteja escolhendo uma sigla que lhe permita ter tempo de TV na corrida municipal de 2020.

Das 21 legendas que passaram pela Cláusula de Barreira, pelo menos nove podem hospedar Eduardo Braide, entre eles está o PSL, PR, PP, PSD, DEM, PSDB, PSC, Podemos e Avante.

Na disputa pela Câmara, Maia ganha apoio de PR e PSDB

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, se encontrou com o governador de São Paulo, João Doria, no Palácio dos Bandeirantes Foto: Tiago Queiroz/Estadão

Estadão

Em campanha pela reeleição à presidência da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-SP) ampliou o apoio dos partidos à sua candidatura, com a adesão do PR e do PSDB. No mesmo dia, um de seus adversários na disputa, o emedebista Fábio Ramalho (MG), se reuniu com o presidente Jair Bolsonaro e ofereceu votar “de graça”, sem “toma lá, dá cá”, a reforma da Previdência.

O PR deve oficializar o apoio a Maia nesta terça-feira, em um anúncio a ser feito pelo líder da legenda na Casa, o deputado José Rocha (PR-BA). O partido elegeu 33 deputados na eleição do ano passado, a sexta maior bancada. Em troca do apoio, Rocha negociou a continuidade do deputado Fernando Giacobo (PR-PR) na primeira- secretaria da Câmara.

“O Rodrigo é o que tem a maior viabilidade e isso garante a ele a reeleição”, disse Rocha ao Estadão/Broadcast. Já a confirmação do apoio do PSDB foi feita pelo atual líder da legenda na Casa, o deputado Nilson Leitão (MT). “Maia conduziu de forma equilibrada esse momento complicado no Brasil pós-impeachment”, afirmou Leitão. A sinalização do partido a Maia já havia sido feito na semana passada pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

Até então, cinco legendas haviam declarado apoio à recondução do democrata ao cargo. Com PSL – partido de Bolsonaro que elegeu a segunda maior bancada, com 52 deputados –, PRB, PSD e PPS, além do DEM, Maia teria a possibilidade de 153 votos dos 513 deputados. As bancadas do PR e do PSDB fazem o número subir para 215.

Depois de viajar para São Paulo, Goiás e Maranhão, Maia se reúne nesta terça-feira, 8, com os parlamentares eleitos pelo Piauí. A reunião será no escritório do governador Wellington Dias (PT), em Teresina.

Também em busca de apoio, um dos principais adversários do democrata à presidência da Câmara, o atual vice-presidente Fábio Ramalho fez nesta segunda-feira, 7, uma visita de cortesia a Bolsonaro, em audiência no Palácio do Planalto. “Eu vim dizer ao presidente que votarei pelas reformas de graça, sem toma lá, dá cá”, afirmou o emedebista sobre as principais medidas econômicas que devem ser analisadas pelo Congresso, como a reforma da Previdência.

A declaração foi uma indireta à negociação de posições estratégicas na Câmara para o PSL em troca do apoio a Maia. A chefia da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) foi uma delas, assim como a Comissão de Finanças e Tributação e também uma vaga na Mesa Diretora.

Mesmo com esta sinalização oficial do PSL ao concorrente, Ramalho afirma ter votos no partido de Bolsonaro.

Conhecido por oferecer almoços no Congresso, Ramalho levou ao Planalto uma bolsa e uma sacola para presentear o presidente com queijo, linguiça, sorvete de queijo, manteiga de garrafa, azeite e pé de moleque. Segundo ele, Bolsonaro abriu e degustou os quitutes.

Câmara tem cinco candidatos à presidência da Casa

Hoje, o líder do PSL, deputado federal Eduardo Bolsonaro (SP), disse que a legenda não deverá entrar na disputa

A disputa para a presidência da Câmara dos Deputados em 2019 já tem ao menos cinco parlamentares: João Campos (PRB-GO), JHC (PSB-AL), Alceu Moreira (MDB-RS), Capitão Augusto (PR-SP) e Fábio Ramalho (MDB-MG). Eles anunciaram nesta quarta-feira (12) que disputarão o comando da casa. Informalmente, o atual presidente da Casa, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), também tem se articulado para garantir a permanência no cargo.

Em entrevista à imprensa, os cinco deputados afirmaram que há um acordo entre eles: quem for para o segundo turno terá o apoio dos demais. A eleição para presidência da Câmara e demais cargos na Mesa Diretora ocorre no dia 1º de fevereiro de 2019, logo após a posse dos deputados da próxima legislatura.

Hoje, o líder do PSL, deputado federal Eduardo Bolsonaro (SP), disse que a legenda não deverá entrar na disputa. O partido do presidente eleito tem trabalhado para assegurar base política no Congresso Nacional e entre as costuras está a decisão de não lançar candidato.

“Eu acho muito difícil [o PSL lançar candidatura], acredito que vá ser uma pessoa de outro partido. Essas articulações estão acontecendo dentro do Congresso, estão ventilando, todos que estão ali estão se articulando publicamente ou nos bastidores”, disse o deputado.

PR de Josimar Maranhãozinho e Júnior Lourenço integrará base de apoio de Bolsonaro

O deputado Josimar Maranhãozinho, que também é presidente estadual do PR no Maranhão esteve no encontro e comentou sobre a reunião com o presidente eleito

Terceira bancada a ser recebida pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), o PR anunciou nesta quarta-feira (5), que vai integrar a base aliada do novo governo. O partido possui a sexta maior bancada da Câmara, com 41 deputados e tem no Maranhão dois deputados federais eleitos: Josimar Maranhãozinho e Júnior Lourenço.

Bolsonaro participou nos últimos dois dias da primeira rodada de conversas oficiais com dirigentes partidários e parlamentares, também estiveram no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) integrantes MDB e PRB.

O deputado Josimar Maranhãozinho, que também é presidente estadual do PR no Maranhão esteve no encontro e comentou sobre a reunião com o presidente eleito.

“O PR acredita que poderá ajudar o novo governo a fazer o melhor pelo país. Foram abordadas várias questões, dentre elas a Reforma da Previdência. O líder do partido, deputado José Rocha deixou bem claro que o PR votará unido, mas nas questões complexas respeitará a individualidade de cada deputado. O que também foi reforçado pelo Valdemar Costa Neto”, afirmou.

Josimar também comentou sobre a primeira impressão sobre o presidente. “Quanto ao presidente Jair Bolsonaro, eu achei ele uma pessoa simples, simpática, humilde e que demonstra ter muita vontade de realmente fazer uma gestão diferente. O presidente disse que está muito consciente de que vai precisar de muita ajuda, de muitas parcerias para fazer a gestão que o povo brasileiro tanto deseja. Eu estou confiante e acredito, sim no novo governo. O PR estará junto com presidente Jair Bolsonaro buscando fazer o melhor pelo nosso país”, concluiu.

Parlamentares do ‘Centrão’ abandonam Alckmin e passam a apoiar Jair Bolsonaro

Assim como representantes da bancada ruralista fizeram na terça-feira, líderes das bancadas evangélica e da bala assumiram ontem apoio a Bolsonaro

A quatro dias da eleição, aliados do candidato do PSDB à Presidência Geraldo Alckmin, passaram a apoiar de forma explícita a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL). Parlamentares do Centrão – bloco que fechou apoio ao tucano formado por DEM, PR, PP, PTB, PRB e SD – já pedem voto e declaram intenção de votar no capitão reformado do Exército em eventos de campanha.

Assim como representantes da bancada ruralista fizeram na terça-feira, líderes das bancadas evangélica e da bala assumiram ontem apoio a Bolsonaro. No entanto, eles não pretendem formalizar o apoio ainda no primeiro turno. Alckmin afirmou que a declaração da bancada ruralista foi desrespeitosa e fora de hora.

O deputado Hidekazu Takayama (PSC-PR), que coordena a frente dos evangélicos na Câmara, afirmou que o apoio do seu grupo é “tendência natural”, porque o candidato apoia os “valores cristãos e da família”. Por outro lado, Takayama afirmou que não há orquestração da frente para oficializar o apoio ao candidato, porque a maioria dos deputados está atualmente em campanha, sem tempo para reuniões. “Com certeza, acredito que a maioria aceitaria”, afirmou. Ele afirmou ainda que em eventual eleição de Bolsonaro, a frente provavelmente não faria oposição ao seu governo.

O criador da Frente Parlamentar da Segurança e candidato ao governo do Distrito Federal, Alberto Fraga (DEM-DF), declarou apoio pessoal ao militar ao vivo, durante o debate realizado pela TV Globo, na terça-feira. Fraga disse que o sentimento da maioria dos integrantes da chamada bancada da bala é apoiar Bolsonaro. “O apoio está implícito”, disse.

De acordo com ele, dos 306 integrantes do grupo, cerca de 170 querem o capitão reformado no Palácio do Planalto. A bancada da bala não existe formalmente no Congresso, mas a Câmara reconhece as frentes parlamentares suprapartidárias, organizadas por interesses comuns. A frente da segurança agrega neste momento 299 deputados. Fraga afirmou, contudo, que o grupo não se posicionará oficialmente porque nem todos os seus integrantes foram consultados sobre a questão. “Eu gostaria (de declarar posição), mas como não consegui reunir todo mundo, não tenho como emitir essa nota. Claro que deve ter gente que não concorda com essa decisão”, disse.

Membro das bancada da bala e evangélica, o deputado Lincon Portela (PR), afirma que grande parte dos parlamentares do PR jamais concordaram com a aliança com Geraldo Alckmin na disputa pela Presidência. “Nunca participei desse blocão que apoiava Alckmin. O que o PR fez é problema dele. Eu sempre disse que esse blocão nasceu esfarelado e deixei claro desde o início que apoiaria Bolsonaro”, afirmou Portela. O parlamentar afirmou que um manifesto pró-Bolsonaro feito no início da campanha que tinha 110 assinaturas já conta com 220 apoio de deputados federais e de outros 300 candidatos a deputado. Segundo Portela, o grupo mantém conversas semanais com Bolsonaro sobre o andamento da campanha.

Sem punição

Alckmin criticou o apoio da Frente Parlamentar Agropecuária a Bolsonaro. Disse que deputados e senadores da frente não foram consultados e que a manifestação foi ato “individual e extemporâneo”. “A manifestação da frente foi até desrespeitosa. Eu também sou agricultor e não fui consultado. Deputados e senadores não foram consultados”, afirmou o ex-governador paulista, que aparece estagnado em quarto lugar nas pesquisas de intenção de voto.

Com 210 deputados e 26 senadores, muitos deles oriundos de partidos do Centrão – como sua presidente, deputada Tereza Cristina (DEM-MS) -, a FPA é um grupo forte no Congresso. Em carta publicada na página da entidade na internet, a parlamentar afirmou que a decisão “atende ao clamor do setor produtivo nacional, de empreendedores individuais aos pequenos agricultores e representantes dos grandes negócios”.

Questionado sobre o anúncio feito pela deputada, o presidente do DEM, ACM Neto, afirmou que Tereza não fala em nome do partido. “A deputada Tereza Cristina fala em nome da frente, mas não do DEM”, afirmou ACM Neto, que também é prefeito de Salvador. Segundo ele, “o DEM continua firme com Alckmin”. “A posição mencionada é a de um segmento, mas não é o retrato do partido”, disse. Perguntado se Tereza Cristina seria punida, ACM Neto disse que esse assunto não está na pauta. “O objetivo maior é nos unirmos em torno da campanha de Alckmin.”

Centrão já discute opção em 2º turno sem Alckmin

DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade já discutem nos bastidores como será um eventual segundo turno da disputa sem Geraldo Alckmin

Estado de S.Paulo

Fiador da candidatura de Geraldo Alckmin à Presidência da República, o Centrão – bloco formado por DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade – já discute nos bastidores como será um eventual segundo turno da disputa sem o tucano. Em público, no entanto, seus dirigentes afirmam acreditar em uma “virada” no jogo, nos últimos dias de campanha, e negam essas conversas.

Pesquisas de intenção de voto divulgadas na semana passada apontam o candidato do PSL Jair Bolsonaro na liderança, seguido do petista Fernando Haddad. No bloco intermediário, Alckmin fica atrás de Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede).

Se Bolsonaro for para o segundo turno, a tendência é que pelo menos o DEM e o PTB apoiem o capitão reformado do Exército. Há uma possibilidade de divisão no DEM, caso Ciro siga para a próxima etapa, ultrapassando o petista. O Estado apurou, no entanto, que a maioria do partido prefere fechar com o candidato do PSL.

“Eu me recuso a discutir que o Brasil ficará condenado a um segundo turno entre Bolsonaro e Haddad. Vamos com Geraldo até o fim e acreditamos na virada. Isso não é conversa fiada”, disse ao Estado o presidente do DEM, ACM Neto, que também é prefeito de Salvador. “Eu não me canso de lembrar que, em 2014, nessa mesma altura do campeonato, Aécio (senador Aécio Neves) estava fora do jogo. Cravavam que a segunda rodada da disputa seria entre Marina (Silva) e Dilma (Rousseff). Só nos últimos dez dias é que Aécio começou a crescer e aí a história da eleição mudou inteiramente.”

Nas fileiras do PTB, que não integra o Centrão, mas faz parte da coligação de Alckmin, ao lado de PPS e PSD, as discussões a portas fechadas também agitam o partido. Desde o escândalo do mensalão, que levou para a cadeia o ex-deputado Roberto Jefferson, presidente do PTB, a sigla está rompida com o PT.

O senador Cristovam Buarque (PPS-DF) avalia hoje que a decisão de apoiar Alckmin foi equivocada. “O PPS cometeu um grande erro. Se lançasse o Raul Jungmann (ministro da Segurança), talvez pudesse ser uma alternativa”, afirmou ele. “Agora, vamos ter de optar entre a catástrofe e o desastre, entre o furacão Florence e o tufão Mangkhut.” Para o senador, que concorre à reeleição, a estratégia do voto útil para enfrentar o PT dificilmente surtirá efeito neste momento.

“Alckmin tem credibilidade para dizer que é o mais preparado, mas não que tem mais chances para derrotar Bolsonaro. Aqui no Distrito Federal, não vejo candidatos do PPS defendendo Alckmin. Eles não sentem obrigados a isso”, argumentou, lembrando que o PSDB está na chapa do deputado Alberto Fraga (DEM), candidato ao governo que avaliza Bolsonaro.

Integrantes da executiva do PSDB observam que o partido, institucionalmente, teria muitas dificuldades em explicar uma adesão no segundo turno tanto a Bolsonaro quanto a Haddad, por causa do intenso tiroteio sobre ambos disparado por Alckmin. Caberia ao ex-governador de São Paulo – que comanda o PSDB – conduzir o processo e a neutralidade seria mais confortável ao tucanato.

Já o PR, chefiado por Valdemar Costa Neto, está dividido entre avalizar Bolsonaro ou Haddad, caso seja essa a configuração para a segunda etapa da disputa. Valdemar tem ótimo trânsito no PT. Líder do partido na Câmara, o deputado José Rocha (BA), disse que o partido deve liberar seus filiados na próxima rodada da eleição. Rocha não esconde que faz campanha para Haddad.

A coligação do PR com Bolsonaro só não vingou por causa de divergências regionais. Em julho, o partido tentou emplacar o empresário Josué Gomes como vice de Alckmin. Josué não aceitou a vaga, mas, mesmo assim, o PR entrou na aliança com o tucano. Valdemar, porém, tem ótimo trânsito no PT.

O presidente do PP, Ciro Nogueira (PI), por sua vez, avisou a Alckmin que, no Piauí, faria campanha para o PT, caso contrário sua reeleição correria risco. A vice do tucano é a senadora Ana Amélia, do PP. No Piauí, porém, a vice do governador Wellington Dias (PT) é do PP. Em um segundo turno sem Alckmin, é provável que o partido libere o voto. Embora Ciro Nogueira pregue o apoio ao PT, uma ala do partido no Sul já faz campanha para Bolsonaro. É o caso do deputado federal Luís Carlos Heinze (PP), o mais votado do Rio Grande do Sul.

No Solidariedade, a esperança é de que, sem Alckmin, Ciro vá para o segundo turno. Desde as negociações para o Centrão apoiar o tucano, a sigla era favorável a Ciro. O deputado Paulo Pereira da Silva, presidente do partido e licenciado do comando da Força Sindical, foi vice de Ciro na campanha presidencial de 2002. O Solidariedade só aceitou entrar na coligação pró-Alckmin após negociar com o tucano um novo formato para a volta da contribuição sindical. O PRB ainda não bateu o martelo sobre quem apoiar em eventual segundo turno sem Alckmin.

Flávio Dino chega às eleições 2018 com sete partidos a mais em relação a 2014

Exatos 16 partidos, o que garante ao governador Flávio Dino mais de 5 minutos do tempo de TV do horário eleitoral gratuito

O governador Flávio Dino (PCdoB) teve seu nome homologado em uma grande convenção para mais de 10 mil pessoas neste sábado (28). São exatas 16 agremiações que declararam apoio a ele nestas eleições.

Em relação ao ano de 2014, quando Flávio Dino encerrou 50 anos de domínio do grupo Sarney, o então candidato tinha o apoio de 9 partidos: PCdoB, PDT, PSDB, PSB, PP, PPS, PROS, PTC e Solidariedade. Desses, apenas o PSDB não está com Flávio Dino em 2018.

Para essa eleição, somam-se ao time governista PT, DEM, PR, PRB, PTB, PPL, Patriotas e agora o Avante. Exatos 16 partidos, o que garante ao governador Flávio Dino mais de 5 minutos do tempo de TV do horário eleitoral gratuito.

Convenção vai oficializar Flávio Dino candidato à reeleição neste sábado (28)

Neste sábado (28) será realizada a convenção partidária Todos Pelo Maranhão, quando será confirmada a chapa majoritária do governador Flávio Dino, pré-candidato à reeleição. O ato contará com a participação de diversas lideranças de 15 partidos: PCdoB, PDT, PP, PPS, PROS, PSB, PT, PTB, PR, PRB, DEM, PEN, PTC, Solidariedade e PPL, que compõem a base aliada de Flávio Dino.

Flávio Dino ressaltou que a convenção Todos Pelo Maranhão é o momento em que sua coligação vai “conversar sobre o nosso Programa de Governo para o período 2019-2022. O nosso vice-governador Carlos Brandão também vai participar. Todos convidados”.

O presidente do diretório estadual do PCdoB no Maranhão, Márcio Jerry, também falou sobre a realização da convenção. “Será a coalizão de 15 partidos políticos, movimentos sociais e o povo do Maranhão para que em outubro possamos reconduzir o melhor governador do Maranhão, que é o governador Flávio Dino”, pontuou Jerry, que é também pré-candidato a deputado federal.

Para a presidente da União Brasileira de Mulheres no Maranhão (UBM-MA), Thays Campos, a convenção é o momento da celebração de um governo que mostrou que é possível fazer uma gestão pública diferente, priorizando os mais necessitados.

“Não temos dúvida da grande festa e encontro do governante com a sua militância. Temos a certeza que o povo do Maranhão vai continuar a sorrir e vai continuar sendo rei e rainha da sua própria vida”, analisou Thays Campos.

O encontro será realizado na data em que é comemorado um marco histórico para Maranhão. No dia 28 de julho de 1823, o estado aderiu oficialmente à independência do Brasil. A convenção de Flávio Dino, portanto, tem o simbolismo de romper de vez os laços com o passado e não permitir que a elite que mandou e desmandou no Maranhão volte a ter os privilégios de antigamente.

Partidos da base do governador Flávio Dino definem chapas proporcionais para a Assembleia Legislativa e Câmara dos Deputados

Quem participou da reunião afirmou que houve muito diálogo na construção das chapas que prometem eleger o maior número de deputados para a Assembleia Legislativa e para o Congresso Federal

Os 15 partidos que fazem parte da base de apoio do governador Flávio Dino (PCdoB) chegam à convenção coletiva com as chapas proporcionais montadas. Elas foram definidas na quinta-feira (26) com um clima muito bom entre os presidentes das siglas. Quem participou da reunião afirmou que houve muito diálogo na construção das chapas que prometem eleger o maior número de deputados para a Assembleia Legislativa e para o Congresso Federal.

As chapas para a Assembleia Legislativa foram definidas da seguinte forma:
Chapa 1: PCdoB, PDT, DEM, PSB, PP, PR, PRB, PTC
Chapa 2: PEN, PTB, PROS, PPS, PPL
Chapa 3: PT
Chapa 4: SD

As chapas para a Câmara dos Deputados foram definidas assim:
Chapa 1: PCdoB, PRB, PTB, PSB, PEN, SD, DEM, PROS, PTC, PPL e PPS
Chapa 2: PR, PDT e PP
Chapa 3: PT