Júnior Verde assume PTC no Maranhão

Júnior Verde assumiu o comando do PTC, após passar vários anos na militância do Partido Republicano Brasileiro (PRB), hoje Republicanos.

O ex-deputado estadual Júnior Verde é o novo presidente do Partido Trabalhista Cristão (PTC), no Maranhão.

Júnior Verde assumiu o comando do PTC, após passar vários anos na militância do Partido Republicano Brasileiro (PRB), hoje Republicanos.

O PTC passou anos sob o comando do deputado estadual Edivaldo Holanda, pai do prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior. Após o partido não passar pela Cláusula de Barreira, Edivaldo pai anunciou sua saída da legenda.

Mesmo sem receber recursos do Fundo Partidário e sem tempo na TV e Rádio, Júnior Verde vai preparar a legenda para lançar o máximo possível de candidatos a vereadores e prefeitos.

PSL, Novo e PRB crescem, grandes partidos como PT, PSDB e MDB ficam estagnados

Proporcionalmente, o partido com maior crescimento foi o Novo, que registrou um avanço de 29%

Dados do TSE publicados pela Folha mostram que o PSL, Novo e PRB foram os partidos que mais cresceream em número de filiados desde o começo do ano.

Proporcionalmente, o partido com maior crescimento foi o Novo, que registrou um avanço de 29%.

Já o PSL do presidente Jair Bolsonaro apresentou um aumento de 13% de filiados. O PRB, ligado à Igreja Universal do Reino de Deus, cresceu 4%.

Grandes partidos como MDB, PT e PSDB estão estagnados. Dados mostram que desde janeiro, tanto o PSDB quanto o PT cresceram apenas 0,6% em número de filiados. Já o MDB apenas avançou 0,1%.

Maiores partidos políticos já se rendem a nome novo

Para o sociólogo Rodrigo Prando, professor do Mackenzie, a ideia de tirar o termo “partido” é uma tentativa de se mostrar mais conectado com a sociedade

Estadão

O desgaste de alguns partidos já estimula mudanças nas mais tradicionais e mais estruturadas siglas do País. De imediato, das 10 maiores bancadas do Congresso, ao menos cinco siglas já alteraram ou estudam alterar o nome, decisão que costuma ser anunciada como um processo de busca de conexões com as redes sociais e de renovação de estatutos e programas. 

Algo que o DEM, que hoje preside tanto a Câmara quanto o Senado, fez em 2007, quando deixou de ser PFL e adotou a marca Democratas. O PSDB é MDB, as duas maiores bancadas no Senado, devem ir na mesma linha. O fenômeno, segundo especialistas, é uma tendência mundial e revela uma mudança na relação do eleitor com a política que dispensa mediadores e tem campo aberto no meio digital.

Depois de abolir “P” da sigla, o MDB estuda passar a se chamar apenas “Movimento”. O PSDB encomendou pesquisa para se reposicionar a partir de junho, quando ocorrerá a convenção nacional. Principal liderança da legenda, o governador de São Paulo, João Doria, fala em transformar o partido em “digital”. Ligado à Igreja Universal, o PRB vai se transformar em Republicanos, como antecipou o Estado. A intenção da legenda é focar sua atuação no campo ideológico da centro-direita.

Originário do antigo PCB, o Partido Popular Socialista (PPS) foi rebatizado recentemente como Cidadania, e tirou o “Socialista” do nome para receber os grupos de renovação política, como Agora, Livres e Acredite. Entre os 74 partidos em formação inscritos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 20 optaram por nomes com cara de movimento: Iguais, Raiz, Tribuna Popular, Animais, Força Brasil, Liga, Arena, UDN, Unidade Popular, entre outros.

Para o sociólogo Rodrigo Prando, professor do Mackenzie, a ideia de tirar o termo “partido” é uma tentativa de se mostrar mais conectado com a sociedade, numa tentativa de dar ares de modernidade a uma estrutura antiquada e pouco democrática. “Os partidos estão assentados em uma burocracia do século 20 e a sociedade hoje é outra, a democracia representativa está em crise no mundo todo. As eleições de Trump nos EUA e de Bolsonaro no Brasil deram uma chacoalhada no sistema.”

PRB vai virar ‘Republicanos’


Os Republicanos serão conservadores nos costumes e liberais na economia

O Partido Republicano Brasileiro (PRB) vai mudar de nome e virar Republicanos. Com a mudança, o partido vai deixar para trás a aliança com a esquerda e se posicionar como de centro-direita, uma opção para o eleitorado conservador. Os Republicanos serão conservadores nos costumes e liberais na economia. O perfil lembra o da campanha do presidente Jair Bolsonaro. A diferença, dizem, é que o discurso será menos extremado e haverá mais convicção no liberalismo.

Diferenciar-se de outras siglas que militam no campo conservador, especialmente do PSL de Bolsonaro, atende a uma estratégia: a legenda já mira em 2022. O plano é aumentar o número de prefeitos e vereadores no ano que vem de forma significativa para, se possível, ter um nome competitivo na próxima disputa presidencial. “Não mudaremos só de nome. Mudaremos de postura. Estamos preparando o partido agora para os próximos 15 e 20 anos”, afirmou, ao Estadão, o deputado Marcos Pereira (SP), vice-presidente da Câmara e presidente nacional do PRB desde 2011.

Carlos Brandão e o projeto para 2022…

Nesta semana, na inauguração da sede do PRB, Carlos Brandão foi aclamado por seus correligionários como pré-candidato ao governo em 2022

Bem articulado no meio político, com a classe empresarial, responsável pela vinda de grandes investimentos para o Maranhão como o Porto São Luís, aliado de primeira hora de diversos prefeitos, vereadores e deputados, o vice-governador Carlos Brandão (PRB) inicia o projeto para 2022.

Sucessor natural do governador Flávio Dino (PCdoB), Brandão assumirá o Palácio dos Leões na provável saída dele para uma candidatura à Presidência da República ou ao Senado Federal.

Nesta semana, na inauguração da sede do PRB, Carlos Brandão foi aclamado por seus correligionários como pré-candidato ao governo em 2022.

Após reunião com líderes partidários, Bolsonaro diz: ‘Tudo ocorreu em alto nível’

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, o presidente Jair Bolsonaro, e o prefeito de Salvador e presidente nacional do DEM, ACM Neto, em encontro para debater a reforma da Previdência.

Estadão

O presidente Jair Bolsonaro usou o Twitter nesta quinta-feira, 4, para dizer que “tudo ocorreu em alto nível” e “nada se falou sobre cargos” nas reuniões que realizou com presidentes e líderes de partidos políticos. Para ele, as primeiras conversas demonstram que Executivo e Legislativo estão unidos pela reforma da Previdência.

“Pela manhã me reuni com vários presidentes e líderes de partidos. Tudo ocorreu em alto nível. Ao contrário do que propalado por alguns, nada se falou sobre cargos. Executivo e Legislativo unidos, por uma causa que representa o futuro de nossos filhos e netos: a Nova Previdência”, postou Bolsonaro.

Criticado pela falta de articulação política, principalmente no Congresso, Bolsonaro resolveu dar início a um movimento de aproximação das lideranças partidárias nesta quinta-feira, depois de três meses de governo. Pela manhã, o presidente recebeu PSD, PP, PSDB, DEM e PRB. No final da tarde, reuniu-se com líderes do MDB. Participaram do encontro o presidente da sigla, Romero Jucá, e os líderes do partido na Câmara, Baleia Rossi (SP), e no Senado, Eduardo Braga (AM).

PRB de Cléber Verde e Marisa Rosas entra na mira do Ministério Público Eleitoral

Estadão

O Ministério Público Eleitoral do Maranhão, por meio do procurador regional Eleitoral substituto, Juraci Guimarães Júnior, determinou a instauração de procedimento extrajudicial e inquérito policial para apurar eventuais irregularidades na prestação de contas da candidata a deputada estadual Marina Regina Duarte Teixeira, a Marisa Rosas, do PRB.

A candidata, sua contadora e representantes de empresas contratadas com a verba de campanha, doada pelo Partido Republicano Brasileiro, serão ouvidos.

Por meio de dados do Sistema de Divulgação de Candidaturas (DivulgaCand), da Justiça Eleitoral, a Procuradoria já verificou que, dos onze candidatos a deputado estadual e dois candidatos a deputado federal pelo PRB no Maranhão, Marisa Rosas foi a segunda maior beneficiária de doações da Direção Nacional do partido, apesar de nunca ter sido candidata e, desde setembro de 2016, receber auxílio financeiro do Programa Bolsa Família.

De acordo com o DivulgaCand, Marisa Rosas recebeu doação no montante de R$ 585 mil da Direção Nacional do partido, dos quais 39,31% do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e 60,68% do Fundo Partidário (FC).

Rosas teve apenas 161 votos nas eleições de 2018.

No sistema da Justiça Eleitoral consta que os recursos teriam sido utilizados para pagamentos de publicidade por materiais impressos, combustíveis e locação de veículos.

Para Juraci Guimarães Jr., ’a condição econômica da candidata, aliada à sua inexperiência política, não torna crível que ela tenha sido agraciada pelo partido como a segunda maior beneficiária e tenha tido tão inexpressiva votação’.

A instauração de procedimento pelo Ministério Público e a determinação de abertura de inquérito policial têm objetivo de ‘apurar eventual prática de desvio de dinheiro público das eleições’, informou a Assessoria de Comunicação da Procuradoria.

A Procuradoria Regional Eleitoral no Maranhão determinou a instauração de notícia de fato eleitoral e inquérito policial ‘a fim de apurar eventual prática de crimes e irregularidades na prestação de contas da candidata a deputada estadual Marisa Rosas’.

Além da candidata, a Procuradoria vai ouvir a contadora Tatiana Gomes Melo, e os representantes legais das empresas L Ferreira Paz de Sousa, K de Sousa Pinto, HSC Pereira, Gráfica Santa Clara e LAS de Lemos.

A reportagem entrou em contato com Marisa Rosas, com o PRB e com as empresas L Ferreira Paz de Sousa, K de Sousa Pinto, HSC Pereira, Gráfica Santa Clara e LAS de Lemos, mas não obteve retorno. O espaço está aberto para manifestação.

Após suspeitas de candidatura “laranja”, Cléber Verde e Marisa Rosas silenciam

Após a matéria veiculada no Jornal Nacional e todas a repercussão, tanto Cléber Verde, quanto Marisa Rosas sumiram das redes sociais

O Jornal Nacional mostrou que no Maranhão uma possível candidatura “laranja” ainda pode render mais debates sobre o tema em nível nacional. Após notícias envolvendo o ministro Gustavo Bebianno e o PSL, o programa mostrou que a candidata maranhense Marisa Rosas (PRB) pode também ter servido como laranja para o partido. No Maranhão, o PRB é presidido pelo deputado federal Cléber Verde.

Com apenas 162 votos computados nas urnas, a candidata a deputada estadual gastou na sua campanha R$ 584.899,80. Segundo informações da Justiça Eleitoral, o presidente do partido, Cléber Verde gastou R$ 10,34 por cada voto e teve 101.806 votos com um gasto de R$ 1.053.500. A gráfica contratada por Marisa é de um filiado do PRB.

O deputado federal diz que não houve irregularidade e que o fato faz parte da imprevisibilidade de uma campanha ser ou não vitoriosa. Na próxima eleição, na condição de presidente partidário, pode ensinar como gastar menos e se eleger, a exemplo de sua campanha.

Após a matéria veiculada no Jornal Nacional e todas a repercussão, tanto Cléber Verde, quanto Marisa Rosas sumiram das redes sociais. Ela é uma figura conhecida das festas da região metropolitana, vende bombons e rosas, mas após as notícias envolvendo seu nome, a vendedora não foi vista mais trabalhando.

Pelo menos 4 partidos já fecharam apoio à reeleição de Rodrigo Maia

Legendas que declararam apoio a Rodrigo Mais e o DEM somam 153 dos 513 deputados

EXAME

Dos 28 partidos que participam da próxima legislatura da Câmara dos Deputados, pelo menos quatro já oficializaram seu apoio à recondução de Rodrigo Maia (DEM-RJ) à presidência da Casa. Depois que PSL – partido do presidente Jair Bolsonaro -, PRB e PSD formalizaram a preferência, o PPS, que elegeu oito parlamentares na Casa, também entrou para o grupo. Essas legendas e o DEM somam 153 dos 513 deputados.

Ontem, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse que apoia a recondução de Maia e que a bancada federal do partido deve seguir essa tendência majoritariamente (mais informações na pág. A6). Caso o apoio do PSDB se concretize e se os deputados forem fiéis às orientações de suas lideranças partidárias, o número sobe para 182.

Em nota, o líder do PPS na Câmara, deputado Alex Manente (SP), disse que Maia possui todos os atributos para conduzir os trabalhos do Parlamento. “Ele assumiu a presidência da Câmara em um momento delicado, com a autorização do processo de impeachment de Dilma (Rousseff) pela Casa e substituindo Eduardo Cunha. É equilibrado e possui todos os requisitos para continuar no comando da Câmara dos Deputados.”