Marco Aurélio detona críticas da oposição: “desespero”

Ele criticou o fato da oposição sarneysista querer criminalizar tudo, até mesmo coisas que são absolutamente legais

O deputado estadual Marco Aurélio (PCdoB) foi direto ao ponto após críticas, completamente, absurdas da deputada Andréa Murad sobre a presença de servidores na Conferência Estadual do PCdoB, na última sexta-feira (20). “Talvez o maior desespero deles, ao ver a grandiosa conferência do PCdoB, as milhares de pessoas lá, foi ver partidos que historicamente marcharam com eles e agora já disseram ‘não’, porque agora vão com Flávio Dino para a reeleição”, destacou o parlamentar.

Em seu pronunciamento na Assembleia Legislativa rebatendo o discurso tresloucado de Andrea, Marco Aurélio citou os casos do PR e PRB, que até pouco tempo estavam no campo oligárquico e que escolheram marchar em Flávio Dino em 2018.

“Isso dá um desespero danado. Vão procurar achar algum defeito. Faça um exame de consciência, oposição. O grupo da oligarquia de fato, de direito, está perdendo. Está perdendo, primeiro, pela ineficiência, pelo que deixaram de fazer. Em segundo lugar, pela liderança do Governador Flávio Dino. Em terceiro lugar, o povo não quer mais voltar mais ao atraso. O povo quer dias melhores e, assim, terá”, enfatizou.

Marco Aurélio desmontou o discurso de Andrea Murad, que criticou o fato de na Conferência haver vários servidores públicos. “O evento não era expediente de trabalho, o evento era à noite, logo todos podiam ir: cargo comissionado ou não, efetivos ou não, ali tinham milhares, centenas de professores, por exemplo, com cargos efetivos e estavam lá por livre espontânea vontade. Quem estava lá estava por livre e espontânea vontade”, defendeu.

Ele criticou o fato da oposição sarneysista querer criminalizar tudo, até mesmo coisas que são absolutamente legais. “Eles vão porque acreditam no Governo para que eles estão trabalhando. Eles acreditam de fato. Eles não estão ali por acaso. Eles acreditam de fato que o Governador Flávio Dino está fazendo um trabalho revolucionário e que esse grupo que antes dominou e tanto massacrou o Maranhão não volta nunca mais”, explicou Marco Aurélio.

Para membros da oligarquia que detonou o estado durante 50 anos, realmente é difícil entender que as pessoas trabalhando, com amor, por um projeto que está transformando o Maranhão. É por isso que estrebucham tanto!

“Hoje o Maranhão tem governador”, alfineta deputado ao criticar oposição

Sessão foi marcada por debates calorosos entre governo e oposição

O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) rebateu a oposição, na sessão desta terça-feira (04), quanto a investimentos do governo do Estado na Educação. “Até aqueles que olham com má vontade, com saudosismo, crise de abstinência, têm que reconhecer os avanços do governo Flávio Dino nesta área”, disse ao destacar a inauguração de diversas escolas dignas no Maranhão.

Na tribuna, Othelino disse que atribui, de forma respeitosa, muitas dessas reclamações a um saudosismo que maltrata alguns, porque percebem que o Estado está tomando o rumo da transformação irreversível e, simplesmente, não dá para comparar o Maranhão de hoje com o de ontem. “Hoje aqui tem governador. Ele governa e anda este Estado todo todos os dias, inaugurando e lançando obras, ouvindo críticas e sugestões. Assim se governa, diferente de antes que era como se não tivesse governo”, provocou.

“Governo Roseana só existia no papel”, diz deputado

Segundo o deputado, o governo Roseana só existia mesmo no papel, mas na prática ninguém via. “Era um governo que tinham várias ilhas, como eu disse em entrevista ao jornal O Imparcial. Vários governadores, dentro de um governo só, que não governavam nada e deixavam o Maranhão jogado às traças. Só serviam para sabotar aqueles municípios cujos prefeitos não rezavam na cartilha deles. E aí cito, de forma muito particular, o que fizeram com São Luís, perseguindo o prefeito Edivaldo Jr que hoje tem a parceria do governo”, comentou.

Para Othelino Neto, é um ato de injustiça o não reconhecimento dos avanços que estão acontecendo no Maranhão. Ele destacou que centenas de escolas estão sendo reformadas e construídas no Estado. “Agora só se o governador Flávio Dino fosse mágico para corrigir, em dois anos e meio, o abandono de algumas décadas com pequenos atos. Quantas escolas dignas estão sendo construídas e entregues, no Maranhão, aos municípios, independente de coloração partidária? Toda semana são duas, três, quatro, etc”, destacou.

O deputado criticou a oposição por ir à tribuna tentar passar para a sociedade a ideia de descaso do governo com a Educação. “Isso é excesso de má vontade e talvez uma miopia política acentuada, porque só não enxergam os avanços do governo Flávio Dino, nessa área, aqueles que não querem ver, porque isso está no Estado todo, todos reconhecem isso, menos aqueles com excesso de má vontade”, frisou.

Othelino citou também como outra grande e profunda mudança que o governo realiza no Maranhão o projeto que, segundo ele, todos, independente de serem governistas ou oposicionistas, deveriam elogiar e aplaudir, porque tem como objetivo dar a assistência àqueles que mais precisam, às crianças que nasceram com problemas neurológicos. “Não digo só o projeto Ninar, mas, de uma série de transformações que estão acontecendo no Maranhão para melhor, a Educação é, sem dúvida, o carro chefe”, frisou.

Deputado rebate oposição e diz que governador quer celeridade em apuração sobre Odebrecht

 

Na tribuna, Othelino afirmou que nem ele e nem o governador são contra a operação Lava Jato, muito pelo contrário, pois ela é necessária para o Brasil

O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) foi à tribuna, na sessão desta terça-feira (18), e voltou a rebater a oposição quanto a citação do nome do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), em delação de um dos executivos da Odebrecht. Segundo o parlamentar, o maior interessado que a apuração seja feita, de forma célere, é o chefe do Executivo maranhense que é um homem honrado, decente e que se viu em um determinado momento sendo colocado sob suspeita. “Ele próprio já disse querer uma apuração rápida para que a verdade se restabeleça e não fique na vala comum. O sonho da oposição é transformar todos os diferentes em iguais”, disse.

Na tribuna, Othelino afirmou que nem ele e nem o governador são contra a operação Lava Jato, muito pelo contrário, pois ela é necessária para o Brasil, mas lembrou que já criticou alguns excessos praticados nas investigações. “O trabalho mostra que a impunidade não é mais regra e que a lei existe para todos. Isso o governador disse aqui, nas suas redes sociais, na Folha de São Paulo, no Estadão,  na Globo News, etc. “Foi lá e falou para o Brasil inteiro essa opinião, assim como nós criticamos quando entendemos que o juiz Sérgio Moro cometeu excesso e percebemos que ele estava exorbitando as suas atribuições de magistrado”, afirmou.

Othelino disse que criticou a operação quando ela grampeou a presidente da República, Dilma Rousseff (PT). Segundo ele, não se pode grampear um chefe de Estado, a menos que houvesse permissão do Supremo Tribunal Federal. “Aquilo teve um objetivo político quando foi grampeado e divulgado, inclusive isso foi criticado por ministros do STF, quando não só foi feito o grampo, como foi divulgado de forma ilegal, envolvendo também o ex-presidente Lula. Os excessos cometidos pela Lava Jato podem jogar a operação fora. Juristas já têm advertido que, quando se cometem excessos, quando se faz vazamentos seletivos não autorizados pela Justiça, isso pode comprometer lá na frente provocando, inclusive, nulidade de vários atos. Nós desejamos que operação chegue ao seu desenrolar e que os culpados sejam punidos”, comentou.

O vice-presidente da Assembleia disse ter toda convicção de que o governador Flávio Dino é um homem sério que não teme investigações e que, em nenhum momento, agrediu o Judiciário ou o Ministério Público. O que ele fez, segundo o deputado, pelas redes sociais, com notas oficiais, foi se manifestar publicamente, defender-se. “Agora, se o fez e o faz de forma mais veemente é porque é um homem corajoso, que não tem complexo de jabuti, que, quando apanha ou se sente em perigo, esconde o pescoço, a cabeça. O governador se viu ultrajado, agredido e injustiçado e foi falar nos veículos de comunicação de que dispõe, inclusive na TV Mirante. Isso não foi um favor, porque a televisão é uma concessão pública, tem a obrigação de trabalhar pela boa informação”, disse.

Durante o pronunciamento, Othelino Neto frisou que não existe autoridade acima da lei, nem deputado estadual, deputado federal, governador, juiz, promotor e nem delegado de polícia. Segundo o deputado, todos estão submetidos a regime jurídico e precisam compreender as suas competências, quando um poder começa a se sobrepor sobre o outro e a fazer com que ele fique menor. “Isso é ruim para o Estado democrático de direito, é ruim para a democracia e é importante que nós, independente de lado político, tenhamos consciência disso”, frisou.

Othelino criticou ainda a postura da oposição ao fazer pré-julgamentos em relação ao governador Flávio Dino. O deputado disse que já foi diversas vezes à tribuna, mas evitou fazer pré-julgamentos, por exemplo, sobre o senador Edison Lobão (PMDB) que nunca recebeu a defesa de nenhum membro da oposição. “Eu nunca vim a esta tribuna dizer que o rei das delações, que é o senador Lobão, que está em todas e não conseguiu ficar fora de nenhuma, é um criminoso. Por quê? Porque é preciso que se respeite o devido processo legal. O Supremo Tribunal Federal já instaurou inquérito para apurar, ele será ou não indiciado e eu não estou antecipando aqui o que vai acontecer”, comentou.

“Fazer oposição não significa apelar para mentiras”, alfineta Márcio Jerry

O secretário estadual de Comunicação e Articulação Política, Márcio Jerry, criticou, por meio do Twitter, nesta sexta-feira (31), o que ele chama de má disposição da oposição, na Assembleia Legislativa, com relação a aprovação de matérias que visam o desenvolvimento do Estado por questões, meramente, políticas ou politiqueiras.

Márcio Jerry lamentou as movimentações contrárias da oposição a um projeto de lei que institui o Programa de Incentivo ao Desenvolvimento dos Centros de Distribuição no Estado do Maranhão.

“Fazer oposição não significa todo dia apelar para mentiras e ignorar os fatos reais. O apego à mentira desqualifica a oposição”, alfinetou Márcio Jerry ao informar que a Assembleia aprovou projeto de lei que favorece a movimentação da economia com geração de emprego e renda e que a matéria não é política e sim necessária ao desenvolvimento do Estado.

O Plenário aprovou, na sessão de quinta-feira (30), o Projeto de Lei nº 224/2016, de autoria do Poder Executivo, que institui o Programa de Incentivo ao Desenvolvimento dos Centros de Distribuição no Estado do Maranhão. Na Mensagem nº 103, encaminhada à Assembleia Legislativa, o governador Flávio Dino explica que o objetivo do projeto é constituir no Maranhão um vigoroso pólo atacadista, gerando emprego e renda e estimulando o investimento produtivo.

Deputado critica oposição e diz que ajuste do ICMS foi necessário para suportar crise e manter serviços essenciais

O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) foi à tribuna rebater a oposição, na sessão desta quarta-feira (15), e disse que o ajuste do Imposto sobre as Operações de Circulação de Mercadorias e Serviços de Transportes e Comunicação (ICMS), por parte do governo do Maranhão, foi necessário para aumentar a arrecadação. Segundo ele, essa medida foi tomada para poder suportar o momento de crise e manter os serviços essenciais em dia, a exemplo do pagamento dos servidores públicos, coisa que outros estados do país não estão conseguindo nem fazer.

Antes de ir à tribuna, o deputado também se manifestou, por meio de sua conta no Twitter, onde fez duras críticas e ponderações ao grupo Sarney. Segundo ele, a mesma oposição que saqueou o Maranhão, agora se desespera ao perceber que o governo Flávio Dino (PCdoB) está de fato mudando o Estado para melhor.

“Não fosse através da melhoria na arrecadação, como o governo do Maranhão poderia conceder reajustes a servidores e manter os elevados investimentos? O Maranhão continua sendo o estado com a 7ª menor carga tributária do país. Produtores rurais, que consomem até 300 kw, permanecem isentos”, argumentou o deputado por meio da rede social.

Na tribuna, Othelino lamentou o fato da oposição insistir em querer transformar o ajuste do ICMS, que é comprovadamente necessário, em um ato hostil do governo para com o Maranhão e para com o empresariado. “É claro que neste ambiente por que passa todo o Brasil, de crise financeira agravada por problemas políticos, houve a necessidade, e claro que isso não é bom. Se imposto fosse bom, nem teria esse nome. Ninguém gosta de aumentar alíquota. Agora, claro que foi necessário fazer os ajustes para melhorar a arrecadação”, ponderou.

Estados com dificuldade de pagar até a folha

Em seu pronunciamento, Othelino Neto citou estados importantes, como o Rio de Janeiro, que estão atrasando o pagamento dos servidores, o Rio Grande do Sul que teve de parcelar salários, etc, para lembrar que deputados deveriam prestar atenção antes de se posicionar contra o aumento da arrecadação no Maranhão. Para o deputado, a atual oposição tem pouca legitimidade para criticar o ajuste de impostos, porque ainda está fresco na memória do povo o prejuízo que o erário teve, no governo Roseana Sarney, por conta da concessão indevida de isenções de ICMS a determinados empresários.

De acordo com Othelino Neto, o secretário estadual da Fazenda, Marcellus Ribeiro, explicou, de forma didática, as razões e os impactos do ajuste das alíquotas de ICMS. Esclareceu, por exemplo, que os produtores rurais, que consomem até 300 kW, estão isentos, que metade dos consumidores de energia elétrica do Estado não foi atingida pelo reajuste, porque consome menos de 50 kW, portanto, está fora. Esses não pagam energia elétrica. “Esse ajuste do ICMS é claro que não é do desejo de nenhum de nós, mas ele se fez inevitável nesse momento de crise nacional”, frisou.

Othelino disse, na tribuna, que se o governador Flávio Dino não estivesse em momento de crise nacional, se o Estado não tivesse perdido, nos últimos dois anos, R$ 1,2 bilhão em repasses constitucionais, não precisaria fazer esse ajuste nas alíquotas de ICMS. “Mas, como manter o Estado cumprindo com os seus deveres com a despesa maior do que a receita? Como custear reajuste de servidores, tal qual aquele que foi concedido aos professores do Estado de 8%? Reajuste inclusive contra o qual a oposição investe todos os dias, não só aqui, mas também nos veículos de comunicação. Nunca vi se reclamar de reajuste. Como custear uma carteira de investimentos permanente, enquanto o Brasil vive uma retração econômica grave?”, indagou.

Investimentos mesmo com crise

O deputado lembrou que o governo do Maranhão, em meio a toda essa crise que atinge os estados do país, inaugura escolas novas, reformadas, anuncia construção de IEMA’s, contratação de policiais (já foram mais de mil policiais contratados), entrega viaturas, automóveis, equipa a polícia, recupera as estradas e rodovias estaduais, realiza sonhos que antes eram promessas vãs como, por exemplo, a ponte que passa no município do Paulino Neves e liga os dois lados da cidade, permitindo a interligação da região dos Lençóis com a região de Parnaíba, etc. “Então o que estou dizendo aqui aos senhores e ao Maranhão é que para custear esses investimentos, permitir o pagamento em dia de servidores públicos, o reajuste para o funcionalismo, é preciso que haja receita”, enfatizou.

O vice-presidente da Assembleia afirmou que o governo não só melhora a arrecadação por conta de ajustes nas alíquotas, mas também porque tornou mais eficaz a fiscalização, acabou com a concessão de isenções ilegais e inclusive mandou para a Assembleia apreciar um projeto de Lei que retira do secretário a prerrogativa de, de forma isolada, conceder isenções. “Então este governo está mostrando que, com a aplicação transparente do recurso público, é possível fazer muito mais pelo Maranhão. Mas o sonho de alguns é que os tempos ruins do passado voltem. No entanto, o povo não permitirá que isso aconteça”, finalizou.

FIASCO TOTAL! Fracassa movimento sarneysista da oposição contra Flávio Dino…

Sete “gatinhos pingados” compareceram à manifestação que foi divulgada em massa pela mídia miranteana

Um movimento, que estava sendo articulado pela oposição, nesta quinta-feira (22), leia-se patrocinado pelos deputados Adriano Sarney (PMDB), Eduardo Braide (PMN), Wellington do Curso (PP), etc, que foi amplamente divulgado na mídia sarneysista – fracassou e foi um verdadeiro fiasco, digno de muitas gargalhadas.

A manifestação – que estava sendo chamada pelos seus mentores de súper, mega – foi marcada para a avenida Litorânea, mas só apareceram alguns “gatinhos pingados” como mostram as fotos. Eles tinham a intenção de protestar contra a aprovação, na Assembleia Legislativa, do aumento das alíquotas de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias), mas quebraram a cara.

Segundo os próprios organizadores, teriam comparecido 14 pessoas ao movimento. Mas, de acordo com a Polícia Militar, eram apenas sete seres humanos, ou seja, sete “gatinhos pingados” e, entre eles, ainda foi identificada uma assessora de Adriano Sarney.

Os organizadores haviam divulgado nos blogs e mídias sarneysistas que o movimento iria ser gigante, um “bafão” com adesão de internautas, populares, apitaço, buzinaço, camisas padronizadas, parari, parará. E na hora, nem os patrocinadores tiveram coragem de aparecer ao saberem do fracasso.

Esse fiasco mostra ainda que Flávio Dino está com a popularidade alta em São Luís. Enquanto isso, a oposição “pagou o mico” do ano.

“A farra de convênios acabou”, diz Othelino ao rebater oposição ao governo

 

Foto-legenda - Othelino repudiou também o preconceito demonstrado pela oposição ao comunismo e disse que tem orgulho de ser do Partido Comunista do Brasil

Othelino repudiou também o preconceito demonstrado pela oposição ao comunismo e disse que tem orgulho de ser do Partido Comunista do Brasil

O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) rebateu, na sessão desta segunda-feira (26), a oposição contra acusações ao governo Flávio Dino (PCdoB) quanto ao período eleitoral. Segundo o parlamentar, a postura dessa atual gestão é diferente e, por exemplo, a farra de convênios acabou. Ele disse que isso pode ser observado, comparando-se este ano das eleições municipais com o de 2012, para ver a diferença dos valores conveniados no final do período que a legislação permite.

“Com relação à suposta intromissão do governo nas eleições municipais, eu  fico observando, deputado Edilázio, deputado Adriano Sarney, V. Ex.ªs falando em comissão de governo, em campanhas eleitorais, até parece que vocês não viveram os tempos, que graças a Deus já passaram, onde de fato havia uma intervenção forte, marcante e, muitas vezes, ao arrepio da lei, nas eleições municipais”, alfinetou.

Rebatendo as críticas, Othelino disse que a polícia não está no interior do Estado para fazer política e sim para garantir segurança, coibindo a compra de votos, etc. “Uma força-tarefa oferecida à Justiça Eleitoral que recebeu, inclusive, essa assistência que o governo está dando, colocando as forças policiais para evitar a compra de votos e garantir a lisura do pleito. Agora é certo que essa prática da polícia atuar para coibir compra de votos ainda deve incomodar V. Exas”, disse.

Segundo Othelino, o governador Flávio Dino vai para esta campanha, nos momentos de folga, e faz questão de dizer que está como um cidadão, um líder político e ele diz isso em alto e bom som. “Poderia ele ter, por exemplo, se licenciado ou mesmo no horário de expediente estar andando o Maranhão, tem vários aliados pedindo, insistindo pela presença do governador, mas ele restringe tudo ao final do expediente, durante a semana, ou aos finais de semana. Inclusive andando sem utilizar as estruturas do Estado. É assim que se faz. No governo anterior, as farras eram generalizadas”, afirmou.

Discriminação ao PCdoB

Othelino repudiou também o preconceito demonstrado pela oposição ao comunismo e disse que tem orgulho de ser do Partido Comunista do Brasil. “Levantamos as bandeiras, historicamente, aliadas às causas populares. Agora, de outras práticas nós poderíamos até nos envergonhar, mas de sermos comunistas não. Somos com muito orgulho. E este governo, apesar de não ter um império de comunicação, permanece muito bem avaliado em todo o Estado”, disse.

Segundo o deputado, as pesquisas eleitorais realizadas também avaliam o governo Flávio Dino e temos observado que a aprovação é elevada, apesar do momento de extrema crise, onde boa parte dos governantes tem dificuldade nas relações com a população. “Por quê? Porque é um governo voltado àqueles que mais precisam. Então V. Exas ficam tentando aqui desqualificar o governo, mas parecem que não olham o que fizeram para trás”,  frisou.

Fundema e BNDES

Othelino explicou que, quando a oposição passada condenou o empréstimo ao BNDES o fez com muita convicção por discordar da forma como estava acontecendo e depois porque o governo Roseana Sarney tentou transferir aquele recurso do empréstimo para um tal Fundema, que iria manter os municípios no período vedado com a clara intenção de mudar a vontade do povo do Maranhão. “E, claro, nós não permitimos isso. Entramos com ações judiciais para evitar que o recurso fosse utilizado de forma eleitoreira”, esclareceu.

Durante o pronunciamento, o deputado disse que existe uma diferença muito marcante entre a comunicação do governo Flávio Dino e a da gestão Roseana Sarney. Segundo ele, no governo anterior, a gestão comunicava o que não existia e pagava muito mais por uma razão muito simples: saía de um bolso e entrava no mesmo bolso do outro lado. “Agora, o governo do Estado paga a veiculação, porque inclusive é necessário divulgar para que a população saiba, mas está mostrando o trabalho e, diga-se de passagem, paga hoje muito menos do que era pago no governo anterior”, afirmou.

CRISE NO GRUPO SARNEY – PMDB anuncia que não formará mais bloco com o PV de Adriano Sarney

Na nota, Roberto Rocha diz que o partido formará bloco apenas com o PROS e nega rompimento com o PV

Na nota, Roberto Rocha diz que o partido formará bloco apenas com o PROS e nega rompimento com o PV

O grupo Sarney está em crise e um dos reflexos disso pode ser observado na “cana de braço” entre o PMDB e o PV pela liderança do bloco de Oposição na Assembleia Legislativa. Nesta segunda-feira (01), o líder do PMDB na Casa, deputado Roberto Costa, lançou nota oficial, rejeitando formação de bloco com o PV do deputado Adriano Sarney.

Na nota, Roberto Rocha diz que o partido formará bloco apenas com o PROS e nega  rompimento com o PV. “A decisão não representa rompimento, mas uma estratégia que permitirá mais espaço de atuação. Relembrando que da mesma forma que o PV optou em não coligar com o PMDB em 2015, o partido entende este não ser o momento para abrir mão de suas estratégias por uma formação que pouco beneficiaria o PMDB”, justifica Roberto Costa.

Além da briga pela liderança da oposição na Assembleia Legislativa, a eleição para a Prefeitura de São Luís em outubro e até a vaga para disputa do Senado em 2018 estão em jogo e são questões de conflito no grupo Sarney.

A guerra interna aumentou após ação do grupo liderado pelo ex-secretário de Saúde, Ricardo Murad, ao insuflar-se contra o grupo do senador João Alberto na disputa pelo diretório municipal do PMDB em São Luís. Ele queria a indicação do partido para candidatar-se à Prefeitura de São Luís, mas esbarrou nas pesquisas de opinião, mostrando altíssimos índices de rejeição.

Após perder a disputa interna no partido, Ricardo mudou a estratégia e tenta emplacar a filha, Andrea Murad, como principal nome do partido e pré-candidata à prefeitura.

Andrea Murad X Adriano Sarney

Para garantir protagonismo no grupo, Andrea Murad disputa com Adriano Sarney a vaga de liderança da oposição na Assembleia Legislativa. O cargo funcionaria como uma espécie de trampolim para dar visibilidade na pré-campanha para a prefeitura. Em uma jogada que seria liderada por Ricardo Murad, Adriano Sarney perdeu indicação para lidera a bancada.

Em outra frente, o grupo de Roseana Sarney trava disputa pelo direito dela de candidatar-se ao Senado pelo PMDB em 2018. Chamuscada pela Operação Lava Jato e desgastada após quatro mandatos de governadora, as lideranças do partido acham que outros nomes devem ter oportunidade na disputa. Ela enfrenta forte rejeição tanto do grupo do senador Edison Lobão, quanto do irmão Zequinha Sarney.

A disputa interna no grupo Sarney, por enquanto, tem gerado na prática apenas o esfacelamento das siglas que orbitam em torno dos caciques do clã, a exemplo de PMDB e PV, que sofrem debandadas de lideranças pelo Maranhão afora.

NOTA OFICIAL PMDB

O PMDB vem a público informar que não haverá mais união com o PV para a legislatura que se inicia nesta terça-feira (02) e que apenas formará bloco com o PROS. O partido ressalta com veemência o respeito pelo PV e que esta decisão é meramente técnica, quanto às possibilidades de indicações para a mesa, comissões e outras prerrogativas.

Ressalto ainda que a decisão não representa rompimento com o PV, mas uma estratégia que permitirá mais espaço de atuação. Relembrando que da mesma forma que o PV optou não coligar com o PMDB em 2015, o partido entende este não ser o momento para abrir mão de suas estratégias para uma formação que pouco beneficiaria o PMDB.

Os diálogos permanecerão e a afinidade com o PV se mantém, entendendo que trata-se também de um partido de oposição ao governo e, por isso, não descarta qualquer união futura em que todos os membros sejam atendidos.

Roberto Costa
Deputado Estadual e líder do PMDB na AL-MA

CPI proposta por deputados da oposição atinge Roseana Sarney em cheio

Marrapá

Deputados da Oposição tentam emplacar CPI para investigar sistema penitenciário

Deputados da Oposição tentam emplacar CPI para investigar sistema penitenciário

Causou desconforto no clã Sarney a notícia que os deputados estaduais Andrea Murad (PMDB), Sousa Neto (PTN), Edilázio Junior (PV) e Adriano Sarney (PV) pretendem propor a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar o sistema penitenciário do Maranhão.

De acordo com o jornal O Estado do Maranhão, a CPI teria por finalidade apurar as acusações infundadas do advogado Antônio Pedrosa (PSOL) sobre supostas concessões a facções criminosas para o controle do Complexo Penitenciária de Pedrinhas.

Para a base governista na Assembleia Legislativa, a ideia é vista como uma baita possibilidade para ampliar o debate sobre o caos que instaurou nos presídios maranhenses durante os governos de Roseana Sarney (PMDB).

Seria a chance de passar Pedrinhas a limpo, identificando os verdadeiros culpados pelas fugas, rebeliões, degolas, casos de canibalismo, acordo com criminosos, violação aos direitos humanos, suspeitas de favorecimento, superfaturamento em contratos e outras denúncias que ganharam o noticiário nacional até o final de 2014.

O tiro, no caso, sairia pela culatra, atingindo em cheio o discurso dos ‘herdeiros do atraso’ que buscam comprometer o atual governo.