Leonardo Sá garante apoio de Zé Arlindo em Pinheiro e se fortalece

Pré-candidatura de Leonardo Sá cresce em Pinheiro

Pré-candidatura de Leonardo Sá cresce em Pinheiro

O ex-prefeito de Pinheiro, Zé Arlindo, declarou apoio à pré-candidatura do médico  Leonardo Sá (PCdoB) na principal cidade da Baixada Maranhense. O fato político impactou as articulações do concorrente e suplente de deputado Luciano Genésio (PP).

O acordo se deu em razão da aliança selada entre PRP e PCdoB, que é o 10º partido a aderir ao projeto de oposição encabeçado por Leonardo Sá (PCdoB).

Convicto, o ex-prefeito destacou o potencial de Leonardo Sá.  “A partir de agora estamos trabalhando na eleição de Érica, que é minha filha, filiada ao PRP, e também na eleição de Leonardo Sá porque acreditamos que, hoje, para Pinheiro é o melhor nome que se apresenta até em função em ter o apoio de vários grupos políticos do estado”, destacou.

BAIXAS

Com o notório crescimento de Sá em Pinheiro, o movimento de adesões para o grupo do comunista tem crescido e isso tem representado baixa para outros grupos, assim como foi a ida do ex-prefeito Zé Arlindo, que deixou Luciano Genésio sem chão e com grupo esvaziado.

Na última semana, Luciano Genésio ainda tentou reafirmar sua proximidade com Arlindo, mas a informação foi desmentida hoje (11), pelo próprio ex-prefeito.  No mês passado, outra baixa sofrida por Genesinho foi a adesão do Solidariedade, partido o qual já havia sido filiado, ao projeto do PCdoB em Pinheiro.

Waldir Maranhão fecha acordo com Temer e antecipa eleição na Câmara

Folha

Waldir Maranhão

Waldir Maranhão

Em um acordo fechado com o respaldo do Palácio do Planalto, o presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), decidiu antecipar a eleição da sucessão da Casa Legislativa para quarta-feira (13).

Ele sinalizou a mudança em conversas neste domingo (10) com líderes da base aliada, que vinham pressionando para que ela fosse realizada antes da quinta-feira (14). O receio era de que, por falta de quórum, a escolha ficasse para a volta do recesso branco, em agosto.

Na semana passada, o governo interino pediu a líderes da base aliada que tentassem convencer Maranhão a mudar a data.

No sábado (9), o líder do PSD, Rogério Rosso (DF), sondou Maranhão sobre a nova data e o primeiro-secretário, Beto Mansur (PRB-SP), havia marcado reunião com a Mesa da Câmara dos Deputados nesta segunda-feira (11) para tentar também convencê-lo sobre a alternativa.

A decisão prejudica o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Aliado do peemedebista, o “centrão” pretendia eleger na terça-feira (12) o novo presidente com o objetivo de inviabilizar a sessão da Comissão de Constituição e Justiça que deve rejeitar o último recurso do peemedebista.

O presidente da comissão do impeachment de Dilma Rousseff, Rogério Rosso (PSD-DF) ainda é o favorito do “centrão” para a sucessão, mas há outros candidatos que pleiteiam a vaga, como o segundo-vice presidente da Casa, Giacobo (PR-PR) e o primeiro-secretário, Beto Mansur (PRB-SP).

No outro flanco da base de Michel Temer, Rodrigo Maia (DEM-RJ) tenta se colocar como a opção a candidatos apoiados por Cunha e costura um acordo com o PT (58 deputados) e os demais partidos de esquerda.

Ele promete dar a eles tratamento justo no Legislativo em eventual gestão sua. Antigo aliado de Cunha, ele rompeu com o peemedebista ao ser preterido por ele na escolha do líder do governo na Câmara.

PMDB

Para evitar a piora do racha na base aliada, o Palácio do Planalto tem tentado convencer a bancada do PMDB a não lançar nenhuma candidatura.

Na avaliação dele, o partido de Michel Temer não pode promover um “desgaste desnecessário” e deve ter neste momento uma “postura republicana” e abrir espaço para um partido aliado, sobretudo do chamado “centrão”.

O próprio comando nacional da sigla avalia que é um erro ficar isolado na disputa parlamentar e que o partido deve fazer uma composição.

Com esse objetivo, a bancada peemedebista pretende se reunir no início desta semana para tentar chegar a um consenso.

Com o aceno petista ao nome de Rodrigo Maia (DEM-RJ) para a presidência, o governo interino tem demonstrado resistência ao apoio a uma candidatura do democrata, mas não exclui endossá-lo caso ele se viabilize como favorito.

O Palácio do Planalto não quer repetir o confronto da última eleição, quando a presidente afastada Dilma Rousseff atuou contra a candidatura de Eduardo Cunha, que eleito para o cargo acabou acolhendo o pedido de impeachment da petista.

E o PT vai com Edivaldo Jr…

PT definiu posicionamento para São Luís e demais regiões do Maranhão

PT definiu posicionamento para São Luís e demais regiões do Maranhão

O Partido dos Trabalhadores (PT) decidiu, durante o Encontro de Tática Eleitoral, realizado neste final de semana, apoiar a reeleição do prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Jr (PTC). 220 delegados discutiram o posicionamento e os rumos que irão tomar o PT nas eleições de 2016.
No entanto, o PT quer indicar o vice de Edivaldo Holanda Jr em uma coligação que deve reunir, pelo menos, 16 partidos. Um dos nomes cotados é o do ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, secção Maranhão, (OAB-MA), Mário Macieira.
Segundo Zé Inácio,  o processo de escolha de alianças teve restrição expressa, sobretudo na capital maranhense, aos partidos que votaram contra a presidente Dilma Rousseff, ou seja pelo impeachment da petista. No caso, PSDB, PPS, DEM e Solidariedade.
O deputado deixou claro que esses partidos estão fora do arco de aliança do PT, de acordo com a resolução nacional da sigla.