Indicado para vice de Holandinha, Macieira tem contas reprovadas na OAB…

Mário Macieira estaria inviabilizado para vice de Holandinha

Mário Macieira estaria inviabilizado para vice de Holandinha

O Conselho Estadual da Ordem dos Advogados, secção Maranhão (OAB),  reprovou a prestação de contas do ex-presidente Mário Macieira, referente ao exercício de 2015, por 17 votos a 9, alegando excesso de gastos, descontrole no fluxo de caixa e pagamento desordenado de obras. No entanto, o Conselho Federal da Ordem já havia emitido um parecer pela aprovação das contas do ex-gestor.

Mário Macieira é a indicação do PT para compor como vice-prefeito na chapa do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PTC). O partido briga com o PSB pelo posto e o nome do advogado seria um consenso entre os petistas.

Há quem diga que tudo foi articulado pelo grupo do atual presidente, Thiago Diaz, para inviabilizar o projeto político de Mário Macieira.

Com contas desaprovadas, Mário Macieira se inviabiliza e o PT tem que buscar outro nome.

MP pede afastamento de prefeito de Itapecuru por irregularidade em contratos…

magno amorim

Magno Amorim foi acionado por irregularidade em contratos de mais de R$ 4 milhões

Em Ação Civil Pública (ACP) por atos de improbidade administrativa, o Ministério Público do Maranhão, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Itapecuru-Mirim, requereu o afastamento do cargo do prefeito de Itapecuru-Mirim, Magno Amorim. Pesam contra ele diversas irregularidades cometidas em nove contratos de doação com encargos, celebrados entre a empresa Vale S.A. e o município, entre fevereiro e setembro de 2014.

Os contratos tinham a finalidade de executar obras de construção de escolas, postos de saúde, asfaltamento na zona rural, poços artesianos, aquisição de ambulâncias e tratores, além da elaboração do Plano Municipal de Saneamento Básico.

Do total dos convênios, no valor de R$ 4.341.260,40, foram repassados aos cofres municipais R$ 3.158.203,28 pela empresa. O restante deixou de ser repassado pela Vale, após a constatação das irregularidades.

Segundo o promotor de justiça Benedito Coroba, autor da ação, entre os atos de improbidade administrativa cometidos pelo gestor, constam os seguintes: apresentação de documentos falsos; realização de licitação sem dotação orçamentária; certidões negativas vencidas e outras com datas posteriores ou anteriores à realização das licitações que indicam fortes indícios de montagem e simulação de processos licitatórios para benefício de empresas ligadas ao prefeito; pagamento de obras inconclusas, com apresentação de documentos e medições falsas.

De acordo com a Ação Civil, a Vale S.A., após constatar as irregularidades na efetivação dos convênios e tentar, sem sucesso, uma “solução consensual das pendências com o município de Itapecuru-Mirim, suspendeu a continuação dos repasses e encaminhou à documentação à Câmara de Vereadores”.

PEDIDOS

Além do afastamento do prefeito Magno Amorim do cargo, o Ministério Público requereu à Justiça a aplicação das seguintes penalidades: decretação da indisponibilidade dos bens do gestor, para o ressarcimento dos prejuízos causados ao erário estimados em R$ 3.158.203,28; suspensão dos direitos políticos por oito anos; pagamento de multa no valor de 100 vezes a remuneração de prefeito; e a proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais, pelo prazo de cinco anos, nos termos da Lei de Improbidade Administrativa.

No Facebook, maranhense confirmou “missão suicida” em nome do Islã

Em um perfil de Facebook que não está mais no ar, o maranhense Zaid Mohammad Duarte, suspeito de planejar ato terrorista com mais nove pessoas para as Olimpíadas, chegou a postar que todos cristãos são alvos legítimos. Em um site islâmico, ele escreveu em inglês que está vivo para ser um “kamikaze”, uma referência aos pilotos japoneses que agiam em missão suicida durante a segunda guerra mundial.

O maranhense de 42 anos está entre os 10 suspeitos de planejar ataques terroristas nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Ele foi preso pela Polícia Federal nos desdobramentos da Operação Hashtag na noite de quinta-feira (21), na cidade de Amparo, interior de São Paulo, onde trabalhava como garçom em um restaurante.

Também escreveu na postagem uma expressão bastante usada pelos muçulmanos “Allahu Akbar”, que significa em tradução livre “Deus é Grande”. O suspeito afirmou, ainda, que fazia parte da Resistência Islâmica do Brasil – que tem no símbolo um lápis e um fuzil cruzados.

A Polícia Federal diz que havia indícios de que todos os 10 presos na operação desta quinta-feira estavam ligados ao grupo terrorista Estado Islâmico e planejavam comprar armas, o que pode indicar que estavam organizando ataques terroristas para o período das Olimpíadas no Rio de Janeiro.

Maranhense estaria na lista de terroristas do Estado Islâmico…

Divulgação

O homem que chamou a atenção da PF: O maranhense “Zaid Mohammad” Duarte

JOTA e VEJA – Nascido em maio de 1974 em São Luís do Maranhão, Marcos Mario Duarte — mais conhecido como Zaid Duarte — é um dos alvos do mandado de prisão da Polícia Federal, entre os 10 que foram expedidos com autorização da Justiça Federal do Paraná, na operação Hastag. Essas foram as primeiras prisões no Brasil por suspeita de ligação com o grupo terrorista Estado Islâmico, que atua no Oriente Médio, mas que tem cometido atentados em várias partes do mundo. Segundo o jornal O Globo, o grupo preso já estaria com ações terroristas prontas para serem realizadas durante a Olimpíada no Rio de Janeiro.

De posse de Zaid Duarte, a Polícia Federal identificou 6 números celulares distintos, sendo um do prefixo do Maranhão, e de São Paulo, sendo dois da capital e três do interior.

A Polícia Federal não deixou claro no relatório do mandado de prisão sobre posse de armas. Nas redes sociais, o alvo da operação Hastag usa o nome de guerra “Zaid Mohammad Abdul Rahman Duarte”. A única arma citada pelo ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, em coletiva na manhã desta quinta-feira (21/07), é de um fuzil adquirido pelo Paraguai. A Polícia Federal ainda investiga o assunto.

Convertido ao islamismo há treze anos, o maranhense Zaid Duarte vive em Amparo (SP) e se declara idealizador, fundador, vice-presidente e Emir da Sociedade Islâmica do Maranhão.

Investigadores monitoraram durante meses dois perfis na internet abastecidos por Zaid: um blog e uma rede social. No blog que se chama Islam Maranhão, cuja imagem principal diz, em inglês: “você está entrando em uma zona controlada pela Sharia. Regras islâmicas aplicadas” e que conta com cerca de 130 seguidores assíduos, o maranhense simpático às diretrizes do Estado Islâmico sempre faz publicações sobre grupos jihadistas — ou lobos solitários como preferem ser chamados.

Em postagens no blog, Zaid Duarte publica textos de apologia ao Estado Islâmico e ao anti-americanismo. “Eu não sou o primeiro nem o único nem o último muçulmano vivendo num país ocidental vítima de todo tipo de má sorte imposta pela propaganda guerreirista que a mídia sensacionalista pró-guerra sangrenta americana vem travando contra a religião de Allah”, escreveu Zaid Duarte em uma postagem em novembro de 2015.

Um dos posts que mais chamou a atenção, segundo fontes ouvidas pelo JOTA, diz respeito a uma publicação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No blog de Zaid ele publica um post intitulado “Caçada as ratazanas do Brasil à Arábia saudita (a lava-jato internacional)” e usa a imagem do ex-presidente Lula de uma visita feita ao rei da Arábia-Saudita, Abdullah bin Abdulaziz al Saud, em maio de 2009, penúltimo ano do segundo mandato.

No post ele publica: “que caia todo mal que há sobre a terra em nome de Allah. Que os corruptores da sunnah caia (sic) sobre a espada do califado e que lutemos com nossas forças pelo fim de toda opressão”.

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Para cumprir os mandados de busca e apreensão e de prisão de Zaid Duarte, a Polícia Federal deslocou três equipes para distintos registros de endereços. Nos mandados, a Polícia Federal descreve que Zaid “promove o grupo terrorista Estado Islâmico”. E segue: “há diversas conversas que trazem mensagens de discriminação religiosa e o desejo em realizar atentados terroristas no Brasil”. Analistas do Setor de Repressão a Crimes Cibernéticos suspeitam que uma das fotos postadas no blog e que traz a imagem de uma tatuagem no corpo com o símbolo do Estado Islâmico seja de Zaid.

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Em outra rede social, também objeto de monitoramento da Polícia Federal, Zaid tem quase 2 mil seguidores. A maioria das publicações são links que remetem ao blog. Com publicações espadadas e a maioria feita em 2015, a página na rede social trata somente de questões ligadas ao Estado Islâmico.

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Assim como Zaid, os demais alvos da operação Hastag foram enquadrados pela Lei Antiterrorismo (13.260), aprovada neste ano pelo Congresso Nacional. Pela lei é crime a realização de atos preparatórios para ataques terroristas.

Cerca de 130 policiais cumpriram mandados judiciais expedidos pela 14ª Vara Federal de Curitiba para a operação Hastag. Foram 10 prisões temporárias, duas conduções coercitivas e 19 buscas e apreensões, nos estados do Amazonas, Ceará, Paraíba, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul.

De acordo com a Polícia Federal, as investigações tiveram início em abril com o acompanhamento de redes sociais pela Divisão Antiterrorismo da instituição.