Leitos para coronavírus mantêm baixa ocupação no Maranhão

No Maranhão, de acordo com o boletim da Secretaria de Estado da Saúde, 36,63% dos leitos para Covid-19 estão ocupados.

Os leitos reservados para coronavírus na rede estadual de saúde do Maranhão mantém uma taxa de ocupação sob controle, tanto em relação às UTIs quanto aos clínicos. São centenas de leitos livres.

Muitos Estados brasileiros têm taxa de ocupação acima de 90%, chegando em alguns casos a 100%. 

No Maranhão, de acordo com o boletim da Secretaria de Estado da Saúde, 36,63% dos leitos para Covid-19 estão ocupados. Ou seja, mais de seis em cada dez estão livres. Nos leitos de UTI, a taxa de ocupação é de 65,9%, índice considerado confortável neste momento. 

“A ocupação de leitos de UTI e de leitos clínicos, considerando apenas os leitos para coronavírus na rede estadual, tem taxas que, neste momento, mostram o efeito positivo dos investimentos que realizamos”, afirmou o governador Flávio Dino. 

Após a rede estadual chegar a 1.800 leitos exclusivos para coronavírus, parte deles na capital está sendo destinada a pacientes de outras doenças, justamente por causa da baixa ocupação. Atualmente, são cerca de 1.500 leitos reservados para Covid-19 em todas as regiões. 

Maranhão ultrapassa 1.500 leitos exclusivos para tratamento de coronavírus

Em março, o Maranhão tinha 232 leitos para a doença. Desde então, o número subiu quase sete vezes.

O Maranhão chegou à marca de 1.519 leitos exclusivos para pacientes com coronavírus na rede estadual de saúde. A expansão dia a dia dos leitos tem evitado o colapso do atendimento diante da curva ainda crescente no Estado – assim como ocorre em todo o Brasil. 

Em março, o Maranhão tinha 232 leitos para a doença. Desde então, o número subiu quase sete vezes.

Apesar do crescimento do número de leitos, a situação continua preocupante, por isso é importante manter as medidas de isolamento social, que ainda é a principal arma contra o Covid-19. 

“Chegamos a 1.519 leitos estaduais dedicados exclusivamente ao coronavírus. Começamos a crise sanitária com 232. Com a colaboração e a consciência de todos, venceremos”, afirmou o governador Flávio Dino. 

Leitos para coronavírus na rede estadual do Maranhão sobem 6 vezes e chegam próximos de 1.500

Um dos esforços recentes foi a abertura dos hospitais de campanha de Açailândia e São Luís, com 60 e 200 leitos, respectivamente. 

Desde o início da pandemia do coronavírus, a rede estadual pública de saúde do Maranhão multiplicou por seis o número de leitos exclusivos para a doença. Em março, eram 232. Agora, são 1.445, de acordo com o mais recente boletim da Secretaria de Estado da Saúde (SES).

O esforço se dá pelo número crescente de casos no estado – algo que acontece no Brasil todo também. 

As medidas de isolamento conseguiram reduzir a velocidade de contágio na Ilha de São Luís, mas o cenário está longe de ser considerado normal. Além disso, outras regiões e cidades estão com grande número de casos confirmados, como acontece em Imperatriz. 

Por isso, a expansão tem sido feita em todas as regiões, a fim de evitar o colapso do atendimento. Em todo o mundo, não havia sistema de saúde preparado para dar conta dos efeitos do Covid-19. 

Um dos esforços recentes foi a abertura dos hospitais de campanha de Açailândia e São Luís, com 60 e 200 leitos, respectivamente. 

Em Imperatriz, o Hospital Macrorregional reservou dezenas de leitos para coronavírus. Também foi aberto um ambulatório especializado, e as UPAs foram reforçadas. Agora, estão sendo feitas obras no Materno-Infantil para abrir mais leitos. 

Em Chapadinha, foram montados 32 leitos exclusivos para o tratamendo de Covid-19. O Governo do Maranhão está concluindo os novos hospitais de Lago da Pedra e o de Santa Luzia do Paruá. O Hospital de Pinheiro está recebendo mais 78 leitos.

Flávio Dino diz que Maranhão passou de mil leitos para COVID-19

Ao todo, são 1.075 leitos entre enfermaria e de UTI

O governador Flávio Dino (PCdoB) anunciou, nesta quarta-feira (14), que o Maranhão ultrapassou a marca de 1 mil leitos exclusivos para o tratamento da COVID-19. Ao todo, são 1.075 leitos entre enfermaria e de UTI.

“Fechamos a noite de ontem com 1.075 leitos na rede estadual dedicados ao coronavírus. No começo eram 232. Números mostram o imenso esforço que estamos fazendo para vencer o coronavírus”, escreveu Flávio.

Na segunda-feira (11), o poder público estadual entregou uma nova unidade de saúde para atendimento exclusivo aos pacientes diagnosticados com a doença. O Hospital Dr. Raimundo Lima, construído em área anexa ao Hospital Nina Rodrigues, conta com 50 leitos, sendo 42 de enfermaria e 8 de UTI, e vai permitir que casos da Covid-19 tenham acesso ao atendimento hospitalar. 

Uma outra obra que chama atenção por sua estrutura é o Hospital de Campanha, que está sendo finalizado no Multicenter Sebrae, em São Luís. O local terá 200 leitos para tratar as pessoas com coronavírus.

Outra obras já foram entregues e estão finalizadas no interior do estado, como em Imperatriz, Timon, Coroatá, Santa Luzia do Paruá, Lago da Pedra, Colinas, entre outras.

Maranhão ultrapassa mil leitos exclusivos para coronavírus na rede estadual

Como a maioria dos casos confirmados está na Ilha de São Luís, é esta região que concentra a maior parte dos leitos: 672. 

Os hospitais da rede pública estadual do Maranhão ultrapassaram a marca de mil leitos exclusivos para pacientes com coronavírus. Em março, eram pouco mais de 200. Agora, são 1.015, quase cinco vezes mais. 

Os leitos estão espalhados por diversas regiões. Como a maioria dos casos confirmados está na Ilha de São Luís, é esta região que concentra a maior parte dos leitos: 672. 

A abertura de leitos é fundamental para o combate à doença, porque o número de casos ainda é crescente. Na Ilha, por exemplo, 97% dos leitos de UTI da rede pública estadual estão ocupados. Essa conta não inclui a rede municipal e a rede privada. 

“Passamos de mil leitos exclusivos para coronavírus. Começamos a crise com 232. Porém, persiste o quadro de crescimento de casos novos, em várias regiões”, disse o governador Flávio Dino, acrescentando que novas medidas estão sendo tomadas dia a dia. 

Nesta segunda-feira (11), por exemplo, foram abertos na capital um ambulatório exclusivo para coronavírus (atrás do Carlos Macieira) e um hospital também dedicado a pacientes com Covid-19 (anexo do Nina Rodrigues).

Maranhão triplica número de leitos exclusivos para tratamento de Covid-19 desde primeiro caso da doença

Em São Luís, que concentra 86% dos casos da doença, os números pularam de 160 leitos exclusivos, no início da crise sanitária, para 486

Antes mesmo que o primeiro caso de coronavírus fosse registrado no Maranhão, o Governo do Estado adotou as primeiras medidas para expansão da rede de atendimento, já prevendo a possível grande demanda por leitos – a exemplo do que vinha ocorrendo pelo mundo. Com equipes trabalhando diuturnamente em obras de ampliação e com locação de unidades privadas, a rede estadual alcança, com a abertura de mais 27 leitos exclusivos quarta-feira (29), um total de 735 leitos em todo Maranhão. E o trabalho segue, para assegurar espaços equipados para tratamento de pacientes com caso grave da doença.

A primeira medida adotada foi o bloqueio de leitos disponíveis em hospitais estaduais, paralelo a isto, já iniciavam as obras de ampliação das estruturas. Em 40 dias depois de registrar o primeiro caso da doença (19 de março), o Maranhão passou de 252 leitos – entre UTI e leitos clínicos – exclusivos para pacientes com Covid-19, para 735 leitos. Um aumento de mais de 200%.

Em São Luís, que concentra 86% dos casos da doença, os números pularam de 160 leitos exclusivos, no início da crise sanitária, para 486 – destes, 136 de UTI e 350 de enfermaria. O aumento expressivo foi possível com as obras de ampliação e reforma total do Hospital Genésio Rêgo, a implantação de novos leitos no Hospital Carlos Macieira – e expansão de nova ala no Hospital do Servidor, que permitiu receber pacientes de outras enfermidades do Carlos Macieira, e por conseguinte abrir mais vagas. Além da locação e adequação do Hospital de Cuidados Intensivos (HCI), do setor privado, destinado exclusivamente para o tratamento do coronavírus, com mais de 200 leitos. O atendimento foi reforçado com seis novas UTI móveis.

Nos municípios maranhenses também houve ampliação. Foram implantados novos leitos de UTI nos Hospitais Regionais de Imperatriz e Coroatá, e de UTI e enfermaria no Regional de Timon, bem como a reserva de leitos exclusivos em Chapadinha. A rede estadual de saúde conta com o apoio e parceria das Prefeituras, que também tem ofertado atendimento a pacientes do Covid-19.

Os números de casos crescem, e também o trabalho para ampliar a ofertar de leitos. Em São Luís, está sendo construído um anexo com 50 leitos no Hospital Nina Rodrigues e o HCI passa por mais adequações para receber mais leitos. O Governo do Estado também alugou mais três hospitais, que estão sendo reparos para funcionamento – Hospital Real (200 leitos), São Jose (50) e Português. Além da implantação de mais 30 leitos no Hospital Carlos Macieira e da instalação de hospital de campanha, que será instalado no Multicenter Sebrae, com mais 200 leitos.

Nos demais municípios também há grande esforço para aumentar a capacidade de atendimento, com a possibilidade do aumento de casos. Por isso, em parceria com a Vale, está sendo instalado Hospital de Campanha em Açailândia, com 60 leitos, para atender também municípios vizinhos; além de 36 novos leitos para o Hospital de Imperatriz e 25 no Regional de Caxias. Os novos hospitais de Lago da Pedra e de Santa Luzia do Paruá tiveram o ritmo acelerado e estão em fase de entrega, garantindo 50 e 72 leitos, respectivamente.

Governo vai abrir mais de 250 novos leitos para assistência a pacientes com a Covid-19 na capital

De acordo com o secretário Carlos Lula, a expansão é uma resposta à crescente preocupação com os pacientes que demandam cuidados hospitalares

O secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, vistoriou, terça-feira (21), os 200 leitos instalados no Hospital Real, estrutura alugada pelo Governo do Estado para fortalecer o tratamento de pacientes diagnosticados com o novo Coronavírus. Localizado na Avenida Rio Branco, região central de São Luís, a unidade integra as ações e medidas adotadas pelo governador Flávio Dino no enfrentamento da crise sanitária instalada no mundo inteiro, e também no Maranhão.

“Temos acompanhado o crescimento da procura de leitos de internação, sejam eles clínicos ou de UTI. Nós já mais que dobramos a oferta para casos de Coronavírus na rede estadual, porém com o avanço da doença temos visto o esgotamento crescente da rede privada e também da pública, sobretudo na Ilha de São Luís. Por isso mesmo resolvemos alugar mais um hospital privado e, com isso, devemos chegar à oferta de mais 200 leitos”, disse o governador.

No mesmo dia, após a nova aquisição, as equipes da Secretaria de Estado da Saúde (SES) já iniciaram a montagem dos equipamentos necessários. O arrendamento de parte das instalações do Hospital Real se soma aos 50 leitos alugados na Clínica São José, também localizada no centro da capital.

De acordo com o secretário Carlos Lula, a expansão é uma resposta à crescente preocupação com os pacientes que demandam cuidados hospitalares. “Semanalmente observamos o cenário epidemiológico e fazemos uma análise técnica para compreender a demanda de São Luís por novos leitos exclusivos para atendimento dos casos do novo coronavírus. A expectativa é garantir mais de 400 novos leitos até o final do maio. Nos anteciparmos agora é fundamental”, destacou.