Flávio Dino encaminha projeto para aumentar salários dos professores

O Maranhão já pagava o maior salário do Brasil para professores com 40 horas e com o novo anúncio, o salário rompe a casa dos R$ 6 mil

O governador Flávio Dino (PCdoB) anunciou, nesta segunda-feira (03), por meio de suas redes sociais, que enviou à Assembleia Legislativa um projeto de Lei que reajusta os salários dos professores da rede estadual de ensino.

“Novo piso de remuneração para professores 40h no Maranhão deve passar para R$ 6.358,96. Proposta será enviada hoje para Assembleia Legislativa. Lembro que valor nacional é R$ 2.886,24. Tomei a decisão de repassar 100% dos valores do FUNDEB para a folha de salários, e complementar com recursos próprios do Estado. A essência da aprendizagem reside nos professores. Dessa decisão resulta reajuste de até 17,5% nas menores remunerações (piso)”, escreveu.

O Maranhão já pagava o maior salário do Brasil para professores com 40 horas e com o novo anúncio, o salário rompe a casa dos R$ 6 mil.

‘Eu exagerei’, diz Bolsonaro sobre ‘idiotas úteis’

Mas ele manteve a avaliação de que estudantes foram instrumentalizados por “professores inescrupulosos”

O Globo

Na entrevista que concedeu à TV Record, Jair Bolsonaro tentou recuar da expressão “idiotas úteis”, mas acabou chamando professores de “inescrupulosos”. “Eu exagerei”, disse o presidente, sobre a expressão que empregou para se referir aos manifestantes que foram às ruas no dia 15 protestar contra o contingenciamento de recursos da Educação. “O correto seria inocentes úteis”, amenizou.

Mas ele manteve a avaliação de que estudantes foram instrumentalizados por “professores inescrupulosos” para se manifestar contra cortes na Educação que, segundo ele, não ocorreram.

Ele afirmou que os jovens devem ter “cuidado” para não serem influenciados por esses professores – que só nesse momento disse serem uma “minoria”.

Flávio Dino publica decreto pela Escola com Liberdade e Sem censura

No decreto, assinado pelo governador, o ambiente escolar deve ser um espaço onde todos os professores, estudantes e funcionários sejam livres para expressar seus pensamentos e opiniões

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), anunciou nesta segunda-feira (12) a edição de um Decreto garantindo às Escolas estaduais “a liberdade e sem censura”, com base no artigo 206 da Constituição Federal.

Segundo o decreto, o ensino estadual será ministrado com base nos princípios de igualdade de condições para o acesso e permanência, liberdade de aprender e ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber com pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, conforme determina a Constituição.

Em declaração no Twitter, o governador destacou que o projeto Escola Sem Partido que tramita no Congresso Nacional “tem servido para encobrir propósitos autoritários, incompatíveis com a nossa Constituição e com uma educação digna”.

No decreto, assinado pelo governador, o ambiente escolar deve ser um espaço onde todos os professores, estudantes e funcionários sejam livres para expressar seus pensamentos e opiniões. E ressalta a necessidade das escolas promoverem uma campanha de divulgação do artigo 206 da Constituição como princípios previstos na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e que seja vedado no ambiente escolar “o cerceamento de opiniões mediante violência ou ameaça”.

Ainda segundo o decreto estadual, é liberado ao professor, funcionário ou aluno filmar ou gravar vídeos e áudios e demais atividades de ensino, somente com o consentimento ou autorização de quem será filmado ou gravado.

Investir em educação tem sido uma das marcas do governo Flávio Dino em todas as regiões maranhenses. A implantação de projetos como o Escola Digna, Instituto de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IEMA), Núcleo de Educação e a construção de novas escolas de ensino regulares nos municípios, tem dado um salto positivo no mapa da educação.

Prefeito Edivaldo nomeia mais 143 aprovados no concurso para a Secretaria Municipal de Educação

Prefeito Edivaldo nomeia mais 143 aprovados no concurso para a Secretaria Municipal de Educação

O prefeito Edivaldo assinou, esta semana, mais 143 decretos de nomeação relativos ao concurso da Secretaria Municipal de Educação (Semed). Deste total, 125 são professores e os outros 18 são profissionais das áreas de Assistência Social, Cuidador Escolar e Monitor de Transporte Escolar, que vão atuar na rede municipal garantido mais qualidade ao ensino público da capital. A ação reforça o quadro de servidores municipais da Prefeitura de São Luís, que segue realizando concursos públicos e contemplando áreas importantes para a população.

“Estamos ampliamos o quadro de servidores e garantindo mais qualidade ao ensino na rede municipal, uma das prioridades da nossa gestão. Os avanços que temos conquistado vão desde a requalificação de mais de 120 unidades e climatização de cerca de 800 salas de aula, até a modernização da gestão escolar e a qualificação dos professores. São ações em todas as frentes para proporcionar à comunidade escolar um ambiente cada vez mais adequado de aprendizagem”, destacou o prefeito.

Na contramão do cenário de crise nacional, a gestão do prefeito Edivaldo consolida uma forte política de incremento do efetivo e de valorização dos servidores. A iniciativa reflete na melhoria dos serviços ofertados à população e na garantia de novas oportunidades de trabalho em um momento em que há retração da oferta de emprego em todo o país. Os decretos de nomeação serão publicados no Diário Oficial do Município.

Para o secretário de Educação, Moacir Feitosa, a gestão do prefeito Edivaldo comprova, mais uma vez, o compromisso com a educação. “Este concurso, que reflete positivamente para que tenhamos um ensino cada vez mais qualificado, é um marco na educação municipal”, destaca o secretário municipal de Educação (Semed), Moacir Feitosa.

O concurso para a rede municipal de educação foi realizado ano passado, oferecendo 822 vagas nos níveis médio e superior, mais cadastro de reserva. Entre os já empossados estão professores, monitores de transporte escolar, nutricionistas e cuidadores escolares, contemplando, pela primeira vez, a Educação Especial. Com os novos nomeados, já são 564 convocados do concurso da educação desde 2017.

Mais Oportunidades

O mais recente concurso em andamento é o da Secretaria Municipal de Fazenda (Semfaz), que visa preencher vagas na função de Auditor Fiscal de Tributos. São 10 vagas e cadastro de reserva, com remuneração inicial de mais de R$ 10 mil. Com a decisão firme, o prefeito Edivaldo garante a abertura de novas oportunidades de trabalho e movimenta a economia, neste momento de forte retração do mercado. As provas ocorreram no dia 29 de julho, em São Luís. O último concurso para esta área havia sido realizado há quase 30 anos.

O fortalecimento da gestão municipal está intimamente ligado à valorização do servidor público, por isso, a realização de concursos públicos tem sido uma prioridade na administração do prefeito Edivaldo, avalia a secretária municipal de Administração (Semad), Mittyz Rodrigues. “Considerando os cinco certames realizados até o momento, vislumbramos benefícios e avanços, tanto no quadro de pessoal, quanto nos serviços de áreas fundamentais como Educação, Assistência Social, Fazenda, Procuradoria e Controladoria”, pontua a gestora.

Entre os órgãos atendidos pela realização de concursos estão Procuradoria Geral do Município (PGM), Controladoria Geral do Município (CGM), Secretaria Municipal de Educação (Semed), Secretaria Municipal da Criança e Assistência Social (Semcas) e Secretaria Municipal da Fazenda (Semfaz), este dois últimos em andamento, totalizando 914 vagas oferecidas por meio de edital e a convocação de 615 candidatos aprovados em concursos até julho de 2018.

Felipe Camarão informa problema técnico no sistema de contracheque

O secretário salientou que o problema foi detectado em alguns contracheques e que já foi corrigido pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc)

O secretário de estado da Educação, Felipe Camarão, usou suas redes sociais para informar aos professores, com carga horária de 40 horas semanais, da rede estadual de ensino, um problema técnico no sistema do site do contracheque.

“Por falha do sistema, no contracheque de alguns professores/as (de 40h) disponibilizado hoje, não apareceu a última parcela do reajuste. Problema detectado e já corrigido. Pagamento normal na sexta com a última parcela do reajuste”.

O secretário salientou que o problema foi detectado em alguns contracheques e que já foi corrigido pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc).

Aumento salarial para professores do Maranhão repercute bem nas redes sociais…

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), anunciou, nesta semana, aumento salarial para professores do Maranhão. Com o reajuste, o salário inicial de um docente de 40h no Estado passa para R$ 5.750, o maior do Brasil.

Ao anunciar o aumento em suas redes sociais, Flávio Dino recebeu uma enxurrada de elogios de internautas de todos os cantos do país. “Com a medida que editei ontem, o salário inicial do professor de 40h no Maranhão passará para R$ 5.750,00. Acreditamos que esse grande investimento é fundamental para desenvolver o nosso Estado”, disse o governador.

“Que demais! Ser professora no Paraná é terrível, ganhamos 1/3 disso (para o mesmo tempo de trabalho). Parabéns por fazer diferente!”, enfatizou uma internauta.

“Parabéns Flávio Dino, eu como carioca sei bem a importância de uma gestão pública responsável, estamos pagando o preço da corrupção. Que o Maranhão que por tantos anos foi explorado possa reconhecer seu esforço nas próximas eleições!”, realçou outro.

“Parabéns ao governador ! Valorização é isso que precisamos é merecemos. Tomara que o governador de Rondônia, Confúcio Moura pré candidato ao senado consiga olhar pela classe”, frisou outro internauta.

“Os maranhenses que estiverem achando ruim, manda Flávio Dino para o Rio Grande do Norte… Agradeceremos de coração”, sublinhou. “Grande governador, fazendo a diferença nos iguais. Queria este governo aqui no RGS”, falou outro.

“Enquanto o psdb rouba merenda em SP, o pmdb sucateia a educação do RS, o PC do B mostra a que veio no Maranhão!”, comparou um internauta.

As realizações do governador Flávio Dino tem ecoado em todo o Brasil. Enquanto vários estados do país agonizam, o Maranhão vai sendo exemplo de administração em meio à crise.

Professores da rede estadual terão recomposição salarial de 6,8%

Professores terão novo reajuste

Nesta terça-feira (27), o governador Flávio Dino concedeu recomposição salarial a todos os integrantes do Subgrupo Magistério da Educação Básica do Maranhão e professores contratados. A medida, que vai na contramão da maioria dos estados brasileiros, terá impacto anual de R$ 115 milhões na folha de pagamento do Estado.

A recomposição no percentual de 6,81% concedida aos professores da Rede Pública Estadual será paga sobre o vencimento em duas parcelas, sendo 2,71%, implantada no mês de março, e a segunda, de 3,99% em junho.

Após a implantação integral da recomposição, um professor em início de carreira com 40 horas de jornada semanal terá remuneração de R$ 5.750, 83. Já o docente em início de carreira, com 20 horas semanais, receberá o equivalente a R$ 2.875,41.

Aos professores contratados, o Governo do Estado fará a recomposição salarial equiparando os vencimentos ao valor estabelecido pelo Piso Nacional em 2018, retroativo ao mês de janeiro.

Justiça determina retorno imediato de professores grevistas às salas de aula em São Luís

Decisão tem que ser cumprida em prazo de 24 horas

O Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) determinou o retorno imediato dos professores às salas de aula da rede municipal de ensino de São Luís que aderiram à greve deflagrada pelo Sindicato dos Professores do Município (Sindeducação). A decisão deve ser cumprida no prazo de 24 horas, sob pena de multa diária de R$ 100 mil. Desde o início com pouca adesão da categoria, a paralisação passou praticamente despercebida.
De acordo com decisão do desembargador Ricardo Duailibe, relator do pedido de suspensão encaminhado pela Prefeitura de São Luís, não houve cumprimento dos requisitos legais e a manutenção de percentual mínimo exigido por lei para manutenção da oferta do serviço público.
Ainda segundo a decisão da Justiça, a greve é ilegal, afetando diretamente 80 mil alunos. Aponta ainda a prioridade que a administração do prefeito Edivaldo tem dado à valorização dos profissionais da Educação, bem como do funcionalismo municipal, pagando salários em dia e concedendo revisões anuais acima da inflação acumulada no período. Desde a primeira gestão o magistério municipal tem recebido reajustes diferenciados.
Na argumentação contrária à paralisação, a Prefeitura encaminhou relatório da Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento (Seplan) e Secretaria Municipal de Fazenda (Semfaz) expondo números, com destaque para o encolhimento do Plano Plurianual 2014-2017, afetado pela crise econômica nacional e pela retração do Produto Interno Brito (PIB). A explanação do cenário de maneira minuciosa pelas pastas aponta o descompasso entre a pauta de reivindicação e a realidade que vivem os municípios, inclusive São Luís.
No primeiro ano de governo, o prefeito Edivaldo concedeu à categoria incremento de 40,09% entre o exercício de 2013 e o ano anterior, com revisão anual de 9,5%, entre outros benefícios como gratificação de difícil acesso, progressão vertical, horizontais e 1/3 da jornada de trabalho dos professores passou a ser destinados a planejamento de aulas e demais atividades extraclasses. O acúmulo de aumento salarial chega a 36,7%, acumulado nos últimos quatro anos.

Professores da rede estadual têm aumento de 8%…

Aumento será de 8%

Na contramão dos demais estados brasileiros e mesmo com a crise econômica que assola o país, o Governo do Maranhão concedeu recomposição salarial de 8% sobre a remuneração de todos os educadores do Subgrupo do Magistério da Educação Básica, em todas as referências da carreira. A primeira etapa do benefício será paga já nesta sexta-feira (24), junto com pagamento dos servidores públicos estaduais, e a segunda parcela no mês de maio.

Hoje o Maranhão paga a segunda maior remuneração do País para professor de 40 horas, com licenciatura plena. A partir de maio, será o primeiro da lista entre os estados brasileiros, com o maior salário docente da federação – R$ 5.384,26 pagos ao professor em início de carreira, ultrapassando o Distrito Federal. O impacto financeiro será de R$ 132 milhões/ano na folha de pagamento.

Em 25 meses de gestão, o governador Flávio Dino concedeu o equivalente a 22,05% de reajuste aos professores da Rede Estadual de Ensino, percentual superior à inflação do período que foi de 16,96%.