Governo inicia construção do Hospital da Ilha em São Luís

No momento, os colaboradores executam terraplanagem e fundações

O Governo do Maranhão, por meio das secretarias de Estado da Infraestrutura (Sinfra) e Saúde (Ses), deu início à construção do Hospital da Ilha, em São Luís. Além da capital, o prédio hospitalar atenderá as cidades de São José de Ribamar e Paço do Lumiar.

A obra está orçada em R$ 132.049.108,88 e tem prazo de execução de 32 meses. No momento, os colaboradores executam terraplanagem e fundações. Durante visita à obra, na última quinta-feira (31), o governador Flávio Dino detalhou como o novo hospital vai ajudar a desafogar o atendimento nas três cidades que compõem a Grande Ilha.

“É a solução definitiva do problema de urgência e emergência na ilha de São Luís. Um novo Socorrão, como dizemos na ilha. Com isso teremos uma atenção completa do Governo do Estado ao tema da saúde aqui. Já temos as upas e hospitais de complexidade, de modo que com esse avanço teremos uma saúde de qualidade”, destacou o governador Flávio Dino.

No momento, os colaboradores executam terraplanagem e fundações

O Hospital da Ilha tem 32.257,97 m². Na primeira etapa, serão entregues 212 leitos distribuídos em 6 blocos, incluindo emergência, UTI’s e Internação. O terreno possui ainda área reservada para expansão. No bloco de expansão, denominado Bloco H, estão previstos mais 3 pavimentos de internação do tipo enfermaria, totalizando um acréscimo de mais 180 leitos. Ao todo serão 392 leitos.

“Está sendo construído uma equipamento público de altíssima qualidade. Nesta primeira etapa entregaremos mais de duzentos leitos e ao final teremos cerca de 400 leitos, fazendo com que o atendimento chegue em todos os moradores da Grande Ilha”, reiterou o secretário de Estado da Infraestrutura (Sinfra), Clayton Noleto.

O secretário de Estado da Saúde (SES), Carlos Lula, destacou a importância do hospital para o atendimento de urgência e emergência. “Mais uma obra fruto da parceria Sinfra e SES. Todos dando as mãos para entregar esse hospital que é maior que o Socorrão I e II. Teremos capacidades de dobrar o atendimento de urgência e emergência seja trauma, seja AVC, seja atentado de arma de fogo”, explicou o secretário Carlos Lula.

Em 4 anos de gestão, o Governo do Maranhão contabiliza investimento de mais de R$ 2 bilhões em as obras nas áreas da saúde, educação, segurança, mobilidade urbana, lazer, cultura, turismo e esporte. As intervenções realizadas trazem melhorias significativas aos milhões de moradores da Grande Ilha e aquecem o comércio, elevando a qualidade de vida e incentivando a geração de emprego e renda na região.

Milhares lotam Centro Histórico no Pré-Carnaval de Todos

A programação de pré-carnaval em São Luís segue durante todo o mês de fevereiro, nos finais de semana

A Beira-Mar e o Centro Histórico de São Luís receberam milhares de pessoas no segundo dia do Pré-Carnaval de Todos, realizado pelo Governo do Maranhão no sábado (02).

Blocos, Grupos de Samba, baterias e Escolas de Samba se revezaram para levar alegria à multidão que lotou os principais pontos do circuito Beira-Mar, com o Bloco Só Safados, o Bloco da Imprensa e outras atrações.

A programação de pré-carnaval em São Luís segue durante todo o mês de fevereiro, nos finais de semana.

O governador celebrou o grande público no circuito da Beira-Mar e reforçou o convite para que todos participem da festa. “Começou o nosso Pré-Carnaval. Mês de fevereiro, nos finais de semana. Convido todos a brincar, sem violência e sem assédio”, disse Flávio Dino

Marcela Assis Costa, vendedora informal, também elogiou a segurança como ponto forte para aumentar a oportunidade de trabalho com tranquilidade: “Muito bacana esse clima seguro de carnaval, além de ser uma oportunidade de ganharmos um dinheiro a mais. Estarei aqui todos os sábados desse pré-carnaval”.

Com 20 atrações apenas no primeiro fim de semana, o pré-carnaval de 2019 é marcado pela pluralidade de ritmos. Além dos grupos tradicionais, o Governo do Maranhão também abriu espaço para novos grupos.

Bolsonaro passa bem na manhã de hoje, informam assessores

Não houve alteração na previsão de alta de Bolsonaro, que deverá ocorrer na quarta ou quinta-feira

O presidente da República, Jair Bolsonaro, apresenta um quadro de normalidade na manhã de hoje (3). Segundo assessores da Presidência, o presidente dormiu bem e já passou por uma primeira avaliação médica no início do dia. Ele estava repousando por volta das 10h.

Não houve alteração na previsão de alta de Bolsonaro, que deverá ocorrer na quarta ou quinta-feira. Segundo os assessores, ele continua usando uma sonda nasogástrica para retirada de excesso de líquido do estômago.

Na tarde de ontem (2), o presidente passou mal e apresentou quadro de náusea e vômito, segundo boletim médico, e quando foi colocada a sonda. Apesar da indisposição, ele não teve febre e dor. Acompanham Bolsonaro a esposa Michelle Bolsonaro e o filho Carlos Bolsonaro.

Carlos Bolsonaro postou mensagem no Twitter sobre o estado de saúde do pai. “Hoje meu pai acordou bem e animado! Agradeço aos médicos, enfermeiros fisioterapeutas e todos os envolvidos em sua melhora! Pela manhã só notícias boas! Muito obrigado a todos pelas orações e carinho! Um forte abraço a todos e até mais tarde!”, disse.

À tarde, haverá uma segunda avaliação médica e a divulgação de um boletim pelo Hospital Israelita Albert Einstein, na capital paulista, onde está internado.

Com corte de 21 mil cargos, governo quer economizar R$ 209 milhões por ano

De acordo com a pasta, a iniciativa contribuirá para simplificar a gestão e enxugar a diversidade de cargos e comissões

Agência Brasil

O governo pretende economizar R$ 209 milhões por ano com o corte de 21 mil cargos comissionados. Segundo a Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, o decreto com a reestruturação de funções e gratificações técnicas em toda a Esplanada dos Ministérios será editado ainda este mês.

De acordo com a pasta, a iniciativa contribuirá para simplificar a gestão e enxugar a diversidade de cargos e comissões. O Ministério da Economia não detalhou a distribuição dos cortes por órgãos nem por tipos de cargos, mas informou que pretende extinguir algumas gratificações de legislação muito antiga, algumas que não estão sendo ocupadas e outras de baixo valor individual, que não representam função de chefia.

A mudança não necessariamente significará que 21 mil pessoas serão demitidas. Isso porque a maior parte dos cargos em comissão é ocupada por servidores concursados escolhidos para chefias ou funções de confiança. Segundo o Ministério da Economia, o decreto pretende adequar a estrutura às necessidades da administração pública e evitar, no futuro, a ampliação dos gastos com a ocupação dos cargos que ficaram vagos e as gratificações que deixaram de ser pagas.

Segundo o Painel Estatístico de Pessoal do Ministério da Economia, o governo anterior terminou com 99.833 cargos comissionados, funções e gratificações técnicas. Desse total, o Poder Executivo Federal detinha 33.852 (33,9%); e as fundações federais, 14.629 (14,7%). As autarquias federais concentravam a maior parte: 50.804 (50,9%). A Secretaria Especial de Desburocratização não informou se o corte dos cargos, funções e gratificações ocorrerá apenas no Executivo Federal ou se também abrangerá as fundações e autarquias.

As informações de janeiro ainda não estão compiladas. Até agora, apenas o Ministério da Economia detalhou os cortes provocados pela fusão de quatro pastas das gestões anteriores – Fazenda; Planejamento; Indústria, Comércio Exterior e Serviços; e parte do Trabalho. A nova estrutura enxugou 2.987 cargos – 243 de Direção e Assessoramento Superior (DAS), 389 Funções Comissionadas do Poder Executivo (FCPE), restrita a servidores concursados, e 2.355 funções gratificadas.