Câmara tem cinco candidatos à presidência da Casa

Hoje, o líder do PSL, deputado federal Eduardo Bolsonaro (SP), disse que a legenda não deverá entrar na disputa

A disputa para a presidência da Câmara dos Deputados em 2019 já tem ao menos cinco parlamentares: João Campos (PRB-GO), JHC (PSB-AL), Alceu Moreira (MDB-RS), Capitão Augusto (PR-SP) e Fábio Ramalho (MDB-MG). Eles anunciaram nesta quarta-feira (12) que disputarão o comando da casa. Informalmente, o atual presidente da Casa, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), também tem se articulado para garantir a permanência no cargo.

Em entrevista à imprensa, os cinco deputados afirmaram que há um acordo entre eles: quem for para o segundo turno terá o apoio dos demais. A eleição para presidência da Câmara e demais cargos na Mesa Diretora ocorre no dia 1º de fevereiro de 2019, logo após a posse dos deputados da próxima legislatura.

Hoje, o líder do PSL, deputado federal Eduardo Bolsonaro (SP), disse que a legenda não deverá entrar na disputa. O partido do presidente eleito tem trabalhado para assegurar base política no Congresso Nacional e entre as costuras está a decisão de não lançar candidato.

“Eu acho muito difícil [o PSL lançar candidatura], acredito que vá ser uma pessoa de outro partido. Essas articulações estão acontecendo dentro do Congresso, estão ventilando, todos que estão ali estão se articulando publicamente ou nos bastidores”, disse o deputado.

Pedro Lucas Fernandes é escolhido líder do PTB na Câmara dos Deputados para 2019

Vereador de São Luís por dois mandatos consecutivos, Pedro Lucas Fernandes foi eleito deputado federal com 111.538 votos

O deputado eleito Pedro Lucas Fernandes (PTB) foi escolhido líder do partido na Câmara para o ano de 2019. A escolha foi feita por aclamação pelos deputados federais do partido que tomarão posse em 1º de fevereiro do ano que vem.

A reunião ocorreu na sede do PTB em Brasília e contou com a participação do atual líder da bancada, Jovair Arantes (GO), do presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, e de deputados da atual bancada na Câmara.

Pedro Lucas afirmou que pretende contribuir para fortalecer o PTB na Câmara e manter diálogo aberto com os demais partidos representados na Casa. “O PTB não é um partido qualquer. O PTB tem história, tem futuro e agora será composto por 10 novos parlamentares que vêm com muita energia”, disse o futuro líder.

Vereador de São Luís por dois mandatos consecutivos, Pedro Lucas Fernandes foi eleito deputado federal com 111.538 votos. É administrador de empresas e especialista em Planejamento Governamental. Também é filho do deputado federal Pedro Fernandes (PTB-MA).

Pedro Lucas foi presidente da Agência Executiva Metropolitana (Agem), criada pelo governador Flávio Dino (PCdoB) por lei estadual em 2015 para gerir a Região Metropolitana da Grande São Luís.

Depois de reuniões com Bolsonaro, Podemos e PSD prometem apoio a pautas, mas não serão base do governo

epresentantes do PSD estiveram com o presidente eleito, Jair Bolsonaro

Depois de reuniões seguidas com as bancadas do PSD e do Podemos na Câmara, o presidente eleito Jair Bolsonaro obteve a promessa de apoio pontual, a projetos específicos, mas não a intenção de fazer parte da base do governo.

Líderes dos dois partidos afirmaram que tanto PSD quanto Podemos irão manter a posição de independência.

“A posição oficial do partido em qualquer governo é de independência, mas nós vamos ajudar em tudo que for importante para o país. Temos a predisposição de ajudar o governo para que ele trabalhe e o Brasil funcione”, disse o líder do Podemos, Diego Garcia.

Domingos Neto, líder do PSD, também afirmou que o partido não será “empecilho” para matérias defendidas por Bolsonaro e que há um sentimento majoritário na bancada de apoio ao governo. “Mas só a direção do partido pode falar de apoio formal”, afirmou.

O presidente eleito já se encontrou com as bancadas de seis partidos até agora. Além do Podemos e PSD, já recebeu MDB, PRB, PR e PSDB. Para a quarta-feira, estão na agenda DEM, Pros e PP.

A estratégia do novo governo tem sido de conversar com frentes temáticas do Congresso, as bancadas na Câmara e governadores, mas não com dirigentes partidários, como deixou claro o futuro ministro da Casa Civil (DEM), Onyx Lorenzoni. O governo já nomeou nomes do DEM e MDB para o primeiro escalão, mas sem conversar com as direções partidárias.

Em todos as reuniões com as bancadas, Bolsonaro ouviu promessas de apoio a projetos específicos do governo, mas não uma adesão à base governista.

PSL recorre ao Supremo para ampliar bancada na Câmara

PSL durante reunião da nova composição de sua Executiva Nacional. Foto: Divulgação/PSL

Estadão

Após eleger a segunda maior bancada da Câmara em 2018, com 52 deputados, o PSL recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para ampliar o número de representes da sigla na Casa.

A legenda que abrigou Jair Bolsonaro na disputa presidencial pediu para fazer parte de uma ação direta de inconstitucionalidade que questiona as mudanças nas regras das eleições proporcionais imposta na minirreforma eleitoral de 2017.

Em um dos artigos em vigor, que foi batizado de “Lei Tiririca”, fixou-se que os candidatos só serão eleitos se atingirem 10% ou mais do quociente eleitoral, que é o total de votos válidos de uma eleição proporcional dividido pelo número total de vagas.

Antes dessa regra, bastava que o partido atingisse o quociente. Foi esse dispositivo que levou Tiririca, eleito em 2014 com 1.016.796 votos, a “carregar” com ele nomes com votações bem menos expressivas.

A ADI foi ajuizada pelo Partido Ecológico Nacional (PEN), que depois passou a se chamar Patriota, em setembro do ano passado e está no gabinete do ministro Luís Fux.

Segundo o advogado Renato Ribeiro, que elaborou o pedido enviado ao STF a pedido do PSL, se a ADI for julgada procedente o PSL ganharia 7 novas vagas na Câmara e outras 5 na Assembleia Legislativa paulista.

“Como o PEN não levou muito adiante essa ação, o PSL pediu para ingressar pois seria afetado”, disse Ribeiro.

Como ‘Amicus Curiae’, o PSL pode fazer sustentação oral, distribuir memorial e atuar diretamente na corte.

Entre os deputados eleitos que estão ameaçados estão Orlando Silva (PCdoB), Paulinho da Força (SD), Eli Correa Filho (DEM) e Luiz Carlos Motta (PTB).

Se o STF aprovar a ADI, a bancada do PSL supera a do PT e seria a maior da Câmara.

Mídia nacional coloca como certa ida de Eduardo Braide e Pastor Gildenemyr para o PSL

Eduardo Braide é atualmente presidente estadual do PMN no Maranhão e foi o segundo colocado na disputa pela Câmara dos Deputados com 189.843 mil votos. Já Pastor Gildenemyr foi eleito com 47.758 mil votos

O site Metrópoles abordou a possível ida dos deputados eleitos Eduardo Braide e Pastor Gildenemyr, ambos do PMN, para o PSL, partido do presidente eleito Jair Bolsonaro. Os deputados maranhenses foram eleitos pelo PMN, partido que não passou pela cláusula de barreira. O site cita que o PSL deve iniciar 2019 com a maior bancada na Câmara dos Deputados.

“Seduzidos pela eleição e popularidade do presidente Jair Bolsonaro, 10 parlamentares devem se unir à sigla, passando de 52 para 62 deputados na próxima legislatura. Esse número fará com que o PSL ultrapasse o Partido dos Trabalhadores, com 56 eleitos, até então futuro dono do maior corpo político na Casa. Movimento semelhante é feito para aumentar a quantidade de senadores, atualmente, o PSL tem quatro representantes”, cita o site.

A legislação permite a troca de partido para deputados de siglas que não conseguiram cumprir as regras estabelecidas sem cair na infidelidade partidária. Dentro desse grupo há 41 nomes aptos a trocar de legenda, sendo 32 deputados e nove senadores.

O Metrópole cita que desde a eleição de Bolsonaro à Presidência, em 28 de outubro, as conversas entre parlamentares eleitos e o PSL se intensificaram. Muitos deles, inclusive, estiveram em Brasília e selaram acordo verbal para ingressar no novo partido.

“Uma das bancadas do PSL que devem ganhar reforços é a do Nordeste. Atualmente, ela é representada por cinco deputados: o presidente do PSL, Luciano Bivar, eleito por Pernambuco; Julian Lemos (PSL-PB); Professora Dayane Pimentel (PSL-BA); Heitor Freie (PSL-CE); e General Girão (PSL-RN). A eles devem se juntar os deputados federais Fernando Rodolfo (PHS-PE), Eduardo Braide (PMN-MA) e Pastor Gildenemyr (PMN-MA) ”, afirma o site.

Eduardo Braide é atualmente presidente estadual do PMN no Maranhão e foi o segundo colocado na disputa pela Câmara dos Deputados com 189.843 mil votos. Já Pastor Gildenemyr foi eleito com 47.758 mil votos.

Na Câmara, sete deputados disputam reeleição com Rodrigo Maia

O atual presidente da Câmara, está fora da lista de preferidos, mas tampouco é hostil a Bolsonaro

O Globo

O peso do DEM na montagem do governo Jair Bolsonaro e a distância regulamentar que o presidente eleito vem mantendo de Rodrigo Maia (DEM-RJ) tem estimulado aliados do PSL a desafiar o favoritismo do atual presidente da Câmara. A lista de rivais cresce a cada semana. Já são sete os nomes atuando nas articulações de bastidores: João Campos (PRB-GO), Alceu Moreira (MDB-RS), Capitão Augusto (PR-SP), Giacobo (PR-PR), Fábio Ramalho (MDB-MG), JHC (PSL-AL) e Delegado Waldir (PSL-GO).

Bolsonaro disse que não quer interferir nas eleições na Mesa, mas na última semana deu a Maia o recado de que há “outros candidatos muito bons”.

O presidente eleito é simpático a Alceu Moreira, João Campos e Capitão Augusto, lideranças das bancadas ruralista, evangélica e da segurança, respectivamente. Aliados do atual presidente da Câmara dizem que os oponentes, por ora, não ameaçam sua vantagem e apostam que não conseguirão aglutinar apoio fora de seus próprios nichos. No entanto, Maia está em alerta e vai oferecer um jantar para cerca de 40 deputados novatos na próxima terça-feira, pontapé oficial da sua campanha.

Trânsito com PT

O atual presidente da Câmara, que não respondeu aos pedidos de entrevista, está fora da lista de preferidos, mas tampouco é hostil a Bolsonaro. O presidente da Câmara apoia a agenda econômica de Paulo Guedes e promete suporte à votação da reforma da Previdência.

O bom trânsito de Maia com setores da esquerda, como PT e PC do B, porém, gera desconfianças entre os bolsonaristas. Filho do presidente eleito, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) já deixou claro que, na sua visão, o próximo presidente da Casa tem que “tratorar” a oposição.

“O Rodrigo não é o preferido pelo PSL nem pela oposição, mas é o único que é aceito por ambos. Essa capacidade de diálogo faz diferença no parlamento. Para o governo interessa ter uma pessoa que conversa com todos “, diz o ex-líder do DEM na Câmara deputado Efraim Filho (PB).

Para João Campos, a principal fraqueza de Maia é que o DEM tem dois ministros confirmados no futuro governo, Onyx Lorenzoni (Casa Civil) e Tereza Cristina (Agricultura). Pode ainda emplacar Luiz Henrique Mandetta na Saúde. Para Campos, pesará o receio dos outros partidos de fortalecer o DEM.

“Não sei se atrapalha, mas ajudar não ajuda”, diz o potencial adversário.

Campos é quem tem uma articulação cada vez mais visível nos corredores da Câmara. Na última terça-feira, reuniu um grupo de 15 aliados e engatou uma oração em pleno Salão Verde. Além da bancada da bíblia, Campos, que é delegado, é vice-presidente da Frente Parlamentar da Segurança Pública, a chamada bancada da bala, e tem uma relação próxima com Bolsonaro. No último mês, esteve com o presidente eleito três vezes.

Na bancada da bala há outro amigo do presidente que está na disputa: Capitão Augusto (PR-SP). Ele aposta que o fato de ser de São Paulo e representar os militares pode ajudá-lo.

Moreira, próximo presidente da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), um dos polos de apoio de Bolsonaro, avalia que a proximidade com o futuro presidente não irá ajudar nenhum concorrente.

“Isso não é assunto para o presidente da República. Os que interferiram, se deram mal”, resume.

Há divisão no próprio campo de Bolsonaro. O presidente eleito declarou que seu partido não deveria ter um representante na disputa, mas o deputado Delegado Waldir diz que manterá seu nome. Cita como exemplo o próprio Bolsonaro, que foi candidato em 2017 e teve a quatro votos.

“Quero ter aqueles 10 minutos que o Bolsonaro teve em 2017”, diz Waldir.

Devastado, PSDB tenta reunir os cacos e articula um bloco na Câmara

Devastado pelas urnas e pela radicalização entre Bolsonaro e PT, o PSDB não enxerga um futuro

O PSDB, ou o que sobrou dele, tenta juntar os cacos e articular um bloco na Câmara com PPS, DEM e PSD para atuar no Congresso no próximo governo e servir de embrião para um novo partido moderado, de centro, com tendência à direita. Seria o que eles chamam de “Bloco da Sensatez”, pegando carona no alerta de Fernando Henrique Cardoso contra a “marcha da insensatez”.

Dê Jair Bolsonaro (PSL), como tudo indica, ou Fernando Haddad (PT), em franca desvantagem, a avaliação do bloco é que tempos muitos difíceis estão por vir no País e no Parlamento, com o novo governo batendo cabeça, cometendo erros crassos, e a oposição armada até os dentes. Por isso, seus articuladores jogam na mesa duas premissas de atuação: bom senso e responsabilidade.

Devastado pelas urnas e pela radicalização entre Bolsonaro e PT, o PSDB não enxerga um futuro, com FHC errático, Serra, Aécio e Alckmin fora de combate e João Doria, neófito, mais à direita e pouco confiável, tentando assumir o vácuo. No partido, há uma torcida contra Doria (que passou vexame com Bolsonaro) e a favor de Márcio França (PSB). Além de São Paulo, tucanos estão no segundo turno no RS, MT, RO, RR e a joia da coroa, Minas.

Além de Alckmin levar o troféu de pior desempenho da história do PSDB nas eleições, com menos de 5% dos votos, a bancada da Câmara foi quase dizimada. Dos seis últimos líderes, só um, Carlos Sampaio (SP), sobreviveu. Não voltam Antônio Imbassahy (BA), que perdeu a reeleição, e todos os que tentaram o Senado: Bruno Araújo (PE), Jutahy Jr. (BA), Nilson Leitão (MT) e Ricardo Tripoli (SP).

Também caíram tucanos de grande força na bancada do partido e de relevância na própria Câmara, como Luiz Carlos Hauly (PR), relator da reforma tributária, Rogério Marinho (RN), da trabalhista, Marcus Pestana (MG), vice-presidente da comissão da reforma da Previdência, e Floriano Pesaro (SP), um dos principais especialistas em programas sociais do Congresso.

Se a bancada tucana de São Paulo caiu à metade, de 13 para seis, a do próprio partido despencou do terceiro para o nono lugar da Câmara. O PSDB deixa de ser um dos principais partidos para se embolar entre os médios – e sem suas mais conhecidas estrelas. No Senado, Aluizio Nunes Ferreira nem disputou, Cássio Cunha Lima (PB), vice-presidente da Casa, e Paulo Bauer (SC) ficaram de fora.

Na avaliação interna, essa devastação é resultado de uma sequência de fatores e erros: Aécio Neves enrolado até a alma na Lava Jato, a prisão do ex-presidente da sigla Eduardo Azeredo, o “apetite” de governadores tucanos, a incapacidade de perceber os recados das ruas desde junho de 2013, o desdém pela força das redes sociais. Além, é claro, do próprio processo político.

O impeachment livrou Lula do peso Dilma e tirou a crise do colo do PT e jogou no de Michel Temer. Logo, o impeachment garantiu o PT no segundo turno, apesar de tudo, da prisão de Lula, das investigações, do mensalão e do petrolão. Basta comparar os índices de Lula com Dilma no governo e com Dilma fora do governo.

Correndo por fora, Bolsonaro virou “o cara”, enquanto o PSDB, como sempre dividido, tentava escorar o governo Temer e garantir as saídas da crise econômica. O hoje favorito para a Presidência simplesmente não existia antes do impeachment, que salvou o PT, e das gravações de Joesley Batista/Rodrigo Janot, que trucidaram Temer e implodiram o PSDB.

Assim, a queda de Dilma e a PGR de Janot definiram, junto com as ruas, o segundo turno de hoje entre o capitão e o PT. E Bolsonaro, se vencer, vai dever a vitória a Janot, Joesley, o desgaste político e o esgotamento da polarização PT versus PSDB. Agora, é se preparar para a crise já contratada para 2019. A “Bancada da Sensatez” vai ter muito trabalho.

Eleições 2018: Veja a relação dos 18 deputados federais eleitos pelo Maranhão

A renovação da bancada maranhense na Câmara foi de 55,6%. Oito dos 18 deputados eleitos em 2014 garantiram mais um mandato para os próximos quatro anos

Os eleitores maranhenses elegeram, na noite de domingo (7), os 18 deputados federais que irão compor a bancada maranhense na Câmara dos Deputados, a partir de 2019

Dez candidatos ultrapassaram a casa dos 100 mil votos, com destaque para Josimar de Maranhãozinho (PR) que quase alcançou a marca de 195.768 mil votos. O recorde em uma votação para deputado federal pertencia a Roberto Rocha, eleito com 139.294 votos em 2006.

A renovação da bancada maranhense na Câmara foi de 55,6%. Oito dos 18 deputados eleitos em 2014 garantiram mais um mandato para os próximos quatro anos: Aluísio Mendes, André Fufuca, Cleber Verde, Hildo Rocha, João Marcelo, Juscelino Filho, Rubens Junior e Zé Carlos.

Veja a relação dos deputados federais eleitos:

Josimar de Maranhãozinho (PR)
Eduardo Braide (PMN)
Márcio Jerry (PCdoB)
Junior Lourenço (PR)
Rubens Junior (PCdoB)
Pedro Lucas Fernandes (PTB)
Edilázio Júnior (PSD)
Aluísio Mendes (Podemos)
André Fufuca (PP)
Cleber Verde (PRB)
Bira do Pindaré (PSB)
Juscelino Filho (DEM)
Junior Marreca Filho (Patriota)
Hildo Rocha (MDB
Zé Carlos (PT)
Gil Cutrim (PDT)
João Marcelo (MDB)
Pastor Gildenemyr (PMN)

Bancada maranhense na Câmara dos Deputados pode ter a maior renovação das últimas eleições

Com todas essas mudanças, no mínimo, 45% dos deputados federais maranhenses serão mudados a partir de janeiro do próximo ano

A eleição para a Câmara dos Deputados em 2018 pode promover a maior renovação dos seus quadros dos últimos anos. Mais da metade da bancada maranhense pode ser trocada nestas eleições. Em relação a eleição de 2014, oito deputados já não disputam a reeleição, abrindo espaço para novos nomes.

Quatro deputados federais eleitos em 2014, disputam a eleição para senador em 2018. São eles: Eliziane Gama (PPS), Sarney Filho (PV), Weverton Rocha (PDT) e Zé Reinaldo (PSDB).

Três nomes desistiram de disputar novamente a eleição de deputado: Alberto Filho (MDB), Júnior Marreca (Patriotas) e Pedro Fernandes (PTB). Em relação a eleição de 2014, também não teremos a participação do saudoso João Castelo (PSDB), falecido em 2016.

Com todas essas mudanças, no mínimo, 45% dos deputados federais maranhenses serão mudados a partir de janeiro do próximo ano.