Flávio Dino apresenta plano de apoio à conclusão de creches federais ao ministro da Educação

Em reunião na tarde de quinta-feira (24), na sede do Ministério da Educação (MEC), em Brasília, Flávio Dino também apresentou pleitos atinentes ao Programa de Ações Articuladas (PAR) e o Programa Escola Digna

O governador Flávio Dino apresentou ao ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, o plano de apoio à conclusão de creches federais que estão com obras inacabadas no Maranhão. Em reunião na tarde de quinta-feira (24), na sede do Ministério da Educação (MEC), em Brasília, ele também apresentou pleitos atinentes ao Programa de Ações Articuladas (PAR) e o Programa Escola Digna.

O apoio, inclusive financeiro da gestão estadual para a federal, apresentado por Flávio Dino faz parte do Pacto Estadual Pela Aprendizagem e foi um dos primeiros compromissos assumidos para o segundo mandato. A ajuda visa a retomar obras paralisadas de programas federais e convênios entre a União e os municípios maranhenses.

“Nós temos creches com recursos federais nos municípios que, por uma série de razões jurídicas e técnicas, foram paralisadas. Nós pedimos urgência, o ministro concordou com esse pleito, de uma análise conjunta que será feita no Maranhão, por técnicos do MEC, do FNDE, da Secretaria de Estado da Educação e das Prefeituras envolvidas, para destravar essas obras”, explicou o governador.

Ele enfatizou que o Governo do Estado se dispõe, inclusive, a fazer aportes financeiros “para que o quanto antes essas creches sejam entregues aos municípios e, claro, sobretudo aos estudantes e suas famílias”.

Flávio Dino ressaltou que a ênfase no Programa Escola Digna e no Pacto Estadual pela Aprendizagem demonstra a preocupação do Governo com os municípios, “como que mediante uma ação organizada, articulada, entre o Governo Federal, Governo do Estado e as Prefeituras nós conseguimos elevar o Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) dos municípios também”.

Durante a reunião, o governador sublinhou os avanços obtidos na educação no Maranhão a partir de 2015, com a implantação de unidades em tempo integral e a substituição de estruturas precárias por escolas dignas. Ricardo Vélez Rodríguez demonstrou conhecimento do desenvolvimento educacional do estado e elogiou as conquistas dos últimos quatro anos ao receber um livro sobre o Programa Escola Digna com o antes e depois das construções.

O secretário de Estado da Educação, Felipe Camarão, também participou da reunião com o ministro e classificou o encontro como produtivo e importante. “O governador apresentou ao ministro e à sua equipe um projeto que o Maranhão tem de desenvolvimento por meio da educação. E tratamos de forma muito específica sobre projetos de infraestrutura, para a rede estadual, mas, principalmente, para a rede municipal”, explicou.

Filósofo Ricardo Vélez Rodríguez é indicado para ministro da Educação

Ricardo Vélez Rodríguez nasceu em Bogotá, tem 75 anos, e graduou-se em Filosofia e Teologia

Agência Brasil

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, anunciou nesta quinta- feira (22), pelo twitter, a indicação do colombiano Ricardo Vélez Rodríguez, para o cargo de ministro da Educação. Autor de mais de 30 obras, atualmente é professor emérito da Escola de Comando e Estado Maior do Exército.

“Velez é professor de Filosofia, mestre em Pensamento Brasileiro pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, doutor em Pensamento Luso-Brasileiro pela Universidade Gama Filho e pós-Doutor pelo Centro de Pesquisas Políticas Raymond Aron, de Paris, com ampla experiência docente e gestora”, informou o presidente eleito pela rede social. O novo ministro já teria se naturalizado brasileiro.

Em blog, o futuro ministro registra suas ideias sobre o Ministério da Educação. Ele promete em sua gestão “Mais Brasil, menos Brasília”, lema do presidente eleito, com ênfase na educação municipal. “Aposto, para o MEC, numa política que retome as sadias propostas dos educadores da geração de Anísio Teixeira, que enxergavam o sistema de ensino básico e fundamental como um serviço a ser oferecido pelos municípios, que iriam, aos poucos, formulando as leis que tornariam exequíveis as funções docentes”, disse. No texto, informa que um dos que apoiaram sua indicação foi o “professor e amigo Olavo de Carvalho.”

Ele também faz críticas às provas do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem), formuladas pelo Inep. Segundo ele, as provas são complicadas e funcionam como “instrumentos de ideologização do que como meios sensatos para auferir a capacitação dos jovens no sistema de ensino” – mesmo posicionamento do presidente eleito.

Segundo seu currículo, divulgado por universidades em que lecionou, Ricardo Vélez Rodríguez nasceu em Bogotá, tem 75 anos, e graduou-se em Filosofia e Teologia. Veio para o Brasil fazer pós-graduação nos anos 1970, sempre na área de Filosofia, obtendo o título de mestre e depois de doutor por universidades do Rio de Janeiro. Ricardo Vélez Rodríguez é autor de diversos livros, tendo dedicado sua carreira à docência universitária e à pesquisa.

Chegou a ser Pró-Reitor de Pós-Graduação e Pesquisa da Universidade de Medellín, entre 1975 e 1978, quando retornou brevemente à Colômbia. Desde 1979, fixou residência no Brasil e deu aulas em universidades do Rio de Janeiro, Londrina e Juiz de Fora, tendo participado da criação de cursos de pós-graduação em Pensamento Político Brasileiro.

Bolsonaro diz que Guilherme Schelb é cotado para Educação

Bolsonaro reiterou que a educação escolar deve ser destinada a ensinar disciplinas e que temas relativos a questões de gênero devem ser abordadas pela família. Foto: Marcelo Camargo

Agência Brasil

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, confirmou hoje (22) que analisa o nome do procurador da República da 1ª Região Guilherme Schelb para o Ministério da Educação. “Guilherme Schelb é cotado, sim”, destacou. Bolsonaro reiterou que a educação escolar deve ser destinada a ensinar disciplinas e que temas relativos a questões de gênero devem ser abordadas pela família.

“Quem ensina sexo para criança é papai e mamãe”, afirmou o presidente eleito, após reunião no Comando da Marinha. “Escola é lugar de se aprender física, matemática, química e fazer com que no futuro tenhamos um bom empregado, um bom patrão e um bom liberal. Esse é o objetivo da educação.”

Ao mencionar a relevância do Ministério da Educação, Bolsonaro destacou sua preocupação. “É um ministério importantíssimo [o da Educação] porque o futuro do Brasil passa por ali. Situação complicada por ali, porque nas últimas décadas gastou-se mais com educação e a qualidade caiu. Portanto é um ministério que tem de ser muito bem escolhido.”

Bolsonaro confirmou que conversará ainda hoje com Guilherme Schelb, sem entrar em detalhes.

Escola sem Partido

Em discussão, o projeto da Escola sem Partido conta com apoio de correligionários de Bolsonaro, que hoje defendeu a proposta. “Na verdade o nome certo é ‘Escola com Partido’. O que diz o projeto? Se o professor quiser usar o espaço cativo para dizer que o partido A é melhor que o B, o aluno pode fazer o contraponto, dizer que o B é melhor que o A e não sofrer retaliação.”

Questionado se pretende substituir ideologias nas escolas ao apoiar projetos como o Escola sem Partido, Bolsonaro disse que a própria pergunta já era uma resposta porque o questionamento sobre estar substituindo ideologias “é sinal de que existe a esquerda aí”.

“Falo muito alto: ‘o que queremos é a verdade’. Agora verdade não é o outro lado. A verdade é a verdade”, destacou o presidente eleito, que o futuro ministro da Educação tem de ser alinhado à proposta.

Polêmicas

Bolsonaro negou mal-estar entre sua equipe de governo e a bancada evangélica em decorrência da possível indicação do educador Mozar Neves Ramos, que teve o nome cotado para o Ministério da Educação. Mozar Neves Ramos é diretor do Instituto Ayrton Sena.

Sobre o boato de indicação de Maitê Proença para o Meio Ambiente, Bolsonaro disse que “nunca” conversou com a atriz. “[Isso] foi para tentar fazer a bancada evangélica contra a minha pessoa”, disse o presidente eleito.

“Vou colocar pessoas que entendam daquele assunto naquela pasta”, ressaltou Bolsonaro, reiterando que sua escolha é técnica. “Com Educação e Meio Ambiente também.”

O presidente eleito também falou sobre o “centrão”, que reúne políticos de vários partidos. “[O centrão] tem consciência que se o Brasil continuar com a forma toma-lá-dá-cá de fazer política, continuaremos com o Estado ineficiente e corrupto. É o que nós não queremos.”

Bolsonaro reconheceu que pode ter dificuldade nas relações com o Congresso Nacional. “Alguns dizem que não vou ter apoio do Parlamento. Pode ser. Não estamos fazendo a política tradicional.”

Intervenção

O presidente eleito afirmou que conversará com o ministro da Defesa sobre a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro, cujo prazo termina em 31 de dezembro, para verificar se deve ser mantida a presença dos militares na região. “A decisão não será minha. Será nossa.”

Bolsonaro disse ainda que a escolha dos novos comandantes respeitou os critérios de hierarquia e antiguidade, como prevê as orientações militares. Segundo ele, no seu governo, as Forças Armadas serão respeitadas. “Não podemos prescindir do conhecimento, do patriotismo e dos prpósitos que os militares têm para com o Brasil.”

Petrobras pode ser privatizada em parte, diz Bolsonaro

Ao mesmo tempo, ele avaliou que a estatal é uma empresa estratégica e que deve continuar existindo. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Agência Brasil

O presidente eleito Jair Bolsonaro disse hoje (19), no Rio de Janeiro, que a Petrobras pode ser privatizada em parte. Ao mesmo tempo, ele avaliou que a estatal é uma empresa estratégica e que deve continuar existindo: “alguma coisa você pode privatizar. Não toda. É uma empresa estratégica.”

Segundo Bolsonaro, não há decisão tomada. “Estamos conversando. Eu não sou uma pessoa inflexível. Mas nós temos que ter muita responsabilidade para levar adiante um plano como esse.”

Pela manhã, em Brasília, o vice-presidente eleito Hamilton Mourão afirmou que o futuro governo pretende preservar o “núcleo duro” da estatal, mas a equipe estuda a possibilidade de negociar áreas como distribuição e refino.

Nomeação

Mais cedo, o economista Roberto Castello Branco foi confirmado para presidir a Petrobras. Em artigos recentes publicados na imprensa, ele defendeu a privatrização da empresa.

Indicado por Paulo Guedes, que assumirá o Ministério de Fazendo, Castello Branco aceitou o convite. Bolsonaro reiterou que Guedes tem carta branca no seu governo.

“Tudo que é envolvido com economia, ele está escalando o time. Eu só, obviamente, estou cobrando proatividade. Enxugar a máquina e fazê-la funcionar para o bem estar da população.”

O presidente eleito acrescentou ainda que quer o valor do combustível mais barato. Porém, avaliou que os preços também levam em conta decisão dos governos estaduais. “Em grande parte, depende dos governadores, que colocam o ICMS lá em cima.”

Banco do Brasil

Para o Banco do Brasil, Bolsonaro admitiu que estuda o nome de Ivan Monteiro, que atualmente está no comando da Petrobras. Segundo ele, a equipe econômica não terá direito de errar e está sendo montada com nomes que já são testados no mercado.

O presidente eleito deu as declarações na portaria do condomínio onde mora, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Ele saiu em um carro escoltado pela Polícia Federal pouco antes das 15h. O comboio voltou cerca de 30 minutos depois. Ele disse ter ido ao banco. “Eu sou um ser humano. De vez em quando eu falo para darmos um passeio aí, para poder sair de casa.”

Educação

Questionado sobre o Ministério da Educação, Bolsonaro afirmou que avalia com calma os nomes. “Desde muito tempo, [o Ministério da Educação] está aparelhado. Há um marxismo lá dentro que trava o Brasil.”

Bolsonaro disse que os governos do PT dobraram os gastos em educação e mesmo assim não houve melhoras nos índices: “a molecada não sabe fazer uma regra de três simples.”

Bolsonaro descartou a possibilidade de nomear a atual presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Maria Inês Fini, como ministra. “Essa não esteve à frente dessa prova do Enem? Está fora. Não tem nem cartão amarelo. É vermelho direto.”

Começa a contagem regressiva para o Enem 2018

A expectativa do Ministério da Educação é que 5,5 milhões de pessoas façam o Enem neste ano

Começou a contagem regressiva para a edição 2018 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Em 4 de novembro, estudantes de todo o país que têm como principal objetivo ingressar no ensino superior participarão do primeiro dia de provas. Na ocasião, serão aplicadas 45 questões de ciências humanas e 45 de linguagens e códigos, além da tão temida redação. A segunda parte do exame ocorre em 11 de novembro, quando os participantes deverão responder 45 questionamentos de matemática e outros 45 sobre ciências da natureza.

De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), os locais de prova serão divulgados nesta segunda-feira (22/10). Para conferir as informações, os interessados devem acessar a Página do Participante ou fazer a consulta pelo aplicativo Enem 2018. Os dados constarão no cartão de confirmação de inscrição, que também informará o número do inscrito, data e horário da aplicação do exame, se há solicitação de atendimento especializado e a opção da língua estrangeira escolhida pelo candidato.

A expectativa do Ministério da Educação (MEC) é que 5,5 milhões de pessoas façam o Enem neste ano. A 20ª edição do exame recebeu 6.774.891 inscrições e tem 5.513.662 (81,3%) participantes confirmados para os dois dias de prova. Em 14 de novembro serão divulgados os gabaritos e os cadernos de questões. Os resultados finais devem ser anunciados em janeiro de 2019, porém ainda não houve confirmação da data.

Maratona

Nas datas de aplicação da avaliação, os portões serão abertos às 12h e fechados às 13h (horário de Brasília). No primeiro dia de testes (4/11), os participantes terão cinco horas e meia para resolver as questões – o exame começa às 13h30 e o horário previsto para o término é 19h.

No domingo seguinte (11), as provas devem ser respondidas entre 13h30 e 18h30. Anteriormente, o segundo dia do exame, dedicado à parte de disciplinas exatas, acabava às 18h. Mas, após participantes criticarem o curto período para solucionar as questões, foram acrescentados 30 minutos ao tempo total na edição deste ano.

Horário de Verão

Quem for fazer o Enem 2018 deverá ficar atento ao horário brasileiro de verão, que entra em vigor coincidentemente no primeiro dia de provas. Ou seja, em 4 de novembro, os ponteiros do relógio serão adiantados em uma hora. A novidade confirmada pelo Palácio do Planalto nessa segunda-feira (15/10) ocorrerá nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país.

TSE manda redes tirarem vídeos de Bolsonaro sobre ‘kit gay’

Em nota, o Ministério da Educação (MEC) já afirmou que não produziu nem adquiriu ou distribuiu “Aparelho Sexual e Cia.”, esclarecendo que o livro é uma publicação da editora Companhia das Letras publicada em 10 idiomas

O ministro Carlos Horbach, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou a remoção de seis postagens no Facebook e no YouTube em que o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, faz críticas ao livro “Aparelho Sexual e Cia.” e afirma que a obra integraria material a ser distribuído a escolas públicas na época em que Fernando Haddad (PT) comandava o Ministério da Educação.

No vídeo, Bolsonaro afirma que o livro é “uma coletânea de absurdos que estimula precocemente as crianças a se interessarem pelo sexo”. “No meu entender, isso é uma porta aberta para a pedofilia”, diz o candidato do PSL, que ainda afirma que “esse é o livro do PT”.

Em nota, o Ministério da Educação (MEC) já afirmou em diversas oportunidades que não produziu nem adquiriu ou distribuiu “Aparelho Sexual e Cia.”, esclarecendo que o livro é uma publicação da editora Companhia das Letras publicada em 10 idiomas.

“É igualmente notório o fato de que o projeto ‘Escola sem Homofobia’ não chegou a ser executado pelo Ministério da Educação, do que se conclui que não ensejou, de fato, a distribuição do material didático a ele relacionado. Assim, a difusão da informação equivocada de que o livro em questão teria sido distribuído pelo MEC gera desinformação no período eleitoral, com prejuízo ao debate político, o que recomenda a remoção dos conteúdos com tal teor”, concluiu Horbach.

Os advogados do PT afirmam que, em entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo, no dia 28 de agosto, Bolsonaro mentiu e difundiu a falsa ideia de que o livro seria distribuído em escolas públicas.

“O candidato vem proferindo esta grave mentira há mais de dois anos. A informação de que o livro seria distribuído em escolas públicas começou a ser difundida por Bolsonaro no dia 10 de janeiro de 2016 através de um vídeo que publicou no Facebook”, observa a coligação de Haddad.

Em outra representação, o ministro negou um pedido do PT para remover uma entrevista de Bolsonaro concedida ao programa “Pânico”, na qual o deputado federal faz referência ao material didático do projeto “Escola sem homofobia” como sendo o “kit gay”, atribuindo a responsabilidade pela sua elaboração a Fernando Haddad.

“É possível concluir que os representantes buscam impedir que o candidato representado chame o material didático do projeto ‘Escola sem Homofobia’ de ‘kit gay’. Tal pretensão, caso acatada pelo Poder Judiciário, materializaria verdadeira censura contra o candidato representado, que estaria impedido de verbalizar, de acordo com suas concepções, críticas à gestão do concorrente à frente do Ministério da Educação”, observou Horbach.

Diretor da Associação de gays, lésbicas e travestis diz que houve o tal Kity Gay

Jornal da Cidade

O propalado “Kit Gay” foi encomendado e financiado pelo Ministério da Educação na gestão do ex-ministro Fernando Haddad, que pode efetivamente ser considerado o “pai do Kit Gay·.

Inúmeras ONGs participaram de sua confecção. Em entrevista concedida na época, Beta de Jesus, diretor da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Transexuais e Travestis, revela que participou da produção dos vídeos e tratou do assunto pessoalmente com o atual candidato do PT à Presidência da República.

Inclusive, o projeto foi integralmente financiado com dinheiro público, através de uma emenda parlamentar no valor de R$ 3 milhões, proposta pelo PT.

Beta de Jesus afirma que na hora “H” Haddad “amarelou”.

Na realidade, o ex-ministro recuou em razão de ataques feitos na época ao malfadado “Kit”, efetuados por Jair Bolsonaro e outros parlamentares.

Atualmente, Haddad nega a paternidade do “Kit Gay”, alegando, entre outras coisas, ser “neto de um líder religioso”.

O vídeo abaixo elucida a questão:

MEC divulga resultado do Sisu nesta segunda-feira

Os estudantes selecionados deverão fazer a matrícula nas instituições de ensino entre 22 e 28 de junho

O Ministério da Educação (MEC) divulga hoje (18) o resultado do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Nesta edição, o programa oferece 57.271 vagas em 68 instituições públicas de ensino superior em todo o país. O resultado será divulgado na página do programa na internet.

Os estudantes selecionados deverão fazer a matrícula nas instituições de ensino entre 22 e 28 de junho. Aqueles que não foram selecionados poderão participar da lista de espera. O prazo para que isso seja feito é de 22 a 27 de junho. A convocação dos candidatos em lista de espera será de 3 de julho a 21 de agosto.

Podem concorrer às vagas os estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2017 e obtiveram nota acima de zero na redação.

As vagas serão oferecidas em oito instituições públicas estaduais, uma faculdade pública municipal e 59 instituições públicas federais, com dois centros de Educação Tecnológica, 27 institutos federais de Educação, Ciência e Tecnologia e 30 universidades.

Inscrições no Sisu do segundo semestre de 2018 começam na terça (12)

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), serão ofertadas 57.271 vagas em 68 instituições

As inscrições no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do segundo semestre de 2018 começam na próxima terça-feira (12) e vão até 15 de junho. O sistema pode ser acessado pelo site do Sisu, onde já é possível consultar as vagas disponíveis. Pode concorrer quem fez o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2017 e obteve nota acima de zero na redação.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), serão ofertadas 57.271 vagas em 68 instituições, sendo oito instituições públicas estaduais – um centro universitário e sete universidades –, uma faculdade pública municipal e 59 instituições públicas federais, com dois centros de educação tecnológica, 27 institutos federais de educação, ciência e tecnologia e 30 universidades.

O edital com todo o cronograma do programa foi publicado nesta terça-feira (5) no Diário Oficial da União. O resultado da chamada regular sai me 18 de junho. As matrículas ocorrem de 22 até 28 de junho. O prazo para se inscrever na lista de espera é de 22 a 27 de junho.