Itaqui terá o mais moderno terminal de fertilizantes da América Latina

O aditivo prevê a construção de um novo armazém com capacidade para 80 mil toneladas e possibilitará movimentação de até 3,5 milhões de toneladas de fertilizantes por ano

A Companhia Operadora Portuária (Copi) prorrogou o contrato de arrendamento com a Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap) por mais 20 anos e vai investir R$ 80 milhões na construção de um terminal de fertilizante. O aditivo prevê a construção de um novo armazém com capacidade para 80 mil toneladas e possibilitará movimentação de até 3,5 milhões de toneladas de fertilizantes por ano.

A nova estrutura será a mais moderna do país para esse tipo de operação, com interligação do armazém ao berço 101 do Itaqui por meio de uma correia transportadora, dentre outros equipamentos. O contrato de arrendamento da Copi no Itaqui cobre uma área de 16 mil metros quadrados, destinada à movimentação de granéis sólidos e carga geral e o extrato de termo aditivo foi publicado no Diário Oficial da União na última semana.

“Esse contrato demonstra a confiança do investidor privado no porto público do Maranhão, fortalece o Corredor Centro Norte e o papel do Itaqui nesse cenário. Além disso, sinaliza a introdução do modal ferroviário na distribuição de fertilizante para toda a área de influência do porto”, afirma o presidente da Emap, Ted Lago.

Ele destacou a importância da cadeia regional integrada como porta de entrada e saída de cargas para o Corredor Brasil Central e também “o sucesso do modelo de investimento privado dentro da estrutura pública, que gera emprego, renda e desenvolvimento para o Maranhão”.

Para o presidente da Copi, Carlos Roberto Frisoli, “o empreendimento – que deve estar concluído em dois anos – vai consolidar o Itaqui como o porto de entrada de fertilizante de todo o Arco Norte, incluindo Goiás”. Ele avalia que o porto público maranhense é logisticamente mais ágil e mais competitivo pela localização geográfica (mais próximo do mercado externo) e por sua conexão ferroviária. “Vamos concorrer diretamente com os portos de Paranaguá e Santos”, afirma.

Com a consolidação do Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram) e o volume de cargas oriundas do Terminal de Uso Privativo da VLI, o Porto do Itaqui vem se consolidando como principal porta de saída da produção de grãos (soja e milho) da região Centro-Norte do Brasil, com sucessivos recordes tanto em produtividade quanto em volume de movimentação de cargas.

Neste cenário, objetivando maximizar os ganhos obtidos por meio do desenvolvimento de uma carga de retorno, a importação de fertilizantes tem ganhado cada vez mais destaque no portfólio de cargas do porto público maranhense.

Em 2017 foram movimentadas 1,7 milhões de toneladas de fertilizante e agora está fechando 2018 com quase 2 milhões de toneladas, um recorde histórico dessa que é hoje uma das três principais cargas movimentadas no Porto do Itaqui. O investimento no novo terminal garante o atendimento a demandas atuais e futuras da fronteira agrícola do Arco Norte.

Porto do Itaqui bate recorde histórico

Antes mesmo de fechar o ano o Porto do Itaqui tem recorde histórico, com 21.843.305 milhões de toneladas de cargas movimentadas de janeiro até a madrugada do dia 23. Esse volume bate a marca anterior de 21.824.776 milhões de toneladas de cargas, atingida em 2015. Nesta quarta (26), a movimentação deve ultrapassar os 22 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de 16% em relação ao ano anterior. Também tiveram movimentação recorde as cargas de soja, fertilizantes e grãos (soja, milho, trigo, farelo de soja e arroz).

Os resultados estão associados aos investimentos da Empresa Maranhense de Administração Portuária (EMAP) na ampliação da infraestrutura do Porto do Itaqui, além da atração de investimentos privados. Também contribuem para esses recordes a super-safra de grãos deste ano, à entrada em operação do Berço 108 e à retomada da movimentação de carga de entreposto de combustíveis para as demais regiões do país, empreendida pela Transpetro.

“Essa superação reflete o trabalho que vem sendo executado desde 2015 e a confiança do setor empresarial e dos investidores, que escolhem o Porto do Itaqui como a melhor opção para escoar suas cargas”, afirma o presidente da EMAP, Ted Lago.

Todos os investimentos, tanto públicos quanto privados, fortalecem o papel do porto público maranhense como canal estratégico de crescimento para o estado e toda a sua área de influência. O plano é dobrar a capacidade de movimentação de grãos em dois anos, com a segunda fase do Tegram, que deve começar a operar em 2020. As quatro empresas que integram o consórcio aprovaram orçamento de R$ 240 milhões para as obras, previstas para começar em março e contratações a partir de janeiro.

Na movimentação de granéis líquidos a capacidade de armazenagem também deve dobrar dentro de três anos. Com a infraestrutura do novo píer petroleiro, que entrou em operação em julho, a movimentação de granéis líquidos tende a crescer ainda mais. Em setembro foram entregues à equipe da Secretaria Especial do Programa de Parcerias e Investimentos do Governo Federal os Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEAs) para ampliação de capacidade de armazenamento de combustíveis do Porto do Itaqui. São quatro lotes, totalizando 169 mil metros cúbicos a mais de capacidade de armazenagem, com investimento privado estimado em R$ 450 milhões.

Além disso, estão em andamento as obras de ampliação do Tequimar-Ultracargo, um investimento de R$ 170 milhões, com geração de 400 empregos diretos e 1.200 indiretos (mais de 60% dos serviços foram realizados). E o contrato de arrendamento da Companhia Operadora Portuária (COPI) com a EMAP, prorrogado por mais 20 anos, trará investimento de R$ 80 milhões para a construção de um terminal de fertilizante. O aditivo prevê um novo armazém com capacidade para 80 mil toneladas e possibilitará movimentação de até 3,5 milhões de toneladas de fertilizantes por ano.

Investimentos bilionários criaram milhares de empregos no Maranhão nos últimos 4 anos

De acordo com o Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc), o Maranhão tem atualmente R$ 10 bilhões em investimentos privados em andamento ou projetados

O Maranhão conseguiu atrair, desde 2015, bilhões de reais da iniciativa privada para gerar novos negócios, emprego e renda no Estado. Isso foi possível em grande parte graças aos estímulos garantidos pelo governo e pelo bom ambiente de negócios construído ao longo destes quatro anos.

Além dos investimentos já feitos, outros já foram anunciados para 2019 em diante, também na casa dos bilhões.

De acordo com o Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc), o Maranhão tem atualmente R$ 10 bilhões em investimentos privados em andamento ou projetados.

Destes, R$ 4,4 bilhões estão em andamento. E R$ 5,6 bilhões, projetados. Os recursos privados correspondem a 65,8% do total de investimentos em andamento e projetados para o Estado.

Os valores estão distribuídos principalmente no setor portuário, elétrico e da indústria de transformação. Essa conta não inclui os projetos que já foram concluídos e geraram milhares de empregos.

Veja abaixo alguns dos grandes empreendimentos já concluídos, em andamento e alguns que vêm por aí:

BrasilAgro – É uma das maiores empresas brasileiras no desenvolvimento de terras agrícolas. Anunciou que vai investir R$ 1,4 bilhão nos próximos anos no Maranhão. O novo empreendimento tem capacidade de gerar 3 mil empregos diretos. O investimento será realizado em parceria com a empresa AgroSerra, na Fazenda São José, no município de São Raimundo das Mangabeiras. Serão produzidos grãos e etanol.

Eneva – São investimentos previstos de R$ 1,3 bilhão na ampliação da geração de energia, com 2 mil empregos diretos.

Ômega Energia – A empresa construiu o Parque Eólico de Paulino Neves, da Ômega Energia, e já está com obras de expansão. Os investimentos são de R$ 1,5 bilhão. Com apoio do Governo do Estado, a companhia é responsável pela instalação do primeiro parque eólico (que usa a força do vento) no Maranhão.

Porto do Itaqui – O complexo portuário é administrado pelo Governo do Maranhão, mas recebe muitos investimentos privados. Para se ter uma ideia, o volume estimado até 2022 é de pelo menos R$ 1,4 bilhão.

Porto São Luís – O empreendimento está em andamento e é fruto da colaboração entre o Governo do Maranhão e China Communications Construction Company (CCCC). As obras estão na fase de terraplanagem, supressão vegetal e condução de detalhes geográficos. O prazo máximo de entrega é fevereiro de 2022. O investimento beira os R$ 2 bilhões, e a previsão é de geração de 5 mil empregos. O terminal privado de multicargas vai escoar milhões de toneladas de grãos e minério de ferro.

Raízen – No ramo de tancagem, a empresa investe R$ 200 milhões na construção de um terminal para armazenamento de combustíveis. O empreendimento fica próximo ao Porto do Itaqui, área industrial de São Luís.

Suzano – Com os investimentos de R$ 500 milhões da Suzano Papel e Celulose, foram gerados aproximados 1,3 mil novos empregos diretos e indiretos no Maranhão na construção e no funcionamento de uma nova fábrica de papel, em Imperatriz, Região Tocantina. Agora, a empresa prevê investimentos de R$ 300 milhões no estado, por meio do Porto do Itaqui, para aumentar sua participação, produção e, consequentemente, a geração de empregos.

Vale – A companhia retomou a operação da usina de pelotização na área Itaqui-Bacanga. A usina estava parada havia anos. São mais de R$ 100 milhões, que geraram 370 postos de trabalho. Pelotas são bolas de minério de ferro, utilizadas na fabricação de aço e têm alto valor agregado por garantir mais produtividade às usinas siderúrgicas. Entre os produtos que usam o material, estão pontes, carros e aviões.

Incentivo

Desde 2015, o Governo do Maranhão tem estimulado pequenas e grandes empresas com uma política de incentivos, a fim de gerar empregos.

Entre eles, estão os Parques Empresariais, que são grandes espaços para reunir empresas e indústrias. Já foram entregues, por exemplo, o de São Luís, o de Imperatriz, o de Caxias, o de Pinheiros e o de Timon

Outra iniciativa é a Caravana do Desenvolvimento Empresarial, que em sua edição de estreia atendeu 10 mil empreendedores em dezenas de cidades.

Nas caravanas, os empresários receberam diversos tipos de serviços e puderam tirar dúvidas e resolver exigências burocráticas.

A desburocratização também está em toda a política de estímulo aos empreendedores. Hoje, mais de 280 mil empresas estão ligadas à RedeSim, que facilita os negócios, poupa dinheiro e economiza tempo.

Além disso, com o Jucema Digital, os serviços para os empresários também ficaram muito mais rápidos. O sistema permite que todos os procedimentos executados pela Junta Comercial sejam feitos online.

Folha de S.Paulo destaca acordo entre Porto do Itaqui e Canal do Panamá

O crescimento e a modernização do Porto do Itaqui têm chamado cada vez mais a atenção da imprensa nacional: Foto Karlos Geromy

O jornal Folha de S.Paulo destaca nesta sexta-feira (7) o recente acordo feito pelo Porto do Itaqui para usar o Canal do Panamá com mais competitividade.

O crescimento e a modernização do Porto do Itaqui têm chamado cada vez mais a atenção da imprensa nacional, que vê o complexo maranhense com grande potencial de desenvolvimento para os próximos anos.

O acordo foi feito entre a Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), que cuida do porto, e a administração do Canal do Panamá, diz a Folha.

“Haverá uma janela entre fevereiro e setembro para que navios saiam do Maranhão e cruzem [o canal] com tarifa competitiva”, afirma ao jornal Ted Lago, presidente da Emap.

De acordo com a Folha, os navios que saem de São Luís para a China atravessam o sul do oceano Atlântico e passam pelo Cabo da Boa Esperança. Pelo Canal do Panamá, o custo é mais alto hoje, porém significa três dias a menos.

Com o acordo, esse custo vai ser reduzido, criando uma alternativa vantajosa para as embarcações.

Porto do Itaqui tem recorde na movimentação de granéis líquidos

Itaqui tem recorde histórico na movimentação mensal de granéis líquidos

Com 864 mil toneladas movimentadas, o Porto do Itaqui tem recorde histórico na movimentação mensal de granéis líquidos, registrada em setembro. De janeiro a setembro foram movimentadas 4,3 milhões de toneladas, um aumento de 18% em relação ao mesmo período de 2017.

No entreposto (transbordo de carga de derivados de petróleo) foram registradas 927 mil toneladas, o que representa aumento de 241% sobre os três trimestres de 2017 e consolida a retomada da movimentação de carga de entreposto de combustíveis para as demais regiões do país.

“Esses resultados são fruto dos investimentos realizados pela Emap [Empresa Maranhense de Administração Portuária] na ampliação de infraestrutura portuária e na atração de investimentos privados”, afirma o presidente da Emap, Ted Lago.

Exemplo desses investimentos foi a inauguração do novo píer petroleiro, que entrou em operação em julho. No início de setembro, Ted Lago entregou os Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEAs) para ampliação de capacidade de armazenamento de combustíveis do Porto do Itaqui à equipe da Secretaria Especial do Programa de Parcerias e Investimentos do Governo Federal.

E quem já investe no Porto do Itaqui também está ampliando seus negócios. Um deles é Tequimar-Ultracargo, terminal especializado na movimentação de granéis líquidos, que teve a autorização do Governo Federal para injetar R$ 170 milhões na ampliação do terminal, o que deve gerar 400 empregos diretos e 1.200 indiretos. As obras já estão em andamento.

A Companhia Operadora do Porto do Itaqui (COPI) também obteve do Governo Federal autorização para ampliar seu contrato de arrendamento no Porto do Itaqui e deverá investir R$ 79,6 milhões no terminal de fertilizantes. Será construído um novo armazém com capacidade estática de 70 mil toneladas, que possibilitará a movimentação de até 2 milhões de tonelada de fertilizantes por ano.

Além dos novos investimentos da COPI, o estudo aprovado possibilitará a introdução de Outorga Variável e Movimentação Mínima Contratual. Isso significa incremento na receita da Autoridade Portuária a ser reinvestida na melhoria da infraestrutura portuária.

Esses projetos significam mais desenvolvimento e geração de emprego e renda para o Maranhão e toda a área de influência do Porto do Itaqui e ao mesmo tempo asseguram o abastecimento de combustíveis e de fertilizantes nas regiões Norte e Nordeste do país.

Agro é Pop! Maranhão mantém recorde na produção de grãos para 2018

Desde a primeira estimativa de 2018, a produção de grãos vinha superando a cifra dos 5 milhões de toneladas. Até o mês de abril, projetava-se colher cerca de 5,3 milhões de toneladas de grãos, cujo crescimento em relação ao ano anterior era de quase 20%

Em novo estudo divulgado pelo Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc), o Maranhão manteve o recorde para a produção de grãos em 2018 mesmo após a estimativa agrícola referente a maio deste ano sugerir um crescimento menor na produção graneleira devido à quebra da safra do milho.

De acordo com os dados do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), referentes a maio de 2018, a produção graneleira está estimada em 4.760 mil toneladas em 2018, crescimento de 7,5% em comparação com a safra de 2017.

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Desde a primeira estimativa de 2018, a produção de grãos vinha superando a cifra dos 5 milhões de toneladas. Até o mês de abril, projetava-se colher cerca de 5,3 milhões de toneladas de grãos, cujo crescimento em relação ao ano anterior era de quase 20%.

Por causa de problemas relativos à produção de milho, em especial o milho 2ª safra (safrinha), a expectativa de colher os mais de 5 milhões de toneladas de grãos reduziu para 4,8 milhões, mas, ainda assim, em 2018 essa produção atingirá um novo recorde.

O estudo completo sobre a nota com a estimativa da produção agrícola maranhense referente ao 3º bimestre de 2018 está disponível no link: http://imesc.ma.gov.br/portal/Post/view/30/240.

Porto do Itaqui bate novo recorde na movimentação de grãos

Nas últimas 24 horas foram movimentadas 49.211 toneladas de soja, o que representa recorde histórico de movimentação diária

O Porto do Itaqui segue batendo recordes. Na sexta-feira (25), o Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram) completou 2 milhões de toneladas movimentadas apenas em 2018. Nas últimas 24 horas foram movimentadas 49.211 toneladas de soja, o que representa recorde histórico de movimentação diária.

Essa marca do Tegram é 25% superior ao mesmo período do ano passado e no total de movimentação de soja no Itaqui o crescimento, de janeiro a maio, é de 8,5% se comparado a 2017.

“Os resultados do Itaqui estão alinhados com o momento que o Maranhão vive, desde 2015, com atração de recursos com foco na consolidação de programas importantes na produção, na logística e também nos investimentos que estamos fazendo no porto”, afirma o presidente da EMAP, gestora do Itaqui, Ted Lago.

Desde 2015, o Porto do Itaqui vem passando por um processo acelerado de modernização, que o tornou mais atraente para as companhias de todo o mundo.

Atualmente, o tempo de espera dos navios é o menor em toda a história do porto, com redução de mais de 50%. De 2014 para cá, essa média caiu de 85 para 35 horas.

Tudo isso significa mais empregos e mais estímulo para a economia do Maranhão. O Itaqui hoje gera cerca de 14 mil empregos no Maranhão e ao longo da área de influência do porto.

Porto do Itaqui cada dia mais forte e competitivo

Na gestão Flávio Dino, o Porto do Itaqui tem colecionado sucessivos resultados positivos que já o colocam entre os principais do país.

O Porto do Itaqui segue sendo expandido para se tornar cada dia mais forte e competitivo no mercado. Na terça-feira (27), o governador do Maranhão, Flávio Dino, entregou oficialmente o Berço 108 e o Sistema de Combate a Incêndio do complexo. Uma grande estrutura onde as embarcações param para fazer as operações.

Com a entrega do novo terminal de atracação de navios dedicado às operações de granéis líquidos (combustíveis), a capacidade de movimentação desse tipo de carga no Porto do Itaqui deve aumentar em 40%, o que equivale a 4 milhões de toneladas/ano.

Na gestão Flávio Dino, o Porto do Itaqui tem colecionado sucessivos resultados positivos que já o colocam entre os principais do país. Os investimentos em modernização o colocam como um dos principais vetores do desenvolvimento econômico do estado, que registrou o maior crescimento do PIB do Brasil em 2017.

Lançado edital para obras no Porto do Itaqui

Além de possibilitar a modernização da infraestrutura portuária, as obras executadas no Porto do Itaqui e terminais de ferryboat vêm contribuindo para a dinamização da economia do Maranhão.

A Empresa Maranhense de Administração Portuária (EMAP) abriu edital destinado à contratação de empresas para realizar obras de recuperação estrutural nos berços 103 e 106 do Porto do Itaqui. A concorrência foi lançada, nesta semana, com sessão pública marcada para o dia 8 de março. O valor total está fixado em R$ 34,4 milhões.

Também está aberto edital voltado para o gerenciamento e fiscalização das obras dos berços (área dos navios). A sessão pública dessa concorrência será realizada em 9 de março e o valor máximo a ser pago pela contratação dos serviços é de R$ 3,4 milhões.

Podem participar da disputa empresas com ramo de atividade compatível com os objetos das licitações e que atendam a todas as exigências constantes dos editais, que podem ser consultados no site da empresa (www.emap.ma.gov.br).

Além de possibilitar a modernização da infraestrutura portuária, as obras executadas no Porto do Itaqui e terminais de ferryboat vêm contribuindo para a dinamização da economia do Maranhão e de toda a sua área de influência.

O Plano de Investimentos da EMAP até 2018, anunciado pelo governador Flávio Dino em 2016, abrange recursos públicos e privados em um total de R$ 1,3 bilhão. Desses, R$ 255,55 milhões são de recursos próprios, R$ 4,126 milhões em recursos federais e R$ 1,093 bilhões da iniciativa privada.