Porto do Itaqui tem recorde na movimentação de granéis líquidos

Itaqui tem recorde histórico na movimentação mensal de granéis líquidos

Com 864 mil toneladas movimentadas, o Porto do Itaqui tem recorde histórico na movimentação mensal de granéis líquidos, registrada em setembro. De janeiro a setembro foram movimentadas 4,3 milhões de toneladas, um aumento de 18% em relação ao mesmo período de 2017.

No entreposto (transbordo de carga de derivados de petróleo) foram registradas 927 mil toneladas, o que representa aumento de 241% sobre os três trimestres de 2017 e consolida a retomada da movimentação de carga de entreposto de combustíveis para as demais regiões do país.

“Esses resultados são fruto dos investimentos realizados pela Emap [Empresa Maranhense de Administração Portuária] na ampliação de infraestrutura portuária e na atração de investimentos privados”, afirma o presidente da Emap, Ted Lago.

Exemplo desses investimentos foi a inauguração do novo píer petroleiro, que entrou em operação em julho. No início de setembro, Ted Lago entregou os Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEAs) para ampliação de capacidade de armazenamento de combustíveis do Porto do Itaqui à equipe da Secretaria Especial do Programa de Parcerias e Investimentos do Governo Federal.

E quem já investe no Porto do Itaqui também está ampliando seus negócios. Um deles é Tequimar-Ultracargo, terminal especializado na movimentação de granéis líquidos, que teve a autorização do Governo Federal para injetar R$ 170 milhões na ampliação do terminal, o que deve gerar 400 empregos diretos e 1.200 indiretos. As obras já estão em andamento.

A Companhia Operadora do Porto do Itaqui (COPI) também obteve do Governo Federal autorização para ampliar seu contrato de arrendamento no Porto do Itaqui e deverá investir R$ 79,6 milhões no terminal de fertilizantes. Será construído um novo armazém com capacidade estática de 70 mil toneladas, que possibilitará a movimentação de até 2 milhões de tonelada de fertilizantes por ano.

Além dos novos investimentos da COPI, o estudo aprovado possibilitará a introdução de Outorga Variável e Movimentação Mínima Contratual. Isso significa incremento na receita da Autoridade Portuária a ser reinvestida na melhoria da infraestrutura portuária.

Esses projetos significam mais desenvolvimento e geração de emprego e renda para o Maranhão e toda a área de influência do Porto do Itaqui e ao mesmo tempo asseguram o abastecimento de combustíveis e de fertilizantes nas regiões Norte e Nordeste do país.

Agro é Pop! Maranhão mantém recorde na produção de grãos para 2018

Desde a primeira estimativa de 2018, a produção de grãos vinha superando a cifra dos 5 milhões de toneladas. Até o mês de abril, projetava-se colher cerca de 5,3 milhões de toneladas de grãos, cujo crescimento em relação ao ano anterior era de quase 20%

Em novo estudo divulgado pelo Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc), o Maranhão manteve o recorde para a produção de grãos em 2018 mesmo após a estimativa agrícola referente a maio deste ano sugerir um crescimento menor na produção graneleira devido à quebra da safra do milho.

De acordo com os dados do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), referentes a maio de 2018, a produção graneleira está estimada em 4.760 mil toneladas em 2018, crescimento de 7,5% em comparação com a safra de 2017.

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Desde a primeira estimativa de 2018, a produção de grãos vinha superando a cifra dos 5 milhões de toneladas. Até o mês de abril, projetava-se colher cerca de 5,3 milhões de toneladas de grãos, cujo crescimento em relação ao ano anterior era de quase 20%.

Por causa de problemas relativos à produção de milho, em especial o milho 2ª safra (safrinha), a expectativa de colher os mais de 5 milhões de toneladas de grãos reduziu para 4,8 milhões, mas, ainda assim, em 2018 essa produção atingirá um novo recorde.

O estudo completo sobre a nota com a estimativa da produção agrícola maranhense referente ao 3º bimestre de 2018 está disponível no link: http://imesc.ma.gov.br/portal/Post/view/30/240.

Porto do Itaqui bate novo recorde na movimentação de grãos

Nas últimas 24 horas foram movimentadas 49.211 toneladas de soja, o que representa recorde histórico de movimentação diária

O Porto do Itaqui segue batendo recordes. Na sexta-feira (25), o Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram) completou 2 milhões de toneladas movimentadas apenas em 2018. Nas últimas 24 horas foram movimentadas 49.211 toneladas de soja, o que representa recorde histórico de movimentação diária.

Essa marca do Tegram é 25% superior ao mesmo período do ano passado e no total de movimentação de soja no Itaqui o crescimento, de janeiro a maio, é de 8,5% se comparado a 2017.

“Os resultados do Itaqui estão alinhados com o momento que o Maranhão vive, desde 2015, com atração de recursos com foco na consolidação de programas importantes na produção, na logística e também nos investimentos que estamos fazendo no porto”, afirma o presidente da EMAP, gestora do Itaqui, Ted Lago.

Desde 2015, o Porto do Itaqui vem passando por um processo acelerado de modernização, que o tornou mais atraente para as companhias de todo o mundo.

Atualmente, o tempo de espera dos navios é o menor em toda a história do porto, com redução de mais de 50%. De 2014 para cá, essa média caiu de 85 para 35 horas.

Tudo isso significa mais empregos e mais estímulo para a economia do Maranhão. O Itaqui hoje gera cerca de 14 mil empregos no Maranhão e ao longo da área de influência do porto.

Porto do Itaqui cada dia mais forte e competitivo

Na gestão Flávio Dino, o Porto do Itaqui tem colecionado sucessivos resultados positivos que já o colocam entre os principais do país.

O Porto do Itaqui segue sendo expandido para se tornar cada dia mais forte e competitivo no mercado. Na terça-feira (27), o governador do Maranhão, Flávio Dino, entregou oficialmente o Berço 108 e o Sistema de Combate a Incêndio do complexo. Uma grande estrutura onde as embarcações param para fazer as operações.

Com a entrega do novo terminal de atracação de navios dedicado às operações de granéis líquidos (combustíveis), a capacidade de movimentação desse tipo de carga no Porto do Itaqui deve aumentar em 40%, o que equivale a 4 milhões de toneladas/ano.

Na gestão Flávio Dino, o Porto do Itaqui tem colecionado sucessivos resultados positivos que já o colocam entre os principais do país. Os investimentos em modernização o colocam como um dos principais vetores do desenvolvimento econômico do estado, que registrou o maior crescimento do PIB do Brasil em 2017.

Lançado edital para obras no Porto do Itaqui

Além de possibilitar a modernização da infraestrutura portuária, as obras executadas no Porto do Itaqui e terminais de ferryboat vêm contribuindo para a dinamização da economia do Maranhão.

A Empresa Maranhense de Administração Portuária (EMAP) abriu edital destinado à contratação de empresas para realizar obras de recuperação estrutural nos berços 103 e 106 do Porto do Itaqui. A concorrência foi lançada, nesta semana, com sessão pública marcada para o dia 8 de março. O valor total está fixado em R$ 34,4 milhões.

Também está aberto edital voltado para o gerenciamento e fiscalização das obras dos berços (área dos navios). A sessão pública dessa concorrência será realizada em 9 de março e o valor máximo a ser pago pela contratação dos serviços é de R$ 3,4 milhões.

Podem participar da disputa empresas com ramo de atividade compatível com os objetos das licitações e que atendam a todas as exigências constantes dos editais, que podem ser consultados no site da empresa (www.emap.ma.gov.br).

Além de possibilitar a modernização da infraestrutura portuária, as obras executadas no Porto do Itaqui e terminais de ferryboat vêm contribuindo para a dinamização da economia do Maranhão e de toda a sua área de influência.

O Plano de Investimentos da EMAP até 2018, anunciado pelo governador Flávio Dino em 2016, abrange recursos públicos e privados em um total de R$ 1,3 bilhão. Desses, R$ 255,55 milhões são de recursos próprios, R$ 4,126 milhões em recursos federais e R$ 1,093 bilhões da iniciativa privada.

Folha de São Paulo destaca crescimento em movimentação de grãos no Porto do Itaqui…

O jornal Folha de S.Paulo destacou, no final de semana, o forte crescimento na movimentação de grãos no Porto do Itaqui, no Maranhão. A coluna Mercado Aberto compara o desempenho do Itaqui com os dois maiores portos do país: Santos (SP) e Paranaguá (PR).

Enquanto os grãos exportados por esses dois portos tiveram pequenas quedas no primeiro semestre em relação ao mesmo período do ano passado, o Itaqui teve alta de 38% no volume de operações de soja.

O jornal ouve Ted Lago, presidente da Emap, que gerencia o Porto do Itaqui: “Já é mais que no ano passado inteiro. Geralmente, os embarques vão até novembro, mas deveremos ter movimentação sem parar até a próxima safra”, disse.

O Porto do Itaqui tem recebido investimentos vultosos. O Programa de Atração de Investimentos do Governo do Maranhão inclui recursos de R$ 1,5 bilhão para ampliação da infraestrutura do Porto do Itaqui.

Polícia Federal combate fraudes em licitações no Porto de Itaqui

A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (12/7), a Operação Draga, com o objetivo de apurar fraude na licitação, execução e fiscalização da obra de dragagem de aprofundamento do P-100 ao P-104 do Porto de Itaqui em São Luís/MA, iniciada em 2014, na gestão da ex-governadora Roseana Sarney. Cerca de 40 policiais federais cumpriram sete mandados de busca e apreensão nas cidades de São Luís/MA, São José dos Campos/SP e Rio de Janeiro/RJ, expedidos pela Justiça Estadual – Central de Inquéritos e Custódia da Comarca da Ilha de São Luís/MA.

A investigação teve início com as declarações de um ex-funcionário da empresa estadual que administra o Porto de Itaqui em São Luís/MA. Ele declarou que, apesar de ocupar a função de gerente de Projetos, cargo no qual deveria acompanhar a execução da obra, o andamento da obra foi deliberadamente omitido do ex-funcionário, com o possível objetivo de ocultar fraudes. A responsabilidade pela execução dos contratos (execução da obra e fiscalização) coube ao Coordenador de Projetos, enquanto que o gestor do contrato foi o Diretor de Engenharia da empresa.

A fiscalização da execução da obra de dragagem se deu através do processo de batimetria, que consiste na medição das profundidades dos mares e lagos por meio de referenciação por ultrassons. Sem o processo de batimetria, não é possível fiscalizar adequadamente a execução da obra, já que a análise envolve a topografia antes, durante e após a execução. A realização do processo de batimetria apenas após a execução, por exemplo, não permite verificar quantos metros cúbicos de sedimentos foram efetivamente dragados.

Segundo declarações do ex-funcionário e indícios colhidos durante a investigação, a empresa que deveria fazer a batimetria, não estava realizando, mas apenas copiando os dados fornecidos pela própria empresa responsável pela execução da obra. Esses fatos eram de conhecimento do Coordenador de Projetos e Diretor de Engenharia. A lancha, por exemplo, supostamente utilizada pela empresa para realizar a batimetria, estava alocada para a empresa responsável pela execução da obra.

Há também indícios de fraudes na obra de dragagem em si, como a ausência de fiscalização (batimetria), aparente manipulação na sindicância instaurada para apurar os fatos referentes à fiscalização e sobrepreço dos custos de mobilização/desmobilização e da obra de dragagem em si.

O custo de mobilização/desmobilização da obra foi de R$ 32 milhões, enquanto que o custo da obra em si foi de R$ 28 milhões, ou seja, o custo da mobilização/desmobilização foi superior ao da própria obra. Em obras similares, os valores envolvidos foram bem menores. Também foram observados indícios de sobrepreço do material dragado em comparação com obras similares.

A empresa belga, responsável pela execução dessa obra, já foi citada em colaborações premiadas no contexto da Operação Lava Jato em fraudes similares pelo Brasil.

Considerando que os recursos empregados na obra são de origem estadual, segundo acórdão do Tribunal de Contas da União, a competência para julgamento dos fatos é da Justiça Estadual, responsável pelo deferimento dos mandados de busca no Porto de Itaqui.

Não será concedida entrevista coletiva.

Porto do Itaqui cresceu 21% em 2015…

Porto do Itaqui

Porto do Itaqui

As movimentações de cargas no Porto do Itaqui cresceram 21% em 2015. O fato fez com que o Porto fechasse o ano com recorde histórico de 21,8 milhões de toneladas. O resultado é fruto da revisão dos processos administrativos e operacionais da empresa, a padronização e melhoria de equipamentos para carga e descarga de granéis sólidos e a entrada em operação do Terminal de Grãos do Maranhão, o Tegram.

Para 2016, o Governo do Estado anunciou investimentos na ordem de R$ 200 milhões, somados a investimentos privados, para movimentação da economia. O plano completo será anunciado pelo governador Flávio Dino, nesta sexta-feira (29), no Palácio Henrique de La Rocque, na apresentação de resultados e investimentos no Porto.

Dois outros recordes foram batidos em 2015. Em agosto, o Porto bateu o recorde de movimentação mensal, com 2,177 milhões de toneladas de cargas movimentadas, e ainda em outubro, a marca do ano anterior foi superada, com 18,10 milhões de toneladas de cargas movimentadas.

O presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária, Ted Lago, afirma que esses resultados não são somente do Porto do Itaqui, mas de todo o Maranhão.

Há um ano sem a família Sarney, Maranhão tenta deixar século 16…

El País

Governador Flávio Dino

Governador Flávio Dino

Da sala de comando do Porto do Itaqui, no Maranhão, não se enxerga o fim do extenso trem de carga que chegou pelos trilhos da Ferrovia Norte-Sul. Graças a generosos carregamentos de celulose, óleo e grãos como esse, o porto público mais profundo do Brasil já bateu seu recorde de movimentação anual em 2015, com 20 milhões de toneladas transportadas até novembro. E as perspectivas para 2016 são ainda melhores, com um aumento programado de 40% na capacidade. Mas, a apenas 18 quilômetros do grande polo de desenvolvimento do Estado, mora um povoado de 5.000 famílias acometidas por um surto de sífilis e que, sem acesso a energia elétrica ou sistema de esgoto, não sabiam até este ano o que era uma escova de dentes.

Os administradores do Itaqui chegaram à Ilha do Cajual, no município de Alcântara, durante as prospecções para a expansão do porto, e dizem ter se assustado com um cenário digno de século 16. “O Maranhão é um estado riquíssimo, mas com pessoas pobres. O gap é muito grande. Temos de olhar para dentro e fazer uma sintonia”, diz Ted Lago, presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap). A exemplo de toda a equipe comandada pelo governador Flávio Dino (PCdoB) — cuja eleição em 2014 deu fim a 50 anos de governos sob a influência da família Sarney —, Lago repete o slogan do chefe: “Coube a um comunista implantar o capitalismo no Maranhão, um Estado onde havia muita mistura entre o público e o privado”.

Para tentar levar parte da população do século 16 para o 21, o Governo do Maranhão começou a organizar a cadeia produtiva na tentativa de envolver os produtores locais nas atividades de exportação — para tanto, é preciso adaptar procedimentos artesanais de plantação e pesca às rígidas normas estrangeiras. “Seria muito cômodo investir apenas em grãos, mas queremos gerar renda local”, explica Lago, que diz estar recebendo semanalmente investidores estrangeiros interessados em apostar numa  região produtora de leite, mel, soja e carne — entre eles os interessados estão grupos japoneses em busca de alternativas para garantir a segurança alimentar do país frente ao aumento do consumo na vizinha China. Lago defenderá as vantagens do porto ante empresários e investidores estrangeiros nesta quinta-feira em Madri, no seminárioNordeste do Brasil: infraestruturas e energias renováveispromovido pelo EL PAÍS.

As ações da Emap seguem uma linha de interesse social estabelecida pelo Governo e simbolizada pelo programa Mais IDH, que prioriza o investimento nos 30 municípios mais pobres do estado que tem o segundo pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do país. “Esse plano é a menina dos meus olhos”, disse o governador Flávio Dino em entrevista ao EL PAÍS. “Estamos licitando restaurantes populares, água e casas para essas 30 cidades, além de estruturar sistemas de produção e agricultura familiar. O programa de alfabetização também já foi iniciado, num total de 23 ações”, detalha o governador. O povoado encontrado na Ilha do Cajual pelos administradores do porto não está em um dos 30 municípios mais pobres, mas tem recebido mutirões sociais nos quais homens e mulheres viram expedidos seus primeiros documentos e finalmente conseguiram acesso a consultas médicas — alguns deles receberam o diagnóstico de câncer em estado avançado.

Crescimento

Os administradores do Porto do Itaqui dizem saber que o auxílio social não basta para melhorar a vida da população maranhense e confiam no crescimento do Estado para melhorar a vida dos moradores da região. Para tanto, apostam no aumento da circulação pelas águas da região como consequência da expansão do Canal do Panamá e se apresentam como porta de entrada e saída de uma região que vai além das fronteiras maranhenses. Além do Maranhão, o Matopiba congrega áreas produtivas de Tocantins, Piauí e Bahia, que já se destacam na exportação de soja, mas começam a desenvolver com mais intensidade a cultura de algodão e milho.

Além da localização privilegiada, próxima de um atalho para aÁsia, a região ainda se beneficia por ser cortada por uma ferrovia (Norte-Sul) que já liga o litoral até Anápolis (GO), no centro do país, apesar de ainda operar longe de sua capacidade total — a ferrovia é subutilizada e apenas cerca de 40% de seus trilhos estão em atividade, por conta de problemas administrativos e da recente revisão do modelo de exploração de ferrovias no Brasil, que atrasa obras.

As dificuldades estruturais não parecem, contudo, desanimar agentes públicos que preferem destacar as vantagens da região, como a ausência das montanhas que levam aos portos do sul do país, o que permite empilhar cargas em cima dos trens, já que eles não precisam passar por dentro de túneis. A julgar pelas palavras de Ted Lago, que só enxerga possibilidades de expansão no porto que administra, vontade não vai faltar: “O Maranhão era fechado, era um dos maiores segredos do Brasil, mas está se abrindo”.