Roberto Rocha responde acusação de José Reinaldo de ser o culpado por sua derrota

O senador fala que não é daqueles que “buscam culpados”

O senador Roberto Rocha, presidente do PSDB no Maranhão, não deixou sem resposta o artigo do deputado federal José Reinaldo (PSDB), em que o culpava por sua derrota na disputa ao Senado Federal.

Rocha, quarto colocado na disputa ao governo do Estado, afirmou que perdeu “uma eleição amarga, enfrentando duas máquinas onipresentes na política do Maranhão, e ainda o surgimento de um novo fenômeno político nacional que contribuiu para afastar as possibilidades do PSDB surgir com chances de crescimento.”

“Minha candidatura, montada pelo PSDB para ajudar o palanque de Geraldo Alckmin, representou um esforço enorme que, por conta das circunstâncias que todos conhecem, acabou num ponto cego do radar eleitoral”

O senador fala que não é daqueles que “buscam culpados para as vicissitudes da política. Há que aprender as lições e seguir em frente. Por isso estranhei quando o ex-governador José Reinaldo, de posse dos resultados eleitorais, apontou um único culpado pela derrota de seu pleito. E esse culpado seria eu!”

Rocha enumerou as ações que fez para que José Reinaldo saísse candidato, como ter oferecido a única chance de competir por um partido com tempo de televisão e fundo eleitora. Citou ainda quando todos os candidatos a deputado do partido assinaram um documento manifestando apoio a candidatura de Waldir Maranhão e Alexandre Almeida, mas que ele como presidente contornou a situação.

Em sua resposta, Rocha afirmou que José Reinaldo foi o único que recebeu 100% da verba do fundo eleitoral. Que Zé Reinaldo fez sua campanha no Rádio e na TV e nos impressos sem citar os nomes dos candidatos a governador e presidente da República do partido que financiava sua campanha.

O presidente do PSDB no Maranhão terminou sua resposta como seu melhor jeito pitoresco afirmando que “quem está morrendo afogado, jacaré é tronco”, se referindo ao ex-governador José Reinaldo.

Roberto Rocha fracassa e leva PSDB a uma derrota histórica no Maranhão

Com os resultados das urnas, o PSDB nacional agora pode ter a certeza que a escolha por Roberto Rocha só prejudicou a legenda e pode arruinar ainda mais o partido nas próximas eleições

Após as eleições deste dia 7 de outubro, o senador Roberto Rocha volta para o Senado Federal, onde tem mandato até 2022, com o peso enorme de uma derrota nas costas.

O fracasso ainda não foi medido, mas o PSDB caminha a passos largos para ser um dos partidos mais inexpressíveis do Maranhão. A derrota se deu, justamente, após a intervenção onde o vice-governador Carlos Brandão foi retirado da presidência para dar lugar a Roberto Rocha, com promessas que levaria o partido a uma nova etapa de vitórias.

Roberto Rocha acabou essa eleição em quarto lugar, com apenas 64.446 mil votos, atrás de Maura Jorge (PSL), que tinha apenas 11 segundos de propaganda na TV.

A derrota foi ainda maior, pois Sebastião Madeira, secretário da legenda e um dos maiores incentivadores de Roberto Rocha, não conseguiu se eleger deputado federal. Até mesmo Waldir Maranhão, outro deputado tucano, fracassou com sua reeleição.

O candidato à presidência pelo PSDB, Geraldo Alckmin, ficou apenas no quinto lugar, com 50.653 mil votos, atrás até de Henrique Meirelles (MDB), quarto colocado.

Com os resultados das urnas, o PSDB nacional agora pode ter a certeza que a escolha por Roberto Rocha só prejudicou a legenda e pode arruinar ainda mais o partido nas próximas eleições.

Pesquisa Datafolha para presidente: Bolsonaro, 35%; Haddad, 22%; Ciro, 11%; Alckmin, 8%; Marina, 4%

O DataFolha entreviatou 10.930 eleitores em 389 municípios entre os dias 3 e 4 de outubro

O Datafolha divulgou nesta quinta-feira (4) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial. A pesquisa ouviu 10.930 eleitores nesta quarta-feira (3) e na quinta (4). Segundo o Datafolha, Jair Bolsonaro, do PSL, manteve o crescimento e atingiu 35%. Fernando Haddad, do PT, ficou estável.

Nos votos totais, os resultados foram os seguintes:

Jair Bolsonaro (PSL) tem 35%; Fernando Haddad (PT) tem 22%; Ciro Gomes (PDT) tem 11%;Geraldo Alckmin (PSDB) tem 8%; Marina Silva (Rede) tem 4%; João Amoêdo (Novo) tem 3%; Alvaro Dias (Podemos) tem 2%; Henrique Meirelles (MDB) tem 2%; Cabo Daciolo (Patriota) tem 1%; Guilherme Boulos (PSOL) tem 0%; Vera Lúcia (PSTU) tem 0%; João Goulart Filho (PPL) tem 0%; Eymael (DC) tem 0%.

Branco/nulos somaram 6%. Não sabe/não respondeu somaram 5%.

Acima, nos votos totais, são considerados os votos brancos e nulos e o percentual dos eleitores que se declaram indecisos. Em relação ao levantamento anterior do instituto, divulgado na terça-feira (2):

Bolsonaro passou de 32% para 35%; Haddad foi de 21% para 22%; Ciro se manteve com 11%; Alckmin foi de 9% para 8%; Marina se manteve com 4%.

Os indecisos se mantiveram em 5% e os brancos ou nulos foram de 8% para 6%.

Votos válidos

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto.

Os números são:

Jair Bolsonaro (PSL) tem 39%; Fernando Haddad (PT) tem 25%; Ciro Gomes (PDT) tem 13%; Geraldo Alckmin (PSDB) tem 9%; Marina Silva (Rede) tem 4%; João Amoêdo (Novo) tem 3%; Henrique Meirelles (MDB) tem 2%; Alvaro Dias (Podemos) tem 2%; Cabo Daciolo (Patriota) tem 1%; Guilherme Boulos (PSOL) tem 1%; Vera Lúcia (PSTU) tem 0%; João Goulart Filho (PPL) tem 0%; Eymael (DC) tem 0%.

Rejeição

O Instituto também perguntou: “Em quais desses candidatos você NÃO VOTARÁ de jeito nenhum NO DOMINGO QUE VEM? E qual mais?” Neste levantamento, portanto, os entrevistados podem citar mais de um candidato. Por isso, os resultados somam mais de 100%.

Os resultados foram:

Bolsonaro tem 45%; Haddad tem 40%; Marina tem 28%; Alckmin tem 24%; Ciro tem 21%; Meirelles tem 15%; Boulos tem 14%; Cabo Daciolo tem 14%; Vera Lúcia tem 13%; Alvaro Dias tem 13%; Eymael tem 12%; Amoêdo tem 11%; João Goulart Filho tem 11%.

Rejeita todos/Não votaria em nenhum: 2%. Votaria em qualquer um/Não rejeita nenhum: 2%. Não sabe: 4%

Simulações de segundo turno

Bolsonaro 44% x 43% Haddad (branco/nulo: 10%; não sabe: 2%)

Ciro 48% x 42% Bolsonaro (branco/nulo: 9%; não sabe: 2%)

Alckmin 43% x 42% Bolsonaro (branco/nulo: 13%; não sabe: 2%)

Alckmin 42% x 38% Haddad (branco/nulo: 17%; não sabe: 3%)

O DataFolha entreviatou 10.930 eleitores em 389 municípios entre os dias 3 e 4 de outubro. Margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-02581/2018

Datafolha: Bolsonaro vai a 32% e abre 11 pontos de vantagem para Haddad

A pesquisa Datafolha ouviu 3.240 pessoas durante o dia nesta terça-feira (2)

Nova pesquisa Datafolha mostra que Jair Bolsonaro (PSL) cresceu 4 pontos porcentuais em relação à última sexta-feira 28 e lidera a corrida presidencial com 32% das intenções de voto, onze pontos a mais que o segundo colocado, Fernando Haddad (PT), que oscilou negativamente em um ponto e agora aparece com 21%.

Em terceiro, Ciro Gomes (PDT) se manteve com 11%, seguido por Geraldo Alckmin (PSDB), que caiu um ponto, dentro da margem de erro, e agora tem 9%. O resultado da pesquisa foi divulgado pelo jornal Folha de S.Paulo, que contratou o levantamento em parceria com a TV Globo.

Marina Silva, da Rede, tem 4% e João Amoêdo (Novo), 3%. Henrique Meirelles (MDB), Alvaro Dias (Podemos) e Cabo Daciolo (Patriota) aparecem com 2% cada. Guilherme Boulos (PSOL), João Goulart Filho (PPL), José Maria Eymael (DC) e Vera Lúcia (PSTU) não pontuaram. Brancos, nulos e indecisos somam 13%.

Segundo turno

De acordo com o Datafolha, Bolsonaro estaria em empate técnico com todos os adversários mais cotados para enfrentá-lo no segundo turno. Com Haddad, o presidenciável do PSL conseguiu reverter a desvantagem – ele perdia de 45% a 39% – e agora está numericamente à frente, com 44% contra 42% do ex-prefeito de São Paulo. Brancos, nulos e indecisos seriam 14%.

Na simulação contra Ciro Gomes, que era quem possuía a maior vantagem contra o líder do primeiro turno, a diferença caiu de dez (48% a 38%) para quatro pontos (46% a 42%), agora no limite da margem de erro de dois pontos percentuais, também configurando um empate. Brancos, nulos e indecisos seriam 12%.

Se enfrentasse Geraldo Alckmin, a vantagem de intenção de voto seria do tucano, com 43%, contra 41% do capitão da reserva. Brancos, nulos e indecisos somariam 16%.

O instituto também mediu eventuais disputas entre Ciro e Alckmin (41% a 37%, com 21% indecisos) e entre Alckmin e Haddad (43% a 36%, com 21% indecisos).

Rejeição

Segundo o instituto, a rejeição a Haddad saltou 9 pontos porcentuais, passando de 32% para 41%. Bolsonaro segue endo o candidato mais rejeitado, desaprovado por 45% do eleitorado, 1 ponto a menos que no último levantamento.

Marina tem rejeição de 30%, Alckmin, de 24%, Ciro, 22%, Meirelles e Boulos, 15%, Cabo Daciolo, 14%, Alvaro Dias e Vera Lúcia, 13%, Eymael e Amoêdo, 12% e João Goulart Filho, 11%.

A pesquisa Datafolha ouviu 3.240 pessoas durante o dia nesta terça-feira, 2. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais, para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no TSE sob a identificação BR-03147/2018

Ibope: Bolsonaro cresce quatro pontos após o #EleNão e o #EleSim

O instituto ouviu 3.010 eleitores entre sábado (29) e domingo (30), dias em que aconteceram as manifestações

O Ibope/Globo divulgou, nesta segunda-feira (1º), o resultado da mais recente pesquisa de intenções de voto na eleição presidencial, que evidenciou o crescimento de quatro pontos percentuais do presidenciável Jair Bolsonaro, após os movimentos #EleSim e #EleNão. O instituto ouviu 3.010 eleitores entre sábado (29) e domingo (30), dias em que aconteceram as manifestações.

Segundo o Ibope, Bolsonaro agora vence a candidata Marina Silva e empata com o petista Fernando Haddad nas simulações de segundo turno. Na pesquisa anterior, ele perdia para ambos no segundo turno.

A pesquisa também mostra que a rejeição de Fernando Hadad, candidato do PT, aumentou, após o #EleNão.

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Os resultados foram os seguintes:

Jair Bolsonaro (PSL): 31%
Fernando Haddad (PT): 21%
Ciro Gomes (PDT): 11%
Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
Marina Silva (Rede): 4%
João Amoêdo (Novo): 3%
Alvaro Dias (Podemos): 2%
Henrique Meirelles (MDB): 2%
Cabo Daciolo (Patriota): 1%
Guilherme Boulos (PSOL): 0%
Vera Lúcia (PSTU): 0%
Eymael (DC): 0%
João Goulart Filho (PPL): –
Branco/nulos: 12%
Não sabe/não respondeu: 5%

Em relação ao levantamento anterior do instituto, divulgado na quarta-feira (26):

Bolsonaro passou de 27% para 31%;
Haddad se manteve com 21%;
Ciro oscilou de 12% para 11%;
Alckmin se manteve com 8%;
Marina foi de 6% para 4%;

Os indecisos foram de 7% para 5% e os brancos ou nulos, de 11% para 12%.

Rejeição

O Instituto também perguntou: “Dentre estes candidatos a Presidente da República, em qual o (a) sr. (a) não votaria de jeito nenhum? Mais algum? Algum outro?”.

Neste levantamento, portanto, os entrevistados podem citar mais de um candidato. Por isso, os resultados somam mais de 100%.

Os resultados foram:
Bolsonaro: 44%
Haddad: 38%
Marina: 25%
Alckmin: 19%
Ciro: 18%
Meirelles: 10%
Cabo Daciolo: 10%
Eymael: 10%
Boulos: 10%
Vera: 9%
Álvaro Dias: 9%
Amoêdo: 8%
João Goulart Filho: 7%
Poderia votar em todos: 2%
Não sabe/não respondeu: 6%

Simulações de segundo turno

Ciro 45X% x 39% Bolsonaro(branco/nulo: 13%; não sabe: 3%)

Alckmin 42% x 39% Bolsonaro(branco/nulo: 17%; não sabe: 3%)

Haddad 42% x 42% Bolsonaro(branco/nulo: 14%; não sabe: 3%)

Bolsonaro 43% x 38% Marina(branco/nulo: 17%; não sabe: 2%)

Sobre a pesquisa

A pesquisa Ibope ouviu 3.010 eleitores em 208 municípios, entre os dias 29 e 30 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR- 08650/2018 e foi contratada pela TV Globo e O Estado de S.Paulo

Veja a nova pesquisa Ibope para presidente: Bolsonaro, 27%; Haddad, 21%; Ciro, 12%

O Ibope ouviu 2 mil eleitores em 126 municípios entre os dias 22, 23 e 24 de setembro. A pesquisa foi registrada no TSE sob o número BR-04669/2018. O nível de confiança: 95%. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos

Uma nova pesquisa Ibope de intenção de voto para presidente foi divulgada nesta quarta-feira (26). O levantamento foi encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A pesquisa ouviu 2 mil eleitores em 126 municípios no sábado (22), domingo (23) e segunda-feira (24).

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Os resultados foram os seguintes:

Jair Bolsonaro (PSL): 27%
Fernando Haddad (PT): 21%
Ciro Gomes (PDT): 12%
Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
Marina Silva (Rede): 6%
João Amoêdo (Novo): 3%
Alvaro Dias (Podemos): 2%
Henrique Meirelles (MDB): 2%
Guilherme Boulos (PSOL): 1%
Cabo Daciolo (Patriota): 0%
Vera Lúcia (PSTU): 0%
João Goulart Filho (PPL): 0%
Eymael (DC): 0%
Branco/nulos: 11%
Não sabe/não respondeu: 7%

Em relação à pesquisa Ibope anterior (com entrevistas feitas no sábado, dia 22 e domingo, dia 23), a atual pesquisa (realizada no sábado, 22, domingo, 23 e segunda-feira, dia 24) mostra que:

Jair Bolsonaro caiu de 28% para 27%;
Fernando Haddad caiu de 22% para 21%;
Ciro Gomes subiu de 11% para 12%;
Geraldo Alckmin se manteve com 8%;
Marina Silva subiu de 5% para 6%;

Os indecisos oscilaram de 6% para 7% e os brancos ou nulos, de 12% para 11%.

Todas as oscilações ocorreram dentro da margem de erro.

Rejeição

Os entrevistados responderam em qual candidato não votariam de jeito nenhum (nessa hipótese, o entrevistado pode responder mais de um nome; daí, a soma superar 100%). Os resultados foram:

Jair Bolsonaro: 44%
Fernando Haddad: 27%
Marina Silva: 27%
Geraldo Alckmin: 19%
Ciro Gomes: 16%
Cabo Daciolo: 11%
Henrique Meirelles: 11%
Eymael: 10%
Alvaro Dias: 9%
Guilherme Boulos: 9%
Vera Lúcia: 9%
João Amoêdo: 8%
João Goulart Filho: 7%
Poderia votar em todos: 2%

Não sabe/não respondeu: 7%

Simulações de segundo turno

Haddad 42% x 38% Bolsonaro (branco/nulo: 16%; não sabe: 4%)

Ciro 44% x 35% Bolsonaro (branco/nulo: 17%; não sabe: 3%)

Alckmin 40% x 36% Bolsonaro (branco/nulo: 20%; não sabe: 3%)

Bolsonaro 40% x 38% Marina (branco/nulo: 19%; não sabe: 3%)

Ibope: Bolsonaro mantém liderança com 28% e Haddad sobe para 22%

Na terceira colocação, a disputa segue embolada

Pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (24) mostrou Jair Bolsonaro (PSL) liderando as intenções de voto, mas estagnado com 28% ante o levantamento do dia 18 de setembro. Na sequência aparece Fernando Haddad (PT), que passou de 19% para 22%.

Na terceira colocação, a disputa segue embolada, desta vez com dois candidatos: Ciro Gomes (PDT) ficou estagnado nos 11% enquanto Geraldo Alckmin (PSDB) teve oscilação positiva de 7% para 8%. Marina Silva, por sua vez, segue perdendo força, passando de 6% para 5%.

Confira os números:

Jair Bolsonaro (PSL): manteve 28%
Fernando Haddad (PT): de 19% para 22%
Ciro Gomes (PDT): manteve 11%
Geraldo Alckmin (PSDB): de 7% para 8%
Marina Silva (Rede): de 6% para 5%
Alvaro Dias (Podemos): manteve 2%
João Amoêdo (Novo): de 2% para 3%
Henrique Meirelles (MDB): manteve 2%
Guilherme Boulos (PSOL): de 0% para 1%
Cabo Daciolo (Patriota): de 1% para 0%
Vera Lúcia (PSTU): manteve 0%
João Goulart Filho (PPL): manteve 0%
Eymael (DC): manteve 0%
Branco/nulos: de 14% para 12%
Não sabe/não respondeu: de 7% para 6%

A pesquisa foi feita entre os dias 22 e 23 de setembro com 2.506 pessoas em 178 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral foi feito sob o protocolo BR-06630/2018.

Segundo turno

Nas quatro simulações de segundo turno feitas, todas com a presença de Bolsonaro, o deputado do PSL passou a perder em todas os cenários, conseguindo empatar apenas com Marina Silva. Veja:

Haddad 43% x 37% Bolsonaro (branco/nulo: 15%; não sabe: 4%)

Ciro 46% x 35% Bolsonaro (branco/nulo: 15%; não sabe: 4%)

Alckmin 41% x 36% Bolsonaro (branco/nulo: 20%; não sabe: 4%)

Bolsonaro 39% x 39% Marina (branco/nulo: 19%; não sabe: 4%)

Rejeição

Sobre o cenário de rejeição (em qual candidato o eleitor não votaria de jeito nenhum), os dois líderes da pesquisa viram seus números piorarem, em especial Bolsonaro, com sua taxa subindo de 42% para 46%. Enquanto isso, Marina Silva oscilou de 26% para 25% e Alckmin se manteve com rejeição de 20%. Confira os números:

Jair Bolsonaro: de 42% para 46%
Fernando Haddad: de 29% para 30%
Marina Silva: de 26% para 25%
Geraldo Alckmin: manteve 20%
Ciro Gomes: de 19% para 18%
Henrique Meirelles: de 12% para 11%
Cabo Daciolo: manteve 11%
Eymael: manteve 11%
Guilherme Boulos: de 10% para 11%
Vera Lúcia: de 9% para 10%
Alvaro Dias: de 10% para 9%
João Amoêdo: manteve 9%
João Goulart Filho: de 8% para 9%
Poderia votar em todos: manteve 2%
Não sabe/não respondeu: de 9% para 7%

Centrão já discute opção em 2º turno sem Alckmin

DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade já discutem nos bastidores como será um eventual segundo turno da disputa sem Geraldo Alckmin

Estado de S.Paulo

Fiador da candidatura de Geraldo Alckmin à Presidência da República, o Centrão – bloco formado por DEM, PP, PR, PRB e Solidariedade – já discute nos bastidores como será um eventual segundo turno da disputa sem o tucano. Em público, no entanto, seus dirigentes afirmam acreditar em uma “virada” no jogo, nos últimos dias de campanha, e negam essas conversas.

Pesquisas de intenção de voto divulgadas na semana passada apontam o candidato do PSL Jair Bolsonaro na liderança, seguido do petista Fernando Haddad. No bloco intermediário, Alckmin fica atrás de Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede).

Se Bolsonaro for para o segundo turno, a tendência é que pelo menos o DEM e o PTB apoiem o capitão reformado do Exército. Há uma possibilidade de divisão no DEM, caso Ciro siga para a próxima etapa, ultrapassando o petista. O Estado apurou, no entanto, que a maioria do partido prefere fechar com o candidato do PSL.

“Eu me recuso a discutir que o Brasil ficará condenado a um segundo turno entre Bolsonaro e Haddad. Vamos com Geraldo até o fim e acreditamos na virada. Isso não é conversa fiada”, disse ao Estado o presidente do DEM, ACM Neto, que também é prefeito de Salvador. “Eu não me canso de lembrar que, em 2014, nessa mesma altura do campeonato, Aécio (senador Aécio Neves) estava fora do jogo. Cravavam que a segunda rodada da disputa seria entre Marina (Silva) e Dilma (Rousseff). Só nos últimos dez dias é que Aécio começou a crescer e aí a história da eleição mudou inteiramente.”

Nas fileiras do PTB, que não integra o Centrão, mas faz parte da coligação de Alckmin, ao lado de PPS e PSD, as discussões a portas fechadas também agitam o partido. Desde o escândalo do mensalão, que levou para a cadeia o ex-deputado Roberto Jefferson, presidente do PTB, a sigla está rompida com o PT.

O senador Cristovam Buarque (PPS-DF) avalia hoje que a decisão de apoiar Alckmin foi equivocada. “O PPS cometeu um grande erro. Se lançasse o Raul Jungmann (ministro da Segurança), talvez pudesse ser uma alternativa”, afirmou ele. “Agora, vamos ter de optar entre a catástrofe e o desastre, entre o furacão Florence e o tufão Mangkhut.” Para o senador, que concorre à reeleição, a estratégia do voto útil para enfrentar o PT dificilmente surtirá efeito neste momento.

“Alckmin tem credibilidade para dizer que é o mais preparado, mas não que tem mais chances para derrotar Bolsonaro. Aqui no Distrito Federal, não vejo candidatos do PPS defendendo Alckmin. Eles não sentem obrigados a isso”, argumentou, lembrando que o PSDB está na chapa do deputado Alberto Fraga (DEM), candidato ao governo que avaliza Bolsonaro.

Integrantes da executiva do PSDB observam que o partido, institucionalmente, teria muitas dificuldades em explicar uma adesão no segundo turno tanto a Bolsonaro quanto a Haddad, por causa do intenso tiroteio sobre ambos disparado por Alckmin. Caberia ao ex-governador de São Paulo – que comanda o PSDB – conduzir o processo e a neutralidade seria mais confortável ao tucanato.

Já o PR, chefiado por Valdemar Costa Neto, está dividido entre avalizar Bolsonaro ou Haddad, caso seja essa a configuração para a segunda etapa da disputa. Valdemar tem ótimo trânsito no PT. Líder do partido na Câmara, o deputado José Rocha (BA), disse que o partido deve liberar seus filiados na próxima rodada da eleição. Rocha não esconde que faz campanha para Haddad.

A coligação do PR com Bolsonaro só não vingou por causa de divergências regionais. Em julho, o partido tentou emplacar o empresário Josué Gomes como vice de Alckmin. Josué não aceitou a vaga, mas, mesmo assim, o PR entrou na aliança com o tucano. Valdemar, porém, tem ótimo trânsito no PT.

O presidente do PP, Ciro Nogueira (PI), por sua vez, avisou a Alckmin que, no Piauí, faria campanha para o PT, caso contrário sua reeleição correria risco. A vice do tucano é a senadora Ana Amélia, do PP. No Piauí, porém, a vice do governador Wellington Dias (PT) é do PP. Em um segundo turno sem Alckmin, é provável que o partido libere o voto. Embora Ciro Nogueira pregue o apoio ao PT, uma ala do partido no Sul já faz campanha para Bolsonaro. É o caso do deputado federal Luís Carlos Heinze (PP), o mais votado do Rio Grande do Sul.

No Solidariedade, a esperança é de que, sem Alckmin, Ciro vá para o segundo turno. Desde as negociações para o Centrão apoiar o tucano, a sigla era favorável a Ciro. O deputado Paulo Pereira da Silva, presidente do partido e licenciado do comando da Força Sindical, foi vice de Ciro na campanha presidencial de 2002. O Solidariedade só aceitou entrar na coligação pró-Alckmin após negociar com o tucano um novo formato para a volta da contribuição sindical. O PRB ainda não bateu o martelo sobre quem apoiar em eventual segundo turno sem Alckmin.

Bolsonaro e Alckmin trocam ataques no Twitter

A troca de ofensas entre os candidatos teve início na tarde desta sexta-feira, 21

Terra

O candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, revidou o ataque do concorrente Geraldo Alckmin (PSDB) ao afirmar via Twitter que desrespeitoso com os pobres é “deixar as crianças sem merenda nas escolas”, em relação às suspeitas de fraude na compra de alimentos para escolas por políticos tucanos.

A troca de ofensas entre os candidatos teve início na tarde desta sexta-feira, 21, após o presidenciável do PSL classificar, em entrevista à Folha de S.Paulo, como “covardia” os ataques que a campanha de Alckmin faz contra ele em propagandas de rádio e TV.

Pelo Twitter, no início da noite de sábado, Alckmin afirmou que “covardia é desrespeitar mulheres, negros e pobres”.

O ataque a Bolsonaro faz parte da estratégia tucana para desconstruir o candidato, faltando duas semanas para o primeiro turno. O militar lidera as intenções de voto, seguido do candidato petista, Fernando Haddad. Alckmin vem em quarto lugar.