PDT lança pré-candidatura de Weverton Rocha ao Senado Federal

O evento será realizado no auditório Darcy Ribeiro, no Centro de Convenções do SEBRAE

Com a presença do pré-candidato à Presidente da República, Ciro Gomes, o Partido Democrático Trabalhista (PDT) lançará, nesta segunda-feira, 16 de julho, às 17h, em São Luís, a pré-candidatura do deputado federal Weverton ao Senado Federal.

O evento também terá a participação do presidente nacional do partido, Carlos Lupi, e do governador e pré-candidato à reeleição Flávio Dino (PCdoB), entre outros nomes da política maranhense, lideranças e militantes de todo o estado.

Leia mais: G1: Flávio Dino é o governador mais eficiente do Brasil

Em 2017 o deputado realizou ao longo do ano oito encontros regionais – o último em Timon – e tem percorrido diversos municípios em todo o estado. Agora, próximo ao período no qual os partidos estão autorizados a promover convenções para a definição dos candidatos para as eleições deste ano, o PDT faz o lançamento oficial da sua pré-candidatura.

No evento também será lançado um aplicativo de celular, batizado de Rede W, que promoverá a interação entre o deputado e a militância do partido. “Acredito que o mandato do parlamentar é fruto de um trabalho coletivo e as novas tecnologias podem ajudar muito, mantendo as pessoas informadas sobre as ações de mandato, que afinal é de todos”, explica Weverton.

O evento será realizado no auditório Darcy Ribeiro, no Centro de Convenções do SEBRAE.

 

Leia mais: Flávio Dino recebe apoio de mais um partido político

O PT maranhense e sua eterna indecisão…

Com o registro do nome do sindicalista Aníbal Lins para a disputa ao Governo do Estado, o PT divide-se ainda mais e potencializa as vozes dos que querem o partido longe da base do governador Flávio Dino

O diretório maranhense do PT tem a oportunidade de voltar às suas origens, trilhar um campo popular e trabalhar longe dos laços oligárquicos, mas, para isso, precisa alinhar seu discurso internamente.

Com o registro do nome do sindicalista Aníbal Lins para a disputa ao Governo do Estado, o PT divide-se ainda mais e potencializa as vozes dos que querem o partido longe da base do governador Flávio Dino (PCdoB).

Leia mais: Waldir Maranhão, Zé Reinaldo e a disputa interna pelo Senado no PSDB

Vale lembrar que, em uma reunião realizada no mês de março, em Brasília, entre a cúpula nacional do PT e dirigentes estaduais maranhenses, o Partido dos Trabalhadores descartou, oficialmente, a possibilidade de uma aliança com o grupo Sarney e uma possível candidatura própria, como defendiam setores também ligados ao clã.

A reunião teve a presença da presidenta nacional do PT, a senadora Gleisi Hoffmann. Além dos membros maranhenses: Marcio Jardim; Augusto Lobato (presidente do diretório estadual); Honorato Fernandes (vereador e presidente do diretório municipal de São Luís); o deputado federal, Zé Carlos; o deputado estadual, Zé Inácio; e Raimundo Monteiro (membro do diretório nacional).

Em 2010, após intervenção da executiva nacional, o PT apoiou a candidatura de Roseana Sarney. Em 2014, parte da militância petista declarou apoio à candidatura de Flávio Dino, a pesar do partido ter formalizado apoio ao candidato Edinho Lobão (MDB).

Para garantir a força dos campos sociais e democráticos, o PT precisa enxergar seu papel e reconhecer que, sem a união dessas forças, o Maranhão pode retroceder e voltar ao passado onde somente o interesse de poucos era lembrado.

Márcio Jerry lança pré-candidatura a deputado federal em Colinas

O ex-secretário de Comunicação e Articulação Política e presidente estadual do PCdoB, Márcio Jerry, vai lançar oficialmente sua pré-candidatura, na próxima sexta-feira, dia 16, em sua terra natal, a cidade de Colinas.

O pré-candidato vai realizar o ato político e reunir apoiadores, pré-candidatos a deputado estadual e lideranças políticas da região.

O evento da pré-candidatura de Márcio Jerry acontecerá no Centro de Ensino Rosa Câmara, a partir das 19h.

Joaquim Barbosa desiste de disputar a presidência da República

O ex-ministro se filiou no início de abril ao PSB e já ensaiava uma pré-candidatura, mas sofria resistência de algumas alas de dentro do partido.

O ex-ministro e ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa (PSB), anunciou na manhã desta terça-feira (08) a desistência da sua pré-candidatura à Presidência da República.

Joaquim Barbosa usou sua conta no Twitter para dizer que após várias semanas de muita reflexão, finalmente chegou a uma conclusão que não pretende ser candidato a presidente e que sua decisão é estritamente pessoal.

O ex-ministro se filiou no início de abril ao PSB e já ensaiava uma pré-candidatura, mas sofria resistência de algumas alas de dentro do partido como o governador de São Paulo, Márcio França.

A desistência causa espanto no meio político, pois Joaquim Barbosa, mesmo sem uma definição, pontuava entre os primeiros colocados nas pesquisas de intenção de voto, variando em torno de 10%, o que já era considerado uma ótima pontuação para alguém que nunca disputou um cargo para o executivo ou para o legislativo.

PT reafirma pré-candidatura de Lula à presidência da República

O Diretório Nacional do PT se reuniu, nesta segunda-feira (23), em Curitiba (PR) para definir as próximas ações do partido.

Em nota, foi reiterada a inocência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o registro oficial da candidatura dele em 15 de agosto. Antes, o PT indicará, em 28 de julho, o nome de Lula como o candidato da legenda para as eleições presidenciais de outubro.

O ex-presidente está detido na Superintendência da Polícia Federal de Curitiba, desde o último dia 7. Ele foi condenado a 12 anos e um mês por corrupção e lavagem de dinheiro.

De acordo com o PT, mesmo preso, Lula será candidato. O partido pretende conclamar várias frentes em defesa da candidatura do ex-presidente. Paralelamente, serão lançadas ações nas redes sociais e nas ruas. Também serão mantidos o acampamento e a vigília, na capital paranaense, denominados Lula Livre em Curitiba.

Pastor Bel e sua inusitada pré-candidatura ao Senado

Pastor Bel assumiu o PSDC no Maranhão e agora articula ser o candidato a senador da chapa da pré-candidata Maura Jorge.

O suplente de senador, Pastor Bel (PSDC), está sendo protagonista de uma inusitada situação.

Ao assumir o lugar do senador Edison Lobão (MBD), que se licenciou para cumprir licença médica, Pastor Bel começou as articulações para ser pré-candidato ao Senado, juntamente com o titular da vaga e pré-candidato a reeleição, o senador Lobão.

Pastor Bel conseguiu assumir o PSDC no Maranhão e agora articula ser o candidato a senador da chapa da pré-candidata Maura Jorge (PSL), de olho também na popularidade nas redes sociais de Jair Bolsonaro, pré-candidato à presidência.

De olho nessa situação inusitada, Edison Lobão pretende voltar o mais rápido possível ao Senado Federal, reverter a candidatura do seu ex-aliado e tentar não perder o apoio de parte da Convenção das Assembleias de Deus no estado.

Aldo Rebelo tem pré-candidatura lançada e Flávio Dino passa a ter mais um palanque nacional

Amigo de longa data do governador Flávio Dino, Aldo Rebelo não vai ter dificuldade de encontrar no Maranhão um palanque regional estruturado.

O ex-ministro Aldo Rebelo foi lançado, na tarde desta segunda-feira (16), pré-candidato à Presidência da República pelo Solidariedade. Ele se filiou recentemente ao partido de Paulinho da Força, após deixar o PSB.

Aldo Rebelo fez parte dos governos Lula e Dilma. É também ex-presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE) e um dos criadores da União da Juventude Socialista, vinculada ao PCdoB, partido no qual permaneceu por 40 anos, de 1977 a 2017.

Um dos principais quadros da história do PCdoB, Aldo Rebelo foi ministro das Relações Institucionais entre 2004 e 2005, no governo do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De 2005 a 2007, Aldo presidiu a Câmara dos Deputados. No governo Dilma Rousseff, os ministérios do Esporte (2011-2014), da Ciência e Tecnologia (2015) e da Defesa (2015-2016).

O Solidariedade apóia o governador Flávio Dino desde as eleições de 2014 e tem como presidente estadual o ex-secretário de Indústria e Comércio, Simplício Araújo.

Amigo de longa data do governador Flávio Dino, Aldo Rebelo não vai ter dificuldade de encontrar no Maranhão um palanque regional estruturado.

Mesmo prometendo a partidos que não se candidataria, Temer diz que tentará reeleição

Além das denúncias de corrupção, Temer também enfrentará a grande rejeição ao seu governo.

O presidente Michel Temer (MDB), tem comunicado a aliados que tentará a reeleição nas eleições gerais de outubro. A decisão contraria o que o próprio emedebista disse a aliados quando assumiu o governo, em 2016, na iminência do impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT): em troca de apoio político e diante de uma base de sustentação instável, comprometeu-se a não disputar a corrida presidencial, abrindo espaço para postulantes do PSDB e DEM, por exemplo.

Para o presidente, alvo de dois inquéritos ativos e dois momentaneamente barrados pela Câmara, não há alguém melhor do que ele mesmo que possa defender o que considera como legado, além da própria honra. Nesse sentido, buscará estratégias para emplacar no eleitorado a tese de que tirou a economia do fundo do poço e, além disso, aproveitará os últimos meses de mandato para avançar em medidas consideradas positivas, na esteira da polêmica intervenção federal que decretou na segurança pública do Rio de Janeiro.

Alvo da Operação Lava Jato, Temer enfrentará, além das denúncias de corrupção e do crescente desgaste no Supremo Tribunal Federal (STF), o obstáculo da grande rejeição ao seu governo. Desde que assumiu, os que desaprovam sua gestão sempre somaram mais de 90% em pesquisas de opinião. No momento mais agudo dessa rejeição, chegou a ter apenas 3% de aprovação, segundo alguns institutos. No mais recente levantamento do Ibope, o percentual adverso ainda é baixíssimo, embora tenha aumentado (6%).

Com dois segundos de TV, Eduardo Braide reafirma pré-candidatura ao governo…

Mesmo com apenas 2 segundos de TV,  Braide ainda diz manter sua pré-candidatura.

Faltando sete meses para as eleições de 2018, as articulações políticas do pré-candidato ao governo do Estado e deputado estadual, Eduardo Braide (PMN),  caminham para uma disputa “puro sangue”.

Em entrevista ao jornal O Imparcial, ele disse que já percebeu o sentimento popular de apoio ao seu projeto, mas ainda carece de apoios e de alianças para o projeto estadual.

Braide tenta uma coligação com o pré-candidato ao Senado Federal, Zé Reinaldo (Sem partido), e o DEM, mas ainda não obteve retorno.

Mesmo com apenas dois segundos de TV,  ele garantiu que mantém sua pré-candidatura.