Pré-campanha! Roseana Sarney faz nova investida em três municípios

Roseana sentiu na pele novamente as mudanças do novo cenário político e o desprestígio

A ex-governadora do Maranhão, Roseana Sarney (MDB), ensaiou o retorno de sua caravana por cidades do interior do estado, mas presenciou novamente reuniões caseiras com poucas pessoas. Ela percorreu os municípios de Mirinzal, Central do Maranhão e Pinheiro, na Baixada Maranhense, e viu como seu grupo político está desprestigiado na classe política e na própria população, diferente de outrora.

A primeira cidade visitada foi Mirinzal, onde a ex-governadora falou para um grupo pequeno de pessoas. Ela foi recebida pelo ex-prefeito Amaury Santos Almeida, derrotado nas eleições de 2016.

Em Central do Maranhão, o público não compareceu e a reunião foi transformada em uma conversa informal com algumas lideranças. Nem fotos oficiais foram tiradas para não registrar o fiasco que foi a passagem de Roseana pela cidade.

Já em Pinheiro, cidade natal de seu pai, o ex-presidente José Sarney, a decepção foi ainda maior. Mesmo com a presença do deputado federal Victor Mendes e de seu pai Filuca Mendes, ex-prefeito de Pinheiro, Roseana reuniu poucas pessoas para o lançamento de sua pré-candidatura. Na maior cidade da Baixada Maranhense, ela não reuniu uma multidão, como era de se esperar e teve que se contentar com a presença de um pouco mais de 50 pessoas no auditório da igreja católica Nossa Senhora da Conceição.

Roseana sentiu na pele novamente as mudanças do novo cenário político e o desprestígio. O resultado das reuniões nas três cidades da Baixada pode adiar o anúncio de novas cidades para onde a “Caravana da Guerreira” pretende passar, ou quem sabe, o anúncio da desistência de Roseana na disputa pelo Governo do Maranhão.

Flávio Dino e Weverton Rocha lideram pesquisa em Imperatriz

No segundo maior colégio eleitoral do Maranhão, o governador Flávio Dino (PCdoB) lidera a corrida para o Palácio dos Leões. O deputado federal Weverton (PDT) também aparece em primeiro na pesquisa para o Senado Federal

A TV Difusora divulgou, nesta quarta-feira (13), pesquisa de intenções de voto realizada pelo Instituto Data 3, em Imperatriz. Foram entrevistadas 397 pessoas, entre os dias 4 e 6 de junho. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão sob o número 09455/2018.

No segundo maior colégio eleitoral do Maranhão, o governador Flávio Dino (PCdoB) lidera a corrida para o Palácio dos Leões. O deputado federal Weverton (PDT) também aparece em primeiro na pesquisa para o Senado Federal.

Na espontânea, o governador Flávio Dino aparece com 45,6% das intenções de voto, contra 9,6% de Roseana Sarney (MDB) e 3% de Roberto Rocha (PSDB). Os candidatos Eduardo Braide (PMN); Maura Jorge (PSL) e Ricardo Murad (PRP) não chegaram a 1%.

Dados os nomes para os pesquisados, Flávio Dino aparece com 57,4%, Roseana Sarney com 17,1%, Roberto Rocha pontuou 7,3%, Maura Jorge 3%, Eduardo Braide 1% e Ricardo Murad, 0,8%.

Para o Senado, Weverton Rocha lidera a pesquisa com 24,7% das intenções de voto, em seguida aparecem Edison Lobão (MDB) com 18,4%, Sarney Filho em terceiro lugar com 9,8%, José Reinaldo com 9,1%, Eliziane Gama 4,3% e Alexandre Almeida com 4,0%.

Na mesma pesquisa foi medida a aprovação do governador Flávio Dino. Após três anos de mandato, 67,8% da população aprovam o governador.

O nível de aprovação é maior do que a votação do governador no ano de 2014, que pontuou naquele ano 63,52% do eleitorado maranhense.

Pesquisa Exata mostra Eliziane Gama liderando a disputa para o Senado

A Exata entrevistou 1.400 pessoas em todas as regiões do Estado. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos

O Jornal Pequeno divulgou, nesta terça-feira (5), a pesquisa do Instituto Exata para a disputa pelo Senado Federal no Maranhão.

Após ter seu nome lançado pelo governador Flávio Dino (PCdoB), a deputada federal Eliziane Gama (PPS) apareceu liderando com 17% das intenções de voto. Edison Lobão (MDB) e Sarney Filho (PV) aparecem empatados com 15%.

Logo atrás, aparecem Weverton Rocha (PDT) com 9%, Zé Reinaldo Tavares (PSDB) com 8% e Alexandre Almeida (PSDB) com 6%. Mostrando que a corrida para o Senado será super disputada.

O percentual das pessoas que votam nulo/branco/nenhum foi de 18% e não sabem ou não responderam é de 12%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob nº 06478/2018 e foi realizada entre os dias 25 e 30 de maio. A Exata entrevistou 1.400 pessoas em todas as regiões do Estado. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos. O intervalo de confiança de 95%.

Flávio Dino encaminha chapa para o Senado

entendimento dos grupos, quanto aos nomes e em relação à sintonia dos mesmos com o eleitorado, os indicados do grupo governista são os que apontam uma melhor situação na disputa

A disputa das duas vagas para o Senado Federal se mostra tão acirrada quanto para o Governo do Estado. Ao invés de uma corrida somente com dois grupo, as Eleições 2018 se encaminham para, pelo menos, três grupos competitivos ao Senado.

No entendimento dos grupos, quanto aos nomes e em relação à sintonia dos mesmos com o eleitorado, os indicados do grupo governista são os que apontam uma melhor situação na disputa.

Os dois nomes do grupo Sarney – Edison Lobão (MDB) e Sarney Filho (PV) – apesar de já estarem definidos, apresentam altos índices de rejeição.

Os pré-candidatos José Reinaldo (PSDB) e Alexandre Almeida (PSDB) pareciam definidos, mas a insistência do ex-governador em defender a candidatura do deputado Eduardo Braide (PMN) ao governo pode fazer com que o ex-reitor, companheiro de partido, substitua-o na chapa do PSDB.

Na chapa governista, o nome do deputado Weverton Rocha (PDT) já está definido desde o início do ano. Ele conta com o apoio de vários partidos, do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) e da simpatia do governador Flávio Dino (PCdoB).

A segunda favorita a ocupar a vaga é a deputada federal Eliziane Gama (PPS), que já escolheu o dia 16 de junho para o lançamento oficial de sua candidatura. Ela já articulou o apoio de várias legendas e conta com o apoio da Assembleia de Deus no estado.

Ambos os pré-candidatos governistas já pontuam bem nas pesquisas, são jovens e não carregam rejeições de seus grupos.

Roseana exige saída de João Alberto da presidência do MDB

O clima de rivalidade entre Roseana Sarney e o João Alberto parece ter aumentado ainda mais

O clima de rivalidade entre a ex-governadora, Roseana Sarney (MDB), e o atual presidente da sigla no Maranhão, o senador João Alberto, parece ter aumentado ainda mais.

Roseana Sarney fez algumas imposições para ser novamente candidata ao governo do estado. Uma das exigências é que ela tenha o controle sobre o MDB no Maranhão.

A pesar de ser um antigo aliado de José Sarney, João Alberto vem perdendo espaço dentro do grupo. Recentemente, viu o deputado federal Sarney Filho (PV) pegar sua vaga como pré-candidato ao Senado.

Agora, a filha do ex-presidente José Sarney (MDB) exige que para entrar na disputa, ela tenha o controle de toda a verba destinada ao diretório estadual pelo Fundo Partidário, escantiando, de vez, João Alberto.

Sarney Filho deixará Ministério do Meio Ambiente

Sarney Filho deverá deixar o Ministério até o dia 31 deste mês.

O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, anunciou nesta terça-feira (6) a saída de Sarney Filho do Ministério do Meio Ambiente.

Segundo Padilha, na conversa, foi explicado que o governo tem como “pressuposto da reforma buscar nomes no mesmo patamar dos atuais”. Ele lembrou ainda que o presidente quer ministros com “o compromisso de engajamento com o projeto nacional de poder”, além de reiterar que o governo quer também um único candidato da base para concorrer à presidência.

Sarney Filho admite esperar votos de eleitor de Flávio Dino

Sarney Filho disse esperar receber votos do eleitorado de Flávio Dino

Em entrevista ao jornal O Imparcial, o ministro do Meio Ambiente e pré-candidato ao Senado pelo Maranhão, Sarney Filho (PV), admitiu que receberá de bom grado os votos dos eleitores do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), apesar de ser de um grupo de oposição ao comunista.

Zequinha Sarney disse que “não rejeita” e que “acolhe com muita satisfação” aquelas pessoas de outros segmentos políticos que desejam votar nele para o Senado.

Com sua irmã Roseana Sarney (PMDB) cada vez mais rejeitada, segundo as últimas pesquisas de intenção de votos, Sarney Filho entende que vai ter que contar com eleitores do rival Flávio Dino para ter chances reais de vitória na briga pelo Senado.

Indefinição de cenário político pode atrapalhar planos de Sarney Filho ao Senado

A indefinição do atual cenário para a disputa ao Senado tem incomodado o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho.

A indefinição do atual cenário para a disputa ao Senado tem incomodado o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, que finalmente foi cotado pelo clã Sarney a disputar um cargo mais alto após anos como deputado.

Momentaneamente, o senador João Alberto foi convencido a não sair candidato à reeleição. Atendendo aos planos da família Sarney, ele deverá ser candidato a vice-governador na chapa de Roseana Sarney, o que também não resolveria a crise interna que se instalou na disputa senatorial do clã.

Raposas velhas da política, o grupo Sarney sabe quanto pesa a candidatura de governador para a disputa de senador, a exemplo do governador Flávio Dino (PCdoB), que, além de estar bem nas pesquisas, controla a máquina estatal e permanece com uma grande força política, tendo até retirado fortes lideranças do grupo da oposição.

Diante disso, Sarney Filho sabe que se fizer um senador, o clã elege apenas um de sua chapa e, com a possibilidade do seu grupo político eleger apenas um, seria importante ter um segundo nome mais fraco na chapa.

Hoje, o senador Edison Lobão está decidido a ser candidato novamente. Garantiria um último mandato e, provavelmente, deixaria o cargo antes do final para seu filho Edinho Lobão, que sempre é seu suplente.

Por ter significativa consolidação de densidade eleitoral, é incontestável que, nesta chapa, Lobão teria mais votos que o filho de Sarney, que poderá ficar sem mandato e acabar de vez com seu sonho de voos mais altos na carreira política, enfraquecendo, mais ainda, o grupo.

Disputa interna pode desestabilizar grupo Sarney


A indefinição dos candidatos do grupo Sarney está criando enorme embaraço. Após sair do último pleito com seu grupo desestabilizado, a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) viu antigos aliados aderirem ao grupo do governador Flávio Dino (PCdoB) e seu poder dentro do Estado diminuir drasticamente.

Partidos como: PTB, PP, DEM, PR, PRB e PROS já anunciaram apoio ao governador Flávio Dino, diminuindo o tempo de TV, tão fundamental para o grupo sarneísta. Roseana, que chegou a ensaiar uma possível candidatura ao governo do Estado, olha, cada vez mais distante, uma possível vitória e já dá claros sinais de desistência.

A ex-governadora enxerga que a candidatura ao Senado seria mais viável e garantiria o foro privilegiado que tanto deseja.priblema é que essa candidatura abriria, de vez, o racha do grupo Sarney.

Seu irmão, Sarney Filho (PV), após nove mandatos como deputado federal, anunciou sua candidatura ao Senado Federal em 2017.

Oracha interno já estava declarado com o escanteio do senador João Alberto (MDB), que teve de ser deixado de lado para a candidatura de Sarney Filho. Ocorre que, com o desejo de Roseana em disputar a outra cadeira ao Senado, mais um aliado pode sofrer um duro golpe, ou seu irmão ser obrigado, mais uma vez, a disputar um cargo de deputado federal.

Tempos obscuros pairaram sobre o grupo Sarney e, talvez, nem mesmo o ex-presidente possa resolver essa situação de controlar a vontade de poder de seus antigos aliados e nem a disputa acirrada de seus filhos.