Porto do Itaqui cada dia mais forte e competitivo

Na gestão Flávio Dino, o Porto do Itaqui tem colecionado sucessivos resultados positivos que já o colocam entre os principais do país.

O Porto do Itaqui segue sendo expandido para se tornar cada dia mais forte e competitivo no mercado. Na terça-feira (27), o governador do Maranhão, Flávio Dino, entregou oficialmente o Berço 108 e o Sistema de Combate a Incêndio do complexo. Uma grande estrutura onde as embarcações param para fazer as operações.

Com a entrega do novo terminal de atracação de navios dedicado às operações de granéis líquidos (combustíveis), a capacidade de movimentação desse tipo de carga no Porto do Itaqui deve aumentar em 40%, o que equivale a 4 milhões de toneladas/ano.

Na gestão Flávio Dino, o Porto do Itaqui tem colecionado sucessivos resultados positivos que já o colocam entre os principais do país. Os investimentos em modernização o colocam como um dos principais vetores do desenvolvimento econômico do estado, que registrou o maior crescimento do PIB do Brasil em 2017.

Waldir Maranhão estaria cobrando do PT uma “dívida” que não existe?

Waldir Maranhão tenta se viabilizar como pré-candidato ao Senado pelo PT, mas sofre rejeição de petistas

O deputado federal Waldir Maranhão (Avante) segue manobrando  e se movimentando para se tornar, de qualquer jeito, o segundo candidato ao Senado na chapa majoritária do governador Flávio Dino (PCdoB), agora, pasmem, por meio do PT e sente, na pela, a rejeição de sua maioria. Nos bastidores, várias vertentes consideram ou “enxergam” que  o parlamentar, talvez, esteja “cobrando” uma “dívida” dos petistas  com relação ao que ele teria feito para evitar o fatídico impeachment da ex-presidente Dilma Rosseff (PT).

“Waldir, guerreiro do povo brasileiro (bis) …” Quem não se lembra deste grito de guerra frenético que veio de inúmeros petistas maranhenses e esquerdistas nas movimentações de protestos contra o impeachment de Dilma, referendando a “bravura” do deputado que, com uma canetada histórica, tentou salvar o mandato e a cabeça da ex-presidente?

Quando esteve presidente da Câmara Federal, logo após o afastamento do ex-deputado Eduardo Cunha, Waldir Maranhão, em uma canetada histórica, anulou três sessões em que os deputados federais aprovaram a continuidade do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Ele acatou pedido feito pela Advocacia-Geral da União (AGU) e levou petistas e esquerdistas, em todo o país, a ovacioná-lo por tal atitude.

Outrora, a mesma caneta foi a responsável pela desistência da anulação. Waldir Maranhão anulou um ato dele mesmo que cancelava a votação do pedido de afastamento da presidente Dilma, depois de pressionado pela sociedade por conta das consequências do ato. A decisão durou menos de 12 horas, na ocasião.

O caso foi tão inusitado que o diário da Câmara Federal, de 10 de maio de 2016, publicou as duas decisões de Waldir Maranhão. A primeira, que anulava a sessão do impeachment na Câmara, e a segunda que revogava a anulação.

Todos somos conhecedores de que o impeachment de Dilma Rousseff continuou e foi enviado ao Senado Federal, onde a então presidente, em uma manobra de forças obscuras, foi deposta do cargo.

Agora a pergunta que grita aos nossos ouvidos é se Waldir Maranhão, no momento, tentando sair candidato a senador pelo PT, de qualquer forma, estaria cobrando uma suposta “dívida”, referente ao que teria feito por Dilma Rousseff. Mas será que o PT nacional e a direção no Maranhão devem alguma coisa ao parlamentar?

Por outro lado, movimentos recentes do pré-candidato mostram que o mesmo “surfa” entre os grupos envolvidos na disputa pelo governo do Maranhão. Ao reunir-se com o ex-presidente José Sarney, deputado Hildo Rocha, Paulo Marinho e cia, há poucos meses, para discutir sucessão estadual, ele demonstra o tamanho de sua instabilidade e insegurança política.

Envolto a uma série de situações negativas que perpassam por sua passagem pela Universidade Estadual do Maranhão entre outras coisas como nomeações suspeitas, Waldir enfrentou nuvens negras em sua vida política recente, quando teve muita coisa exposta contra si nos veículos de comunicação.

Agora, em outro momento, Waldir acredita que o PT é o caminho certo para levá-lo a uma disputa pelo Senado na chapa de Flávio Dino, mesmo que, para isso, tenha que desbancar os já anunciados pré-candidatos Márcio Jardim e Nonato Chocolate, petistas históricos. É aguardar para ver no que vai dar essa nova fase desta novela chamada “Sucessão Estadual”.

Novo secretário de Desenvolvimento Social é anunciado pelo governador

Até o final deste mês de março, o total de secretários que entregarão os cargos deve chegar a 11.

Mais uma alteração no secretariado estadual foi anunciada pelo governador Flávio Dino (PCdoB) por meio das redes sociais.

Desta vez, a mudança ocorre na Secretaria de Desenvolvimento Social, onde o secretário Neto Evangelista (DEM) acaba de entregar o cargo para disputar a reeleição de deputado estadual.

O cargo será ocupado pelo subsecretário Francisco Júnior, a exemplo das demais secretarias onde os titulares das pastas foram substituídos pelos adjuntos. Até o final deste mês de março, o total de secretários que entregarão os cargos deve chegar a 11.

Eleições 2018 e os desafios de Eduardo Braide e Maura Jorge…

Os pré-candidatos têm até o próximo dia 7 de abril como prazo final para definirem suas situações e se filiarem aos partidos.

O deputado estadual Eduardo Braide, pré-candidato a governador pelo PMN, enfrenta um grande problema na disputa pelo governo do Estado: seu partido tem tempo minúsculo disponível para a propaganda eleitoral gratuita no rádio e televisão. Se continuar filiado no PMN e sem coligação com uma sigla maior, ele terá apenas dois segundos para se apresentar na televisão e rádio, situação complicada. O parlamentar, portanto, movimenta-se para tentar reverter isso e se tornar mais competitivo.

Como o PMN não tem deputado federal, Eduardo Braide também dependerá da boa vontade das emissoras de televisão, pois, pela regra atual, os veículos somente são obrigados a convidar os candidatos que tenham, ao menos, cinco deputados federais.

Fala-se nos bastidores que o pré-candidato espera que o deputado federal José Reinaldo consiga se filiar ao DEM, o que já tornou-se improvável, e, com isso, levar o partido para sua base de apoio à candidatura ao governo.

Oproblema é que o DEM do Maranhão tem como presidente o deputado Juscelino Filho, que foi indicado pelo atual presidente nacional da sigla, ACM Neto, a continuar na direção, e já declarou oficialmente que apoiará a reeleição do governador Flávio Dino (PCdoB).

A situação da ex-prefeita de Lago da Pedra e pré-candidata ao governo, Maura Jorge, também não está das mais fáceis. Precisando de um nome popular que possa fazer sua pré-candidatura crescer, a ex-prefeita marca o passo com vistas a deixar seu partido, o Podemos. Ela quer se filiar ao PSL, do presidenciável Jair Bolsonaro.

Oproblema é que o Podemos tem 15 deputados federais e três senadores. Já o PSL de Bolsonaro tem apenas três deputados e nada de senador, o que daria à pré-candidata pouquíssimo tempo de televisão e, assim como Braide, poderia ficar fora dos debates do rádio e TV.

Os pré-candidatos têm até o próximo dia sete de abril como prazo final para definirem suas situações e se filiarem aos partidos em que disputarão mandatos nestas eleições.

Waldir Maranhão protocola pedido de filiação ao PT, mas petistas não o querem na sigla

A militância do partido também não gostou nenhum pouco dessa articulação do pré-candidato ao Senado.

O deputado federal Waldir Maranhão protocolou,  na tarde de segunda-feira (26), documento onde pede a filiação no Partido dos Trabalhadores (PT), visando disputar uma vaga para o Senado Federal pelo Maranhão.

No documento, Waldir lembra o momento crucial da sua carreira política, quando resolveu anular o impeachment da ex-presidebte Dilma Rousseff (PT), na condição de então presidente da Câmara dos Deputados. Agora, o pedido de filiação do parlamentar será submetido às instâncias locais e nacionais do PT.

O pedido de Waldir não foi bem recebido pelo presidente do Diretório Municipal da sigla em São Luís, vereador Honorato Fernandes, que utilizou as redes sociais para ratificar que é contra a filiação do deputado ao PT.

A militância do partido, em sua maioria, também não gostou nenhum pouco dessa articulação do pré-candidato ao Senado.

Sancionada lei que regulamenta transporte por aplicativos sem autorização dos municípios

Com a lei, não é necessária autorização prévia emitida pelo Poder Público municipal para o motorista de aplicativo nos municípios em que houver regulamentação.

O presidente Michel Temer sancionou, na segunda-feira (26), sem vetos, a lei que regulamenta os serviços de transporte com aplicativos como Uber, Cabify e 99 POP. A previsão é de publicação no Diário Oficial desta terça (27). O texto passou pela última votação na Câmara no dia 1º de março e seguiu para sanção presidencial.

Com a lei, não é necessária autorização prévia emitida pelo Poder Público Municipal para o motorista de aplicativo nos municípios em que houver regulamentação.

Entre as regras de fiscalização previstas na lei estão a exigência de contratação de seguro de Acidentes Pessoais a Passageiros (APP) e do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT), além da necessidade de inscrição do motorista como contribuinte individual do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Além disso, o motorista deve ser portador de Carteira Nacional de Habilitação na categoria B ou superior, que tenha a informação de que ele exerce atividade remunerada. Aquele que descumprir as regras terá seu trabalho caracterizado como transporte ilegal de passageiros.

São Luís – A Câmara Municipal de São Luís deve votar, nos próximos dias, as emendas ao Projeto de Lei 01/2017 (de autoria do vereador Paulo Victor). A proposta original recebeu emendas que impõem restrições aos aplicativos.

Entre os pontos polêmicos das emendas, está o limite de veículos cadastrados na plataforma. Essa restrição, segundo notícia publicada no site da Uber, rompe com a eficiência da plataforma e limita o acesso da população ao serviço.

Outra emenda criticada pela empresa, trata da proibição dos motoristas parceiros que dirigirem veículos com placa de outros municípios.

As emendas preveem também a imposição de um processo burocrático por meio do qual a Prefeitura tem, na prática, o poder de dizer quantos e quais motoristas vão poder dirigir na cidade, criando exigências semelhantes a um alvará.