Caso Mariana Ferrer: jornalista é demitido da Jovem Pan após opinar sobre o caso

Nesta quarta-feira (4), o jornalista Rodrigo Constantino foi demitido do quadro de funcionários da Jovem Pan. A atitude da rádio foi tomada após o economista expressar sua opinião sobre o caso de Mariana Ferrer, no qual a Justiça considerou como “estupro culposo” o crime cometido contra a blogueira catarinense.

Durante live da rádio, Constantino relembrou o caso e frisou que nas circunstâncias em que o crime ocorreu, caso o episódio tivesse acontecido com sua filha, ele não denunciaria para polícia e ainda a deixaria de castigo.

“É um comportamento absolutamente condenável, só que a gente não pode falar mais essas coisas hoje em dia. Existe mulher decente também ou piranha. Não existe a ideia de mulher decente? As feministas querem que não [exista a ideia]”, continuou o jornalista.

Após a repercussão da declaração, a rádio decidiu retirar o economista do seu quadro de funcionários. Em seu Twitter, o jornalista confirmou a sua saída e criticou a distorção da sua fala e a pressão sobre o veículo de comunicação.

“Vocês venceram uma batalha, parabéns! A pressão foi tão grande sobre a Jovem Pan, DISTORCENDO CLARAMENTE MINHA FALA, que não resistiram. Não os culpo. É do jogo. Quem me conhece e quem viu de fato sabe que eu jamais faria apologia ao estupro! Mas desde já estou fora da Jovem Pan”, desabafou.


Maranhão se aproxima de 180 mil casos de recuperados da Covid-19

A Secretaria de Estado da Saúde divulgou o boletim epidemiológico sobre a Covid-19. Segundo os dados, já são 179.480 casos de recuperados da pandemia no Maranhão.

O total de casos é de 186.209, o 12° maior do país, com 2.638 casos ativos e 4.081 óbitos.

Ao todo, o número de testes realizados no estado já somam 424.818 testes.

Vale ressaltar que várias autoridades políticas do Maranhão venceram o vírus, dentre elas secretários, deputados federais e estaduais.

Bolsonaro é notificado pelo ministro do STF sobre queixa de Flávio Dino

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Melo, notificou o presidente Jair Bolsonaro sobre o pedido de explicações apresentado pelo governador Flávio Dino, a respeito de uma fala do presidente feita no último dia 21.

Para Flávio Dino, o presidente cometeu calúnia ao dizer em entrevista que tinha viagem prevista para participar de um evento evangélico em Balsas, cidade no sul do Maranhão, mas que suspendeu os planos depois que o governador negou efetivo da PM para fazer esquema de segurança.

No despacho, o ministro do STF dá 15 dias para Bolsonaro apresentar sua manifestação sobre a queixa de Dino. Na peça encaminhada à Corte, o governador solicita que o presidente “comprove o não acolhimento do pedido de disponibilização da Polícia Militar do Estado do Maranhão para viabilizar o comparecimento ao evento”.