Em 4 anos, Governo do Maranhão organiza rede de saúde e amplia atendimento no interior e na capital

HTO é um dos grandes hospitais entregues pelo gestão estadual e que mudou a vida dos maranhenses

O Governo do Maranhão melhorou o acesso, a efetividade e a eficiência dos serviços no SUS no Maranhão nos últimos quatro anos. Nesse período, a gestão estadual entregou à população maranhense dez hospitais e a Unidade de Especialidades Odontológicas do Maranhão (Sorrir). Além disso, implantou e melhorou outros serviços, como a hemodiálise nas regiões de Chapadinha e Pinheiro, a Unidade de Oncologia Pediátrica, em Imperatriz, e a UTI Pediátrica Cardiológica no Hospital Dr. Carlos Macieira, em São Luís.

Os investimentos e mudanças fazem parte do processo de reestruturação da rede estadual de saúde, que resulta, dentre outras coisas, na regionalização do atendimento e na ampliação da cobertura assistencial. “Corrigimos desigualdades regionais de acesso e promovemos a integração de serviços de saúde. Dessa forma, garantimos atendimento perto de casa, evitamos deslocamentos para a capital e ainda protegemos a vida”, analisa o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula.

De 2015 a 2018, foram inaugurados hospitais nos municípios de Pinheiro, Caxias, Imperatriz, Santa Inês, Bacabal, Balsas, Chapadinha e Colinas. Além destes, também foram entregues o Hospital do Servidor e o Hospital de Traumatologia e Ortopedia (HTO). Este último rapidamente tornou-se referência de atendimento, pois possibilitou assistência ágil aos traumatizados, inclusive de outros estados.

Na Rede de Atenção às Urgências, cuja finalidade é qualificar o acesso humanizado e integral aos usuários em situação de urgência e emergência nos serviços de saúde, de forma ágil e oportuna, os avanços incluíram a ampliação da oferta de atendimento com a implantação da UPA de Chapadinha; a entrega de 172 ambulâncias para os municípios e serviços próprios. Soma-se a isso a oferta de leitos de retaguarda e Unidades de Cuidados Intensivos nos hospitais Macrorregional Tomás Martins, em Santa Inês; Regional da Baixada Maranhense Dr. Jackson Lago, em Pinheiro; de Traumatologia e Ortopedia (HTO), em São Luís; Regional Dr. Everaldo Ferreira Aragão, em Caxias; Macrorregional Dra. Ruth Noleto, em Imperatriz; Geral de Chapadinha; e ampliação de 39 leitos no Hospital Dr. Carlos Macieira (HCM).

Hospital Macrorregional de Imperatriz realiza atendimento de alta e média complexidade

O Governo do Maranhão, através da Secretaria de Estado da Saúde (SES), também reformou e equipou os hospitais de Cajari, Turiaçu e Ribamar Fiquene, entregues para os respectivos municípios para gestão municipal.

A reestruturação da rede estadual de saúde também contemplou a rede materno-infantil, com a implantação de leitos de UTI Materna na Maternidade de Alta Complexidade do Maranhão; a reinauguração da Maternidade Nossa Senhora da Penha, em São Luís; entrega do Hospital Regional de Balsas e da Maternidade Humberto Coutinho, em Colinas; reforma do Hospital Regional Materno-Infantil de Imperatriz e do Hospital Regional Adélia Matos da Fonseca, em Itapecuru-Mirim.

Foi inaugurada, ainda, a Casa da Gestante, Bebê e Puérpera (CGBP) Dra. Eimar de Andrade Mello, em Imperatriz. Ainda nessa área, foram implantados os Centros Sentinela de Planejamento Reprodutivo na Maternidade Benedito Leite, em São Luís; na Maternidade Humberto Coutinho, em Colinas; e no Hospital Regional de Balsas. Os Centros Sentinela ampliaram o acesso das mulheres a métodos contraceptivos, à informação e à educação para a sexualidade.

As pessoas com deficiência também tiveram ampliado e qualificado o atendimento nos últimos quatro anos. A implantação do Ambulatório de Referência em Neurodesenvolvimento, Assistência e Reabilitação de Crianças (Ninar), da Casa de Apoio Ninar, assim como os serviços de Reabilitação Visual, do Transtorno do Espectro Autista e emprego da Talassoterapia no Centro Especializado em Reabilitação e Promoção da Saúde do Olho d’Água (CER Olho d’Água). No interior do estado, o Centro de Especialidades Médicas (CEM) em Barra do Corda passou a oferecer consultas em fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional, expandindo para a região os serviços de reabilitação física.

Em artigo, Flávio Dino fala dos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humano

Artigo do governador do Maranhão, Flávio Dino. Foto: Gilson Teixeira

No dia 10 de dezembro de 1948, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou a Declaração Universal dos Direitos Humanos. O que fez mais de 100 nações do planeta sentarem-se na mesma sala para definir princípios básicos de convivência humana? Uma ameaça terrível.

Pouco mais de três anos antes, o mundo havia encerrado uma Guerra Mundial. Pela primeira vez, não só um povo ou nação, mas toda a humanidade teve sua existência ameaçada pela sede de poder de pessoas que se julgavam superiores a outras.

Superado o nazismo e o fascismo pela força de uma ampla aliança, indo dos capitalistas dos Estados Unidos aos socialistas soviéticos, as nações sentaram-se para definir regras mínimas de convívio que evitassem novos conflitos bárbaros.

A Declaração Universal de Direitos Humanos consolidava princípios antes já delineados em outros pontos-chave da história da humanidade, como a Declaração dos Direitos do Homem, surgida da Revolução Francesa, e a Declaração de Direitos, da Inglaterra do século 17.

A declaração reúne as chamadas três dimensões dos direitos. Sendo que a primeira são as liberdades de escolha, de voz, de voto, que tanto marcaram a luta contra as monarquias e mais recentemente contra as ditaduras militares.

Na segunda dimensão, estão os direitos que dependem de uma ação do Estado para garantir o bem estar do indivíduo, como Saúde e Educação. E na terceira dimensão estão os direitos difusos, a que toda a sociedade tem direito de usufruto, e não só cada indivíduo. É o caso do direito à comunicação ampla e plural, ao meio ambiente e à preservação do patrimônio cultural.

Como se vê, a Declaração Universal dos Direitos Humanos pensou em todos os âmbitos da vida, visando garantir o bem viver de todos. É triste que hoje existam algumas pessoas tentando desqualificar a necessidade de defesa dos direitos humanos. Uma situação bem ilustrativa do triste momento que estamos vivendo em vários países, com o retorno de governos de extrema-direita.

Lutar por direitos humanos constitui-se em tarefa cada vez mais atual, pois o horizonte da humanidade voltou a ser ameaçado por discursos de ódio que prometem a melhoria de vida de uns poucos, com a exclusão de muitos.

Tenho muita alegria de liderar um governo que, todos os dias, luta para que a Declaração Universal dos Direitos Humanos chegue aos lares de todos os maranhenses.

Artigo do governador do Maranhão, Flávio Dino.

Trânsito mata mais de 1,3 milhão de pessoas todos os anos, diz OMS

O Relatório da Situação Global da OMS sobre segurança no trânsito de 2018 destaca que as lesões causadas pelo trânsito são hoje a principal causa de morte de crianças e jovens entre 5 e 29 anos

Agência Brasil

Estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado hoje (7), mostra o aumento contínuo das mortes no trânsito. Pelos dados do relatório, mais de 1,35 milhão de pessoas perdem a vida todos os anos em decorrência de acidentes de trânsito. Os dados mais alarmantes estão na África. Para especialistas, os governos reduziram os esforços na busca por solução para o problema.

O Relatório da Situação Global da OMS sobre segurança no trânsito de 2018 destaca que as lesões causadas pelo trânsito são hoje a principal causa de morte de crianças e jovens entre 5 e 29 anos. O documento inclui informações sobre o aumento no número total de mortes e diz que as taxas de mortalidade da população mundial se estabilizaram nos últimos anos.

“Essas mortes são um preço inaceitável a pagar pela mobilidade”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus. “Este relatório é um apelo aos governos e parceiros para que tomem medidas muito maiores para executar essas medidas”, acrescentou.

Os relatórios de status global da OMS sobre segurança no trânsito são divulgados a cada dois ou três anos e servem como ferramenta de monitoramento para a Década de Ação para Segurança Viária 2011-2020.

Mortes

Pelo relatório, o risco no trânsito é três vezes maior nos países de baixa renda do que nos países de alta renda. As taxas são mais elevadas em países da África e as mais baixas na Europa. Três regiões do mundo relataram um declínio nas taxas de mortalidade no trânsito: Américas, Europa e Pacífico Ocidental.

Os pedestres e ciclistas são responsáveis por 26% de todas as mortes no trânsito, enquanto os motociclistas e passageiros por 28%.

De acordo com o relatório, apenas 40 países, representando 1 bilhão de pessoas, implementaram pelo menos 7 ou todos os 8 padrões de segurança de veículos das Nações Unidas.

Bolsonaro anuncia deputado Luiz Henrique Mandetta como futuro ministro da Saúde

O nome do futuro ministro já vinha sendo especulado para assumir a Saúde há algumas semanas. O próprio presidente eleito chegou a declarar, no último dia 13, que Mandetta era um dos seus interlocutores para a área e que ele poderia ser o seu ministro da Saúde

G1

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) anunciou nesta terça-feira (20) o nome do deputado Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) como ministro da Saúde em seu governo. O anúncio foi feito pelo Twitter após encontro de Bolsonaro com representantes das Santas Casas e deputados da Frente Parlamentar da Saúde.

Mandetta será o terceiro ministro do DEM no governo Bolsonaro. Além dele, já foram anunciados Onyx Lorenzoni (DEM-RS) para a Casa Civil e Tereza Cristina (DEM-MS) para a Agricultura.

Médico e ex-secretário de Saúde de Campo Grande, Mandetta está no segundo mandato de deputado federal e não disputou as eleições deste ano. O nome do futuro ministro já vinha sendo especulado para assumir a Saúde há algumas semanas. O próprio presidente eleito chegou a declarar, no último dia 13, que Mandetta era um dos seus interlocutores para a área e que ele poderia ser o seu ministro da Saúde.

Mais Médicos

O futuro ministro compartilha com Bolsonaro críticas em relação ao programa Mais Médicos, criado em 2013 durante o governo de Dilma Rousseff. Cuba anunciou a saída do programa na semana passada e, segundo Bolsonaro, o governo do país caribenho não concordou com as condições estabelecidas para a continuidade dos profissionais no Mais Médicos.

Em 2013, durante as discussões para aprovação no Congresso Nacional da medida provisória que criou o programa, Mandetta afirmou que os médicos cubanos eram “lançados como balança comercial” por seu país. Ele ainda criticou o convênio do governo brasileiro com a Organização Pan-americana da Saúde (Opas), que intermediou a contratação dos cubanos, cuja maior parte dos salários fica com o governo de Havana.

“Será que a OPAS se presta à terceirizada da atividade fim, a gato, a navio negreiro no século XXI, simplesmente por causa dos 10% que ela embolsará pela parceria com o governo brasileiro?”, questionou o deputado na ocasião.

Bolsonaro tem repetido que as condições de trabalho dos cubanos no Mais Médico são comparáveis à “escravidão” e criticado o fato dos estrangeiros não ficarem com o salário integral recebido no Brasil.

Perfil

Mandetta nasceu em Campo Grande, município que se tornou a capital do Mato Grosso do Sul, estado criado em 1977. Caçula em uma família com cinco filhos, o futuro ministro seguiu a profissão do pai, o médico Hélio Mandetta. Conforme o site do deputado, ele estudou no Colégio Dom Bosco, em Campo Grande, onde integrou a equipe de natação da escola. Aos 15 anos, fez intercâmbio nos Estados Unidos.

De volta ao Brasil, Mandetta cursou medicina na Universidade Gama Filho, no Rio de Janeiro. Concluiu o curso em 1989 e, junto com a mulher Terezinha, retornou ao Mato Grosso do Sul. Mandetta fez residência em ortopedia na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul e ainda cursou uma especialização em ortopedia em Atlanta (EUA).

O site do futuro ministro ainda registra que ele trabalhou como médico em hospitais militares e na Santa Casa de Campo Grande. Em seu estado, Mandetta foi dirigente de plano de saúde e secretário municipal. Ele presidiu a Unimed de Campo Grande entre 2001 e 2004 e, ao encerrar sua gestão, assumiu a secretaria de Saúde de Campo Grande.

O futuro ministro comandou a secretaria de 2005 a 2010, durante a gestão do então prefeito Nelsinho Traud. Mandetta era filiado ao MDB e migrou para o DEM para concorrer a deputado federal em 2010. Foi eleito com 78,7 mil votos e reeleito, quatro anos depois, com 57,3 mil votos.

Neste ano, Mandetta decidiu não disputar um terceiro mandato de deputado federal. Sem concorrer a cargo eleitivo, Mandetta apoiou Bolsonaro durante a eleição presidencial. Após a vitória do candidato do PSL, publicou vídeo no Facebook no qual disse que foi um “alívio” saber que o eleitor “optou pela renovação” e declarou ter a certeza de que Bolsonaro fará um governo “democrático”, com o “poder técnico prevalecendo sobre o poder político”.

Veja abaixo os ministros já anunciados por Bolsonaro:

Onyx Lorenzoni, deputado (Casa Civil);
Paulo Guedes, economista (Economia);
Augusto Heleno, general (Segurança Institucional);
Marcos Pontes, tenente-coronel (Ciência e Tecnologia);
Sérgio Moro, ex-juiz federal (Justiça);
Tereza Cristina, deputada (Agricultura);
Fernando Azevedo e Silva, general (Defesa);
Ernesto Araújo, diplomata (Relações Exteriores);
Wagner Rosário, atual ministro (Controladoria-Geral da União).

Governo publica edital com 8,5 mil vagas para substituir cubanos

O edital será publicado amanhã (20) no Diário Oficial da União e vai ofertar 8.517 vagas em 2.824 municípios e 34 distritos indígenas

Agência Brasil

Durante entrevista coletiva na tarde desta segunda-feira (19), em Brasília, o ministro da Saúde, Gilberto Occhi, detalhou o novo edital do Programa Mais Médicos e informou que as inscrições de médicos brasileiros e estrangeiros que tenham registro no Conselho Regional de Medicina (CRM) começam na próxima quarta-feira (21), às 8h. As inscrições no programa poderão ser feitas até o dia 25 de novembro às 23h59.

O edital será publicado amanhã (20) no Diário Oficial da União e vai ofertar 8.517 vagas em 2.824 municípios e 34 distritos indígenas, maior parte delas ocupadas atualmente por médicos cubanos que atuavam no país por meio da cooperação com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

O ministro também informou que caso as vagas disponíveis não sejam preenchidas elas serão oferecidas, por meio de um novo edital a ser lançado no próximo dia 27, a médicos brasileiros e estrangeiros que não possuem registro no CRM e nem foram aprovados no Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeira (Revalida).

“Estamos disponibilizando um sistema que o médico poderá acessar, fazer seu cadastro e escolher o estado e cidade que quer atuar. Se houver vaga, poderá acessar. Vamos dizer que numa cidade há 10 vagas. Os 10 primeiros médicos que acessarem e atenderem aos requisitos vão consumir essas vagas e elas serão retiradas do sistema”, explicou o ministro.

Prazo curto

O prazo para que os médicos assumam os novos postos de trabalho é curto, segundo o ministro, para evitar que a população fique desassistida após o anúncio do governo cubano de sair do programa no Brasil, por discordar de exigências feitas pelo governo eleito de Jair Bolsonaro. Com isso, mais de 8 mil médicos cubanos que atuavam no programa vão deixar o país.

Os médicos aprovados deverão se apresentar nos municípios escolhidos a partir do dia 3 de dezembro para homologar a contratação e começar a trabalhar. O prazo final para que os médicos aprovados se apresentem é dia 7 de dezembro, às 18h, ou serão eliminados do processo e a vaga será disponibilizada novamente no sistema de inscrição do Ministério da Saúde.

O ministro informou que na próxima segunda-feira (26) o Ministério vai divulgar um relatório consolidando o interesse dos médicos no programa. “Ao final do dia 26, nós iremos publicar esse resultado com todos os inscritos e as respectivas lotações”, disse Occhi.

Médicos sem registro

O ministro da Saúde informou ainda que no dia 27 de novembro será lançado um novo edital do Mais Médicos para preencher as vagas não ocupadas por médicos brasileiros e estrangeiros que têm CRM no Brasil. As vagas serão então ofertadas também a médicos que não têm registro no CRM e que não passaram pelo Revalida.

“Vamos tratar do Revalida para que médicos brasileiros e estrangeiros formados no exterior possam começar sua atividade mediante comprovação de capacidade por meio de outros documentos. Eles vão poder iniciar as atividades mesmo sem ter o CRM e o Revalida. E, junto com o MEC, queremos oferecer certificação a esses médicos”, disse o ministro.

Segundo ele, os médicos que se inscreverem no segundo edital também terão que fazer o Revalida, mas poderão trabalhar enquanto isso não acontece mediante a apresentação de cerca de 17 documentos exigidos pelo governo. “O profissional brasileiro formado no exterior que não tenha CRM nem Revalida só poderá exercer sua atividade legalmente no Brasil por meio do Mais Médicos”, explicou Occhi.

Seleção para preencher vagas de médicos cubanos ocorre ainda este mês

O Ministério de Saúde Pública de Cuba informou que vai retirar os profissionais do Programa Mais Médicos no Brasil por divergir de exigências feitas pelo governo do presidente eleito Jair Bolsonaro

Agência Brasil

O Ministério da Saúde informou hoje (16) que fará ainda este mês a seleção para contratar profissionais brasileiros em substituição aos cubanos que fazem parte do Programa Mais Médicos. A pasta finaliza nesta sexta-feira a proposta de edital para preencher 8.332 vagas deixadas pelos cubanos. As medidas são pauta de reunião do governo brasileiro com representantes da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

A expectativa do ministério é que os médicos brasileiros selecionados nesta nova etapa comecem a trabalhar nos municípios imediatamente após a seleção, o que deve ocorrer ainda este ano.

Uma coletiva de imprensa foi agendada para o início da próxima semana para esclarecer detalhes do edital de seleção e da chamada para inscrições de médicos brasileiros no programa.

O rompimento do acordo com Cuba foi informado na última quarta-feira (14) pelo presidente eleito Jair Bolsonaro, após novas exigências anunciadas pela equipe de transição para a continuidade do Mais Médicos. Entre as medidas, estão fazer o Revalida – prova que verifica conhecimentos específicos na área médica, receber integralmente o salário e poder trazer a família para o Brasil.

Cuba

O Ministério de Saúde Pública de Cuba informou que vai retirar os profissionais do Programa Mais Médicos no Brasil por divergir de exigências feitas pelo governo do presidente eleito e também em decorrência de críticas mencionadas por Bolsonaro.

Preocupação

O presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Glademir Aroldi, divulgou nota na qual ressalta a preocupação dos prefeitos de cidades com menos de 20 mil habitantes com a saída dos cerca de 8,3 mil profissionais cubanos que atuam no Programa Mais Médicos. A entidade alerta que é preciso substituí-los sob o risco de mais de 28 milhões de pessoas ficarem desassistidas.

“A presente situação é de extrema preocupação, podendo levar a estado de calamidade pública, e exige superação em curto prazo”, diz a nota. “Acreditamos que o governo federal e o de transição encontrarão as condições adequadas para a manutenção do programa”.

Prefeitura entrega novos kits com fardamentos e equipamentos a agentes de combate a endemias

Os agentes de endemias trabalham em toda a cidade e têm sido importantes para garantir a redução dos casos de dengue, chikungunya e zika vírus, através das visitas domiciliares

O prefeito Edivaldo entregou, nesta terça-feira (16), a agentes de combate a endemias da capital, novos kits contendo uniformes e equipamentos individuais de trabalho. A iniciativa integra as ações da gestão do prefeito Edivaldo de valorização dos profissionais que desenvolvem importante trabalho de controle à doenças e visa promover mais qualidade ao serviço ofertado à população. O ato de entrega dos kits – compostos por bolsa, calças, camisas, bota, boné, repelentes e protetor solar – aconteceu no ginásio do Parque do Bom Menino, com a presença de grande número de profissionais que compõem as equipes do município.

Durante a entrega, o prefeito Edivaldo destacou a importância dos novos itens entregues, para a efetivação das ações de combate às arboviroses como dengue, chikungunya e zika vírus em São Luís. “Além de garantir uma melhor apresentação e identificação de nossos agentes no trabalho de porta a porta nas ações de combate às endemias, os novos equipamentos promovem também mais segurança no desempenho de suas funções e melhores condições à execução desse trabalho que é fundamental para garantir a saúde da população”, afirmou Edivaldo que estava acompanhado da primeira-dama, Camila Holanda; do vice-prefeito Julio Pinheiro; e do secretário municipal de Saúde, Lula Fylho.

Pela primeira vez os profissionais da área participaram de todo o processo de escolha dos equipamentos e da tomada de decisões quanto à qualidade dos materiais adquiridos. “São eles que estão à frente do trabalho diário travando essa guerra contra o mosquito Aedes aegypti, portanto, nada mais importante e democrático que ouvi-los sobre o que melhor convém à categoria na execução de seu trabalho”, frisou Edivaldo acrescentando ainda que graças ao bom trabalho desempenhado pelos profissionais a Prefeitura de São Luís conseguiu reduzir este ano, em relação ao ano passado; em cerca de 60% o número de casos de dengue e em 68% os de zika e chikungunya.

Os agentes de endemias trabalham em toda a cidade e têm sido importantes para garantir a redução dos casos de dengue, chikungunya e zika vírus, através das visitas domiciliares

Segundo o vice-prefeito Julio Pinheiro, com a entrega dos novos uniformes e equipamentos de trabalho aos agentes, a Prefeitura não apenas investe na valorização do trabalhador e na melhoria do serviço, como também garante à população meios para melhor identificar os agentes que chegam às suas casas para combater os focos do isento causador das doenças.

“São intervenções importantes no combate às endemias e em favor da saúde da população, principalmente agora que estamos nos aproximando do período chuvoso. O uniforme adequado faz com que os agentes trabalhem mais motivados e sejam valorizados pela população. Além disso, proporcionando melhores condições de trabalho aos profissionais, consequentemente teremos resultados mais efetivos no enfrentamento a essas doenças”, observou Julio Pinheiro.

Os agentes de endemias trabalham em toda a cidade e têm sido importantes para garantir a redução dos casos de dengue, chikungunya e zika vírus, através das visitas domiciliares para identificação e tratamento de possíveis focos do mosquito transmissor dessas doenças.

O secretário municipal de Saúde, Lula Fylho, também atribuiu a queda na incidência de dengue, febre chikungunya e zika vírus em grande parte ao esforço empreendido pelos agentes de endemias na capital. “A maior prova de que o trabalho de nossas equipes de agentes de endemias tem dado certo é que tivemos uma redução drástica no número de pessoas que procuram nossas unidades de saúde com sintomas dessas doenças”, disse Lula Fylho.

“Os agentes de endemias trabalham em toda a cidade e têm sido importantes para garantir a redução dos casos destas doenças, através das visitas para identificação e tratamento de possíveis focos do mosquito transmissor. É um trabalho silencioso, realizado com muita diligência por nossos agentes, e que tem apresentado resultados muito satisfatórios”, acrescentou Lula Fylho.

Dia D de vacinação contra pólio e sarampo será neste sábado (18)

A meta do governo federal é imunizar 11,2 milhões de crianças e atingir o marco de 95% de cobertura vacinal nessa faixa etária

Postos de saúde em todo o país abrem as portas amanhã (18), sábado, para o chamado Dia D de Mobilização Nacional contra o sarampo e a poliomielite. Todas as crianças com idade entre um ano e menores de 5 anos devem receber as doses, independentemente de sua situação vacinal. A campanha segue até 31 de agosto.

A meta do governo federal é imunizar 11,2 milhões de crianças e atingir o marco de 95% de cobertura vacinal nessa faixa etária, conforme recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Até a última terça-feira (14), no entanto, 84% das crianças que integram o público-alvo ainda não haviam recebido as doses.

Este ano, a vacinação será feita de forma indiscriminada, o que significa que mesmo as crianças que já estão com esquema vacinal completo devem ser levadas aos postos de saúde para receber mais um reforço. No caso da pólio, as que não tomaram nenhuma dose ao longo da vida vão receber a vacina injetável e as que já tomaram uma ou mais doses devem receber a oral.

Para o sarampo, todas as crianças com idade entre um ano e menores de 5 anos vão receber uma dose da Tríplice Viral, desde que não tenham sido vacinadas nos últimos 30 dias.

Casos de sarampo

Atualmente, o país enfrenta dois surtos de sarampo – em Roraima e no Amazonas. Até a última terça-feira (14), foram confirmados 910 casos no Amazonas, onde 5.630 outros casos permanecem em investigação. Já em Roraima, são 296 casos confirmados e 101 em investigação.

Há ainda, de acordo com o Ministério da Saúde, casos isolados e relacionados à importação nos seguintes estados: São Paulo (1), Rio de Janeiro (14), Rio Grande do Sul (13), Rondônia (1) e Pará (2). Até o momento, foram confirmadas no Brasil seis mortes por sarampo, sendo quatro em Roraima (três em estrangeiros e um em brasileiro) e dois no Amazonas (brasileiros).

Governo do Estado inaugura Hospital Regional de Chapadinha

Entre os hospitais regionais e macrorregionais entregues pelo Governdo do Estado desde 2015, estão as unidades de Pinheiro, Caxias, Santa Inês, Bacabal, Imperatriz, Balsas e Chapadinha

Ana Alves da Conceição é renal crônica há 18 anos e tinha que se deslocar para São Luís três vezes por semana para fazer sessões de hemodiálise no Hospital Universitário Presidente Dutra. Ela foi conhecer a sala de diálise do Hospital Regional de Chapadinha, inaugurado neste sábado (11) pelo Governo do Estado.

“Esse hospital vai melhorar muito minha vida. Não vou mais precisar sair 4 horas da manhã de casa para pegar uma van e ir para São Luís, vou fazer aqui na minha cidade, perto da minha casa”, conta Dona Ana, que perdeu as contas das vezes que teve que fazer o trajeto até São Luís.

Dona Ana faz parte das milhares de pessoas da região do Baixo Parnaíba que passam a ser atendidas pelo Hospital Regional de Chapadinha, localizado às margens da MA-230. A unidade possui 52 leitos e atendimento por demanda referenciada durante 24h – incluindo sábados, domingos e feriados. Com isso, a população vai poder contar com consultas na área de cardiologia, cirurgia vascular, ortopedia, nefrologia, ginecologia e obstetrícia de alto risco.

A unidade conta com 335 profissionais de nível médio, técnico e superior trabalhando para melhor atender a população

“Um grande sonho realizado com a entrega do sétimo hospital regional realizada pelo Governo do Estado. O Hospital de Chapadinha era um anseio de todo população do Baixo Parnaíba, que passa oferecer atendimento ortopédico, a primeira UTI da região e o tratamento para diálise, encerrando o sofrimento dos pacientes que precisam se deslocar até a capital para fazer as sessões”, conta o secretário de Saúde, Carlos Lula.

Além dos serviços ambulatoriais, o Hospital Regional de Chapadinha tem estrutura para internação e serviço de apoio a diagnóstico e tratamento como análises clínicas, exames de radiologia, ultrassonografia, tomografia, eletrocardiograma, endoscopia e agência transfusional.

A unidade conta com 335 profissionais de nível médio, técnico e superior trabalhando para melhor atender a população. Desse total, 85 profissionais foram aprovados pelo concurso da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (Emserh).

Entre os hospitais regionais e macrorregionais entregues pelo Governdo do Estado desde 2015, estão as unidades de Pinheiro, Caxias, Santa Inês, Bacabal, Imperatriz, Balsas e Chapadinha.