Irmã de Mariana Costa diz que família de Lucas Porto ofendeu honra da vítima…

A irmã da publicitária Mariana Costa, assassinada barbaramente em novembro do ano passado, Juliana Costa, manifestou-se, em sua conta no Facebook, sobre o ocorrido, nesta quinta-feira (17), durante a ida do assassino confesso, Lucas Porto, ex-cunhado da vítima, ao Hospital Nina Rodrigues, em São Luís, onde foi prestar exame de sanidade mental. Ela disse que foi provocada, várias vezes, com ofensas proferidas pela família do acusado contra a honra da jovem que foi morta por estupro, caso que abalou a sociedade maranhense.

Mariana confirmou que, ao tentar fotografar o assassino confesso, foi impedida e agredida pelo irmão dele, Mateus Porto. As imagens do vídeo mostram a irmã da vítima correndo com a câmara, momento em que é tocada pelo familiar de Lucas.

O vídeo tomou grande repercussão nas redes sociais. A família de Mariana pede justiça ao caso e a continuidade do julgamento.

O clima é tenso entre as duas famílias. O lado de Mariana pede justiça ao caso, enquanto que os parentes de Lucas tentam livra-lo da prisão.

Manifestação de Juliana Costa no Facebook

Como todos sabem hoje foi mais um dia de luta, pois o acusado se apresentou no Hospital Nina Rodrigues para uma avaliação de insanidade mental. Onde foi realizado com êxito a primeira etapa.

Enquanto ocorria a avaliação do acusado fui provocada verbalmente por diversas vezes pela família do assassino com ofensas a honra de Mariana. Nenhum momento revidei, estava lá acompanhando o procedimento assim como a família do acusado.

Na saída, quis registrar com uma foto o assassino confesso e fui impedida pela sua mãe e depois pelo seu irmão Mateus Porto que ficou me coagindo conforme vídeo vinculado na mídia.

Sabemos que a verdade foi esclarecida pelos laudos, imagens das câmeras do prédio de Mariana e pela própria confissão do acusado que comprovam claramente a brutalidade de como ele matou Mariana.

Esse crime interessa a sociedade em geral, pois perder uma Irmã que nunca mais voltará para casa de fato é uma dor inimaginável.

A morte de Mariana tem causado sofrimentos existenciais irreparáveis as suas filhas, sobrinhas e todos que conviveram com ela.

Já não basta ter matado a minha irmã Mariana, agora eles agem com mentiras, encenações, violências verbais, físicas e emocionais.

Mais aguardamos pacientemente na justiça dos homens e na de Deus que nunca falhou e nunca falhará.

INUSITADO! Mulheres de integrantes do Bonde dos 40 manifestam “apoio” a Wellington

Vídeo: Mulheres de presos do Bonde dos 40 mudaram pauta e atacaram Edivaldo Jr

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Wellington do Curso negou qualquer ligação com o Bonde dos 40 e disse que estava gravando programa, quando foi surpreendido por esposas dos bandidos que vieram lhe manifestar apoio e tirar fotos

Wellington do Curso negou qualquer ligação com o Bonde dos 40 e disse que estava gravando programa, quando foi surpreendido por esposas dos bandidos que vieram lhe manifestar apoio e tirar fotos

O candidato a prefeito pelo PP, deputado estadual Wellington do Curso, viveu, nesta quinta-feira (29), um dia inusitado. Segundo sua assessoria de imprensa, ele gravava programa eleitoral, na Praça Pedro II, mesmo local de manifestação de esposas de bandidos do Bonde dos 40, quando foi abordado por algumas delas que lhe manifestaram “apoio” e pediram para tirar fotos.

As esposas dos criminosos manifestavam, na praça, contra o sistema penitenciário, tinham uma pauta de reivindicações para o governo e, inusitadamente, mudaram o rumo das coisas para as eleições municipais e passaram a atacar o candidato do PDT, Edivaldo Holanda Jr, com gritos assim: “não vai ter reeleição…”

As reações foram imediatas. O secretário estadual de Articulação Política, Márcio Jerry, criticou a aproximação de Wellington às mulheres dos presos, classificou como “solidariedade”, enquanto o governo se esforçava para combater a criminalidade.

Wellington, por sua vez, disse que o gesto foi mal interpretado e negou qualquer ligação com movimentos de esposas de integrantes do Bonde dos 40 e facções criminosas.

O candidato do PP lançou nota de esclarecimento e disparou para a Imprensa.

“…Ocorre que, na manhã de hoje, o candidato Wellington concedeu entrevista à TV Mirante, que será reproduzida no Jornal do Maranhão 2.Edição (às 19:00h) e, ainda, gravou programa eleitoral em frente à Prefeitura. Tal agenda foi previamente definida desde às 15h do dia 28. No mesmo espaço, no entanto, havia mulheres de detentos reivindicando ao Governo melhorias no sistema prisional estadual.

Por ser um espaço público, o candidato nada pode fazer e, tampouco, manteve contato com os líderes do movimento. Aconteceu que três mulheres acompanhadas de crianças foram até o Wellington que como deputado prontamente as ouviu.
Como é evidente nas fotos, o candidato Wellington tão somente gravou Programa Eleitoral e concedeu entrevista à TV Mirante…”, diz trechos da nota do candidato do PP.

Nota do governo sobre a manifestação das esposas de presos do Bonde dos 40

Na manhã de hoje (29), um grupo de mulheres, dizendo-se representante de presidiários, esteve na porta do Palácio dos Leões. Como sempre ocorre nessas situações, foi seguida a orientação do governador de uma comissão representativa dos manifestantes ser recebida para diálogo. Assim foi feito, com uma comissão de cinco pessoas, escolhidas pelos próprios manifestantes.

A reunião ocorreu durante mais de três horas, em que autoridades do governo ouviram e responderam a todos os pontos apresentados pelos manifestantes. Quando tudo parecia resolvido, um pequeno grupo resolveu discordar da comissão representativa indicada pelos próprios manifestantes, e, de modo abusivo, fechar o trânsito na Avenida Beira Mar, impedindo a circulação de ônibus com o nítido propósito de causar tumulto na cidade.

Chama atenção que os manifestantes gritavam, no momento do fechamento da Avenida, palavras alusivas às eleições municipais em andamento, em uma clara politização de suposto movimento reivindicatório.

O governo do Estado não cederá a chantagens de criminosos, que desejam a volta de regalias e privilégios no sistema penitenciário, para lá circularem livremente com drogas, celulares e armas. Nos anos de 2013 e 2014, no governo passado, vimos o que isso significa: caos e insegurança para toda a população. Todo o sistema policial está mobilizado e, se necessário, vamos solicitar a atuação de forças federais, mas não cederemos ao terror e ao banditismo.

Mantemos, como sempre, a total disposição de diálogos sérios que contribuam para o aperfeiçoamento do sistema penitenciário, mas sem abrir mão das regras de organização e disciplina.

Líderes do PT comemoram ato na Paulista e esperam que Lula atraia PMDB

Milhares de pessoas foram à Paulista em apoio à Dilma e a Lula

Milhares de pessoas foram à Paulista em apoio à Dilma e a Lula

UOL

Lideranças do Partido dos Trabalhadores que estavam presentes no ato desta sexta-feira na avenida Paulista, contrário ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, comemoraram o que chamaram de “sucesso inquestionável” da manifestação, que reuniu 95 mil pessoas, de acordo com o Datafolha.

De acordo com os políticos, a volta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao governo e aos palanques trará duas consequências positivas ao partido e à presidente Dilma Rousseff. A primeira é mobilizar as bases do PT e dos movimentos sociais, que tenderiam a apoiar mais o governo com a presença de Lula a Esplanada dos Ministérios e em manifestações de rua.

A segunda seria aprimorar a articulação política do Planalto, com o objetivo principal de restabelecer a normalidade nas relações com o PMDB, partido que era aliado do governo e atualmente passa por um processo de afastamento da presidente da Dilma.

Para o presidente do PT, Rui Falcão, a manifestação “superou todas as expectativas”. “Ainda não vi os números e as imagens de outras cidades além de São Paulo, mas o que se viu aqui é que existe muita gente que segue disposta a defender as instituições democráticas e um governo legitimamente eleito”, disse o político. De acordo com ele, a chegada de Lula à articulação política do governo dá novo alento ao Executivo Federal. “Se há um bom momento para a reaproximação com o PMDB, este momento é agora”, finalizou Falcão, enquanto se dirigia rapidamente para o carro após o fim do discurso de Lula na Paulista.

Já para Emídio Pereira de Souza, ex-prefeito de Osasco (Grande São Paulo) e presidente estadual do PT, “manifestação foi muito acima das expectativas, mostrando que milhões de brasileiros não irão se render ao golpismo”. Sobre a atuação do ex-presidente daqui para frente, Emídio disse que “será fundamental do ponto de vista institucional. Ele é bom de diálogo, tem uma boa relação com o PMDB e poderá aproximar mais as duas siglas. Lembrando que o PMDB ainda não deixou o governo, pelo contrário, ainda ocupa seis ministérios.”

Outro que pregou o bom relacionamento com o PMDB foi Luiz Dulci, diretor do Instituto Lula. Ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência durante o primeiro mandato de Lula, em 2003, o político lembrou que o PMDB deveria ter feito parte do governo federal petista desde o início. “Naquela época (2003), eles se dividiram, uma parte apoiando o nosso governo e outra seguindo para a oposição. Mas a história democrática e de luta do PMDB faz com sejam parceiros naturais de nosso governo, e a chegada de Lula tornará isso mais possível do que nunca”.

Finalmente, o secretário municipal de Cultura, Nabil Bonduki, as manifestações dos últimos dias, daqueles se opõem e daqueles que apoiam o governo Dilma, mostraram diferenças nítidas entre os dois grupos. “Do lado dos que são favoráveis à democracia e contra o golpismo (apoiadores de Dilma) mostraram união. Eram movimentos sociais, partidos políticos e pessoas que vieram espontaneamente, todas com a mesma agenda: a defesa da democracia. Já aqueles que participam das manifestações de fins de semana não falam a mesma língua, defendem coisas diferentes e vaiam os políticos da oposição.”

Unegro diz que OAB do Maranhão faz corporativismo ao “proteger” advogada acusada de racismo…

Casos de racismo acontecem com frequência ainda no Brasil

Casos de racismo acontecem com frequência ainda no Brasil

A União de Negros pela Igualde (Unegro) divulgou nota, assinada pelo  presidente Antonio Soares Moreira, contestando a  Ordem dos Advogados do Brasil, secção Maranhão,  OAB-MA, por conta  do episódio onde a advogada, Olívia Castro dos Santos, foi detida após uma discussão no trânsito, acusada da prática de racismo.

A entidade classificou a atitude da OAB de corporativista e reprovou a “proteção”. Segundo a denúncia, ela teria agredido, verbalmente, com racismo, o motorista Elisvaldo Gomes, que é negro.

A Unegro alega que, após a detenção da advogada por suposta prática de racismo, a OAB-MA se manifestou de maneira, extremamente, corporativista. Veja a nota abaixo:

SOBRE O RACISMO E GARANTIA DE DIREITOS: AQUILO QUE É OBVIO, MAS NÃO SE VER

Estamos em pleno século XXI e ainda debatemo-nos com questões que pensamos já terem sido no mínimo pacificadas. Em plena luz do dia, um cidadão negro é totalmente desqualificado através de chingamentos, ameaças, enfim tudo aquilo que já se está infelizmente acostumado a ver e ouvir. Está naturalizado.

Agora o que não podíamos imaginar era que a pessoa do agressor fosse uma mulher, branca e advogada. Aí mora o PERIGO.

Por ser advogada? Não: mas sim pelo CORPORATIVISMO.

Vamos direto ao assunto: a OAB usou de dois de seus membros, por sinais muito bem alinhados, negros, advogados, para dever do óbvio: o corporativismo.

Estranho é o fato de na OAB haver um setor de DIREITOS HUMANOS que nem sequer pronunciou-se. Ou será que foi amordaçado?

Será que alguém acredita mesmo que esta senhora advogada branca foi mesmo agredida? Só porque o “suposto” agressor é negro?

Ora minha gente, o que é isso? Já passou o tempo de estarmos aqui com nossos miolos para entender quem está do lado de quem. O que importa é por quais motivos a OAB age de forma que agiu muito mais truculenta do que qualquer ação policial. Truculenta porque ofendeu o obvio: estamos diante do RACISMO INSTITUCIONAL.

Não podemos também deixar em claro para não dizer “branco”, que a pessoa da agressora está de toda a sorte tentando arrastar tal atitude para o campo daINJÚRIA RACIAL, pois é um crime de menor potencial ofensivo. Claro que apoiada pela OAB.

O que não se entende, é o que fará a OAB? Qual ADVOGADO irá defender o agredido já que, a sua entidade encontra-se contrária àquele que poderá via a ser seu cliente/protegido?

Cadê a DEMOCRACIA? Ninguém sabe, ninguém viu!…

ANTÔNIO SOARES MOREIRA

PRESIDENTE DA UNEGRO – MA 

morgan-racismo

PM atira em manifestante durante operação para desocupar prédio; Policial é preso e governo abre processo para investigar

Em cumprimento de ordem judicial, a Polícia Militar do Estado do Maranhão deflagrou, na manhã desta quinta (13), operação para desocupação de prédio em área urbana, no Turu. Sem ordens superiores e em descumprimento à lei, o cabo Marcelo Monteiro dos Santos, que integrava a equipe, disparou tiro contra um dos manifestantes que, infelizmente, veio a óbito.

Em nota, encaminhada à Imprensa, o governo do Estado do Maranhão repudia, veementemente, a ação isolada do policial, que já se encontra preso e será autuado em flagrante delito na Delegacia de Homicídios. Será aberto um processo, que vai apurar responsabilidade do cabo que efetuou o disparo e do comandante da operação.

O governo  informou ainda que prestará toda a assistência necessária à família da vítima através da Secretaria de Estado dos Direitos Humanos e Participação Popular.