Maura Jorge sobe o tom e desce o verbo em entrevista

A pré-candidata mostrou sua desestabilidade ao chorar ao viva na entrevista após uma bateria de críticas aos partidos e o programa teve que ser interrompido

A ex-prefeita de Lago da Pedra e pré-candidata ao Governo do Estado, Maura Jorge (PSL), deu entrevista, hoje (30), a uma rádio local e se mostrou revoltada com as últimas tratativas que fizeram com que ela perdesse o apoio do PSC, PMN, PSDC, Avante e Podemos.

Maura Jorge não poupou críticas à deputada federal Luana Costa (PSC) e ao seu marido, o ex-prefeito de Santa Inês, Ribamar Alves. Na entrevista, ela afirmou que para Luana não importava um projeto de estado, mas sim a reeleição para a Câmara dos Deputados e deu a entender que a ida do PSC para a coligação da ex-governadora Roseana Sarney (MDB) foi “uma troca de benéfices”.

O presidente do Podemos, Aluísio Mendes, também não foi poupado por Maura Jorge. A candidata do PSL afirmou que o Podemos era hipócrita por não pensar na construção de uma terceira via. Maura também afirmou que hoje o Podemos é grande graças ao trabalho que ela desempenhou nesses dois anos com o deputado Aluísio e que não faz sentindo o partido apoiar o nome de Roberto Rocha só por pensar na reeleição de seu presidente.

A crise dentro do PSL foi evidenciada por Maura na entrevista. Em suas palavras, a perda do apoio do Podemos e do PMN do deputado estadual Eduardo Braide se deu “pelo pensamento ainda de velha política” do atual presidente estadual da sigla, o vereador Chico Carvalho.

Maura ainda afirmou que Chico Carvalho foi o principal causador do rompimento com o PSC de Luana Costa e Léo Cunha. O vereador chegou a discutir e quase foi às vias de fato com Ribamar Alves. Sobre Chico Carvalho, Maura ainda falou que o presidente da legenda ainda não entendeu o projeto nacional do PSL e que isso iria prejudicar gravemente sua candidatura.

A pré-candidata mostrou sua desestabilidade ao chorar ao viva na entrevista após uma bateria de críticas aos partidos e o programa teve que ser interrompido.

Secretário destaca redução do número de homicídios no Maranhão durante entrevistas à rádio e TV Assembleia

No bate-papo com o jornalista Juraci Filho, no “Sala de Entrevista”, Jefferson Portela falou sobre vários assuntos e, entre outras coisas, destacou os avanços da pasta, afirmando que o número de homicídios, por exemplo, foi reduzido significativamente

O secretário de Estado de Segurança Pública do Maranhão, Jefferson Portela, foi o convidado desta sexta-feira (22) do “Sala de Entrevista”, quadro exibido no telejornal Portal da Assembleia, na TV Assembleia. Antes, ele também concedeu entrevista para a Rádio Assembleia online, no programa “A Voz do Parlamento”, apresentado pela jornalista Josélia Fonseca.

No bate-papo com o jornalista Juraci Filho, no “Sala de Entrevista”, Jefferson Portela falou sobre vários assuntos e, entre outras coisas, destacou os avanços da pasta, afirmando que o número de homicídios, por exemplo, foi reduzido significativamente. “De 2009 a 2014, o Maranhão teve uma elevação de homicídios da ordem  de 308%. É um número grave, que nós conseguimos reverter. Foi um salto muito grande num período não prolongado. Agora, estamos numa escala de três anos com a seta criminal apontando para baixo em relação ao crime contra a vida”, revelou o secretário.

Portela fez uma observação sobre o aumento do efetivo policial no Maranhão, que passou para 12 mil, e salientou a criação da Superintendência Estadual de Homicídios. Ele falou ainda sobre o esforço no combate a explosões e arrombamentos de agências bancárias. “Em 2014, havia 48 casos e reduzimos para 13, ou seja, uma diferença de 73%. Isto se deve ao conjunto de atividades policiais. A inteligência deve sempre anteceder a parte operacional. Hoje, temos um sistema integrado com o Nordeste e com o Brasil em relação aos crimes mais violentos, como tráfico e roubo a bancos”, frisou.

Ainda sobre explosões e arrombamentos a bancos, o secretário lembrou que seis ou sete casos eram registrados em apenas uma semana no Maranhão. Realidade esta que não existe mais. “Nós tivemos a menor redução do Brasil nessa modalidade de crime e houve uma conjugação de fatores. Nós criamos unidades apropriadas para esse tipo de combate, tanto na Polícia Militar quanto na Polícia Civil. Desenvolvemos operações mensais. Há um período em que deslocamos um contingente integrado da capital para o interior. São policiais civis e militares envolvidos na mesma ação e na mesma área. Isso implica em ótimos resultados”, destacou, citando ainda o Departamento de Roubo a Bancos, ligado à CEIC e que já efetuou a prisão de mais de 280 assaltantes de bancos no Maranhão, todos encaminhados à Penitenciária de Pedrinhas.

Pacto Integrador de Segurança

Em um dos momentos da entrevista, Jefferson Portela mencionou a criação do chamado Pacto Integrador de Segurança Pública, que é a aliança entre os estados para combater crimes transnacionais e interestaduais, como é o caso do tráfico de drogas, para compensar, segundo ele, a omissão da União no que se refere a esse aspecto. “Hoje, a polícia maranhense, pelo convênio que assinamos, pode sair daqui até Goiás, por exemplo, e prender criminosos ou desenvolver ações integradas com a polícia de lá, sem essa demarcação de divisas, que era um impedimento legal. Hoje, o pacto integrador agrega 24 estados e isso possibilitou uma intervenção operacional muito forte”, disse.

O secretário abordou ainda a criação do Ministério da Segurança Pública, que, na opinião dele, ajudará, e muito, porque especializa a gestão pública. “O Ministério da Justiça cuidava, prioritariamente, da questão prisional e são duas coisas completamente distintas. A ação da segurança e do policiamento é uma coisa e o aprisionamento é algo completamente diferente. O Ministério da Justiça priorizava toda a aplicação de recursos, que é algo muito caro para o sistema prisional. Agora, não. Nós teremos um Ministério próprio, com uma verba própria para aplicar na segurança pública”, analisou.

Eleições 2018 e a sobrevivência política de Waldir Maranhão

Para tentar sobrevivência política, só resta a Waldir Maranhão buscar a reeleição como deputado federal.

Durante entrevista à TV Guará, o senador Roberto Rocha (PSDB) fez um balanço sobre a situação do PSDB, que recentemente ganhou dois deputados federais e três estaduais.

Ao falar sobre a formação da chapa, Roberto foi enfático ao afirmar que os dois candidatos a senador de sua chapa serão Zé Reinaldo Tavares e Alexandre Almeida. Já o deputado Waldir Maranhão, que espalha aos quatro cantos ser pré-candidato ao Senado, terá que se contentar com uma tentativa de reeleição.

Waldir Maranhão poderia ser candidato a deputado federal na base do governador Flávio Dino com muito mais chances de eleição, mas sua sede de poder falou mais alto e deixou a base por achar que teria que ser candidato a senador. Se com Roberto Rocha, que há pouco tempo não tinha nem esboço de palanque, ele serve para ser candidato a Senado, imagine pela chapa da base governista após suas inconstâncias políticas e aparições diárias com figuras da oposição oligárquica.

Em entrevista, Lidiane Leite quebra o silêncio e fala pela primeira vez sobre acusações envolvendo seu nome

Presa em sua própria casa, com apenas 27 anos de idade, a ex-prefeita responde na Justiça por pelo menos 14 crimes.

Em entrevista ao programa Conexão Repórter (SBT), apresentado pelo jornalista Roberto Cabrini, a ex-prefeita Lidiane Leite, que ficou conhecida mundialmente como “prefeita ostentação”, quebrou o silêncio e falou pela primeira vez diante das câmeras sobre as acusações de desvio de milhões de reais dos cofres públicos, destinados a uma vida de luxo compartilhada nas redes sociais.

Dentre diversos temas abordados, Lidiane falou sobre a compra de urnas funerárias de luxo, redução no salário de professores, escolas em condições precárias, entre outras acusações. Presa em sua própria casa, com apenas 27 anos de idade, a ex-prefeita responde na Justiça por pelo menos 14 crimes.

Ao justificar os atos, Lidiane se diz vítima do ex-marido, Beto Rocha, e revela que ele teria usado seu nome em esquemas criminosos que a colocaram no centro da corrupção nacional. Ao ser questionado sobre o envolvimento nas acusações, Beto negou alegando que foi manipulado e enganado por Lidiane.

Durante entrevista, Temer afirma que Previdência poderá ser votada ainda este ano

Atualmente, a Previdência no Brasil funciona sob o regime de repartição, onde os trabalhadores que estão na ativa pagam pelos benefícios dos trabalhadores aposentados.

No último final de semana, o presidente Michel Temer disse que o governo não desistiu de votar a reforma da Previdência neste ano. Em entrevista à rádio Tupi, do Rio de Janeiro, Temer garantiu que a proposta não saiu da “pauta política” do país e, que uma possível votação, dependeria do êxito da intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro.

Durante o período da intervenção, a Constituição não pode ser alterada. Logo, nenhuma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) pode ser aprovada, o que paralisou o andamento da reforma da Previdência. No entanto, Temer sugeriu que pode cessar a intervenção em setembro ou outubro.

O emedebista também disse acreditar que a reforma continuará no centro das atenções políticas, uma vez que os candidatos à presidência ou aos governos estaduais terão de se posicionar a respeito do tema e das possíveis consequências, caso as regras para aposentadoria não sejam alteradas.

Atualmente, a Previdência no Brasil funciona sob o regime de repartição, onde os trabalhadores que estão na ativa pagam pelos benefícios dos trabalhadores aposentados. O problema é que de acordo com estimativas do IBGE, em 2030, os idosos representarão 18% dos brasileiros, enquanto as crianças 17,6%.  Em 2015, por exemplo, para cada 100 pessoas em idade ativa, havia 11,5 idosos.

Em 2060, essa relação deverá ser de 44,4. O governo avalia que com menos contribuintes e mais beneficiários, a tendência é que as contas públicas entrem em colapso. Só no ano passado, o setor previdenciário registrou um rombo de mais de R$ 260 bilhões, segundo a Secretaria da Previdência do Ministério da Fazenda.

Em entrevista, Edison Lobão expõe fragilidade de seu grupo político

Para o senador, o verdadeiro político deve estar preparado para qualquer resultado.

Em entrevista concedida ao jornal O Imparcial, o senador Edison Lobão (MDB) deu claros sinais de que seu grupo político chega às eleições de 2018 mais fragilizado.

Ao ser questionado sobre o papel do senador João Alberto nesta eleição, Edison Lobão fala que a chapa já está montada, tendo ele e o deputado federal Sarney Filho (PV) como candidatos ao Senado Federal, e a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) candidata ao governo.

Sobre João Alberto, Lobão fala que ele poderá ser candidato ao que quiser, mas não chega a citar seu colega para vice-governador, sinalizando que essa vaga na chapa poderá ser ocupada por um nome de outro partido.

Indagado se está pronto para qualquer resultado nesta eleição e se teme perder o pleito de outubro, Lobão afirmou que o verdadeiro político está pronto para qualquer resultado.

Edison Lobão sabe que a próxima disputa não será igual à de 2010, quando era ministro de Minas e Energia, quando tinha a máquina do governo a seu lado e a obra da Refinaria de Bacabeira para conquistar. O resultado daquele “empreendimento” todos os maranhenses já conhecem.

O senador já foi citado várias vezes na Operação Lava-Jato e coleciona processos na Justiça. Após 32 anos no Senado, Lobão finalmente poderá ser aposentado pelo povo.

Em entrevista, Flávio Dino fala sobre rompimento de Zé Reinaldo

Em entrevista à imprensa da região Tocantina, durante agenda política na cidade de Imperatriz, o governador Flávio Dino (PCdoB) posicionou-se, pela primeira vez, sobre a decisão do ex-governador José Reinaldo Tavares (sem partido) em romper com seu grupo político.

Dino lamentou o fato e declarou que aqueles, que optam por outra forma de governar ou por outro governo, estão optando por aquilo que foi derrotado nas urnas.

Na ocasião, o governador também fez referência à mudança do secretariado, que deve ocorrer nos próximos dias, antes do período eleitoral. Confira no vídeo acima a entrevista.

Temer vê dificuldade em aprovar Reforma da Previdência

Temer mencionou que faltam cerca de 40 votos para chegar aos 308 necessários à aprovação da reforma.

Durante entrevista à Rede TV, na noite desta segunda-feira (5), o presidente Michel Temer disse que o governo não pode ficar discutindo a reforma da Previdência ao longo de todo o ano e afirmou que o tema precisa ser votado nas próximas semanas, independentemente do resultado.

O presidente reforçou que, a partir de junho, o Congresso deve se voltar principalmente à questão eleitoral e lembrou que o governo precisa tocar outras reformas.

Temer mencionou a conta do governo, de que faltam cerca de 40 votos para chegar aos 308 necessários à aprovação da reforma. Ele lembrou ainda que há cerca de 70 deputados considerados indecisos, que podem ser convencidos a votar com o governo. A reforma da Previdência está marcada para ir a plenário no dia 19 de fevereiro.

Questionado sobre uma eventual candidatura à Presidência da República nas eleições deste ano, Temer afirmou que não pensa nisso e revelou que seu desejo é ser lembrado por esta gestão.

Reforma da Previdência poderá sofrer alterações

Temer afirmou que o governo não pretende abrir mão daquilo que está na reforma, mas o diálogo pode levar a uma ou outra modificação.

Em entrevista à Rádio Bandeirantes, na manhã desta segunda-feira (29), o presidente da República, Michel Temer, afirmou que na volta do recesso parlamentar o texto da reforma da Previdência poderá sofrer alterações.

Temer afirmou que o governo não pretende abrir mão daquilo que está na reforma, mas o diálogo pode levar a uma ou outra modificação. Segundo ele, diante do projeto original, a economia de recursos seria de cerca de R$ 900 bilhões em 10 anos. Com este novo projeto amenizado, a economia seria de R$ 550 bilhões a R$ 600 bilhões.

O presidente disse estar otimista em relação à aprovação do texto e declarou que “quem não votar pela reforma da Previdência estará fazendo um mal para o país”. Temer destacou que, pela proposta, para os trabalhadores que ganham até R$ 5.645 nada muda e disse que se a Previdência não for consertada, daqui a dois ou três anos ela não resiste.

Michel Temer disse ainda que, se a reforma for aprovada, “muito provavelmente a nota de crédito do Brasil será recuperada” e o país voltará a atrair investimentos, além de ressaltar que o país já está aumentando sua confiança e que foram abertos, nos últimos meses, mais de 1,4 milhão de postos de trabalho.