Temer vê dificuldade em aprovar Reforma da Previdência

Temer mencionou que faltam cerca de 40 votos para chegar aos 308 necessários à aprovação da reforma.

Durante entrevista à Rede TV, na noite desta segunda-feira (5), o presidente Michel Temer disse que o governo não pode ficar discutindo a reforma da Previdência ao longo de todo o ano e afirmou que o tema precisa ser votado nas próximas semanas, independentemente do resultado.

O presidente reforçou que, a partir de junho, o Congresso deve se voltar principalmente à questão eleitoral e lembrou que o governo precisa tocar outras reformas.

Temer mencionou a conta do governo, de que faltam cerca de 40 votos para chegar aos 308 necessários à aprovação da reforma. Ele lembrou ainda que há cerca de 70 deputados considerados indecisos, que podem ser convencidos a votar com o governo. A reforma da Previdência está marcada para ir a plenário no dia 19 de fevereiro.

Questionado sobre uma eventual candidatura à Presidência da República nas eleições deste ano, Temer afirmou que não pensa nisso e revelou que seu desejo é ser lembrado por esta gestão.

Reforma da Previdência poderá sofrer alterações

Temer afirmou que o governo não pretende abrir mão daquilo que está na reforma, mas o diálogo pode levar a uma ou outra modificação.

Em entrevista à Rádio Bandeirantes, na manhã desta segunda-feira (29), o presidente da República, Michel Temer, afirmou que na volta do recesso parlamentar o texto da reforma da Previdência poderá sofrer alterações.

Temer afirmou que o governo não pretende abrir mão daquilo que está na reforma, mas o diálogo pode levar a uma ou outra modificação. Segundo ele, diante do projeto original, a economia de recursos seria de cerca de R$ 900 bilhões em 10 anos. Com este novo projeto amenizado, a economia seria de R$ 550 bilhões a R$ 600 bilhões.

O presidente disse estar otimista em relação à aprovação do texto e declarou que “quem não votar pela reforma da Previdência estará fazendo um mal para o país”. Temer destacou que, pela proposta, para os trabalhadores que ganham até R$ 5.645 nada muda e disse que se a Previdência não for consertada, daqui a dois ou três anos ela não resiste.

Michel Temer disse ainda que, se a reforma for aprovada, “muito provavelmente a nota de crédito do Brasil será recuperada” e o país voltará a atrair investimentos, além de ressaltar que o país já está aumentando sua confiança e que foram abertos, nos últimos meses, mais de 1,4 milhão de postos de trabalho.

Em entrevista, Flávio Dino anuncia novos concursos públicos para este ano

Sobre o Concurso do Corpo de Bombeiros, Dino esclareceu que o projeto básico do concurso está pronto desde outubro do ano passado e o edital deverá ser divulgado ainda neste semestre.

Em entrevista ao site Folha Dirigida, maior portal de concursos do Brasil, o governador Flávio Dino (PCdoB) falou sobre o lançamento do Edital do concurso do Corpo de Bombeiros Militares do Maranhão.

Na entrevista, o governador fez referência a órgãos que estavam com carência de pessoal, como a Polícia Militar do Maranhão. Ele ainda citou outros concursos que estão previstos para 2018, como o da Fundação da Criança e do Adolescente (Funac); e o da Secretaria de Planejamento, que ofertará vagas para analista de planejamento.

Sobre o Concurso do Corpo de Bombeiros, Dino esclareceu que o projeto básico do concurso está pronto desde outubro do ano passado e o edital deverá ser divulgado ainda neste semestre: “A seleção ofertará vagas para a carreira de oficial, que tem exigência de nível superior, e soldado, de nível médio. O concurso será no mesmo padrão do da Polícia Militar” , disse o governador.

Sobre a previsão do lançamento dos concursos, Flávio Dino garantiu que já existe uma comissão formada para algumas seleções e todos os editais devem sair entre março e junho deste ano.

A Folha Dirigida reconheceu que o Maranhão foi o “paraíso dos concurseiros” em 2017, mesmo com uma conjuntura completamente desfavorável de aguda crise econômica em todo o país. O ano de 2018 promete ainda mais oportunidades para aqueles que sonham em ingressar no serviço público.

Em entrevista, Dino afirma que nenhum governo fez tantas inaugurações em janeiro como a atual gestão

Em entrevista à TV Difusora, nesta segunda-feira (22), o governador Flávio Dino (PCdoB)  afirmou que há uma série de obras e investimentos a serem entregues nos próximos meses.

Ao fazer referência aos programas já implantados desde o início da sua gestão, Dino afirmou que nenhum governo fez tantas inaugurações em janeiro como a atual gestão.

Flávio acrescentou que foram feitas mudanças profundas em todas as áreas, incluindo a Saúde, e destacou, ainda, que, nestes três anos de governo, as desigualdades e problemas históricos do Maranhão vêm sendo combatidos.

Em entrevista, Dino vê perigo em candidaturas à presidência da República classificadas de fascistas…

Do Portal Vermelho

Flávio Dino: Candidaturas como a de Dória e Bolsonaro representam um retrocesso

Para o governador, o sistema político precisa ser erguido “acima do volume morto” para patamares civilizatórios. Flávio Dino aponta o perigo de candidaturas baseadas em um discurso fascista e ultradireitista como a de João Doria (PSDB), prefeito de São Paulo, e de Jair Bolsonaro. Para o governador, Doria é um “Collor piorado, autoritário, sem experiência administrativa” e tem sido desleal com o seu padrinho político, o governador Geraldo Alckmin, “seu criador”.

Flávio Dino criticou a postura de Dória que tenta articular sua pré-candidatura, apesar de Alckmin ter pretensões na disputa. A atitude é considera como um gesto de “traição” por aliados do governador. “É um oportunista”, resume Flávio Dino.

De acordo com o governador, candidaturas com discurso como a de Dória e Bolsonaro representam um retrocesso. Mas considera que candidaturas como a de Alckmin e Lula, por exemplo, “são traços civilizatórios no meio de um desastre completo”.

“Isso [as duas candidaturas] permitirá que o Brasil faça uma reflexão com qualidade”, afirma. Para ele, há uma diferença “gigantesca” entre Alckmin, Doria e Bolsonaro.

“O Brasil ser governado pelo Alckmin é algo razoável. Governado pelo Doria, é um absurdo e pelo Bolsonaro, é um desastre, uma tragédia”, frisou. “Alckmin tem experiência, foi governador quatro vezes, é um quadro político experimentado, tem as condições dele e um conjunto de forças. Quem é o Doria? É um Collor piorado, fake, autoritário e sem nenhuma experiência administrativa. E o Bolsonaro é uma tragédia, com ideário violento, de exclusão das pessoas, fascista, defensor do aniquilamento das diferenças sociais. Não tem nenhuma condição de dirigir o país”, completou.

Por outro lado, o governador e dirigente do PCdoB diz que “a candidatura de Lula é importante para a unidade do campo de esquerda”. Flávio Dino reforça que Lula tem uma “reserva estratégica de popularidade”, que poderá ser aproveitada nas urnas pelo petista ou por um eventual candidato que ele apoiar, caso não possa ser candidato por conta da perseguição que enfrenta na Justiça.

Assim como diversos juristas, Flávio Dino, que é juiz federal e professor de Direito, tem apontado irregularidades e abusos nas decisões proferidas pelo juiz Sergio Moro contra Lula. Para o governador, a sentença de Moro que condenou Lula a nove anos é “tecnicamente muito frágil e ruim” e mostra o “envolvimento passional” do juiz nas acusações contra o ex-presidente.

Para ele, se os magistrados do TRF-4, que analisarão o caso em segunda instância, confirmarem a condenação do ex-presidente, colocarão em xeque suas biografias ao inviabilizarem a candidatura de Lula em 2018. “E se um dia essa sentença chegar ao Superior Tribunal de Justiça ou Supremo Tribunal Federal, não fica de pé, não será confirmada. Afirmo e aposto 100%”.

Ao analisar o cenário eleitoral em 2018, em caso de nova condenação de Lula, o governador afirma que “quando esse debate se colocar, se de fato se colocar, há um elemento que é essencial: não necessariamente o candidato tem que ser do PT”.

“Esse ponto de partida tem que ser posto. Se não tiver mais jeito, se o tribunal confirmar que Lula não poderá ser candidato, é errado dizer que o PT tem que necessariamente ter candidato. Pode não ter”. Entre as opções da centro-esquerda, o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) é “boa alternativa”, diz.

Flávio Dino analisa a conjuntura e diz que 2017 será muito melhor para o Maranhão

Do JP

Flávio Dino: “A minha impressão é que, do ponto de vista econômico, nós já chegamos meio que no fundo do poço. Piorar não piora. Já é um bom sinal. Significa que já é uma melhoria, porque parar de piorar, já é melhorar”

 

Mesmo com a crise nacional, governador vê com otimismo investimentos que estão sendo feitos no Estado

Por Manoel Santos Neto

O governador Flávio Dino está convencido de que, mesmo diante da crise econômica nacional, o Maranhão se mantém como um dos Estados em melhor situação financeira do país. Ele acredita que o Maranhão não corre risco de vir a sofrer grave crise, como a que está castigando alguns Estados da Federação:
“Acho que em todo o País haverá uma retomada muito tênue da atividade econômica. Mas em nosso Estado há uma situação de equilíbrio fiscal. Isto permite dizer aos maranhenses que, do ponto de vista econômico, o ano de 2017, no Maranhão, vai ser melhor do que 2016”, declarou Flávio Dino, em entrevista exclusiva ao Jornal Pequeno.
Bem-humorado e sorridente, o governador recebeu uma equipe do JP no final da tarde de sexta-feira, na ala residencial do Palácio dos Leões. Esbanjando alegria e entusiasmo, ele assegurou que está tranquilo quanto à saúde financeira do Estado. E por isso mesmo ele faz, nesta entrevista, uma avaliação bastante positiva dos avanços obtidos nestes seus dois primeiros anos de mandato.

Jornal Pequeno – Como o senhor avalia o desempenho de seu governo diante do cenário nacional?
Flávio Dino – Acho que há uma conjuntura muito difícil para o Brasil, muita turbulência política e econômica, e um certo desarranjo institucional, significativo. Ainda assim, me sinto feliz em poder chegar nesse meio de mandato, em primeiro lugar, com um governo bem avaliado, um governo com credibilidade, com um programa sendo executado. Agora mesmo, nesta sexta-feira (30/12), saiu um levantamento do G1 mostrando que o nosso governo está em segundo lugar, no Brasil, entre os que mais cumpriram seus compromissos.
É um levantamento que o portal G1 faz ano a ano. No passado estávamos em quarto ou quinto; evoluímos. O nosso programa de governo está sendo reconhecido. Quem diz isso não sou eu. É um portal noticioso, que é muito conhecido. E há resultados bastante concretos: obras que estão sendo inauguradas, programas sociais sendo executados. Então há um paradoxo entre uma situação política contextual difícil e ao mesmo tempo bons resultados no Maranhão.
JP – Por que ainda não são ótimos?
Flávio Dino – Digo que são bons, no momento, e serão ótimos. Já são ótimos? Claro que não são. Serão. Nós temos uma tendência positiva. Por exemplo: na segurança pública. Nós ainda temos um patamar alto de criminalidade. Porém, este é o segundo ano consecutivo em que revertemos uma trajetória de uma década praticamente; e já temos uma trajetória descendente de crimes violentos letais e intencionais. Vale dizer: homicídio, lesão corporal seguida de morte e latrocínio. Depois de 10 anos de crescimento – nós tínhamos crescimento de praticamente 300 por cento nestes crimes – nós temos já o segundo ano consecutivo com queda. Então é uma tendência positiva. Significa dizer que o patamar atual é bom? Não, não é bom, ainda. Mas será bom.
JP – O que se pode dizer da atual situação do Complexo Penitenciário de Pedrinhas?
Flávio Dino – Nós herdamos uma situação de caos, no sistema penitenciário do Estado, e hoje temos uma situação de estabilidade. É a situação ideal que nós buscamos? Claro que ainda não. Porque é impossível em dois anos consertar tudo. Então é muito bom ver que há resultados e ao mesmo tempo uma tendência positiva de melhoria de indicadores de um modo geral.
JP – Qual o cenário para este 2017?
Flávio Dino – Cenário de mais investimentos ainda, porque nós temos, em primeiro lugar, não só operações do BNDES que estamos executando como também novas operações. Nós celebramos já duas operações de crédito com a Caixa Econômica, totalizando mais de R$ 500 milhões, dinheiro que vai para mobilidade urbana, estradas, que vai para viaturas, água.
Nós temos, de um modo geral, uma boa execução dos programas federais aqui, os que estão em andamento, como obras do PAC, por exemplo, e o que é mais importante: nós temos equilíbrio fiscal. Ou seja, além de garantir o custeio da máquina pública, nós temos um certo nível de investimento. Então a soma desta cesta – ou seja, operações de crédito mais investimentos federais e mais investimentos do Governo do Estado – garante que a gente consiga manter a economia do Maranhão funcionando, que é o nosso grande desafio.
JP – Qual a estratégia para enfrentar este desafio?
Flávio Dino – Nós temos uma estratégia de enfrentamento da crise. Ela se baseia numa dualidade, numa díade – de um lado, investimentos públicos; de outro, políticas sociais. Esta é a nossa estratégia, estratégia na qual a gente acredita. Então é importante ter o Bolsa Escola para um milhão de meninos? É importante, mas é tão importante para eles quanto é para 1.400 comerciantes que vão vender 52, 55 milhões de reais em material escolar, agora em janeiro e fevereiro, num período em que praticamente ninguém vende nada, no varejo.
Então, os investimentos públicos são importantes para nós todos, cidadãos, que vamos usufruir das estradas. Mas são importantes também para as empresas maranhenses que estão mantendo as suas atividades quase que exclusivamente em razão das obras do Governo do Estado. E, evidente, importante também para os trabalhadores.
JP – Qual a linha de prioridade destes investimentos?
Flávio Dino – Nesta semana assinei as ordens de serviço da recuperação de 211 escolas. Nós já recuperamos 363 e vamos recuperar 211 agora, de janeiro até maio, mais ou menos. São R$ 27 milhões, distribuídos entre 13 empresas diferentes, empresas diversificadas. E muitos empresários disseram para mim, ao final do evento, o próprio presidente do Sinduscom, o empresário Fábio Nahuz, que se não fossem estas obras nas escolas grande parte destas empresas não estaria executando nada; rigorosamente nada. Elas viverão em razão destas obras de melhoria nas escolas.
Então, esta é a nossa estratégia e por isso este é o cenário que nós vivenciamos. Evidentemente, nós temos um ponto de interrogação na frente, muito poderoso, muito significativo, que é a conjuntura nacional. Para que lado ela vai. Há muita instabilidade política e econômica. E eu acredito, a minha impressão, é que do ponto de vista econômico, nós já chegamos meio que no fundo do poço. Acho que piorar não piora. Já é um bom sinal. Significa que já é uma melhoria, porque parar de piorar, já é melhorar.
JP – Neste ano, ao seu modo de ver, a economia brasileira vai se recuperar?
Flávio Dino – Acho que a gente vai ter uma retomada muito tímida do Produto Interno Produto neste ano de 2017, mas já vai ser uma retomada, talvez de meio por cento do PIB neste ano de 2017. Mas já é alguma coisa. Isto é importante para o cidadão porque PIB significa a riqueza gerada por toda a sociedade, que impacta diretamente na arrecadação tributária.
No caso do Maranhão, e dos municípios do nosso Estado, nós estamos muito dependentes do IPI e do Imposto de Renda, que são impostos federais, que são partilhados com os Estados e municípios, por intermédio dos Fundos, e são muito sensíveis à recessão.
Então, acho que vamos ter uma retomada muito tênue da atividade econômica neste ano de 2017 e teremos este quadro estadual de equilíbrio. Isto permite dizer aos maranhenses que, do ponto de vista econômico, o ano de 2017, no Maranhão, vai ser melhor do que 2016.
JP – Há perspectivas de reajuste ao servidor público?
Flávio Dino – Nós temos feito alguma coisa já desde o começo do governo: alguns reajustes, direitos pontuais de categorias. Cito o exemplo da Polícia Militar. Nós temos um programa permanente de recuperação do valor da remuneração dos policiais militares. Eles tiveram aumento em 2015, tiveram em 2016 e terão em 2017. E outras categorias, também. Os professores, por exemplo. Nós fizemos mais de 18 mil progressões dos professores, que estavam aguardando 20 anos. Nós que fizemos.
Fizemos unificação de matrículas dos professores. Nós que fizemos. Ampliação de jornada – os professores que tinham 20 horas poderem passar 40 horas e com isso dobrarem os seus salários. Nós que fizemos.
Multiplicamos por dois a gratificação de diretores de escola. Nós que fizemos. E outras categorias que eu poderia citar tiveram reajuste. Em 2017 provavelmente a conduta vai continuar a mesma. Reajustes em algumas categorias, principalmente aquelas que não tiveram reajuste neste ano de 2016, mas com muita prudência.
JP – Conceder reajuste ao funcionalismo pode afetar o ajuste fiscal?
Flávio Dino – Como estamos vivendo um cenário muito instável, a gente tem um problema. Porque quando se reajusta um real na remuneração do servidor, isto se torna um direito incorporado para ele e para todo o sempre. O paradoxo é que se tem receitas que são imprevisíveis e elásticas – que podem aumentar ou diminuir – e despesas que são inelásticas, porque despesa com pessoal, uma vez se engordou, ninguém mais mexe com aquilo, ninguém mais pode reduzir, constitucionalmente falando.
Então não se aumentar despesas que são – digamos assim -congeladas, imutáveis, que são inelásticas, do ponto de vista econômico, num cenário de receitas incertas, porque lá na frente isto pode resultar num caos. Que é o que nós estamos vendo no Rio, no Rio Grande do Sul e outros Estados. Então a gente vai continuar a ter reajustes, como temos tido, mas com muita cautela, muita prudência.
JP – O senhor cogita disputar a reeleição, em 2018?
Flávio Dino – Serei candidato à reeleição, se eu tiver vida e saúde. Isto não há dúvida. Não existe outro projeto. É claro que eu fico honrado com outros debates que acontecem, outras possibilidades, outras lembranças. Estar, por exemplo, no Senado, seria ótimo, seria maravilhoso, se fosse o caso. Eventualmente até disputar na chapa majoritária federal. Seria muito bom. Mas não agora. Nada disso agora. É o momento de consolidar uma experiência no Estado, que vale para mim, mas que acima de tudo vale para a nossa equipe, para nós todos que acreditávamos, e acreditamos, e continuamos a lutar por mudanças efetivas na vida do povo. Eu não posso me candidatar a outra coisa, deixando esta tarefa inconclusa. Porque, na verdade, na verdade, um mandato de um governador não é de quatro anos. Quatro anos já é pouco. Com a situação que o Brasil viveu neste período, e com o calendário eleitoral, quando se vai olhar o tempo líquido de um governo é de três anos. Porque o governador tem uma campanha municipal no meio do caminho, que paralisa uma série de questões, legais inclusive, você tem a sua própria eleição, porque no último ano já tem um calendário eleitoral de seis meses praticamente. Então, o tempo líquido de governo são três anos.
Então, no meu caso, por exemplo, como governador, como vou inverter tendências, consolidar políticas sociais, fazer investimento público, fazer obra pública, em três anos apenas? Você consegue, ao meu ver, ter alguns resultados, e você consegue apontar o caminho, mas precisa de um tempo para consolidar. Esta é a razão pela qual, muito firmemente, o meu desejo é ser candidato à reeleição, se eu tiver vida e saúde, claro.
JP – Em relação às vagas ao Senado, já existe no seu grupo político uma discussão sobre esta disputa?
Flávio Dino – É natural que exista, mas de modo ainda muito incipiente. Porque são muitos postulantes, todos legítimos. E ainda há um certo tempo. Ainda tem 2017 para consumir este debate, mas a gente só deve encaminhar uma solução para isso no comecinho de 2018. É o tempo certo. Foi o que nós fizemos em 2014. E o resultado foi bom. Então, antes disso a gente não vai ter uma definição. Mas apenas uma mobilização de alguns nomes de nosso campo político, que são todos credenciados para ocupar esta função de tanta importância, que é representar o Maranhão no Senado.
JP – Quanto o Maranhão recebeu da repatriação e onde foi aplicado este dinheiro?
Flávio Dino – No caso do nosso Estado, somando repatriação com multa, nós recebemos algo em torno de R$ 500 milhões. Para onde este dinheiro foi? Essencialmente para nós terminarmos de pagar nossas obrigações com os servidores, marcadamente 13º, que nós conseguimos antecipar, assim como a folha de dezembro, e pagamentos de dívidas.
Vamos pegar, por exemplo, a situação da saúde. Nós recebemos R$ 183 milhões de dívidas da saúde do governo anterior, Pela primeira vez, em razão do dinheiro da repatriação, esse patamar está abaixo da dívida. Nós conseguimos efetivamente dar uma redução expressiva nela. Porque antes do dinheiro da repatriação a gente vinha basicamente rolando a dívida, mantendo-a no mesmo patamar.
Recebemos dívida com a Cemar. Nós praticamente zeramos esta dívida. Era uma dívida de quase R$ 40 milhões. Então o dinheiro da repatriação essencialmente foi para pagar dívidas com fornecedores, como por exemplo, fornecedores da Saúde, Cemar, repassamos R$ 40 milhões para o Tribunal de Justiça, para precatórios. Porque infelizmente o governo anterior ficou três anos e meio sem pagar um precatório. E isto gera uma situação de muita insegurança jurídica. Nós já pagamos de precatório algo em torno de R$ 200 milhões, desde que eu assumi o governo. Desses R$ 200 milhões, R$ 40 milhões vieram da repatriação e outros vieram do Tesouro. Porque a fila não pode ficar parada esse tempo todo. Realmente, era uma situação de calote que nós herdamos. De 2011 a 2014, não foi pago nenhum precatório no Maranhão.
Então, nós voltamos a pagar em 2015. Eu usei uma parte do dinheiro da repatriação para pagar precatórios – repassei para o Tribunal de Justiça. E uma parte investimos no programa das escolas: os 27 milhões para reforma das escolas. Então foi essencialmente para o pagamento de dívidas. E o dinheiro não durou nem 24 horas na nossa conta, infelizmente.
JP – Qual o valor global da dívida do Maranhão?
Flávio Dino – Na verdade, a dívida do Maranhão é da ordem de R$ 10 bilhões. Quando se soma as dívidas de precatórios (R$ 1 bilhão), dívida do Tesouro (R$ 1 bilhão), dívidas externas, dívida com o BNDES, então a dívida do Governo do Maranhão é algo em torno de R$ 10 bilhões – esta é a dívida pública do Governo do Maranhão.
JP – A situação de caos a que chegou o Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e outros Estados não pode chegar ao Maranhão.
Flávio Dino – Não creio. Não creio nisso, por duas razões: primeiro, a gente tem cuidado muito da receita. E isto às vezes é muito controvertido. Porque a palavra já diz tudo. A palavra é imposto. A palavra é eloquente por si só. Não é algo voluntário. É uma obrigação compulsória que é imposta ao cidadão para o financiamento das atividades públicas. A gente tem cuidado muito da arrecadação, desde o combate à sonegação, que é uma medida de justiça fiscal. E de outro lado fazendo ajustes nas leis.
JP – O aumento do ICMS se inclui neste contexto?
Flávio Dino – Sim. Este também foi o recente caso da lei de reajuste de alíquotas de alguns itens de ICMS, como energia elétrica e outros. Fizemos isso com muita responsabilidade, porque não onerou o empresariado, e mantendo a carga tributária nossa inferior à dos estados vizinhos. E fizemos isso exatamente porque o cenário nacional ainda é de muita incerteza.
Temos tido sim muito cuidado com as receitas. E temos tido muito cuidado com as despesas. Primeira coisa que nós fizemos, logo em 2015, cortamos R$ 300 milhões de despesas. Nós fizemos o ajuste fiscal, e antes de todos os demais estados. O Governo do Maranhão efetuou o corte de R$ 300 milhões de gastos, despesas oriundas de contratos que foram revistos. E seguimos o mesmo caminho: mantivemos a política de corte de despesas, para manter o equilíbrio fiscal do nosso Estado.

Márcio Jerry : “Reeleição do prefeito Edivaldo coroou a vitória eleitoral de Flávio Dino nas eleições 2016”

Apoio do governador Flávio Dino também foi inegavelmente um fator decisivo, importantíssimo

Apoio do governador Flávio Dino também foi inegavelmente um fator decisivo, importantíssimo

Do Jornal Pequeno

O secretário de Comunicação e Assuntos Políticos do Maranhão, jornalista Márcio Jerry, pediu férias no mês de setembro para cuidar das campanhas eleitorais do PCdoB, por ele presidido, e de aliados em São Luís e no interior.

Os resultados, ele diz, ficaram além do esperado com a eleição de 46 prefeitos e 28 vice prefeitos, além de 213 vereadores do partido. “Importante, mas consideramos também muito importante a eleição de aliados nossos a prefeitos, vices e vereadores”, destaca.

Mas foi em São Luís que a maior batalha foi travada. E é especialmente sobre ela que Márcio Jerry fala nesta entrevista exclusiva.

Jornal Pequeno – O que efetivamente decidiu a releição do prefeito Edivaldo no segundo turno?

Márcio Jerry – Conjunto de fatores, a começar pela performance do próprio prefeito Edivaldo. Destaque-se também o discurso da campanha bem estruturado, mostrando as realizações e  centrado no tema das parcerias com o governador Flávio Dino , que chegou bem ao entendimento da população. Apoio do governador Flávio Dino também foi inegavelmente um fator decisivo, importantíssimo.

Houve dúvida do governador Flávio Dino em anunciar o apoio ?

Márcio Jerry – Não, jamais. O apoio, aliás, estava claro na cabeça do eleitor, como atestaram pesquisas quantitativas e qualitativas. A entrada dele, a gravação do apoio, obedeceu a uma avaliação criteriosa, bem pensada, de qual seria a hora e a forma de fazê-lo. E o modo e a hora foram fundamentais para assegurar a consolidação da vitória do companheiro Edivaldo.

Dá pra afirmar que a reeleição do prefeito Edivaldo coroou a vitória do grupo político Flávio Dino nas eleições deste ano ?

Márcio Jerry – Sem dúvida. Veja, candidatos apoiados pelo governador Flávio Dino ganharam nas 4 cidades da ilha, isto é um feito notável. Vencemos em 8 das 10 maiores cidades do Maranhão. Saimos vitoriosos em mais de 150 municípios, sem contar que em outros tantos temos diálogo muito bom. Prefeitos carimbados como “oposicionistas” não enchem os dedos de uma mão. Mas é claro que a vitória em São Luís, por ser a nossa capital e maior cidade, tem um peso enorme e coroa o sucesso do grupo liderado pelo governador Flávio Dino.

A reconhecida força da militância do PCdoB e PDT também não foram decisivas?

Márcio Jerry – Claro, nos empenhamos muito. PDT e PCdoB são partidos com militância aguerrida, forte, que faz a diferença em batalhas eleitorais. Importante também, a propósito, o papel dos vereadores e vereadoras que apoiaram a campanha, foram fundamentais.

Nos bastidores há quem acuse o senhor de ter comandado uma espécie de operação para desconstruir a imagem do deputado Braide.

Márcio Jerry – Não houve isso. Agi sempre muito claramente defendendo a candidatura do Edivaldo Holanda Júnior sem jamais ter agredido, ofendido o deputado Braide. O que eu expus foi no terreno da política, da boa política, ou seja, demarcar diferenças e mostrar porque o Edivaldo tinha, na nossa opinião, melhores condições para dirigir nossa cidade, continuar dirigindo nossa cidade.

Outro episódio muito comentado foi a substituição do vereador Roberto Rocha Júnior, cotado para vice de Edivaldo Holanda Júnior, pelo professor Júlio Pinheiro, do PCdoB. O que de fato houve ?

Márcio Jerry – Foi uma mudança oportuna, necessária, para fortalecer a chapa. O vereador, no nosso modo de ver, não tinha menor condição política para ocupar a vaga, não agregava. Desde o início havia um entendimento de que o vice sairia do PCdoB, mas nós próprios deixamos o prefeito Edivaldo à vontade para outra possibilidade. A que foi apresentada, contudo, não ajudava em nada. Coube a mim e ao deputado Weverton, presidente do PDT, dialogar com os partidos para que houvesse outra solução, que foi a indicação do companheiro Júlio Pinheiro.

PDT e PCdoB agora tem o prefeito e vice da capital. É uma indicação segura de que os dois partidos marcharão juntos em 2018 ?

Márcio Jerry – Sim, mas não apenas por isso. Temos uma aliança sólida, estratégica, e vamos continuar juntos. PCdoB e PDT são partidos com afinidades políticas e ideológicas também. Sem dúvida estaremos juntos, governando o Maranhão, São Luís e várias outras cidades. E fazendo isso sempre em aliança com outras forças partidárias e sociais.

Mês que vem o governador Flávio Dino conclui o segundo ano de mandato. Qual o balanço que fazem ?

Márcio Jerry – Balanço muito positivo, apesar dos graves percalços da conjuntura política e econômica nacional.  Maranhão no rumo certo liderado por um governador de muita visão, competente, trabalhador, honesto. Há ações fundamentais, estruturantes, em todas as áreas e regiões do Maranhão. Pegue uma a uma as políticas públicas fundamentais e em todas é fácil constatar progressos importantes. Muito já se fez, muito está sendo feito. Ao completar dois anos, final de dezembro, estarão de parabéns o governador Flávio Dino, pelo trabalho que realiza, e o Maranhão, que está atravessado um momento virtuoso.

Edivaldo diz que não vai ter aumento de passagens com novos ônibus…

 

Durante cerca de 20 minutos, Edivaldo respondeu questionamentos feitos pelos jornalistas Ricardo Baty, Bial Mendes, Leandro Miranda e Francisco Júnior

Durante cerca de 20 minutos, Edivaldo respondeu questionamentos feitos pelos jornalistas Ricardo Baty, Bial Mendes, Leandro Miranda e Francisco Júnior

O prefeito de São Luís e candidato à reeleição, Edivaldo Holanda Junior (PDT), afirmou que não haverá aumento de passagens com a chegada dos novos ônibus com ar-condicionado, conforme determina a Licitação de Transportes Públicos, feito histórico que foi implantada na sua gestão. O compromisso foi dito durante a sabatina no Programa Repórter Difusora, da Rádio Difusora FM, na manhã desta terça-feira (18).

Durante cerca de 20 minutos, Edivaldo respondeu questionamentos feitos pelos jornalistas Ricardo Baty, Bial Mendes, Leandro Miranda e Francisco Júnior sobre saúde, educação, transporte, meio ambiente, infraestrutura. Ele destacou ainda os avanços que sua gestão vem realizando na cidade.

Aos ouvintes o candidato do PDT voltou lembrar o caos que encontrou a Prefeitura de São Luís, em 2013. Mas que, mesmo com os problemas administrativos, conseguiu com muito trabalho, desde o primeiro dia, e no decorrer dos três anos e meio de gestão avançar em todas as áreas.

“Não tinha alimento no Hospital Socorrão; o Hospital da Mulher estava desativado. Mas com o bom planejamento, hoje o Hospital da Mulher é referência em neurocirurgia, duplicamos os leitos hospitalar. Vamos entregar o Hospital da Criança, uma Maternidade na Cidade Operária e construímos uma nova Sede do Samu, que encontramos com apenas duas ambulâncias”, disse Edivaldo. Completando com a reforma do CEM Filipinho; e a entrega de mais 30 unidades de saúde reformadas.

Edivaldo frisou o enfrentamento que teve com a implantação da Licitação dos Transportes Públicos que começou no seu governo com o combate a fraude, a biometria, o Bilhete Único; a renovação de 40% da frota e o Cartão Criança.

“Tivemos a coragem de promover vários avanços no setor de transporte. Até o fim do ano, 210 novos ônibus com ar-condicionado estarão circulando na cidade, graças a Licitação do Transporte; e teremos á médio prazo toda a frota com ar-condicionado. Isso sem nenhum aumento de passagem”, garantiu Edivaldo.

No decorrer da sabatina, o candidato à reeleição pelo PDT teve oportunidade de falar sobre questões envolvendo a educação. Ele enfatizou o cronograma de avanços que está possibilitando a reforma de 70 escolas e a valorização dos professores que culminou com o crescimento do IDEB, que teve uma brusca queda na gestão do prefeito João Castelo.

“Os índices na educação voltaram a subir e, nesse caso, agradeço os professores e alunos. Melhoramos a merenda escolar, cuja 30% vêm da zona rural, aquecendo a economia naquela região; o aumento do transporte escolar. A contratação de 110 professores especiais. Ou seja, estamos recuperando o que foi perdido na gestão passada”, falou o atual prefeito de São Luís, Edivaldo.

Em relação à cultura ludovicense, o candidato da coligação “Pra Seguir em Frente”, disse dos avanços feitos com a criação do Sistema de Cultura, o Plano Municipal de Cultura e, principalmente com a efetivação da Secretaria Municipal de Cultura, fator há muito desejado pelos produtores culturais da cidade. “Regulamentaremos o Fundo Municipal de Cultura e atendemos a antigas reivindicações. Quando chegamos na Prefeitura as escolas de samba recebiam de patrocínio R$ 5 mil. Reajustamos para R$ 60 mil”, exemplificou.

O prefeito Edivaldo descreveu para os ouvintes que em sua gestão foram feitos avanços históricos de infraestrutura nos bairros e Regiões da Cidade Operária, Cidade Olímpica, Jardim América, Santa Efigênia, Santa Clara, Vila Riod, Jardim São Raimundo que aguardavam há décadas por serviços de drenagem e pavimentação. Citou, nominalmente, moradores de diversas áreas de São Luís.

“Perguntem ao Lourival, do Pontal da Ilha; Laerte, da Santa Clara; Zé do Poço, do Jardim São Raimundo. Famílias que sofriam com as chuvas. Pisei na lama junto com vocês e fizemos um bom trabalho. Estive lá com o Pajé da Apaco onde ouvi seu pedido e hoje quando chove e as pessoas não ficam desabrigadas”, relatava Edivaldo.

Ao final da entrevista pediu mais um voto de confiança aos eleitores, a fim de promover mais políticas públicas em toda a cidade. “Fizemos muito, mas queremos fazer muito mais. Chegar ao Jeriparana, Zé Reinaldo Tavares, melhorar a vidadas pessoas. Me dê uma nova oportunidade para levar mais benefícios a outros bairros. No dia 30 de outubro, vote 12, meu nome é Edivaldo”, concluiu o candidato à reeleição a Prefeitura de São Luís, Edivaldo.

A tensa entrevista de Eduardo Braide ao Resenha da Difusora…

A sabatina com o candidato do PMN, deputado Eduardo Braide, no programa Resenha, da TV Difusora, no sábado (15), teve cenas bastante tensas a partir do momento em que o parlamentar passou a cutucar, pessoalmente, em função dos questionamentos, os jornalistas. Tudo começou com o blogueiro John Cutrim a quem, por conta de uma pergunta, chamou-o de “desinformado” e de estar interrogando sobre determinado tema pelo fato de ser “funcionário da Prefeitura de São Luís”.

Foi o bastante para que um dos convidados, o apresentador Jeisael Marques se irritasse e começasse a pedir ao candidato para que não levasse a entrevista ao nível de ataques aos jornalistas, de forma pessoal, por conta do local ou instrumento com que trabalha. Eduardo Braide não gostou e os dois passaram a travar uma discussão tensa, transmitida ao vivo, que terminou repercutindo de forma intensa nas redes sociais (VEJA VÍDEO ACIMA).

Após tentar constranger John Cutrim, ao chamá-lo de desinformado e de ter tentado desqualificá-lo para perguntas por ser funcionário da Prefeitura, Braide notou o excesso e procurou se redimir. Já com uma outra postura, o deputado cobriu o blogueiro de elogios que, sentindo a intimidação, só sinalizava com a cabeça e dizia “amém” porque, entre as boas palavras, estava o reconhecimento de que o mesmo é um homem cristão, ético, etc.

Em qualquer sabatina – seja ela da Rede Globo, TV Guará, Mirante, Difusora, etc – um candidato não deve esperar receber apenas flores. É claro que ele pode ser questionado sobre tudo pelos jornalistas, inclusive sobre o que  não gostaria, até porque uma entrevista não se trata de uma peça de marketing ou de assessoria de imprensa. O propósito é oferecer temas complexos, situações práticas, embaraçosas, contradições de plano de governo, ideias, etc, até porque um dos papéis do jornalista é desconfiar, contrapor dados, perguntar, emparedar, etc com transparência e sem paixões.

A sabatina foi conduzida pelo titular do programa, jornalista Clodoaldo Correa, pelo blogueiro John Cutrim, pelo apresentador do programa Hora D da Difusora, Jeisael Marx, e pelo âncora do programa Ponto e Vírgula da rádio Difusora FM, Leandro Miranda, também editor do blog Marrapá.

Após a sabatina, os jornalistas participantes passaram a ser alvos de um bombardeio puxado por outros colegas e blogueiros. Até agora, apenas Jeisael Marx reagiu alegando que, numa sabatina, um candidato não deve esperar somente perguntas que lhe sejam convenientes, do tipo agradáveis, pois a Imprensa tem o papel de questionar, diferente do  que faz o marketing ou uma assessoria de imprensa que, como todos sabem, “levanta a bola para que o assessorado crave o ponto”.

Segundo o apresentador, o sabatinador tem que ser incisivo para arrancar informações de toda ordem que sirvam de conteúdo ao telespectador.

Fora os momentos tensos, Braide se mostrou, como sempre, desenvolto, inteligente, perspicaz e transcorreu bem sobre assuntos de gestão pública.