Osmar Filho é forte no jogo da sucessão municipal

Osmar também já conta com o apoio de mais de 20 vereadores, o que garante entrada nos bairros e comunidades de São Luís

Engana-se quem coloca o nome do presidente da Câmara Municipal de São Luís, o vereador Osmar Filho (PDT), como um dos pré-candidatos menos competitivos na disputa pela prefeitura de São Luís, em 2020. Pelo contrário. Ele não é carta fora do baralho e pode ser considerado, seguramente, um dos com maior potencial de crescimento. Vejamos os porquês.

Integrante de um dos maiores partidos da capital, Osmar Filho agora é unanimidade entre a militância do PDT, essa mesma que fez prefeitos como Jackson Lago, Tadeu Palácio e elegeu Edivaldo Holanda Jr. nas últimas duas eleições.

Aliado a isso, Osmar também já conta com o apoio de mais de 20 vereadores, o que garante entrada nos bairros e comunidades de São Luís. Tem o aval do senador Weverton Rocha (PDT), forte liderança com bastante presença e capital político em São Luís, além de ser um dos principais nomes da base do governador Flávio Dino (PCdoB).

Outro detalhe, Osmar Filho é o único nome que tem o apoio declarado, até o momento, de dois partidos, o PDT e PTB.

Com todas essas vantagens, Osmar Filho está correndo por fora e em questão de tempo, seu nome deve se consolidar na disputa pela sucessão do prefeito Edivaldo Holanda Jr.

Partido Novo estará pela primeira vez em uma eleição no Maranhão

Anunciada pelo diretório nacional, a cidade de São Luís está incluída em uma lista de 68 cidades que terão candidatos do Novo

O partido Novo, presidido pelo ex-candidato a presidente João Amoedo, estará pela primeira vez em uma disputa eleitoral no Maranhão. A sigla, que fundou recentemente seu diretório após a filiação de 151 integrantes, trabalha para definir os nomes para a disputa.

O que se sabe, até o momento, é que o Novo lançará candidatos em São Luís. O processo para a escolha do candidato a prefeito já foi aberto. Os candidatos a vereador também serão escolhidos a partir de provas.

O Novo tem uma dinâmica bem diferente dos demais, para candidatar-se, é preciso mostrar preparo e conhecimento sobre os mais diversos assuntos como economia, administração e legislação.

Anunciada pelo diretório nacional, a cidade de São Luís está incluída em uma lista de 68 cidades que terão candidatos do Novo.

Após muitas brigas, Bolsonaro consegue emplacar filho na liderança do PSL

Eduardo recebeu o apoio de 28 dos 53 parlamentares da legenda – a lista original tinha 29 nomes, mas um não foi aceito

Em novo capítulo da “batalha das listas” do PSL, a Câmara dos Deputados oficializou nesta segunda-feira (21), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro, como líder do partido na Casa. Ele recebeu o apoio de 28 dos 53 parlamentares da legenda – a lista original tinha 29 nomes, mas um não foi aceito.

A confirmação ocorre logo após o agora ex-líder da bancada, Delegado Waldir (PSL-GO), divulgar um vídeo em qual diz abrir mão do posto.

“Já estarei à disposição do novo líder para de forma transparente passar para ele toda a liderança do PSL, queria agradecer aos parlamentares que confiaram nesse nosso projeto e dizer que não sou subordinado a nenhum governador e nenhum presidente, mas sim ao meu eleitor”, disse Waldir no vídeo. “Nós não rasgamos a Constituição ainda. A Constituição prevê que o Executivo não deve interferir no parlamento em nenhuma ação”, disse.

Segundo aliados, porém, a gravação foi feita antes de a Câmara confirmar que Eduardo era líder. 

O documento que teve as assinaturas necessárias para levar Eduardo à liderança foi o terceiro apresentado pela ala do partido ligada a Bolsonaro. Na semana passada, uma guerra de listas acabou com uma derrota para o grupo “bolsonarista” da bancada e Delegado Waldir foi mantido no posto.

Isso porque a Câmara não reconheceu algumas das assinaturas no documento pró-Eduardo. Ao menos quatro nomes estavam tanto nas listas a favor de Eduardo e de Waldir.

Deputado federal maranhense lidera gastos com viagens

Até o momento, a Câmara pagou R$ 31.451 em viagens oficiais para Zé Carlos. Ao todo, foram 19 diárias

Metrópoles

Desde o início da atual legislatura, em 1º de fevereiro de 2019, a Câmara dos Deputados já gastou R$ 1,42 milhão em viagens classificadas como “missões oficiais”. O valor é 48,02% maior se comparado ao observado nos oito primeiros meses da legislatura de 2015, quando a Casa gastou R$ 964,7 mil em diárias. No período, a inflação acumulada foi de 32,33%, de acordo com o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M). Ou seja, a alta foi maior do que a inflação em 15,69 pontos percentuais. A Câmara usa recursos públicos para bancar as viagens de seus deputados.

Uma viagem em “missão oficial” dá aos congressistas o direito de serem custeados por sua respectiva Casa, seja ela Câmara ou Senado. As diárias devem ser utilizadas para cobrir os custos com hospedagem, transporte local e alimentação.

Levantamento do (M)Dados, núcleo de análise de grande quantidade de informações do Metrópoles, usou informações das viagens parlamentares feitas desde o início da legislatura atual até o dia 5 de outubro. Os dados podem ser acessados no site da Câmara.

O campeão em gastos da atual legislatura é o deputado Zé Carlos (PT-MA). Até o momento, a Câmara pagou R$ 31.451 em viagens oficiais para o parlamentar. Ao todo, foram 19 diárias.

Zé Carlos é seguido pelos deputados Nelson Pellegrino (PT-BA), com R$ 31.434 e 18 diárias, e Rubens Bueno (Cidadania-PR), com R$ 28.890 e 16 diárias.

No mesmo período de 2015, Rubens Bueno liderou a lista, recebendo da Câmara o valor de R$ 24.244.