Aluísio Mendes arma o cerco contra Jefferson Portela e afirma que pode decretar prisão do secretário

As verdadeiras intenções do deputado, que já foi segurança do ex-presidente José Sarney, ficaram demonstrada em seu discurso na Câmara dos Deputados

O deputado federal Aluisio Mendes (Podemos) já armou um verdadeiro cerco contra o secretário de Estado da Segurança, Jefferson Portela, que participará de audiência pública, em Brasília. As verdadeiras intenções do deputado, que já foi segurança do ex-presidente José Sarney, ficaram demonstrada em seu discurso na Câmara dos Deputados.

“Como autor do requerimento, irei presidir essa reunião. E se esse desequilibrado acha que vai transformar o Congresso Nacional num circo e a comissão num picadeiro, ele está muito equivocado. Virá aqui para prestar conta das denúncias. E se faltar ao respeito com qualquer autoridade, ou parlamentar aqui nessa Casa, será decretada sua prisão. Eu pessoalmente o farei”, disse.

Na semana passada, a Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Casa aprovou requerimento do parlamentar para a realização de audiência com os delegados da Polícia Civil do Maranhão Ney Anderson Gaspar e Tiago Mattos Bardal sobre possíveis escutas feitas pela SSP.

Aluísio Mendes age para intimidar o secretário de Segurança e criar uma situação desconfortável na audiência, em Brasília. Vale o alerta para que Jefferson Portela fique atento ao movimento que pode usar um espaço público apenas com intenções pessoais para denegrir a imagem do secretário.

Roberto Rocha mostra cada vez mais subserviência ao Governo Federal

As atitudes de Roberto Rocha podem significar a última cartada após olhar seus planos fracassarem desde que rompeu com o grupo político que o elegeu

É cada vez maior o estado de subserviência do senador, Roberto Rocha (PSDB), ao presidente Jair Bolsonaro (PSL) e ao Governo Federal. As atitudes de Roberto Rocha podem significar a última cartada após olhar seus planos fracassarem desde que rompeu com o grupo político que o elegeu.

O senador tem votado de acordo com o que o Governo Federal manda. Foi o que aconteceu na noite de ontem (18), quando Roberto votou pela continuação do decreto que libera o porte de armas para cidadãos comuns.

Os últimos passos do senador foi de aproximação com o PSL, partido de Jair Bolsonaro. Com a indicação feita pelo senador de Maura Jorge para a Funasa, os planos de Roberto estão mirados para as eleições de 2020 e 2022.

Tudo demonstra que, mesmo impopular, as decisões de Roberto Rocha no Senado, só tendem a satisfazer os desejos do Governo Federal e claro, nas benesses que isso dará.

Presidente dos Correios também anuncia saída após críticas públicas de Jair Bolsonaro

O desligamento acontece cinco dias após o presidente Jair Bolsonaro anunciar que ele seria demitido

O presidente dos Correios, general Juarez Aparecido de Paula Cunha, acaba de anunciar seu afastamento do cargo. Pelo Twitter, o general afirmou que o saldo de seus sete meses no comando da estatal foi “muito positivo”. O desligamento acontece cinco dias após o presidente Jair Bolsonaro anunciar que ele seria demitido da empresa após ter se comportado como um “sindicalista” quando foi ao Congresso, segundo o presidente.

“Caros amigos! Hoje me afasto dos Correios. Foram 7 meses de alegria, obtivemos excelentes resultados, conduzimos a recuperação da Empresa e fizemos grandes amigos. Saldo muito positivo e a certeza que vocês continuarão no cumprimento da missão. Um abraço a todos!”, escreveu o general no Twitter.

Segundo Jair Bolsonaro, Cunha “foi ao Congresso e agiu como sindicalista” ao criticar a privatização da estatal e tirar fotos com parlamentares da oposição. “Aí complica”, disse Bolsonaro em café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto.

‘A sensatez venceu’, diz Eliziane sobre derrubada de decreto pró-armas

Além dela, o senador maranhense Weverton Rocha (PDT) também votou contra o decreto presidencial

A senadora Eliziane Gama (Cidadania), comemorou, nas redes sociais, a aprovação do projeto de decreto legislativo que torna sem efeito o decreto do presidente Jair Bolsonaro (PSL) que facilitava o porte de armas no Brasil.

Além dela, o senador maranhense Weverton Rocha (PDT) também votou contra o decreto presidencial. Roberto Rocha (PSDB) votou a favor da medida.

“A sensatez venceu e o decreto das armas foi derrotado pelo Senado. O Congresso deu o seu recado ao presidente. A função do governo é conter a violência, apaziguar o país e não estimular o ódio. A Segurança pública é dever do estado”, postou.