Donald Trump faz teste para coronavírus

Na quinta, Trump disse que não estava preocupado por causa do caso de contaminação do secretário brasileiro de Comunicação Fábio Wajngarten,

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que ele fez teste para coronavírus na noite de sexta-feira (13). Em entrevista coletiva, ele disse nesse sábado (14) que não obteve o resultado e que, normalmente, sai em um ou dois dias.

Na quinta, Trump disse que não estava preocupado por causa do caso de contaminação do secretário de Comunicação Fábio Wajngarten, que estava na comitiva brasileira que se encontrou com ele no fim de semana. Depois de Wajngarten, confirnaram-se ainda os diagnósticos de Covid-19 do embaixador Nestor Forster e do senador Nelsinho Trad (PSD-MS), que estavam no mesmo grupo com Bolsonaro.

Na sexta, Trump ponderou, dizendo que poderia fazer o teste após ter estado em contato com muitas pessoas que foram diagnosticadas com o vírus. Posteriormente, o médico da Casa Branca afirmou que ele não precisaria se submeter ao exame porque não tinha sintomas.

Neste sábado, passou a vigorar nos Estados Unidos a suspensão de voos vindos da Europa. A decisão afeta cidadãos estrangeiros que estiveram em qualquer um dos países pertencentes à zona de Shengen nos 14 dias anteriores à viagem ao território americano.

Preta Gil testa positivo para coronavírus e está em isolamento

A cantora se apresentou no casamento da influenciadora digital Marcela Minelli, irmã de Gabriela Pugliesi que também foi vítima da pandemia

Preta Gil revelou neste sábado (14), que um exame apontou positivo para o novo coronavírus. A cantora se apresentou no casamento da influenciadora digital Marcela Minelli, irmã de Gabriela Pugliesi que também foi vítima da pandemia. Também participaram da festa em Itacaré, no sul da Bahia, três convidados que foram diagnosticados com covid-19.

A artista contou que não se preocupou muito quando ficou sabendo da presença de pessoas com o novo coronavírus no evento em que se apresentou, pois não entrou em contato com esses convidados. No entanto, ela procurou seus médicos que a orientaram aguardar. “Procurei meus médicos e eles disseram ‘sem sintomas não adianta fazer exames, nem é recomendado para não superlotar os hospitais.”

Preta relatou ter começado sentir calafrios “surreais” na madruga de quarta-feira, 11, e ter tido muita dor de cabeça. “Acordei na quinta-feira com muita dor de cabeça, com calafrio, com dor no corpo, uma ligeira dor de garganta. Fui para o hospital e a partir do momento que eu fiz o exame já me coloquei em isolamento por recomendação médica”, disse.

Segundo a cantora, o resultado do teste saiu nesta manhã. “Eu imagino que eu peguei de outra pessoa, que já pegou dessas três pessoas, que eu tive mais contato”.

“Estou bem. Nessa hora é a cabeça que a gente tem que cuidar. No corpo físico, estou com esses sintomas, com um pouco de dor de cabeça, mas vou melhor se Deus quiser já, já.”

Ex-ministro de Bolsonaro, Gustavo Bebianno morre no Rio de Janeiro

Gustavo Bebianno morreu aos 56 anos em seu sítio, em Teresópolis

O ex-ministro de Jair Bolsonaro e pré-candidato a prefeito do Rio, Gustavo Bebianno, morreu na manhã deste sábado (14) em Teresópolis, Região Serrana do Rio, após um infarto.

Bebianno, de 56 anos, estava em seu sítio, com seu filho. Ele passou mal e sofreu uma queda. Morreu logo após ser levado a um hospital. A morte foi confirmada pelo amigo e presidente estadual do PSDB, Paulo Marinho.

No último dia (5), o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou a pré-candidatura de Gustavo Bebianno à Prefeitura do Rio de Janeiro. Segundo o partido, o lançamento oficial da candidatura seria em 4 de abril, na capital fluminense.

Além de líder do PSL, Bebianno ocupou a Secretaria-Geral da Presidência durante um mês e 18 dias. Ele foi o pivô da primeira crise política do governo Bolsonaro, gerada pela suspeita de que o PSL fez uso de candidatura “laranja” nas eleições de 2018 para desviar verbas públicas. Ele sempre negou irregularidades.

O ex-ministro afirmou na época que foi demitido do cargo pelo vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filho de Jair Bolsonaro. Ele disse ter “amor” e “afeto” pelo presidente e declarou não ter dúvida de que o governo Bolsonaro “será um sucesso”.

Bebianno era o presidente nacional do PSL durante a corrida presidencial. Foi uma das figuras mais próximas ao presidente durante a campanha e atuou como um dos conselheiros do então candidato na disputa.

Bebianno ganhou a confiança de Bolsonaro a ponto de dirigir o partido durante a eleição e de acompanhar de perto a recuperação do então candidato após o episódio da facada. Bebianno também foi um dos primeiros ministros anunciados pela gestão Bolsonaro.